Destaques, Empregos e Estágios

Governo concede autorização permanente para trabalho aos domingos e feriados

Está em vigor a partir desta quarta-feira, dia 19 de junho, a norma da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, que amplia para 78 os setores da economia com autorização permanente para que funcionários possam trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos. A portaria que dispõe sobre a medida está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Na terça-feira (18), o secretário Rogério Marinho informou, por meio da rede social Twitter, que havia assinado a portaria. Segundo ele, a norma abrange, entre outros setores, o comércio, a indústria, os transportes em geral, a educação e a cultura.

Atualmente, 72 setores da economia têm autorização para que os funcionários trabalhem aos domingos e feriados. A portaria publicada hoje inclui mais seis setores: indústria de extração de óleos vegetais e de biodiesel; indústria do vinho e de derivados de uva, indústria aeroespacial, comércio em geral, estabelecimentos destinados ao turismo em geral e serviços de manutenção aeroespacial.

De acordo com o secretário, os empregados que trabalharem aos domingos e feriados terão folgas em outros dias da semana. Marinho disse ainda que a nova norma preserva os direitos trabalhistas e que a autorização permanente facilitará a criação de empregos.

“Com mais dias de trabalho das empresas, mais pessoas serão contratadas. Esses trabalhadores terão suas folgas garantidas em outros dias da semana. Respeito à Constituição e à CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, postou o secretário na rede social.

Setores com a autorização

Indústria

1) Laticínios; excluídos os serviços de escritório.

2) Frio industrial, fabricação e distribuição de gelo; excluídos os serviços de escritório.

3) Purificação e distribuição de água (usinas e filtros); excluídos os serviços de escritório.

4) Produção e distribuição de energia elétrica; excluídos os serviços de escritório.

5) Produção e distribuição de gás; excluídos os serviços de escritório.

6) Serviços de esgotos, excluídos os serviços de escritórios.

7) Confecção de coroas de flores naturais.

8) Pastelaria, confeitaria e panificação em geral.

9) Indústria do malte; excluídos os serviços de escritório.

10) Indústria do cobre eletrolítico, de ferro (metalúrgica) e do vidro; excluídos os serviços de escritório.

11) Turmas de emergência nas empresas industriais, instaladoras e conservadoras de elevadores e cabos aéreos.

12) Trabalhos em curtumes; excluídos os serviços de escritório.

13) Alimentação de animais destinados à realização de pesquisas para preparo de soro e outros produtos farmacêuticos.

14) Siderurgia, fundição, forjaria, usinagem (fornos acesos permanentemente); excluídos os serviços de escritório.

15) Lubrificação e reparos do aparelhamento industrial (turma de emergência).

16) Indústria moageira; excluídos os serviços escritório.

17) Usinas de açúcar e de álcool; excluídos oficinas e escritório.

18) Indústria do papel de imprensa; excluídos os serviços de escritório.

19) Indústria de vidro; excluídos os serviços de escritório.

20) Indústria de cimento em geral; excluídos os serviços de escritório.

21) Indústria de acumuladores elétricos, porém unicamente nos setores referentes a carga de baterias, moinho e cabine elétrica; excluídos todos os demais serviços.

22) Indústria da cerveja; excluídos os serviços de escritório.

23) Indústria do refino do petróleo.

24) Indústria Petroquímica; excluídos os serviços de escritório.

25) Indústria de extração de óleos vegetais comestíveis; excluídos os serviços de escritório.

26) processamento de hortaliças, legumes e frutas.

27) indústria de extração de óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório.

28) Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho, excluídos os serviços de escritório;

29) Indústria aeroespacial.

Comércio

1) Varejistas de peixe.

2) Varejistas de carnes frescas e caça.

3) Venda de pão e biscoitos.

4) Varejistas de frutas e verduras.

5) Varejistas de aves e ovos.

6) Varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário).

7) Flores e coroas.

