Educação

Universidades da Coreia do Sul ofertam cursos de verão

Você é um apaixonado pelo K-pop (gênero musical originado na Coreia do Sul) e por tudo que envolve a cultura de lá? Esse é o seu momento. Algumas universidades coreanas oferecem cursos de verão para você aprender a língua, vivenciar a cultura do país ou estudar qualquer outra disciplina de sua escolha. Esse é o caso da SungKyunKwan University, mais conhecida como SKKU.

A SKKU é uma das instituições de ensino superior mais importantes da Coreia do Sul. Fundada em 1390, ela tem uma opção que desperta o interesse de muitos estudantes internacionais: o Semestre de Verão Internacional – curso de quatro semanas que atrai não só estudantes de todas as partes do mundo, como também, professores estrangeiros.

Realizado sempre entre junho e julho, o curso tem variadas disciplinas nas áreas de Negócios e Gestão, Engenharia e Ciências da Computação, Economia, Ciências Sociais, Ciências de Dados e Física e Língua e Estudos Coreanos. Todas as aulas são ministradas em inglês e cada disciplina equivale a três créditos acadêmicos. Cada estudante só pode cursar, no máximo, três delas por programa.

Uma disciplina custa KRW 1.400.000 – aproximadamente R$ 4.700 e, para duas ou três disciplinas, o valor é KRW 2.400.000 – aproximadamente R$ 8.160, mais uma taxa de inscrição. A universidade também oferece opções de dormitórios para os estudantes internacionais dentro do campus. As inscrições acontecem sempre em janeiro pelo site do ISS.

Para embarcar nessa experiência é necessário ter o inglês fluente. E, como as inscrições só começam em janeiro, existe bastante tempo para se preparar até lá. Para isso, você pode contar com a ajuda do Educa Mais Brasil. O programa tem 15 anos de mercado e já beneficiou 1 milhão de estudantes com suas bolsas de estudo para várias modalidades de ensino, inclusive, para cursos de idiomas. Acesse o site do programa e confira as oportunidades. As inscrições são gratuitas.

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Negócios

BRF exporta primeiro contêiner de carne suína brasileira à Coreia do Sul

A BRF embarcou na última terça-feira, 26, o primeiro contêiner de carne suína brasileira à Coreia do Sul. O lote de 25 toneladas foi produzido em Campos Novos, Santa Catarina – o único Estado brasileiro apto a exportar ao país asiático.

“As negociações para a abertura deste mercado levaram mais de 10 anos, portanto, o envio deste lote é emblemático para BRF e, também, para o Brasil”, ressalta Lorival Luz, vice-presidente executivo global (COO).

Atualmente, o consumo per capta de carne suína na Coreia do Sul é superior a 40 quilos/ano, e o país está entre os maiores importadores mundiais do produto. Importante ressaltar que a fábrica da BRF em Campos Novos já atende outros países asiáticos, entre eles, Japão e Singapura.

Expansão do mercado

A primeira empresa a iniciar os embarques de carne suína à Coreia do Sul foi a Seara, empresa da JBS. Em maio, a empresa anunciou que exportaria 50 toneladas de cortes suínos – pernil, paleta, barriga e copa de lombo – para o país sul coreano, a partir do posto de Itajaí, em Santa Catarina. A princípio, são quatro os frigoríficos credenciados para exportar para a Coreia do Sul.

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Destaques, Mundo

Coreia do Norte altera fuso horário para se adequar ao Sul

(ANSA) – A Coreia do Norte unificou nesta sexta-feira (4) seu fuso horário com a Coreia do Sul, em mais uma medida no âmbito da reaproximação entre os dois países.

A partir de agora, os norte-coreanos passam a ficar nove horas à frente do Meridiano de Greenwich (o meridiano zero), ao invés de oito horas e meia. A mudança foi informada pela emissora estatal “KCNA”.

O fuso antigo havia sido implantado em 2015, em protesto contra o “pérfido imperialismo do Japão”. Antes disso, ele vigorara até 1910, ano da invasão japonesa na Península Coreana. A ideia de alterar o horário do país havia sido antecipada por Kim Jong-un no histórico encontro com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, no vilarejo fronteiriço de Panmunjom, em 27 de abril.

