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Saiba como reagir a conflitos entre colaboradores na empresa

Em momentos de stress é muito comum que ocorram alguns conflitos. Isso acontece em família, entre amigos e também, obviamente, acontece dentro de uma empresa. Por esse motivo, é extremamente importante ter um líder que estabeleça o papel e responsabilidades de cada um no trabalho. Faça a intermediação de situações com alguma facilidade e respeito com colaboradores, afinal esse é um dos principais papeis de um líder.

Por conta disso, o especialista em gestão de pessoas e diretor da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), Alexandre Slivnik, explica que é fundamental entender o contexto para seguir mediando o trabalho em equipe. “O chefe deve saber ouvir os dois lados sem tomar partido, pois o senso de justiça é o que deve prevalecer. Do contrário, todos os colaboradores podem se sentir prejudicados e não confiar mais na liderança”, diz.

Embates de opinião sobre o trabalho são muito importantes e contribuem com o crescimento da organização. O conflito de ideias gera novas perspectivas e faz com que toda a equipe se sinta à vontade para expressar argumentos e saia da zona de conforto. A evolução é gerada a partir da diversidade de pensamentos, então um conflito, se bem mediado e nada agressivo, pode ser muito saudável.

No entanto, o especialista ressalta que alguns assuntos não devem ser discutidos dentro do ambiente corporativo. “Temas como política e religião normalmente são assuntos que as pessoas tomam como uma ideologia e estilo de vida. Muitos dos conflitos nas organizações partem dessas questões que não devem ser incluídas no dia a dia corporativo. Discutir futebol, política, religião ou outras paixões em que não há racionalidade pode ser extremamente prejudicial”, Slivnik afirma.

Colocar isso como regra pode ser essencial atualmente, pois essas discussões podem acabar minando a energia da equipe e custar muito tempo, que é algo muito precioso para todos.

Uma das dicas é fazer avaliações de comportamento periódicas, que podem ajudar a identificar os problemas antes que eles se tornem embates mais calorosos. Conflitos são naturais dentro de um time, mas é preciso dar o feedback para os colaboradores antes que uma opinião se transforme em excessos, brigas ou até mesmo que se chegue às vias de fato, que é algo mais sério e pode acarretar a demissão dessas pessoas. Alexandre explica que se é algo recorrente, foi dado o feedback necessário e acontece pela terceira vez, talvez seja sim o caso de demitir os colaboradores envolvidos.

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Empregos e Estágios,

Tempo ou produtividade: o que é mais importante para as empresas?

Mesmo que você já tenha terminado todo o seu trabalho com maestria, se sair do escritório cinco ou dez minutos antes do seu horário, você pode se tornar alvo de comentários maldosos dos colegas ou até da chefia. Mas, afinal, as empresas contratam colaboradores para cumprir tarefas ou horários?

Essa é uma discussão que vem ganhando cada vez mais relevância, principalmente depois que a sucursal japonesa da Microsoft criou o fim de semana de três dias. Durante todo o mês de agosto, 2.300 funcionários tiveram folga todas as sextas-feiras. Com um dia de trabalho a menos, a empresa notou que os funcionários começaram a usar o tempo com mais eficiência. Muitas reuniões foram evitadas, encurtadas ou mesmo substituídas por rápidos encontros virtuais de ‘catch-ups’ – atualizações. O resultado? A produtividade aumentou em 40% durante o período.

A experiência deixa claro que a correlação entre tempo e produtividade pode não ser tão direta quanto acreditávamos ser. Ficar horas e mais horas no escritório não necessariamente quer dizer que um funcionário é produtivo. Ter pouco tempo obriga as pessoas a serem mais assertivas, evitando assim a procrastinação e a ineficiência.

Outra grande vantagem percebida na redução da carga de trabalho é o melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Sabemos que trabalhando 8h, 9h ou até 10h por dia é praticamente impossível resolver muitas das tarefas diárias da vida pessoal durante o expediente, como pagar uma conta, agendar um médico, pegar filhos na escola ou mesmo fazer uma ligação pessoal importante. Isso faz com que, muitas vezes, o funcionário esteja de corpo presente na empresa, mas sua mente está concentrada bem longe dali.

