Destaques, Educação

Temas do noticiário podem estar presente no primeiro dia de prova do Enem 2019

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 encerraram no dia 17 de maio. Agora, o próximo passo é esperar até outubro quando o cartão com o local do exame será divulgado e aguardar o dia 03 de novembro, data de aplicação das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias. E de acordo com um levantamento realizado com a ajuda de alguns cursinhos pré-vestibular, a melhor forma de se preparar para esse primeiro dia de prova é acompanhar atentamente os noticiários.

O levantamento aponta que mais da metade das questões nas provas de ciências humanas do Enem entre 2014 e 2018 abordaram formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do estado (52%). Perguntas sobre diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade foram o segundo grupo mais frequente (23%), seguidas de itens a respeito dos domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente (15%).

As notas do Enem 2019 poderão ser usadas para ingresso no ensino superior. Você pode estudar em uma instituição pública por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), com bolsa parcial ou integral em faculdade particular com o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou financiar sua faculdade por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Além disso, é possível estudar em Portugal.

Provas do Enem 2019

As provas do Enem 2019 serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, dois domingos consecutivos. Os participantes deverão chegar até as 13h, horário de Brasília, e as provas começam às 13h30, com duração de 5h30 no primeiro dia e 5h no segundo.

Dia 3/11: Redação; 45 questões de Linguagens e Códigos; 45 questões de Ciências Humanas

Dia 4/11: 45 questões de Matemática; 45 questões de Ciências da Natureza

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Educação

Projeto criado pelo Google abre inscrições e oferta bolsas para pesquisa

Estão abertas as inscrições para a 7º edição do Latin American Research Award (LARA). O projeto criado pelo Google, em 2013, tem o propósito de impulsionar a inovação e premiar projetos que propõem a resolução de problemas do dia a dia através da tecnologia. Podem participar estudantes de mestrado, doutorado e orientadores de universidades da América Latina que fazem pesquisa de ponta em Ciência da Computação, Engenharia e áreas similares.

O LARA já beneficiou mais de 70 projetos e neste ano o prêmio está avaliado em dois milhões de reais. Cada pesquisa deve envolver apenas um professor e um aluno e para os classificados, as bolsas terão duração de um ano, com a possibilidade de renovação por até dois anos, para estudantes de mestrado e, três anos, para estudantes de doutorado.

As inscrições estão abertas até o dia 29 de julho e podem ser realizada neste endereço eletrônico. Na página também pode ser encontrado as pesquisas que já foram beneficiadas com a bolsa. Confira agora os campos de pesquisa que podem ser contemplados:

  • Geo/Maps
  • Interação entre humanos e computadores
  • Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica)
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes)
  • Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados)
  • Dispositivos móveis
  • Processamento natural de línguas
  • Interfaces físicas e experiências imersivas
  • Privacidade
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web

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Educação

Jovens brasileiros defendem aumento de investimento em projetos científicos

Uma pesquisa divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que 60% dos jovens brasileiros são favoráveis ao aumento dos investimentos do país na ciência. O estudo diverge dos cortes orçamentários para projetos científicos, como exemplo a provável suspensão das bolsas do CNPq. Além disso, reforça aos olhos dos jovens pesquisadores o quanto é fundamental a produção cientifica para a evolução do país.

A pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia voltada para a Comunicação Pública com pessoas entre 15 e 24 anos mostra ainda o tipo de interesse dos jovens brasileiros na ciência: 80% disseram que se interessam pelo meio ambiente, 74% por medicina e saúde e 67% por ciência e tecnologia. A estudante da Escola SESI, Fernanda Marinoski, 15 anos, se descobriu na área científica quando assistiu a apresentação sobre o projeto de iniciação cientifica. “Lá somos estimulados a ter mais responsabilidade e nossa criatividade é explorada ao extremo”, pontua a aluna.

Marinoski, que estuda o 1º ano do ensino médio, iniciou no projeto no curso de inovações tecnológicas em maio deste ano. “Eu e meu grupo estamos em período de formação, que dura um semestre. Nesses seis meses aprendemos o básico: manusear ferramentas, programação, trabalhamos muito com placas do tipo arduíno e etc”, explica sobre a formação que é imprescindível para começar a realizar pesquisas na área.

Na Escola SESI-BA, os estudantes aprendem a construir seu conhecimento a partir da pesquisa em iniciação científica, empreendedorismo e tecnologia. De acordo com o especialista responsável pela Iniciação Científica na rede SESI Bahia, Fernando Moutinho, os desafios e problemáticas do cotidiano dos alunos são utilizados como base para desenvolvimento e prototipagem de soluções tecnológicas e sinérgicas ao meio ambiente e indústria.