“Sinto amargura ao ver que aqui há dois relógios na parede da Casa da Paz [local da reunião], um para o horário de Seul e outro para o de Pyongyang”, dissera o líder norte-coreano na ocasião. O adiantar dos ponteiros é o primeiro ato prático tomado após a cúpula de Panmunjom, durante a qual Kim e Moon prometeram a assinatura de um acordo de paz ainda para 2018.

Nas próximas semanas, o líder da Coreia do Norte também deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar da “desnuclearização” da península.

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Economia

Coreia do Sul quer banir a compra de criptomoedas

O Bitcoin e outras criptomonedas alternativas podem ter seus dias contados na Coreia do Sul, um país onde mais pessoas têm investido neles. O governo está preparando uma lei que, se aprovada, proibirá a venda e troca da moeda virtual. Um golpe mortal para esse mercado… pelo menos no país asiático.

Assim que se tornou público a intenção das autoridades sul-coreanas, o pânico apoderou-se de todos os investidores neste país, que começaram a vender todos os seus tokens em massa. No entanto, para que a proibição de operar em Bitcoins se torne efetiva, pode demorar meses ou até mesmo anos, uma vez que a aprovação da lei precisa da aprovação da oposição.

Aparentemente, a polícia sul-coreana realizou várias incursões relacionadas à lavagem de dinheiro e à evasão fiscal através de criptografia, uma suspeita bem fundamentada que alimenta os medos do governo para essas novas moedas. E olhe que a Coreia não é o primeiro país que planeja prosseguir com este plano: a China já anunciou medidas similares e até mesmo acabar com a mineração.

Foto: Geralt/Pixabay

Uma vez que ela entrar em vigor – e se isso realmente acontecer, o comércio de criptografia no mercado nacional será extremamente abalado, embora os que persistirem com isso possam fazê-lo em outros países. Outros investidores não serão tão sortudos e podem ficar presos com seus tokens, incapazes de trocá-los por dinheiro bruto.

Uma amostra da volatilidade do bitcoin é que o anúncio do Ministério da Justiça foi suficiente para rebaixar 21% do seu valor em poucas horas. Precisamente, essas flutuações constantes são o que torna o Bitcoin inviável além do seu potencial como um produto de investimento, algo inegável até mesmo para seus apoiadores.

Por enquanto, as moedas virtuais têm toda a aparência de ser uma bolha cujo futuro é bastante incerto.

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Mundo

Tensão: Coreia do Sul e EUA realizam novas manobras aéreas

Em meio às tensões com a Coreia do Norte, as forças aéreas de Coreia do Sul e dos Estados Unidos fizeram novas manobras aéreas conjuntas ao norte de Seul, informou neste sábado (30) o comando unificado de ambos os exércitos.

A data dos exercícios militares, no entanto, não foi divulgada. O que se sabe é que incluíram  unidades aéreas de vários regimentos dos dois países, segundo o Comando do Pacífico dos Estados Unidos (USPACOM). “Os exercícios de campo permitiram às tropas sul-coreanas e americanas aumentar o seu conhecimento mútuo dos sistemas de armamento, com a meta de reforçar a cooperação entre as suas unidades”, explicou o comando em comunicado.

Trata-se da primeira vez em que os aliados ensaiaram exercícios aéreos defensivos de curto alcance no país asiático, manobras orientadas a repelir eventuais incursões de aeronaves norte-coreanas, segundo o USPACOM.

Nesta semana, a China, maior aliada da Coreia do Norte, ordenou o fechamento de empresas norte-coreanas no país. A medida foi mais uma aplicação das novas sanções aprovadas por unanimidade pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas no último dia 12.

As últimas sanções aplicadas pela ONU são consideradas as mais pesadas já definidas. Entre as principais medidas, estão a limitação da exportação de petróleo e derivados para a Coreia do Norte e a proibição de importar produtos têxteis de Pyongyang. As medidas foram definidas após uma série de lançamentos de mísseis, o governo norte-coreano realizar um teste com uma bomba atômica.

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