8) Barbearias, quando funcionando em recinto fechado ou fazendo parte do complexo do estabelecimento ou atividade, mediante acordo expresso com os empregados.

9) Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina).

10) Locadores de bicicletas e similares.

11) Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias).

12) Hospitais, clínicas, casas de saúde e ambulatórios.

13) Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago.

14) Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura.

15) Feiras-livres e mercados, comércio varejista de supermercados e de hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes.

16) Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais.

17) Serviços de propaganda dominical.

18) Comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais.

19) Comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias.

20) Comércio em hotéis.

21) Agências de turismo, locadoras de veículos e embarcações.

22) Comércio em postos de combustíveis.

23) Comércio em feiras e exposições.

24) Comércio em geral.

25) Estabelecimentos destinados ao turismo em geral.

Transportes

1) Serviços portuários.

2) Navegação, inclusive escritório, unicamente para atender a serviço de navios.

3) Trânsito marítimo de passageiros; excluídos os serviços de escritório.

4) Serviço propriamente de transportes; excluídos os transportes de carga urbanos e os escritórios e oficinas, salvo as de emergência.

5) Serviço de transportes aéreos; excluídos os departamentos não ligados diretamente ao tráfego aéreo.

6) Transporte interestadual rodoviário, inclusive limpeza e lubrificação dos veículos.

7) Transporte de passageiros por elevadores e cabos aéreos.

8) Serviços de manutenção aeroespacial.

Comunicações e Publicidade

1) Empresa de comunicação telegráficas, radiotelegráficas e telefônicas; excluídos os serviços de escritório e oficinas, salvos as de emergência.

2) Empresas de radiodifusão, televisão, de jornais e revistas; excluídos os serviços de escritório.

3) Distribuidores e vendedores de jornais e revistas (bancas e ambulantes).

4) Anúncios em bondes e outros veículos (turma de emergência).

Educação e Cultura

1) Estabelecimentos de ensino (internatos); excluídos os serviços de escritório e magistério.

2) Empresas teatrais; excluídos os serviços de escritório.

3) Biblioteca; excluídos os serviços de escritório.

4) Museu; excluídos de serviços de escritório.

5) Empresas exibidoras cinematográficas; excluídos de serviços de escritório.

6) Empresa de orquestras.

7) Cultura física; excluídos de serviços de escritório.

8) Instituições de culto religioso.

Serviços Funerários

1) Estabelecimentos e entidades que executem serviços funerários.

Agricultura e Pecuária

1) Limpeza e alimentação de animais em propriedades agropecuárias.

2) Execução de serviços especificados nos itens anteriores desta relação.

3) Colheita, beneficiamento, lavagem e transporte de hortaliças, legumes e frutas.

Read More...

Empregos e Estágios

Saiba o que NÃO fazer no ambiente de trabalho

Saber o que não fazer no ambiente de trabalho é um dos fatores que mais influenciam na reputação do profissional. O comportamento no mundo corporativo é capaz de favorecer a sua carreira ou até mesmo atrapalhá-la caso uma nova postura não seja adotada. Além de seguir as regras básicas desse tipo de ambiente, como evitar atrasos e realizar as suas tarefas dentro do prazo, é importante que o profissional tenha um comportamento corporativo que possa favorecer a ascensão em sua carreira.

Não ter proatividade

Alguns colaboradores confundem proatividade com ser explorado e acabam fazendo sempre o mínimo, nunca a mais do que é solicitado e em muitos casos acaba entregando algo mal feito. Ao realizar uma tarefa, tente se dedicar para realizá-la de forma diferenciada.

Envolver-se com fofoca

Se existe algo que abala o clima organizacional, e é capaz de interferir no desempenho dos colaboradores, é a fofoca no ambiente de trabalho. Comentários sobre os demais colegas podem criar um mal-estar e acabar com a reputação dos profissionais envolvidos. Mesmo que seja visto como chato (a), mantenha-se afastado (a) dessas situações.

