Educação

“Sem bolsa de estudo nunca conseguiria me formar”, conta educador físico que celebra uma década de formado

Superação e gratidão são palavras que Jadir Loiola leva consigo para sempre, junto com o sonhado diploma de Educação Física. Filho de uma professora e de um profissional de logística, ele recorda com alegria da infância. Era um menino feliz, cheio de sonhos e com uma família bem estruturada. Até a separação dos seus pais, quando tudo mudou. “Meu pai saiu de casa e eu, minha mãe e meus dois irmãos ficamos sem renda, muito abalados, mas nos mantemos unidos”, relembra Jadir.

“Minha mãe largou tudo. Deixou o trabalho como professora de Sociologia e foi cuidar da gente, sem a ajuda financeira do meu pai que, na época, ganhava muito bem. Ficamos quase sem nada”, desabafa. Diante da situação, o educador físico e seu irmão mais velho precisaram ser transferidos para um colégio público. “A minha irmã foi a única que se manteve em uma escola particular com a ajuda do padrinho”, pontua. Segundo Jadir, a única coisa que não mudou depois da separação, foi a garra da sua mãe e o incentivo dado pela mesma para os estudos e educação dos filhos.

O sonho da graduação estava distante, apesar do incentivo da mãe até que, através de um primo, Jadir conheceu o Educa Mais Brasil, programa de incentivo educacional que oferta bolsas de estudo para várias modalidades de ensino, inclusive para a graduação. “Meu primo viu um anúncio no jornal e, como ele sabia que eu queria muito estudar mas minha família não tinha condições, me falou da oportunidade”, conta.

Jadir não pensou duas vezes. Foi na casa do primo, fez sua inscrição e conquistou uma bolsa de 50%. “Apresentei o valor da mensalidade para minha mãe e depois mostramos para a família. Graças a eles, conseguir me formar”. Foi em 2009, depois de muita luta, que Jadir concluiu a graduação. Hoje, uma década depois, colhe os frutos dessa vitória. “Hoje, tenho tudo que sempre quis, apartamento próprio, carro… Mas o mais importante é a família linda que construí ao lado da minha esposa e da minha filha”.

Na bagagem de uma trajetória marcada pela superação e pelo sucesso, o educador físico carrega só gratidão. Ele diz não ter palavras para agradecer à família e ao Educa Mais Brasil. “Minha família me ensinou o que é vencer na vida. Sem eles e a bolsa de estudo nunca conseguiria me formar”, conclui.

Você também pode conseguir uma bela bolsa de estudos. Clique no link ao lado e saiba como -> https://www.educamaisbrasil.com.br/portaln10.

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Educação

Curso para capacitação de profissionais da Educação Física é ofertado gratuitamente

Idealizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e o Impulsiona, o curso “Movimento Paralímpico: fundamentos básicos do esporte” visa capacitar coordenadores pedagógicos, professores e educadores para ensinar Educação Física a pessoas com deficiência. No curso, ofertado de forma gratuita, o esporte é considerado um fator significante de inclusão.

Com cinco turmas disponibilizadas na modalidade Educação a Distância (EAD), as aulas têm início imediato e carga horária de 40 horas divididas em quatro módulos. As turmas contam com o suporte da plataforma do Ministério da Educação (MEC), o AVAMEC.  As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site do Impulsiona. Ao final da formação os alunos têm direito a certificado assinado pelo Impulsiona, CPB e MEC, caso finalizem no prazo de 60 dias.

Sobre o curso de Educação Física

No curso, profissionais conhecerão a história dos esportes Paraolímpicos, as principais regras de cada modalidade, além de entrevistas com atletas brasileiros. Além disso, o educador terá acesso a sugestões de atividades práticas para as suas aulas.

De acordo com o Impulsiona, a iniciativa foi lançada a partir da percepção da “necessidade de ampliar e fortalecer a educação esportiva, entendendo o esporte, acima de tudo, como um instrumento pedagógico capaz de agregar valor à educação, ao desenvolvimento das competências socioemocionais e à formação pessoal para a cidadania”.

