Tecnologia

5 Fatos que você não sabia sobre lojas virtuais

O mundo se transformou e continua se transformando. As pessoas aos poucos vão substituindo o contato humano pelo contato digital. Empresas novas surgem e outras desaparecem a todo instante.

Estamos vivendo uma nova Era, a Era da transformação digital. O smartphone praticamente mudou a vida das pessoas: os seus hábitos, a sua maneira de comprar, inclusive a sua maneira de ler.

Há 15 anos atrás quem imaginaria que diversas editoras e jornais de grande circulação iriam decretar falência? Quem imaginaria que as videolocadoras iriam simplesmente desaparecer, quando estavam atravessando o auge do sucesso?

O e-commerce hoje é uma realidade. Uma realidade que não para de crescer a cada ano, e que continuará crescendo pelos próximos longos anos antes que uma nova forma de comércio surja em nosso planeta.

Contudo, existem alguns fatos que você não deve saber sobre as lojas virtuais. E que são extremamente necessários para quem está entrando nesse mercado que representa o futuro que já começou.

Compras por Smartphone não param de crescer

Apesar do notebook ou desktop serem as plataformas mais utilizadas ainda para a realização das compras online, o Smartphone aponta como uma tendência de mercado cada vez maior.

74% das pessoas usam o aparelho para realizar pelo menos um dos passos necessários antes de realizar uma compra online. Entre os mais jovens, o uso do smartphone para realizar todo o processo de compras é ainda maior.

O interessante, é que a classe social mais baixa como a C, D e E usam o aparelho como principal ferramenta para realizar as suas compras online.

É importante enaltecer que essas classes sociais, antes da chegada do smartphone, tinham um acesso mais restrito à internet, e por isso, não realizavam compras online até meados dessa década. Uma realidade que vem se transformando.

Dessa maneira, quando pensamos em loja virtual precisamos nos adaptar ao futuro. Deixá-la navegável para o acesso dos celulares, inclusive com a criação de aplicativos móveis que facilitam a vida do usuário.

Construir uma loja virtual é mais fácil do que se pode imaginar

Um outro fato curioso, é que muitas pessoas ainda não sabem o que é e-commerce acreditam que construir uma loja virtual é um processo trabalhoso e custoso. E por essa razão prorrogam a entrada da sua empresa na internet.

A verdade, é que com o crescimento cada vez maior da tecnologia, milhares de plataformas surgiram para auxiliar os empreendedores na construção de suas lojas virtuais, facilitando assim, suas vidas.

Nesse sentido, hoje, construir uma loja virtual é bem mais barato e menos trabalhoso do que você pode imaginar. Sendo que, inclusive algumas plataformas disponibilizam ferramentas que deixam o seu site navegável tanto para notebook quanto para Smartphone.

Dessa maneira, escolher uma boa plataforma para findar uma parceria e começar o seu negócio na internet, é muito mais do que um diferencial competitivo na atualidade. É uma necessidade cada vez maior para que sua empresa continue viva dentro do mercado.

Você pode ter clientes no mundo todo

Essa é sem dúvida alguma uma das maiores dúvidas que as pessoas têm. E, sim, é possível vender para o mundo todo através de uma loja virtual, respeitando as documentações necessárias para isso.

Os correios possuem um sistema específico para entregas no exterior, e o Brasil possui uma infinidade de incentivos para quem deseja exportar, inclusive com isenção do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços).

Algumas documentações são necessárias para a concretização desse tipo de transação, como a Fatura proforma, o conhecimento de embarque, e alguns documentos técnicos sobre o produto dependendo do país.

Entretanto, uma loja virtual bem trabalhada em diversos idiomas é uma verdadeira porta de entrada para a realização de vendas no exterior, aumentando o faturamento da sua empresa de forma exponencial.

Você tem muito mais segurança financeira

Era comum até bem pouco tempo atrás ouvirmos a palavra inadimplência. Afinal, as empresas ao concederem crédito para seus clientes acabavam correndo riscos no momento de receber.

O varejo físico sempre foi marcado por vendas no crediário, ou até mesmo vendas com cheque pré-datado. E quando o cliente não honra com seus compromissos, a empresa pode inclusive ir à falência.

Já, no comércio virtual essa é uma realidade muito rara. Pois, a maioria das empresas realizam as suas vendas de forma bastante segura. Isso acontece porque as plataformas normalmente disponibilizam opções seguras de recebimento.

Podemos citar o Paypal como uma opção bastante segura para as transações online, bem como o recebimento através das empresas de cartão de crédito que também disponibilizam essa modalidade para as empresas.

