Destaques, Dicas de Saúde

“Doenças de chuva”: saiba quais são e como evitar

A forte incidência de chuvas traz transtornos além dos alagamentos e do caos no trânsito. Em cidades como Natal, de clima tropical, com chuvas intercaladas ao calor e umidade, o ambiente torna-se propício para doenças infectocontagiosas, também chamadas “doenças de chuva”. Cuidados pontuais, como a atenção na higienização dos alimentos e a proteção ao contato com a água contaminada, são medidas essências para prevenção.

A professora do curso de Enfermagem da Faculdade Estácio de Natal – unidade Ponta Negra, Alessandra Lucchesi, relata que as doenças mais frequentes neste período são as infecções respiratórias (como influenza e coqueluche), a leptospirose (transmitida pela urina do rato) e as arboviroses (dengue, zika vírus e chikungunya).

A falta de ações de prevenção, por parte da sociedade, colabora para a disseminação destas doenças, alerta a professora. “No caso das arboviroses, por exemplo, é necessária a manutenção dos cuidados contra a proliferação do mosquito Aedes Aegypt – evitando, principalmente, o acúmulo de água”, reforça. Para garantir a prevenção, o uso de repelentes é indicado onde há incidência do mosquito.

Descartar o lixo corretamente e no local apropriado também é uma medida essencial. A água das chuvas poluída aumenta o risco de doenças infecciosas, que pode afetar a população. O risco maior aqui é o contágio pela urina do rato.

“Higienizar bem os alimentos, lavar as mãos antes das refeições, evitar locais com grandes concentrações de pessoas, e procurar não ter contato com as águas das chuvas são cuidados essenciais para se prevenir destas doenças”, frisa a enfermeira. Além disto, é indicada uma boa limpeza em residências ou estabelecimentos comerciais, caso sejam atingidos pelos alagamentos.

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Destaques, RN

Previsão é de mais chuvas até o próximo domingo no RN

As condições climáticas seguem favoráveis para ocorrência de chuvas até o próximo domingo, dia 12 de maio, segundo a análise feita pela equipe da Gerência de Metereologia da Emparn. De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, o bloqueio atmosférico que estava presente sobre o Nordeste diminuiu de intensidade. “Associado ao aumento da temperatura das águas superficiais do Oceano Atlântico, que libera mais umidade, temos uma condição favorável para a ocorrência de chuvas em todo o RN nos próximos dias”, disse.

As chuvas marcaram o início da manhã de hoje (07) em Natal e Parnamirim. A previsão é que o tempo permaneça nublado com possibilidade de chuvas, de nível moderado a intenso, em todo o RN, com distribuição espacial irregular, isto é: chove numa localidade e na localidade vizinha pode não chover.

Para esta quarta-feira (8), a previsão é de aumento da nebulosidade em todo o Estado com chuvas mais concentradas nas regiões Central (Vale do Assú) e Médio Oeste. Na sexta-feira, predominância de céu parcialmente nublado e ocorrência de chuvas em todas as regiões. No sábado, novamente predominância de céu parcialmente nublado em todo o Estado com ocorrência de chuvas mais concentradas no Litoral Leste e Agreste e, no domingo (12), predominância de céu parcialmente nublado a claro e ocorrência de pancadas de chuvas.

Nas últimas 24 horas – desde a manhã de ontem até a manhã de hoje (7) – foram registradas fortes chuvas na mesorregião Leste, com 35,4 milímetros (mm) em Extremoz; em Parnamirim (Base Física da Emparn) teve 28,2mm; São Gonçalo do Amarante (Base Fisica da Emparn) com 25,0mm; Maxaranguape, 22,5mm; Ceará-Mirim, 21,5mm; Goianinha, 19,2mm e Natal, 18mm. Choveu ainda em outras regiões do Estado.

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Destaques, RN

RN tem o fim de semana mais chuvoso de 2019

O último fim de semana foi o mais chuvoso de 2019 e também com chuvas mais bem distribuídas. O monitoramento da Emparn, realizado da sexta-feira (22) até hoje (25), mostra que choveu mais forte nas regiões Oeste e Central do Rio Grande do Norte, mas também, foram registradas chuvas nas regiões Agreste e Litoral Leste.

