Negócios

Conab segue com leilões para venda de milho

Em continuidade ao atendimento da demanda do mercado de milho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará mais um leilão de 50 mil toneladas do grão, na próxima quinta-feira, dia 2 de maio, a partir das 9h, horário de Brasília. O edital prevê a venda do produto sem limite de aquisição por produtor, valendo a melhor oferta.

Estas operações, que tiveram início no dia 5 de abril, visam atender uma solicitação que veio do mercado consumidor mato-grossense, que passa por um período de entressafra do produto. A solicitação dos leilões partiu, principalmente, das associações de criadores de suínos, aves e bovinos.

Até o momento, foram realizadas oito operações de venda, que ofertaram 144,3 mil toneladas do produto. Deste montante, o total comercializado foi de 30,5 mil t até o momento. “Esta quantidade adquirida pelo mercado já começa a fazer com que o preço do milho baixe na região, por isso a procura pelos leilões é menor”, analisa Thomé Guth, gerente de produtos agropecuários da Conab. “O objetivo dessas operações é exatamente intervir para regular o mercado, o que vem ocorrendo”.

A venda dos estoques públicos de milho foram autorizadas por meio da Resolução Nº 1, publicada mês passado no Diário Oficial da União (DOU). Por meio do normativo, a Conab ficou autorizada a vender até 300 mil t do cereal.

Para participarem do leilão, os interessados precisam ter seus dados inscritos no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e estarem regularmente cadastrados na Bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação. Os outros requisitos estão descritos nos próprios editais relativos à venda.

A operação ocorre em duas etapas e as informações detalhadas dos avisos de Nº 64 e 65 estão na página da Conab, na Internet.

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Negócios

Conab oferta mais 50 mil toneladas de milho em leilão na próxima sexta

Um novo leilão de venda de milho será realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na próxima sexta-feira, dia 12 de abril, quando serão ofertadas mais 50 mil toneladas do grão no mercado. A operação está marcada para iniciar a partir das 9h e será aberta a qualquer interessado, exceto comerciantes. Os participantes, no entanto, precisam ter cadastrado no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e também na Bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação, entre outras exigências.

As aquisições seguem limitadas a 500 toneladas por CPF ou CNPJ, lembrando que todas as unidades de uma empresa dentro da mesma UF é considerado um mesmo CNPJ, ainda que com sufixos diferentes.

No primeiro leilão, realizado na sexta-feira (5), foram comercializadas apenas 5% das 50 mil toneladas ofertadas, o que representa um volume de 2,4 mil toneladas. Vale destacar que, assim que a Companhia anunciou a operação, os preços de mercado já mostraram alguma reação, diminuindo a pressão especulativa do preço, cumprindo com uma das funções de política agrícola executadas pela Companhia.

As operações de venda foram autorizadas por meio da Resolução Nº 1, de 28 de março de 2019, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

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Negócios

Aumento das exportações de soja pode afetar mercado interno, diz Conab

Os produtores brasileiros de soja devem encontrar bom mercado para comercialização de sua colheita. As exportações nos dois primeiros meses de 2019 chegaram a 8,24 milhões de toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Comparado com o mesmo período nos dois últimos anos, quando as vendas brasileiras para o exterior ficaram próximas a 4,4 milhões de toneladas, os embarques praticamente dobraram.

“O principal destino da oleaginosa continua sendo a China. Do total vendido, cerca de 7 milhões foram enviadas apenas para o país asiático”, afirma o analista de mercado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Leonardo Amazonas. “Mesmo com o comprometimento chinês de comprar mais 10 milhões de toneladas da oleaginosa norte-americana, a procura pelo produto brasileiro continua intensa”, garante.

Amazonas ressalta que, caso ocorra uma nova operação entre os dois países, poderá ser realizada apenas a partir da próxima safra americana (2019/2020). Além disso, o técnico indica que as exportações dos EUA para a China, na safra 2018/2019, permanecem menores que o registrado nas últimas seis safras.

“Para se ter uma ideia, em 2017 a China adquiriu cerca de 31 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos, e apenas 8,36 milhões em 2018. Com a trégua entre os dois países em dezembro do ano passado, a aquisição chinesa poderia voltar a crescer, porém, ainda que cheguem a um patamar de 20 milhões de toneladas em 2019, seria um quantitativo abaixo do normal”, reforça o analista.