Não acredito que a chave da produtividade seja necessariamente a redução de um dia na jornada de trabalho, até porque nem sempre essa possibilidade se adapta bem à realidade de muitos setores do mercado que precisam estar ‘no ar’ 24/7. Contudo, precisamos buscar meios de nos tornarmos mais produtivos e repensarmos essas crenças que por muito tempo carregamos – ter muitas coisas a se fazer ou estar sempre ocupado nem sempre é sinônimo de produtividade.

Foto: Pixabay

Uma iniciativa que tem sido cada vez mais adotada pelas empresas brasileiras é o home-office, pelo menos uma vez por semana. Além de eliminar o impacto do trânsito das grandes metrópoles no tempo do colaborador, o home-office também representa uma grande economia para as empresas no que tange despesas como energia elétrica e até impressão de documentos, sem falar em empresas que diminuíram significativamente seus gastos com aluguel, mobília e etc, ao reduzir o tamanho de suas estruturas físicas para incentivar o ‘revezamento’ dos times de trabalho. Nessas novas configurações de trabalhos remotos, todos os lados saem ganhando, os funcionários veem isso como benefício e as empresas cada vez enxergam mais valor nesses novos modelos de trabalho.

Cabe destacar ainda que, muitas vezes, a chave para a produtividade está na melhoria da eficiência dos processos. As empresas precisam investir na eliminação das tarefas burocráticas operacionais, buscando softwares de inteligência e gestão capazes de promover uma comunicação clara e objetiva entre todos os departamentos envolvidos em determinados projetos. A tecnologia é fundamental para garantir um nível satisfatório de produtividade.

Outro ponto crucial é a qualidade da equipe. Nesse ponto, a área de recursos humanos precisa ter atenção máxima tanto na contratação quanto na retenção das pessoas. As equipes precisam atuar como verdadeiros times, onde um ajude o outro a ser mais produtivo para que todos saiam ganhando. É preciso despertar o senso de dono, assim como fazer com que os líderes estejam sempre atentos para ouvir as necessidades e valorizar suas equipes.

Seja qual for a estratégia da sua empresa para aumentar a produtividade, os benefícios sempre compensam. Profissionais engajados e comprometidos conseguem gerenciar melhor seu tempo, são mais felizes e dão mais de si e, já é comprovado que funcionários mais felizes produzem mais e trazem mais resultados para as organizações. Eles aprendem a valorizar tanto o seu tempo na empresa quanto na vida pessoal, conquistando mais harmonia entre todas as suas tarefas cotidianas. Com tudo fluindo mais naturalmente, sem desespero ou ansiedade, a tendência é que o clima organizacional seja muito mais produtivo para todos.


Artigo especial escrito por Felippe Virardi – que é formado em administração de empresas, executivo com mais de 10 anos de experiência na área de marketing e vendas e headhunter na Trend Recruitment, consultoria boutique de recrutamento e seleção para marketing e vendas.

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Negócios

5 dicas para acertar na escolha do sócio

Saber como escolher um sócio é fundamental para o sucesso de um negócio e para evitar problemas na gestão. Essa escolha precisa ser baseada em uma série de critérios analisados antes da formalização da sociedade. O perfil do sócio deve ser integrado ao propósito do negócio, e complementar o seu próprio perfil. É esse propósito que define a razão de existir do negócio em sociedade. Empreender é uma estrada sinuosa que envolve riscos, mas que pode levar ao topo. É importante contar com um sócio para compartilhar a energia necessária para a subida.

A escolha de um parceiro, quando se empreende por necessidade, é ainda mais delicada. O ideal é que essa decisão não seja imediatista e precipitada em função da situação, que pode acontecer sob forte pressão. Vale a pena buscar sempre uma avaliação mais aprofundada, pois suas consequências irão durar muito tempo.

Considerando a importância dessa escolha, o Sebrae reuniu algumas orientações para quem está no processo de busca ou de definição de sociedades. Confira as sugestões abaixo:

  • O sócio pensa diferente de você?

Se for para ter alguém igual a você no negócio, basta você mesmo. O sócio precisa complementar a sua forma de trabalhar e empreender, abrindo novas oportunidades e com um olhar sobre áreas de gestão nas quais você não se saia bem, e assim reforçando a empresa como um todo.

  • O sócio escolhido terá que saber sobre o marketing e a tecnologia do negócio

Para atuar como um sócio é necessário que a pessoa escolhida conheça do marketing do produto: sua precificação, seu público-alvo, e sua forma de se comunicar com o cliente.