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Destaques, RN

Fiscalização fecha 18 academias irregulares no RN

O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região fechou dezoito academias durante as fiscalizações feitas pela equipe da entidade nos três primeiros meses de 2019. Seis delas foram autorizadas a voltar a oferecer as atividades de treinamento depois que regularizaram suas situações. As outras doze academias foram fechadas definitivamente e não podem receber alunos.

O CREF16/RN fiscalizou mais de 360 locais onde são oferecidos serviços de atividade física ou desportiva, como academias, escolas, clubes e condomínios. A fiscalização do Conselho passou por quarenta e cinco cidades durante o primeiro trimestre do ano. Os fiscais identificaram 109 academias de ginástica com algum tipo de irregularidade, como a falta de Profissionais de Educação Física, débitos ou estrutura inadequada.

Para funcionar de forma regular, a academia e qualquer lugar que ofereça o serviço de atividade física, precisa ser devidamente registrado no Conselho Regional de Educação Física, ter autorização de órgãos reguladores como Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros e apresentar o quadro de Profissionais de Educação Física habilitados para exercer a função de prescrição e acompanhamento dos exercícios.

Entre janeiro e março, o Conselho apurou 51 denúncias de irregularidades em academias do Rio Grande do Norte ou no exercício do trabalho de Profissional de Educação Física.

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Destaques, RN

Fiscalização: 43 pessoas são flagradas trabalhando em academias de forma ilegal

O estágio é uma fase de extrema importância na vida do estudante de Educação Física. Nesse período, o futuro Profissional põe em prática o que foi lecionado em sala de aula. Infelizmente, não é isso que vem relatando a equipe de fiscalização do Conselho Regional de Educação Física – CREF16/RN; apenas nesse último trimestre foram detectadas 43 pessoas físicas que se diziam estagiários, porém, sem apresentar uma documentação legal.

Para o estágio ser válido é preciso que o aluno esteja vinculado a uma Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo MEC. “No momento da fiscalização, a academia ou estabelecimento precisa mostrar ao fiscal o Termo de Convênio do estudante com a sua instituição, além da declaração de matrícula no semestre corrente, além de estar acompanhado de um Profissional de Educação Física responsável”, explica Luiz Marcos, Diretor de Fiscalização. Sem essa documentação, é configurado o exercício ilegal da Profissão.

É orientado, ainda, que as academias suspendam imediatamente as atividades que envolvam essas pessoas. “Além disso, é concedido um prazo de 15 para que as pessoas flagradas em desconforme com a Lei 11.788/08 (Lei do estágio), venham ao CREF16 e apresentem seus documentos provando o vínculo com uma Instituição de Ensino Superior. Passado o prazo, serão denunciados e deverão responder na Justiça por exercício ilegal da Profissão”.

Equipe de fiscalização

É importante destacar que estágio também pode acontecer em outros locais, como escolas, hospitais, clubes e condomínios, todos submetidos as mesmas orientações. O CREF16 alerta que o consumidor tem o direito de saber que está sendo atendido – não orientado, por um estagiário. O estagiário precisa ser apresentado como tal, iniciando com identificação clara e visível, a sua condição de aprendiz.

Resolução

O Plenário do CREF16/RN aprovou a Resolução nº 032/2018 onde diz que o estudante deve ser identificado com a inscrição “estagiário” na sua vestimenta; seja colete, camiseta e etc., para o conhecimento do público. Essa Resolução pode ser consultada através do nosso site: www.cref16.org.br.

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Destaques, Educação

Dia do Educador Físico; saiba a importância deste profissional

A jornalista Lélia Dourado, 36 anos, não sentia motivação para praticar atividade física. Apesar de ter consciência da importância de se exercitar, no dia a dia atribulado, não sobrava tempo para exercícios físicos, muito menos para cuidar da alimentação até que os quilos indesejados começaram a aumentar na balança. Quando, além da estética, a saúde estava dando sinais de comprometimento, ela resolveu mudar.

O objetivo principal era a perda de peso. Então, começou a se exercitar sozinha, na academia do prédio onde mora. “Vi melhoras, mas ia por obrigação mesmo. Queria encontrar algo que, de fato, me desse prazer de praticar e acabei “me encontrando” no funcional”, conta.