Reclamar demais

Todo colaborador deve ter à sua disposição os meios necessários para eventuais dúvidas, sugestões e possíveis descontentamentos. No entanto, entrar em uma rotina contínua de reclamações não vai trazer nada de positivo, apenas criar uma imagem negativa do profissional. Caso tenha uma insatisfação tente conversar com os seus superiores e dar uma solução civilizada para o problema.

Nunca dizer NÃO

Como dissemos, a proatividade é um diferencial importante. Mas ela é diferente de adotar uma postura de servidão. Há pessoas que não conseguem dizer ‘Não’ ao chefe com medo de ser mal visto. Com essa postura, você corre um sério risco de atrair aproveitadores da sua bondade, além de assumir uma carga de trabalho além do necessário, prejudicando o seu desempenho. Faça o suficiente e faça bem feito.

Medo da nova geração

Alguns profissionais se sentem ameaçados com a nova geração e acabam tendo um comportamento que prejudica a sua própria carreira. Assim como novos colaboradores podem aprender com a sua experiência, você também pode aprender com eles. Então, não deixe o medo lhe atrapalhar e aproveite a oportunidade para crescer ainda mais.

Fonte: E+B Educação | Gabriele Silva

Read More...

Concurso Público, Destaques

Prefeitura de São Miguel do Gostoso vai realizar concurso público com 158 vagas

A Prefeitura de São Miguel do Gostoso – município que fica a 102 km de distância de Natal, publicou a Lei Municipal nº 033/2019 que cria cargos no quadro geral dos servidores e autoriza a realização de concurso público. As 158 oportunidades (além de formação de cadastro reserva) serão distribuídas pelos órgãos que integram a Estrutura Administrativa da Prefeitura Municipal.

Oportunidades serão para cargos de nível fundamental, médio/técnico e superior, com remunerações que variam do salário mínimo vigente a R$ 3.000,00. Carga semanal de trabalho poderá ser de 20, 30 ou 40 horas – a depender do cargo.

De acordo com a lei sancionada pelo prefeito José Renato Teixeira de Souza, as vagas que estarão disponíveis no certame são para:

Advogado da Assistência Social (01); ASG (30); Agente administrativo (15);  Agente Comunitário de Saúde com localidades (16); Agente de Endemias (04); Agente de Trânsito (04); Agente Social – Assistência Social (01); Arquiteto Urbanista (01); Assistente social (04); Auditor Fiscal da Receita Municipal (01); Contador (01); Educador Físico (02); Educador/orientador social – Assistência Social (02); Engenheiro Agrônomo (01); Especialista em Educação – Nutricionista (02); Especialista em Educação – Psicólogo (01); Especialista em Educação – Psicopedagogo (01); Fiscal de Arrecadação (02); Fiscal de obras técnico em edificação (01); Fiscal de serviços Urbanos (01); Fiscal Técnico Ambiental (01); Fiscal/Técnico – Vigilância Sanitária (03); Médico Veterinário (01); Motorista (04); Procurador (02); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Letras/Inglês (03); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Letras/Língua Portuguesa (04); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em matemática (04); Professor do Ensino Fundamental anos iniciais – PAD1 (15), Professor de Educação Infantil (10); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Artes (01); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Ciências Biológicas (04); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Educação Física (01); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Ensino Religioso (01); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em Geografia (04); Professor do Ensino Fundamental anos finais – Licenciado em História (03); Psicólogo (02); Técnico Agrícola/agropecuário (01); Turismólogo (01); Técnico em Aquicultura/pesca (01) e Técnico em Informática (01).

A partir de agora, resta a banca organizadora (Funcern – Fundação de Apoio ao IFRN) divulgar o edital do certame, algo que deve ocorrer em algumas semanas. Concurso terá validade de dois anos, a contar de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, mediante decreto do executivo municipal.

Para conferir a publicação da lei que cria os cargos e autoriza a realização do concurso público, clique aqui.