Então, é possível vender para o mundo todo com uma loja virtual, tendo uma verdadeira segurança em relação ao recebimento, evitando possíveis perdas financeiras que possam vir a comprometer o seu negócio.

O Marketing é muito mais barato

Um outro fato que pouca gente sabe é que o marketing digital é muito mais barato do que o marketing tradicional.

Lembram como era caro fazer uma propaganda na televisão? E uma propaganda no rádio? Nos jornais? E até mesmo em carro de som? Em virtude do alto custo muitas empresas acabavam desistindo de divulgar o seu negócio.

No entanto, divulgar um produto, ou até mesmo a própria loja virtual na internet é bem mais em conta, e pode alcançar um número muito maior de pessoas se souber usar a criatividade e os canais digitais.

Existem inúmeras possibilidades de divulgar a sua loja virtual, podendo usar o Facebook, o Instagram, o Youtube, o WhatsAPP, um blog, ou até mesmo google para ganhar visibilidade e tornar-se conhecido.

Muitas empresas criam o próprio canal no Youtube, desenvolvem artigos para alcançar as primeiras posições do google, e usam corretamente as hashtag para alcançar um número maior de clientes no Instagram.

Claro que algumas propagandas possuem um custo, todavia, esse custo é bem inferior ao custo de uma propaganda na televisão ou na rádio, e é esse um dos principais motivos que fazem o marketing digital ser mais barato.


Agora que você já sabe esses 5 fatos curiosos sobre as lojas virtuais chegou o momento de tirar o seu projeto do papel e começar a trabalhar a realização do seu sonho, expandindo os seus projetos.

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Destaques, Economia

Vendas online devem ficar mais caras até 2019

Com mais da metade da população conectada, o Brasil representa hoje um dos maiores mercados consumidores de tecnologia e de internet do mundo. As novas práticas de mercado do meio digital e a expansão das operações comerciais em rede trouxeram também dúvidas sobre a cobrança de tributos em produtos e serviços online. A falta de clareza na conceituação das operações realizadas – e os conflitos de interesse de arrecadação entre estados e municípios – podem gerar custos adicionais a empreendedores virtuais e refletir no bolso do consumidor até o próximo ano.

A realidade de mercado mudou, o ICMS, que antes era direcionado ao estado de origem da loja virtual, neste ano passou a ser arrecadado pelo estado de destino do produto em até 80%. Até 2019, esse índice chegará a sua totalidade – isso sobre as operações interestaduais destinadas a não contribuintes. Embora venha acontecendo de modo gradual, ainda há dúvidas quanto ao impacto dessa mudança para os lojistas virtuais, é o que afirma Lenize Alves, diretora contábil da Rui Cadete Consultores e Auditores Associados. “Surgiram algumas queixas devido à maior burocracia para as transações online. São necessárias apurações específicas sobre circulação de mercadorias ou prestações de serviços. O melhor caminho é conversar com um profissional de Contabilidade para que ele possa simular de que modo isso afeta o seu negócio”, orienta.

Vendas online devem ficar mais caras até 2019 e-commerce

Foto: Pexabay

Custos adicionais também podem ser acrescidos às empresas pelo recolhimento do imposto correspondente ao estado de destino do produto, já que isso deve ser feito antes do despacho da mercadoria e acarreta outras operações tributárias, como a Guia de Recolhimento. Além disso, a tributação sobre o download de jogos, programas ou streaming de software têm gerado outra problemática: se ele se caracteriza como serviço, e deve ser recolhido como Imposto Sobre Serviço (ISS), ou se trata de um novo tipo de “produto”, que estaria sujeito à cobrança de ICMS como circulação de bens ou mercadorias. Essa discussão – que ainda está longe de ser resolvida – pode trazer custos maiores a aplicativos como iFood, Uber e Cabify, por exemplo, e deve chegar ao consumidor final.

A principal estratégia para o empreendedor digital é fazer um estudo tributário anual, e acompanhar mensalmente para encontrar as melhores soluções e forma de tributação, assegura a diretora contábil da Rui Cadete. “O contador é fundamental para o sucesso de um negócio. Cada estado tem sua alíquota de ICMS e ISS mensurada dentro de um limite, para um empreendedor que não possui esse conhecimento pode pagar mais ou menos impostos e ser prejudicado. Sem falar nas devoluções, quem precisa fazer processo de restituição ou baixa de cobrança de ICMS e não tem um contador, termina perdendo devido à burocracia”, explica.