“O maior interesse de nossos estudantes está voltado para as áreas de ciências da natureza e matemática, como biotecnologia, programação computacional, robótica e engenharia. No entanto, também temos projetos de pesquisa desenvolvidos em outras áreas como ciências humanas e linguagens”, observa Moutinho.

A aluna da Escola SESI ainda está construindo a sua ideia de linha pesquisa, mas já tem certeza do que quer do futuro. “Meu objetivo é concluir o curso e me formar em engenharia mecânica, planeja Marinoski.

Participação de Eventos Científicos

Os estudantes da Escola SESI participam das principais feiras de iniciação científica nacional, como a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE, USP – São Paulo/SP) e a Mostra Brasileira e Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC, Fundação Liberato, Novo Hamburgo/RS).

“No ano de 2018, conquistamos duas vagas na delegação brasileira para representar o Brasil na maior Feira de Iniciação Científica do mundo, a Feira Internacional de Ciências e Engenharia Intel (International Science and Engineering Fair, INTEL-ISEF) realizada anualmente nos Estados Unidos”, pontua Moutinho. As participações rendem premiações como bolsa de iniciação científica júnior do CNPQ, credenciais em Feiras Nacionais e Internacionais, além de prêmios como tablets, medalhas, troféus e certificados.

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Brasil, Destaques

Mais de 100 escolas militares devem ser criadas no Brasil até 2023

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a criação de 108 escolas cívico-militares até 2023. Essa é uma das ações previstas no Compromisso Nacional pela Educação Básica. Essas escolas são instituições não militarizadas, mas com equipe de militares da reserva no papel de tutores.

O objetivo é implementar o modelo em 27 escolas por ano, uma por unidade da federação. Essa medida, segundo o ministério, deve atender 108 mil alunos.

Além das 27 novas escolas por ano, o governo pretende fortalecer 28 escolas cívico-militares por ano, em conjunto com os demais entes federados, totalizando 112 escolas até 2023, atendendo a aproximadamente 112 mil estudantes.

De acordo com o secretário de Educação Básica do MEC, Jânio Carlos Endo Macedo, o investimento anual será de cerca de R$ 50 milhões com a implementação destas escolas.

“Se você for ver o recurso não é grandioso. A gente estava fazendo um levantamento e deve dar em torno de R$ 40 milhões, R$ 50 milhões para o ano todo. Porque esse modelo é desenhado junto com os Estados. Quer dizer, o Estado faz a adesão ao modelo e a gente entra com o quê? Com a expertise, que é o eventual financiamento de alguma coisa que seja necessária. Nós já temos já 203 escolas cívico-militares no país que o próprio Estado estruturou. O que a gente quer é, junto com os Estados, definir um modelo padrão. Porque cada Estado, cada localidade faz de uma maneira diferente”, afirma.

Com o modelo cívico-militar, a escola muda o uniforme e sua infraestrutura, ou seja, as instalações físicas para atender ao programa, e também a gestão administrativa, que passa a ser feita pelos militares. O intuito é aumentar a média do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb.

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Destaques, Educação

Faculdades oferecem qualificação gratuita durante o mês de julho

Cursos de capacitação gratuitos são oferecidos pelas faculdades Uninassau, Unama, Uninabuco, Univeritas e Univeritas/UNG durante todo o mês de julho. São mais de 50 mil vagas disponíveis nas unidades em todo o país e, para participar, os interessados devem se inscrever no site das próprias instituições e fazer a contribuição de um quilo de alimento não-perecível.

A iniciativa é uma parceria entre o mantenedor das marcas Ser Educacional e o projeto Capacita. Há cursos como Excel avançado, aprendendo a mexer na calculadora HP12C, criando ambientes corporativos com Windows Server, prevenção contra incêndios, técnicas de estudo para concurso público, como elaborar um currículo, comércio virtual, como vender mais, entre outros.

Confira as opções de cursos nos sites das instituições:

Uninassau (oportunidades para Natal e Parnamirim) – extensao.uninassau.edu.br

Unama – extensao.unama.br

Uninabuco – extensao.joaquimnabuco.edu.br

Univeritas – extensao.univeritas.com

Univeritas/UNG – extensao.ung.br

Cursos gratuitos

As capacitações gratuitas são ofertadas sempre nos meses de janeiro e julho, há 11 anos, nas unidades do grupo Ser Educacional. Os alimentados arrecadados durante as inscrições serão doados a instituições de caridade.

Bolsas de estudo para cursos técnicos e profissionalizantes

Outra oportunidade são as bolsas de estudo para cursos técnicos e profissionalizantes ofertadas pelo Educa Mais Brasil. O interessado pode se inscrever gratuitamente no site do programa (veja aqui).

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