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Trump elogia Bolsonaro e diz querer acordo com Brasil

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou nesta terça-feira (30) que está aberto para firmar um acordo de livre comércio com o Brasil.

Aos repórteres na Casa Branca, em Washington, o magnata republicano afirmou que tem um bom relacionamento com o país sul-americano e com o presidente Jair Bolsonaro. Além disso, Trump destacou que o chefe de Estado brasileiro é um “grande cavalheiro”.

“Tenho um ótimo relacionamento com o Brasil. Tenho um relacionamento fantástico com o presidente. Ele é um grande cavalheiro. Acho que ele está fazendo um ótimo trabalho. Vamos trabalhar em um acordo de livre comércio com o Brasil. O Brasil é um grande parceiro comercial”, disse o norte-americano.

Bolsonaro e Trump se encontraram no final de junho em Osaka, no Japão. Na ocasião, o republicano elogiou o mandatário brasileiro e afirmou que ele é um “homem especial”.

Nesta quarta-feira (31), o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, deverá se encontrar em Brasília com Bolsonaro e os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, para reforçar o relacionamento entre os dois países.

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Após críticas a Trump, embaixador britânico nos EUA renuncia

(ANSA) – O embaixador do Reino Unido em Washington, Kim Darroch, renunciou ao cargo e à carreira diplomática nesta quarta-feira (10), após o vazamento de relatórios nos quais ele chama o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de “inapto”, “inseguro” e “incompetente”.

A decisão de Darroch foi confirmada pela Secretaria de Relações Exteriores britânica, apesar de a primeira-ministra Theresa May tê-lo defendido publicamente. Segundo o diplomata, o vazamento das mensagens tornou seu trabalho “impossível” de ser realizado.

Em relatórios secretos divulgados pelo tabloide Daily Mail, o ex-embaixador narra conflitos internos no governo dos EUA e alerta que Trump pode estar “endividado” com a Rússia, além de afirmar que suas políticas econômicas arriscam “destruir o sistema mundial de comércio”.

“Não acreditamos de verdade que essa gestão se tornará substancialmente mais normal, menos disfuncional, menos imprevisível, menos diplomaticamente inapta”, escreveu Darroch.

Em resposta, Trump disse que não negociaria mais com o diplomata e criticou o governo britânico por sua gestão do processo de saída da União Europeia, o Brexit. May, por sua vez, chamou o vazamento de inaceitável, mas havia declarado “total confiança” no embaixador.

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Embaixador britânico chama Trump de ‘inapto’ e ‘inseguro’

(ANSA) – O embaixador do Reino Unido em Washington, Kim Darroch, descreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como “inapto”, “inseguro” e “incompetente” em relatórios secretos enviados a Londres.

Os documentos foram revelados pelo tabloide Daily Mail e criaram uma saia justa para o diplomata e para o governo britânico, fiel aliado dos EUA no cenário internacional. De acordo com o jornal, Darroch usou canais sigilosos para alertar Londres de que a Casa Branca é “extraordinariamente disfuncional”.

Nos relatórios, o embaixador narra conflitos internos no governo americano e avisa que Trump pode estar “endividado” com a Rússia, além de afirmar que as políticas econômicas dos EUA arriscam “destruir o sistema de comércio mundial”.

“Não acreditamos de verdade que essa gestão se tornará substancialmente mais normal, menos disfuncional, menos imprevisível, menos diplomaticamente inapta”, escreveu Darroch. O porta-voz da primeira-ministra Theresa May afirmou que o vazamento é “absolutamente inaceitável” e que não concorda com as avaliações, mas ressaltou que tem “plena confiança” no diplomata.

Já Trump disse que “nunca foi um grande fã” de Darroch e que ele “não serviu bem” ao Reino Unido.

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Trump cruza fronteira da Coreia do Norte e faz história

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumpriu um ato histórico neste domingo (30) e se tornou o primeiro mandatário americano a pisar em solo da Coreia do Norte.

Após o líder Kim Jong-un ter aceitado se encontrar com Trump na zona desmilitarizada de Panmunjom, o magnata atravessou a linha de fronteira que separa as Coreias do Norte e do Sul e caminhou por alguns instantes no território de um país que, ao menos oficialmente, está em guerra com os EUA desde a década de 1950.

“Sinto-me muito bem, é um prazer te ver novamente”, disse Trump a Kim, que respondeu que “não esperava” que os dois pudessem se encontrar em Panmunjom. O convite partiu do presidente dos EUA durante a cúpula do G20 em Osaka, no Japão.