A assistência contábil pode auxiliar lojistas virtuais a reconhecer o tipo de tributação que se encaixa no seu modelo de negócio e as especificidades da atividade exercida. Vale lembrar que o não recolhimento devido do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e serviços de transporte pode gerar multa de 75% a 150% do valor originário de débito.

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Destaques, Economia

Preço e frete grátis são os principais fatores nas compras online, mostra pesquisa

Fazer compras pela internet já se tornou um hábito de grande parte dos brasileiros, mas quais são os fatores determinantes na decisão de compra? De acordo com a pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), para 60% dos entrevistados o preço é o principal fator – já 39% citam o frete grátis e 27% tomam como base as avaliações de outros consumidores.

O levantamento, feito com internautas que realizaram compras online no último ano nas 27 capitais, mapeia o processo de compras pela internet dos brasileiros e mostra que 97% já compraram mais de uma vez pelo mesmo site ou aplicativo, principalmente, devido a uma experiência anterior positiva (52%), a confiança na loja e/ou na marca (42%) e por possuir os melhores preços (37%). Na hora de escolher o site ou aplicativo para a compra, 56% dão preferências às lojas que já têm o costume de comprar, 49% buscam marcas conhecidas e 37% fazem pesquisa em sites que comparam preços e escolhem o de menor valor.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, é natural que o consumidor encare o preço de um produto como aspecto determinante para suas compras. “As pessoas tendem a selecionar, dentre as marcas que admira ou gosta, aquela que oferece a melhor relação entre custo e benefício. Portanto, o preço é fator decisivo nesse processo de escolha. Ao lado disso, vale lembrar que há outros parâmetros que o consumidor também leva em conta, como a forma de pagamento, o atendimento, a reputação da loja ou as menções à marca em órgãos governamentais ou sites de reclamação”, afirma.

O levantamento identifica como os consumidores brasileiros lidam com quatro fases do processo de compra: economia, planejamento, pesquisas e segurança.

Economia: 51% já compraram em sites desconhecidos para aproveitar uma promoção

De acordo com os dados, 87% dos entrevistados utilizam algum programa ou serviço online com o objetivo de economizar no dia a dia, sendo os principais:

• 51% streaming de filmes;
• 50% aplicativos para ligar para parentes e amigos;
• 44% download de músicas;
• 44% venda de produtos novos ou usados;
• 31% compra de passagens e pacotes turísticos;
• 31% download de jornais, revistas e ebooks.

Porém, 51% confessam já terem comprado produtos em sites ou marcas desconhecidas para aproveitar uma oportunidade.

Planejamento: e-mails marketing e Facebook impulsionam compras não planejadas

A grande maioria (83%) afirma planejar as compras virtuais antes de realizá-las. Entretanto, 16% não planejam as compras, e 44% dos entrevistados comprou de forma não planejada ao receber um e-mail de loja e 31% e 30% ao ver produtos no Facebook, seja no perfil das lojas ou quando compartilhados por amigos ou pessoas públicas, respectivamente.

O principal motivo para a realização da compra não planejada após ver um anúncio em sites ou redes sociais é o produto estar em promoção (56%) e não querer perder as oportunidades de preços baixos (43%). Os produtos mais comprados por impulso são os vestuários, calçados e acessórios (30%), livros (24%), cosméticos (15%) e comida delivery (14%).

Sete em cada dez consumidores (69%) já desistiram de uma compra no momento do pagamento, especialmente depois de verificarem o valor do frete (33%), um prazo de entrega demorado (21%) ou não ter certeza da compra (15%). Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, “o consumidor sabe que comprar pela internet envolve muito mais do que simplesmente escolher o menor preço. Embora o custo seja uma preocupação sempre presente, as pessoas também procuram informar-se sobre o prazo para receber o produto, sua qualidade e como é o relato de outros compradores sobre determinado item.”

Pesquisa: produtos mais pesquisados são de tecnologia e telefonia

Quase toda a amostra (99%) afirma realizar algum tipo de pesquisa de preço antes de comprar em um site ou aplicativo e 68% se informam sobre as reclamações de outros consumidores em sites especializados quando compram um produto em uma loja desconhecida.

Os produtos mais pesquisados antes da compra virtual são os de informática e tecnologia (25%) e serviços de telefonia, celular e internet (23%). Os tipos de informação mais pesquisados são preços (60%), comentários de outros clientes (60%) e qualidade dos produtos (52%).