Se você quer ficar por dentro das novidades de concurso público e processo seletivo no Rio Grande do Norte, participe do nosso grupo no Facebook (clique aqui). Agora, se pretende focar nos estudos com os mais variados materiais para concurso, clique aquiQuer bolsa de estudo com até 70% de DESCONTO? Clique aqui e saiba mais!

Read More...

Destaques, Notícias

Conheça dez carreiras com as melhores remunerações do Brasil

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo sobre as profissões que têm as melhores remunerações do país, considerando os dados coletados do Imposto de Renda de Pessoa Física de 2018, relativo ao ano-calendário de 2017. Entre as dez que lideram o ranking, sete estão ligadas ao funcionalismo público e integram a área jurídica. Consequentemente, apenas três – médicos, pilotos de aeronaves e atletas – estão ligadas ao setor privado.

O estudo considerou o total de rendimentos declarados pelo contribuinte, que incluiu não só o salário, como também outras fonte de renda. Entre os primeiros do ranking, estão os titulares de cartório, que recebem, em média, R$107,06 mil por mês e, na sequência, os membros do Ministério Público, com metade do rendimento dos primeiros colocados: R$53,2 mil. Em contrapartida, os profissionais da saúde têm rendimento médio de R$29,7 mil e os atletas têm renda média de R$24 mil.

Confira agora o restante do ranking:

As carreiras mais bem remuneradas do setor público

  • Titular de cartório: R$ 107,6 mil por mês
  • Membro do Ministério Público: R$ 53,2 mil por mês
  • Membro do Poder Judiciário: R$ 52,8 mil por mês
  • Diplomata R$: 35,3 mil por mês
  • Advogado do setor público: R$ 29,9 mil por mês
  • Servidor de carreira do Banco Central: R$ 27,5 mil por mês
  • Auditor fiscal R$: 27,1 mil por mês

As carreiras mais bem remuneradas do setor privado

  • Médico: R$ 29,7 mil por mês
  • Piloto: R$ 24,9 mil  por mês
  • Atleta: R$ 24 mil por mês
  • Ator e diretor de espetáculo: R$ 20,6 mil
  • Engenheiro: R$16,9 mil por mês
  • Agrônomo: R$15,8 mil por mês
  • Professor de ensino superior: R$15,5 mil por mês
  • Agente da Bolsa de Valores: R$ 15,1 mil por mês

Read More...

Destaques, Economia

Taxa de desemprego cresce em 14 estados no primeiro trimestre de 2019

A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNADC), divulgada nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, no entanto, apenas quatro unidades da Federação tiveram aumento da taxa de desemprego.

Na passagem do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, as maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).

Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).

Subutilização

Mercado eleva estimativa de inflação no Brasil para 4,40%

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

 A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.

As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.

Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).

As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).

Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.

Aumento no trimestre

O desemprego no trimestre encerrado em março é o maior desde o trimestre terminado em maio de 2018. São 13,4 milhões de desempregados no país, ante um universo de 12,1 milhões no último trimestre do ano passado.

Veja a taxa de desemprego por unidade da federação:

  • Amapá: 20,2%
  • Bahia: 18,3%
  • Acre: 18%
  • Maranhão: 16,3%
  • Pernambuco: 16,1%
  • Alagoas: 16%
  • Amazonas: 15,9%
  • Sergipe: 15,5%
  • Rio de Janeiro: 15,3%
  • Roraima: 15%
  • Distrito Federal: 14,1%
  • Rio Grande do Norte: 13,8%
  • São Paulo: 13,5%
  • Piauí: 12,7%
  • Tocantins: 12,3%
  • Espírito Santo: 12,1%
  • Pará: 11,5%
  • Ceará: 11,4%
  • Minas Gerais: 11,2%
  • Paraíba: 11,1%
  • Goiás: 10,7%
  • Mato Grosso do Sul: 9,5%
  • Mato Grosso: 9,1%
  • Paraná: 8,9%
  • Rondônia: 8,9%
  • Rio Grande do Sul: 8%
  • Santa Catarina: 7,2%

Read More...