Na região Oeste choveu com mais intensidade em Martins, 172,5 milímetros e João Dias onde choveu 120mm. Na região Central choveu 145mm em São João do Sabugi e 77mm em Florânia. Esse volume mais intenso nas regiões Oeste e Central, é uma característica do principal sistema que provoca chuva no semiárido nordestino nesta época do ano, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Em Martins, que registrou 172,5 milímetros só neste fim de semana, a média para o mês de março inteiro é de 302 milímetros, com esse volume do fim de semana já choveu em março deste ano, 336 milímetros, ou seja, acima da média do município para o mês de março.

A previsão para o restante da semana é de mais chuva em todas as regiões potiguares. Mas deve chover com menos intensidade no litoral Leste e região Agreste. Já nas regiões Central e Oeste, a previsão é de chuvas mais intensas devido a atuação da Zona Convergência Intertropical.

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Destaques, RN

Fortes chuvas são consideradas “normais” para o período, afirma Emparn

As fortes instabilidades causadas pela presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que estão atuando sobre a Faixa Leste e Costa Branca do Rio Grande do Norte, tem causado chuvas intensas com distúrbios atmosféricos (descargas elétricas e trovoadas). Essa condição de instabilidade, normal para o período, está atuando com muita intensidade e trazendo fortes chuvas para o interior e litoral potiguar.

“Nestes últimos dias, as chuvas estão mais intensas devido a temperatura das águas superficiais do oceano Atlântico – próximo do litoral nordestino, estar acima do normal, chegando a ultrapassar os 29ºC, mantendo assim a umidade relativa do ar sobre a região sempre alta, o que colabora para a formação de chuvas com intensidade moderada a forte”, diz o relatório da
Emparn. “Essa condição deverá se manter durante os próximos dias. Não que vá chover de forma intensa e continua, mas porque estamos na estação das chuvas”, afirma a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte.

A previsão para o restante da semana será predominantemente de céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões do Estado. Lembrando que no Litoral Leste as chuvas poderão acontecer a qualquer hora do dia com maior ocorrência durante o período noturno e início da manhã.

Já no interior, devido ao fato das chuvas serem do tipo convectivas e necessitarem de calor, deverão ocorre mais no período da tarde e início da noite. “Lembramos que pela influência do relevo acentuado (vale, chapadas e montanhas), deverão ocorrer formação de nuvens tipo Cumulus Nimbus, nuvens de forte desenvolvimento vertical que podem causar distúrbios atmosféricos como descargas elétricas, trovoadas, ventos forte e queda de granizo, principalmente nesta época do ano em que estamos próximos à mudança de estação”.

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Destaques, RN

Emparn registra boas chuvas no interior do Rio Grande do Norte

Nesses últimos dias está sendo observada a ocorrência de chuvas de forma isoladas nas diversas regiões do Estado, resultado da atuação do sistema meteorológico transiente, típico para a época, conhecido como Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCAS). Esse sistema, teve origem com a presença de uma frente fria sobre o sul da região Nordeste, forçando o ar a ter uma configuração ciclônica, o que causa instabilidades na borda esquerda do sistema, favorecendo a ocorrência de chuvas.

Com a expansão da umidade da região amazônica em direção ao Nordeste, com as águas do oceano Atlântico mais aquecidas próximo do litoral nordestino e a Zona de Convergência Intertropical mais próxima da região, as chuvas têm ocorrido em praticamente toda a região Nordeste e deverão continuar durante a próxima semana.

Para o Rio Grande do Norte, destaca-se nessas últimas 24 horas os volumes de chuva nos municípios de Pedro Avelino (60mm, no mês de dezembro inteiro a média de chuva é de 15mm), Luiz Gomes (40mm), Major Sales (24mm). Lembrando que para o mês de dezembro as médias pluviométricas são: Região Oeste= 22,0mm; Região Central= 18,3mm; Região Agreste= 14,7mm; região Leste= 26,3mm.

De acordo com os modelos de previsão do tempo para os próximos dias, as chuvas deverão continuar ocorrendo em todas as regiões do Estado, principalmente nas regiões Oeste e Central.

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