Nove em cada dez entrevistados (88%) costumam comprar com desconto, especialmente por meio de promoções (59%) e por meio de cupons de desconto (44%). “Não há dúvida de que a internet potencializa o acesso à informação e amplia suas possiblidades de escolha, auxiliando na tomada de decisões, a partir de opiniões compartilhadas entre compradores e formadores de opinião”, explica Kawauti. “Por outro lado, as pessoas são bombardeadas com ofertas e anúncios customizados a partir de seus hábitos de navegação e diversas ações de marketing que estimulam e facilitam as compras por impulso. O consumidor online, portanto, deve sempre refletir antes de clicar em “comprar”’ pois nenhuma promoção é boa o bastante se aquilo que for adquirido extrapolar o orçamento”, analisa a economista.

Segurança: 97% tomam precauções em suas compras online

Uma grande preocupação de quem faz compras pela internet se refere à segurança dos procedimentos online: 97% tomam alguma precaução em suas compras virtuais, sendo as mais recorrentes fazer suas compras apenas em sites e aplicativos conhecidos ou indicados (60%), arquivar todos os passos da compra, inclusive e-mails de confirmação (40%) e evitar cadastrar cartão de crédito para compras futuras (37%).

Metodologia

A pesquisa ouviu 673 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

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Brasil

Brasil está acima da média nas compras online via smartphones, mostra pesquisa

Com cada vez mais utilidades e aplicativos, os celulares do tipo smartphone têm sido sido uma alternativa também para fazer compras online. É o que mostra uma pesquisa divulgada pelo site de compras coletivas Groupon.  De acordo com o levantamento, que ouviu 6 mil pessoas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, a média de compras online por dispositivos móveis nesses cinco países em conjunto é de 15,6%.

Individualmente, o Brasil está acima da média e tem a maior proporção de compras por celular entre os países avaliados. O índice de compras feitas porsmartphone entre os entrevistados brasileiros é 20,6%. No México, que ocupa o segundo lugar, a frequência das compras online pelo celular fica em 19,7%. Na Colômbia, é 17,2% e no Chile, 12,8%. A Argentina registrou o menor índice: 8%.

Mesmo se tornando populares, as compras porsmartphone ainda perdem para as transações via computador pessoal. A média das compras por computador nos cinco países pesquisados é 78,7%. No Brasil, os usuários preferem o computador em 73,8% das ocasiões. O país fica atrás da Argentina, com 88,5% e do Chile, com 82,7%. Mas à frente de Colômbia, com 77,2% e México, com 71,4%.

O especialista em segurança da informação João Gondim, professor do Departamento de Computação da Universidade de Brasília, considera natural que o celular tenha se tornado uma opção para as compras. No entanto, ele alerta para o fato de que a plataforma é menos segura que o computador. “Você tem uma profusão de aplicativos e grande parte não tem mecanismos de segurança. Não tenho notícia de fraude em compras de celular, mas de forma geral é uma exposição maior”, avalia. Para ele, a segurança menor tem relação com a difusão recente dossmartphones.

“O computador acaba sendo um pouco mais seguro na medida em que tem uma série de práticas consolidadas. A maioria das pessoas vê umsmartphone como um telefone”, comenta. Para ele, se o uso do celular para transações online de fato se consolidar, os aparelhos podem se tornar mais seguros. “É uma questão de maturidade dos aplicativos e como são incluídos nos aparelhos”, diz, ressaltando que o usuário também deve tomar cuidados. “Conheço pouquíssimas pessoas que têm antivírus no celular”, destaca.

A pesquisa divulgada pelo Groupon trouxe ainda outras informações sobre os consumidores da internet. Segundo o estudo, no Brasil, o motivo para compras online citado com mais frequência foram os preços mais atrativos, para 76,6% dos entrevistados. Em segundo lugar, com 63,5%, ficaram a praticidade e a conveniência. Em terceiro (52,9%), a facilidade e, em quarto (44,7%), a possibilidade de encontrar todo tipo de produto. Variedade e segurança tiveram, respectivamente, 30,4% e 22% das menções.

O levantamento mostrou também que os usuários estão se sentindo mais seguros para fazer comprasonline. No Brasil, um total de 37,8% se sente muito mais seguro do que há cinco anos, enquanto 39,45% se sentem um pouco mais seguros. Um percentual de 10,3% fazem de 71% a 80% de suas compras pela rede mundial de computadores. Só 2,4% fazem de 91% à totalidade de suas compras online. Por fim, 28,6% compram online uma vez por ano e 28,7% compram mensalmente.

Agência Brasil 

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