Pouco antes de deixar o arquipélago para a Coreia do Sul, Trump afirmou que gostaria de ver Kim, nem que fosse apenas para “apertar sua mão”. A reunião deste domingo acabou durando uma hora e também teve a presença do presidente sul-coreano, Moon Jae-in.

“Nas próximas semanas, designaremos uma equipe para trabalhar em um acordo de amplo alcance”, declarou Trump, anunciando a retomada das negociações para a desnuclearização da Península Coreana, congeladas desde a fracassada cúpula com Kim no Vietnã, em fevereiro passado.

O magnata ainda afirmou que gostaria de convidar Kim para visitar a Casa Branca. “Nossa relação é excepcional”, disse o líder da Coreia do Norte, chamando de “ato corajoso e determinado” a decisão de Trump de entrar em seu país.

Histórico

Ao longo de 2017, a Coreia do Norte avançou como nunca em seu programa militar e testou, com sucesso, mísseis intercontinentais capazes de atingir o território dos Estados Unidos, além de ter realizado a detonação nuclear mais potente de sua história, supostamente com uma bomba de hidrogênio.

Em resposta, Trump patrocinou uma série de sanções econômicas das Nações Unidas contra a Coreia do Norte, abalaram ainda mais uma economia já fragilizada. Além disso, se envolveu em uma batalha retórica com Kim, chamando o norte-coreano de “pequeno homem foguete” e ameaçando atacar o país asiático com “fogo e fúria nunca antes vistos”.

Por sua vez, o líder da Coreia do Norte prometera bombardear Guam, território ultramarino dos EUA no Oceano Pacífico, levantando ventos de guerra na região. Recorrentes exercícios militares e o envio de submarinos nucleares dos Estados Unidos também aumentaram os temores sobre um conflito iminente.

O clima de tensão na Península Coreana só arrefeceu no início de 2018, quando Kim desejou boa sorte para o Sul na realização dos Jogos de Inverno de PyeongChang. A declaração abriu as portas para a reaproximação entre Seul e Pyongyang, que culminou na participação de atletas do Norte nas Olimpíadas.

Kim anunciou a interrupção do programa nuclear e de desenvolvimento de mísseis de longo alcance de seu regime, mas até hoje não deu indícios de que pretenda se desfazer do arsenal, como exige Trump.

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Donald Trump e Xi Jinping acertam nova trégua em guerra comercial

(ANSA) – Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, chegaram a um acordo neste sábado (29) para retomar as negociações para um acordo comercial e iniciar uma nova trégua na guerra tarifária entre os dois países.

Os líderes se reuniram por 80 minutos à margem da cúpula do G20 em Osaka, no Japão, poucos meses depois de Trump ter imposto uma sobretaxa alfandegária de 25% contra US$ 200 bilhões em produtos da China, que reagiu com tarifas de 20% a 25% contra US$ 60 bilhões em itens americanos.

“Por enquanto, não haverá novos aumentos de impostos, mas as negociações serão retomadas”, disse Trump, anunciando que Pequim gastará “uma enorme quantia de dinheiro” para comprar produtos agrícolas e alimentos dos EUA.

Na última trégua, contudo, os dois países não conseguiram fechar um acordo comercial. Apesar disso, Trump fez outra concessão e afirmou que a Huawei, maior empresa chinesa de telecomunicações, poderá voltar a comprar de fornecedores americanos, “onde não houver grandes problemas com a segurança nacional”.

A Casa Branca acusa a Huawei de ser um veículo de espionagem de Pequim, especialmente por sua participação em redes 5G, enquanto a China alega que o argumento da segurança nacional é apenas um disfarce para o protecionismo econômico de Trump.

Coreia do Norte

O presidente dos EUA já está na Coreia do Sul e visitará neste domingo (30) a zona desmilitarizada com o Norte, cujo líder, Kim Jong-un, recebeu uma espécie de convite informal do magnata.

“Enquanto eu estiver lá, se o presidente Kim ler isso, eu o encontraria na fronteira, mesmo para apenas apertar sua mão”, escreveu Trump no Twitter. A agência oficial do Norte, a KCNA, disse que a proposta é “interessante”, mas que Pyongyang não recebeu nenhum “pedido formal”.

“Não sei se Kim irá, mas eu estarei na zona desmilitarizada amanhã. Vejamos o que acontece”, acrescentou o mandatário americano.

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