No prédio de Lélia, a atividade aeróbica é comanda pelo educador físico Nei Cardoso. Ele é um dos milhares de profissionais homenageados no dia de hoje que, com disciplina e muita determinação, promovem saúde e bem-estar, trabalhando corpo e alma de forma conjunta. Foi em 01 de setembro de 1988 que a profissão foi regulamentada e criados os conselhos federais e estaduais de educação física.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Censo do Ensino Superior 2016, somente naquele ano, foram concluintes do curso de Educação Física 57.882 graduandos, sendo 4.737 da rede pública de ensino e 53.145 da rede privada de ensino. De acordo com o Conselho Federal de Educação Física, o país conta com mais de 370 mil profissionais registrados.

Educador Físico Nei Cardoso e sua aluna Lélia Dourado (Foto: Educa Mais Brasil)

E eles parecem incansáveis. O aluno pode faltar, mas eles estão lá pontualmente no horário marcado, chova ou faça sol. “Melhora tudo: o condicionamento físico, auxilia na perda de peso e aumento de resistência. Melhora tônus da pele, a gente passa a ficar muito mais disposta para as atividades do dia-a-dia, melhora o humor, diminui o estresse… Só há benefícios”, lista Lélia, que acrescenta a importância da socialização. No grupo, formado por quatro mulheres, além de exercícios há espaço para muitas histórias e gargalhadas. “Aprendemos a ser solidárias até no próprio treino porque cada pessoa tem seu ritmo. Tudo é muito divertido. Somos uma família”.

Dez quilos mais magra, de bem com o espelho e com a câmera do celular – sim, ela adora uma selfie no pós-treino – Lélia está mais que motivada. Além do funcional, é acompanhada por um personal e ainda tem disposição para malhar sozinha nos dias que seriam livres. “Somando as três coisas – musculação, aeróbico e alimentação – meus resultados começaram a ser mais visíveis. Me sinto muito mais segura sendo acompanhada por um profissional, ainda mais porque tenho hérnia de disco. Ele fica atento a essas questões”, pontua.

Além de elaborar um plano de aula de acordo com a necessidade de cada aluno, o Educador Físico é responsável por ensinar e acompanhar a execução correta do exercício, corrigir a postura e – talvez o mais importante – manter a motivação. “Minha missão é proporcionar saúde e bem-estar. No funcional, os alunos treinam, interagem de forma dinâmica e divertida”, conta Nei Cardoso.

Para Cardoso, um dos papeis fundamentais desta área é proporcionar bem-estar às pessoas. “A prática de atividade física é essencial para nós. Uma dica é que todos façam, pelo menos, 20 ou 30 minutos de atividade por dia. Quem está sedentário pode começar aos poucos, caminhando 2 ou 3 vezes na semana, até começar a adquirir condicionamento. Com o passar do tempo, vai aumentando a frequência e duração. O importante é se movimentar”, aconselha o educador físico.

Os pontos positivos para a melhoria da saúde são inúmeros. A prática regular de atividade física previne doenças e eleva o humor e autoestima e é recomendada para pessoas de todas as idades. “Se você incentiva a criança desde pequena, isso faz com que ela tome gosto pelo esporte e pelo movimento e previna muitas doenças”, acrescenta Cardoso.

A biomédica Ioglezia Oliveira, 35 anos, aceitou o desafio e também começou a treinar há 2 anos com acompanhamento especializado. A melhora já é perceptível no corpo e na mente. “Sinto mais disposição para trabalhar, minha respiração e sono melhoraram. O melhor é a sensação de satisfação. A gente consegue esvaziar a mente dos problemas, nem que seja por uma hora”.

Para quem está lendo esta matéria e precisando de um estímulo para começar, Lélia dá um recado: “O começo é sempre muito difícil e, a preguiça gritante, mas persista. Quando começar a sentir os resultados, com seu corpo ganho outra forma, diminuindo a numeração das roupas, você com mais disposição para o dia a dia, no trabalho, é muito bom. O esforço vale sempre a pena”.

Bolsas de estudo para Educação Física

Se interessou pela área e quer começar uma graduação na área de Educação Física? Você pode ingressar com bolsas de estudo de até 70% de desconto nas mensalidades, pelo Educa Mais Brasil. Acesso o site parceiro do programa e faça sua inscrição http://www.educamaisbrasil.com.br/portaln10.

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