  • Integridade e franqueza são essenciais

É fundamental que haja relações profissionais, alicerçadas em transparência plena, isto é, comunicação assertiva e posturas claras e efetivas para soluções de desafios e problemas. Às vezes você pode não gostar de uma expressão ou colocação do seu sócio. Acontece, somos todos humanos. Mas é fundamental que você confie na sua integridade e na intenção do sócio em prol da empresa.

  • Pensamento positivo, otimista e resolutivo

Um empreendedor precisa ser realista, para reconhecer o seu lugar e suas condições, e ao mesmo tempo otimista para transformar o mercado e as pessoas com a sua empresa. O sócio precisa compartilhar dessa visão, e trabalhar com a crença otimista de que vai melhorar. E a melhoria será consequência das suas ações

  • Atenção ao sócio investidor

Você vai ter um sócio apenas investidor, que não irá se envolver na operação da empresa? CUIDADO! Apesar dele entrar apenas com dinheiro, é fundamental que ajude a empresa a abrir portas, encontrar novas parcerias e vender mais. Não aceite ter mais um patrão, sócio capitalista, sem que ele também contribua de algum modo para o crescimento do negócio.

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Destaques, RN

Produção de ferro pode ser retomada no RN e gerar mais de 7 mil empregos

O Governo do Rio Grande do Norte garantiu a segurança jurídica para empresas de produção de ferro no Seridó potiguar. A informação foi confirmada pela governadora Fátima Bezerra durante reunião com representantes da MHAG Mineração e a B8biz, sócios no empreendimento.

“O Governo está de portas abertas para que as tratativas prosperem. Daremos apoio às questões de segurança jurídica, patrimonial e manteremos diálogo para avançarmos”, disse a governadora sobre o projeto de modernização apresentado pela empresa que propõe a retomada das atividades de produção de ferro e outros minérios no Estado.

A MHAG Mineração iniciou suas atividades na Mina do Bonito, no município de Jucurutu, em 2005, produzindo cerca de 400 mil toneladas de ferro por ano. A produção estava paralisada desde 2009 por falta de investimentos. Segundo Miguel Bentes, a B8biz será capaz de mudar essa realidade. A empresa pretende captar investidores para aplicação na lavra e concentração de minérios, siderurgia, metalurgia de metais especiais, centros operacionais de alta tecnologia, infraestrutura e criação de polos industriais e logísticos.

“É disso que o Rio Grande do Norte precisa: de pessoas que tenham essa visão para trazer investimentos e projetos que de fato ajudem o Estado a crescer”, acrescentou o secretário do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado.

De acordo com Miguel Bentes, diretor técnico da B8biz, o projeto propõe obter recursos para a instalação de uma siderúrgica e um Porto Multicargas no Rio Grande do Norte associados à mineradora potiguar. O empreendimento tem potencial de geração de 7.600 empregos dentro dos próximos 4 anos e 54 mil nos próximos 9 anos.

O projeto está em fase de estudos e licenciamento ambiental. Nesta primeira etapa, que inclui terraplanagem e conceituação do projeto, serão investidos 900 milhões de dólares, o que representa 10% do valor total de investimentos previstos. O diretor da MHAG, Pio Egídio Sacchi, explica que os estudos serão capazes de revelar o enorme potencial mineral distribuídos nos 3 principais polos da região. “São 600 milhões de toneladas que nós sondamos. A gente sabe que esse valor pode chegar a 1.2 bilhão, mas é preciso continuar a pesquisa”, afirmou.

Leonlene Aguiar, diretor-presidente do IDEMA, destacou o interesse do órgão em contribuir com celeridade nos licenciamentos. “A gente sabe que um projeto desse porte leva pelo menos 6 meses para obter a licença prévia, a primeira do processo. Esperamos que até o final do ano a empresa, cumprindo com todas as normas, possa estar com essa licença em mãos”, destacou.

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Negócios

5 dicas para tirar sua empresa do vermelho

Assim como o Governo Federal que tenta diminuir algumas de suas despesas através da redução de itens supérfluos, como artigos de papelaria, por exemplo, as empresas brasileiras que estão no vermelho voltam suas atenções olhando para “dentro de casa”, em busca de soluções para reduzir custos e rentabilizar seu negócio.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Segundo Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, destaca.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos isso antes?”, questiona.

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