Destaques, RN

Chuvas em julho: 17,9% abaixo do normal no RN

A análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, elaborada pela equipe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, registrou uma redução de chuvas no Estado, tanto no interior, quanto na faixa leste, ficando abaixo da média esperada para o mês de julho em 17,9%. “Quando se analisa os índices pluviométricos observados em julho de 2019, observou-se que em praticamente todas as regiões do RN os desvios foram negativos ou próximo disso, isto é, choveu menos do que o normal. Os maiores desvios negativos ocorreram nas Mesorregiões Oeste e Leste, e no Estado como um todo o desvio ficou em -17,9 % abaixo do normal”, explicou o Chefe da Unidade, o meteorologista Gilmar Bristot.

Bristot explica que a principal causa foi a posição do centro de alta pressão do Atlântico Sul, que além de mais fraco do que o normal, esteve muito próximo do continente sul-americano, produzindo na costa leste do Nordeste, ventos fracos e soprando das direções sul/sudeste. “Essa configuração favoreceu a ocorrência de chuvas somente nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas”, disse.

Na mesorregião Leste do RN, umas das regiões aonde climatologicamente tem ocorrência maior de chuvas neste mês, a chuva esperada foi de 176,8 mm, enquanto que a observada foi de 123,4mm, representando um desvio negativo de 30,2%. No estado como um todo a média de chuva esperada era de 78,2 mm e a observada foi de 60,3 mm.

Embora as regiões do Trairi e no Seridó tenham climatologicamente índices pluviométricos baixos neste mês, essas regiões registraram desvios percentuais positivos como Monte das Gameleiras (147,9mm), Santa Cruz (90,5mm), Cruzeta (40,5mm) e São José do Seridó (38,0mm). De acordo com a análise, o município de Canguaretama, da Mesorregião Leste, foi o que registou maior volume de chuvas, com 267,7mm.

Confira abaixo tabela com os dados de chuva observada em julho de 2019, comparada com as chuvas esperadas e seus desvios percentuais.

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Rio Grande do Norte registra melhor volume de chuvas desde 2012

Do mês de janeiro até esta terça-feira (23) choveu, em média, entre 500 mm e 800 mm no Rio Grande do Norte, tendo as regiões de Martins e Grande Natal registrado os maiores índices; enquanto as microrregiões de Pau dos Ferros, Borborema e Baixa Verde, com índices inferiores a 500 mm.

Estes são os dados da análise pluviométrica feita pela Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, que apontam que em 2019, as chuvas ocorridas neste período foram melhores, quando comparadas aos últimos 7 anos, no que se refere a quantidade e distribuição. “O reflexo disso é a recarga hídrica nos reservatórios do Estado que foi melhor do que em anos anteriores e a agricultura apresentou uma recuperação na produção de grãos e pastagem para os rebanhos”, destacou.

Nas mesorregiões Agreste e Central, as chuvas observadas ultrapassaram a esperada, enquanto que as mesorregiões Leste e Oeste, foram abaixo. “Na análise das chuvas ocorridas em 2019, quando se olha as médias pluviométricas comparadas com a chuva esperada conclui-se que no Estado como um todo, a chuva ocorrida ficou próxima da chuva esperada, comprovando a previsão divulgada pela EMPARN em meados do mês de fevereiro de 2019”, disse Gilmar Bristot.

O meteorologista alerta para o déficit detectado para o setor leste do Nordeste, já que climatologicamente, o período de chuvas acaba no início de agosto e nos meses de junho e julho as chuvas foram abaixo do normal. “A preocupação com esse comportamento nas chuvas do setor leste do Estado é com a recarga das lagoas que abastecem os municípios do Agreste e a população da Grande Natal, além da monocultura da cana de açúcar que predomina na região”, avaliou.

Abaixo o balanço das chuvas ocorridas de 1º de janeiro a 23 de julho de 2019.

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Previsão é de mais chuvas até o próximo domingo no RN

As condições climáticas seguem favoráveis para ocorrência de chuvas até o próximo domingo, dia 12 de maio, segundo a análise feita pela equipe da Gerência de Metereologia da Emparn. De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, o bloqueio atmosférico que estava presente sobre o Nordeste diminuiu de intensidade. “Associado ao aumento da temperatura das águas superficiais do Oceano Atlântico, que libera mais umidade, temos uma condição favorável para a ocorrência de chuvas em todo o RN nos próximos dias”, disse.

