Destaques, Educação

Interesse pelo curso superior EAD aumenta no Brasil

Conciliar trabalho, filhos, afazeres pessoais, entre outros compromissos mais a responsabilidade de fazer um curso superior, não é tarefa fácil. Mas essa barreira vem deixando de existir com a possibilidade de cursar uma graduação ou pós-graduação na modalidade EAD. E essa opção já chega a quase 2 milhões de matrículas, o que representa 21% do total do ensino superior do país conforme o último Censo de Educação Superior.

Assim como a demanda é crescente, a oferta de faculdades a distância também. Nos últimos quatro anos, o número de polos saltou de quase 5 mil para mais de 15 mil. A tendência é aumentar ainda mais o interesse pela modalidade, mas antes de efetuar matrícula vale conhecer o próprio perfil como estudante e observar se terá vantagem ou desvantagem investindo na modalidade de educação à distância.

Entre as vantagens, o estudante organizar o próprio tempo podendo conciliar afazeres, como trabalho e estudo, além de não ser necessário o deslocamento todos os dias para à faculdade. Por conta das multiplataformas de acesso à web, o estudo também pode ser feito em dispositivos móveis. Já quanto às desvantagens, depende do aluno organizar seus horários de dedicação às aulas a distância e da disponibilidade e interesse pelos estudos. O aluno possui total autonomia se responsabilizando pelo objetivo a ser atingido.

Quem está muito satisfeita por fazer uma graduação a distância é Alana da Costa que cursa Pedagogia na Unopar EAD. Por ter uma rotina muito corrida, nem tentou a modalidade presencial e optou de primeira por um curso a distância. “Devido ao meu trabalho, não teria como frequentar um curso na modalidade presencial. Estou gostando da experiência EAD e o curso está sendo muito proveitoso”, pontua Alana prestes a iniciar o segundo semestre.

A agente de prevenção e perda, Rita de Cássia Balbino, estuda Gestão da Segurança Privada na Cruzeiro do Sul EAD. Ela escolheu a modalidade EAD pela flexibilidade e a pela comodidade. “Escolhi por ter uma rotina dinâmica de trabalho e, por conta disso, de ter pouco tempo para estudar.  Me identifico com curso porque trabalho com segurança patrimonial e também sou técnica em segurança do trabalho”, explica Rita.

As duas estudantes são bolsistas do Educa Mais Brasil. Além de poder encaixar o curso a distância às suas rotinas, encontraram no programa de bolsas de estudo uma oportunidade de tornar realidade a formação na profissão tão sonhada. No site do programa, parceiro do  Portal N10 (veja aqui) é possível consultar as bolsas de estudo disponíveis e se inscrever gratuitamente.

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Educação

Fies terá 61,5 mil vagas no segundo semestre e juros maiores

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou nesta sexta-feira (26) que a segunda edição do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) de 2015 vai ofertar 61,5 mil novas vagas. Os juros dos novos financiamentos serão reajustados para 6,5% ano. Atualmente, a taxa de juros é 3,4%. O edital com datas e detalhes sobre a inscrição deve ser divulgado no dia 3 de julho, segundo o ministro.

A oferta de vagas vai priorizar os cursos com notas 4 e 5 nas avaliações do Ministério da Educação (MEC). As notas vão até 5. “Assim se garante que os estudantes estarão pagando e o país financiando cursos que serão melhores para sua formação”, disse Renato Janine em vídeo postado no Facebook.

Serão priorizados também os cursos das áreas de engenharia, saúde e a formação de professores. Além disso, as vagas serão destinadas principalmente às regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste, excluído o Distrito Federal.

“O objetivo é melhorar a igualdade das regiões, a qualidade dos cursos ofertados e focar nas prioridades da sociedade brasileira. Isso não quer dizer que cursos de outras regiões, de outras áreas de formação e de nota 3 não serão apoiados. Serão sim, também teremos vagas”, explicou Janine.

O ministro disse que o governo conseguiu junto às instituições um desconto de 5% nas mensalidades sobre o menor preço ofertado. “O curso do Fies será mais barato do que se o aluno for à instituição contratar diretamente”.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. No último dia 8, o ministro havia confirmado a segunda edição do financiamento.

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Política

CE analisa projeto que obriga empresas a conceder bolsas a empregados e dependentes

As empresas com mais de cem empregados deverão conceder bolsas de estudo aos seus trabalhadores e dependentes legais, destinadas à formação técnico-profissional ou de nível superior. É o que propõe o PLS 514/2007, em análise nesta terça-feira (7) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

O projeto estabelece que as bolsas serão dadas uma vez ao ano, à proporção de uma para cada grupo de cem empregados e serão oferecidas prioritariamente aos trabalhadores com menores remunerações. As empresas poderão deduzir a totalidade do valor das bolsas concedidas da importância devida a título de contribuição para os Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

No texto original, apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), as bolsas destinavam-se apenas aos dependentes legais dos trabalhadores. A relatora, senadora Ângela Portela (PT-RR), estendeu o benefício aos empregados e acolheu emenda do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) para incluir a concessão de bolsa de estudos também para cursos de graduação de ensino superior. A senadora promoveu outras mudanças no texto para tornar a proposta mais ampla e sem vícios de constitucionalidade.

Emenda que propõe mudar a vinculação do valor da bolsa, passando do piso da categoria profissional envolvida para o valor do salário mínimo nacional, foi rejeitada pela senadora.

Serão realizadas quatro votações nominais, uma para o projeto, uma para a emenda da relatora, uma para as subemendas e outra para a emenda rejeitada. O projeto é terminativo na CE, ou seja, se aprovado na comissão, só será votado pelo Plenário se houver recurso com esse objetivo. Do contrário, seguirá diretamente para a Câmara.

Portal Senado*

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