De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), neste ano a China deve importar 88 milhões de toneladas de soja. Confirmando-se que 20 milhões de toneladas do produto virão do mercado norte-americano, o país asiático ainda importaria 68 milhões de toneladas do Brasil e outros países. “Estima-se que, caso não haja um acordo no conflito entre os dois países, o Brasil poderá chegar a um valor de exportação para a China próximo a 59 milhões de toneladas em 2019”, pondera Amazonas. “Este índice é menor que o exportado no ano de 2018, de 68 milhões de toneladas, mas ainda seria maior que o valor de 2017, que foi de 53,79 milhões de toneladas”.

Mercado Interno – A análise considera também a questão da demanda interna, uma vez que o aumento de 11% na mistura com o biodiesel, prevista a partir de junho deste ano, pode diminuir a quantidade de grão destinada ao óleo de soja. “Além disto, teremos um aumento na expectativa de exportações de carnes, principalmente para Rússia e China. Isto faz com que o consumo do farelo de soja também aumente em 2019”, destaca o analista. “E a estimativa é de que o Brasil consuma aproximadamente 44 milhões de toneladas de grãos internamente”.

De acordo com o último levantamento da safra de grãos 2018/2019, divulgada pela Conab neste mês, a produção da soja deve ser de 113,5 milhões de toneladas. A quebra de safra brasileira se deve a problemas climáticos enfrentados nos estados que cultivam a oleaginosa, como Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e na região do Matopiba, principalmente na Bahia.

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Brasil

Conab vai remover 13 mil toneladas de milho para atender as regiões Norte e Nordeste

A primeira operação do ano para remoção de milho dos estoques do governo federal para atender pequenos criadores de animais será realizada no próximo mês (fevereiro), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). São 13,2 mil toneladas destinadas a estados das regiões Norte e Nordeste.

O grão está estocado em armazéns localizados em municípios de Mato Grosso e será distribuído para unidades da Conab em Maceió e Palmeira dos Índios/AL (1.700 t), Manaus/AM e Boa Vista/RR (700 t), Iguatu, Maracanaú, Russas, Sobral e Tauá/CE (4.620 t), Campo Maior, Parnaíba e Teresina/PI (4.862 t) e Natal e João Câmara/RN (1.400 t).

Para habilitação, o proponente deve cumprir o Regulamento para Contratação de Serviços de Transportes da Conab e instruções do aviso. Os embarques deverão iniciar em 48 horas após a convocação realizada pela Conab e os embarques diários nas unidades onde estão estocados os grãos deverão ser realizados em quantidades compatíveis com as capacidades diárias de recepção nas unidades de destino.

O edital do Aviso de Frete Nº 008/2019 já está disponível no site da Conab, devendo ser observado o cronograma e demais instruções nele contidas.

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Negócios

Conab estima que safra de grãos será de 238,4 milhões de toneladas

O 3º levantamento da safra de grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que o país deverá colher 238,4 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,6 milhões em relação à safra passada, ou 4,6% em termos percentuais. Os principais produtos responsáveis por esses números são soja, milho, arroz e algodão, as maiores culturas do país, que juntas correspondem a 95% da produção total.

O estudo foi divulgado nesta terça-feira (11) e identificou que as condições climáticas apresentadas até agora, em todas as regiões produtoras de grãos, estão influenciando positivamente nas produtividades. Quanto à área plantada, a terceira etapa calcula que deverá alcançar 62,5 milhões de hectares, com uma perspectiva de aumento de 1,2% em relação à temporada passada, ou seja, um incremento de 756,3 mil hectares. O que explica este acréscimo é o aumento de área para as culturas do algodão e da soja.

As expectativas para safra 2018/19 indicam que a produção de soja deve chegar a 120,1 milhões de toneladas. Com relação à área plantada dessa cultura, há uma tendência de crescimento de 1,8% em relação à passada. No caso do milho, este deverá atingir 91,1 milhões de toneladas. O milho plantado na primeira safra apresenta produção bastante pontual para atendimento a demandas internas, a exemplo da ração animal para confinamento e nas áreas próximas às granjas de aves e suínos, uma vez que o foco do produtor neste momento do plantio é a soja. A área plantada de milho nessa safra atingiu 5,1 milhões de hectares, representando incremento de 0,8% em relação à temporada 2017/18.

Finalmente, com relação ao algodão, o produto deve atingir 2,4 milhões de toneladas de pluma, que representa um acréscimo de 17,8% sobre a safra passada. O desempenho das cotações da pluma tanto no mercado interno quanto no externo estimulou os produtores nacionais a investirem fortemente na lavoura. Além desses produtos, o boletim destaca ainda a produção do amendoim, o girassol e a mamona.

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