As chuvas marcaram o início da manhã de hoje (07) em Natal e Parnamirim. A previsão é que o tempo permaneça nublado com possibilidade de chuvas, de nível moderado a intenso, em todo o RN, com distribuição espacial irregular, isto é: chove numa localidade e na localidade vizinha pode não chover.

Para esta quarta-feira (8), a previsão é de aumento da nebulosidade em todo o Estado com chuvas mais concentradas nas regiões Central (Vale do Assú) e Médio Oeste. Na sexta-feira, predominância de céu parcialmente nublado e ocorrência de chuvas em todas as regiões. No sábado, novamente predominância de céu parcialmente nublado em todo o Estado com ocorrência de chuvas mais concentradas no Litoral Leste e Agreste e, no domingo (12), predominância de céu parcialmente nublado a claro e ocorrência de pancadas de chuvas.

Nas últimas 24 horas – desde a manhã de ontem até a manhã de hoje (7) – foram registradas fortes chuvas na mesorregião Leste, com 35,4 milímetros (mm) em Extremoz; em Parnamirim (Base Física da Emparn) teve 28,2mm; São Gonçalo do Amarante (Base Fisica da Emparn) com 25,0mm; Maxaranguape, 22,5mm; Ceará-Mirim, 21,5mm; Goianinha, 19,2mm e Natal, 18mm. Choveu ainda em outras regiões do Estado.

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RN tem o fim de semana mais chuvoso de 2019

O último fim de semana foi o mais chuvoso de 2019 e também com chuvas mais bem distribuídas. O monitoramento da Emparn, realizado da sexta-feira (22) até hoje (25), mostra que choveu mais forte nas regiões Oeste e Central do Rio Grande do Norte, mas também, foram registradas chuvas nas regiões Agreste e Litoral Leste.

Na região Oeste choveu com mais intensidade em Martins, 172,5 milímetros e João Dias onde choveu 120mm. Na região Central choveu 145mm em São João do Sabugi e 77mm em Florânia. Esse volume mais intenso nas regiões Oeste e Central, é uma característica do principal sistema que provoca chuva no semiárido nordestino nesta época do ano, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Em Martins, que registrou 172,5 milímetros só neste fim de semana, a média para o mês de março inteiro é de 302 milímetros, com esse volume do fim de semana já choveu em março deste ano, 336 milímetros, ou seja, acima da média do município para o mês de março.

A previsão para o restante da semana é de mais chuva em todas as regiões potiguares. Mas deve chover com menos intensidade no litoral Leste e região Agreste. Já nas regiões Central e Oeste, a previsão é de chuvas mais intensas devido a atuação da Zona Convergência Intertropical.

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Fortes chuvas são consideradas “normais” para o período, afirma Emparn

As fortes instabilidades causadas pela presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que estão atuando sobre a Faixa Leste e Costa Branca do Rio Grande do Norte, tem causado chuvas intensas com distúrbios atmosféricos (descargas elétricas e trovoadas). Essa condição de instabilidade, normal para o período, está atuando com muita intensidade e trazendo fortes chuvas para o interior e litoral potiguar.

“Nestes últimos dias, as chuvas estão mais intensas devido a temperatura das águas superficiais do oceano Atlântico – próximo do litoral nordestino, estar acima do normal, chegando a ultrapassar os 29ºC, mantendo assim a umidade relativa do ar sobre a região sempre alta, o que colabora para a formação de chuvas com intensidade moderada a forte”, diz o relatório da
Emparn. “Essa condição deverá se manter durante os próximos dias. Não que vá chover de forma intensa e continua, mas porque estamos na estação das chuvas”, afirma a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte.

A previsão para o restante da semana será predominantemente de céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões do Estado. Lembrando que no Litoral Leste as chuvas poderão acontecer a qualquer hora do dia com maior ocorrência durante o período noturno e início da manhã.

Já no interior, devido ao fato das chuvas serem do tipo convectivas e necessitarem de calor, deverão ocorre mais no período da tarde e início da noite. “Lembramos que pela influência do relevo acentuado (vale, chapadas e montanhas), deverão ocorrer formação de nuvens tipo Cumulus Nimbus, nuvens de forte desenvolvimento vertical que podem causar distúrbios atmosféricos como descargas elétricas, trovoadas, ventos forte e queda de granizo, principalmente nesta época do ano em que estamos próximos à mudança de estação”.

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