Mundo

Para evitar o vício, China vai restringir jogos online em 90 minutos por dia

O governo chinês informou que vai restringir o horário de os menores de idade praticarem jogos online durante 90 minutos por dia útil, como parte dos esforços para evitar o vício em jogos.

A agência estatal de notícias Xinhua informou que a medida foi anunciada nesta semana.

De acordo com o novo regulamento, jovens com 18 anos ou menos não poderão praticar jogos online entre as 22h e às 8h. Eles poderão jogar até três horas nos fins de semana e feriados.

Os usuários de jogos online deverão fazer um registro com o nome real e outras informações de identificação. Um sistema para validar esses dados pessoais foi implantado.

A agência diz ainda que caso os provedores de jogos online não cumpram os novos regulamentos, poderão ter suas autorizações de empreendimento revogadas.

*Emissora pública de televisão do Japão

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OMC autoriza China a taxar US$ 3,6 bi em produtos dos EUA

(ANSA) – A Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou a China a impor sobretaxas alfandegárias contra até US$ 3,6 bilhões em importações de produtos dos Estados Unidos.

A medida é resultado de uma arbitragem iniciada há seis anos, antes da guerra comercial deflagrada pelo presidente Donald Trump, e diz respeito a uma série de ações antidumping instituídas pelos EUA contra mercadorias chinesas.

Os dois países já travam uma guerra tarifária que atinge centenas de bilhões de dólares em importações, mas todas as medidas até aqui haviam sido tomadas fora do âmbito da OMC, que ajuda a resolver disputas comerciais.

Pequim questionava 40 ações antidumping dos Estados Unidos, que justificavam as medidas com o argumento de que bens chineses eram vendidos no país abaixo do valor de mercado, como lâminas de diamante, móveis, camarões, pneus e painéis solares.

A OMC acatou as reclamações da China contra 25 medidas antidumping dos EUA, calculando o valor da retaliação em US$ 3,6 bilhões.

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China aciona OMC contra tarifas impostas pelos EUA

(ANSA) – A China depositou uma queixa junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as últimas tarifas impostas pelos Estados Unidos, que visam afetar US$300 bilhões em importações de bens chineses. A informação foi anunciada pelo Ministério do Comércio nesta segunda-feira (2), um dia depois das novas taxas entrarem em vigor.

Em comunicado, a pasta assegura que Pequim está muito insatisfeito e “defenderá firmemente seus legítimos direitos e interesses”, o sistema comercial multilateral e a ordem do comércio internacional, em conformidade com as regras da OMC. Segundo o Ministério do Comércio chinês, as tarifas “violam seriamente” o consenso alcançado pelos chefes de Estado dos dois países em Osaka, durante a cúpula do G20, em junho.

Os Estados Unidos, por sua vez, rejeitaram o pedido da China de adiar as tarifas iniciadas no último dia 1º de setembro, o que complica ainda mais as relações entre as duas superpotências. A decisão é o mais novo capítulo na escalada de tensão comercial entre EUA e China que teve início há mais de um ano.

No início de agosto, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma tarifa adicional de 10% sobre US$300 bilhões em produtos chineses, podendo ser aumentada até 25%. A decisão fez Pequim responder e impor taxa contra US$75 bilhões. Como nova retaliação, Trump elevou de 10% para 15% as tarifas sobre os US$300 bilhões e de 25% para 30% a outros US$250 bilhões.

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Estudante brasileiro é encontrado morto na China

(ANSA) – O estudante gaúcho Leonardo Cláudio da Rosa foi encontrado morto nesta segunda-feira (15) na cidade de Chongqing, na China. O brasileiro cursava Letras e estava desde o ano passado no país asiático.

A morte do estudante foi confirmada pelo Itamaraty e a UFRGS. A causa ainda não foi divulgada, mas segundo o Instituto de Letras da universidade, Leonardo foi vítima de um crime.

“Faremos o que estiver a nosso alcance para que as autoridades brasileiras busquem junto ao governo chinês o esclarecimento cabal dessa incompreensível tragédia”, informou a UFRGS.

“O Itamaraty também está em contato com os familiares do Sr. da Rosa, com vistas a orientá-los quanto aos trâmites burocráticos para o traslado do corpo”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores.

Leonardo era natural de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e cursava Letras desde 2015. O estudante de 23 anos estava em um intercâmbio na China para estudar mandarim e a literatura do país asiático.

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Donald Trump e Xi Jinping acertam nova trégua em guerra comercial

(ANSA) – Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, chegaram a um acordo neste sábado (29) para retomar as negociações para um acordo comercial e iniciar uma nova trégua na guerra tarifária entre os dois países.

Os líderes se reuniram por 80 minutos à margem da cúpula do G20 em Osaka, no Japão, poucos meses depois de Trump ter imposto uma sobretaxa alfandegária de 25% contra US$ 200 bilhões em produtos da China, que reagiu com tarifas de 20% a 25% contra US$ 60 bilhões em itens americanos.

“Por enquanto, não haverá novos aumentos de impostos, mas as negociações serão retomadas”, disse Trump, anunciando que Pequim gastará “uma enorme quantia de dinheiro” para comprar produtos agrícolas e alimentos dos EUA.

Na última trégua, contudo, os dois países não conseguiram fechar um acordo comercial. Apesar disso, Trump fez outra concessão e afirmou que a Huawei, maior empresa chinesa de telecomunicações, poderá voltar a comprar de fornecedores americanos, “onde não houver grandes problemas com a segurança nacional”.

A Casa Branca acusa a Huawei de ser um veículo de espionagem de Pequim, especialmente por sua participação em redes 5G, enquanto a China alega que o argumento da segurança nacional é apenas um disfarce para o protecionismo econômico de Trump.

Coreia do Norte

O presidente dos EUA já está na Coreia do Sul e visitará neste domingo (30) a zona desmilitarizada com o Norte, cujo líder, Kim Jong-un, recebeu uma espécie de convite informal do magnata.

“Enquanto eu estiver lá, se o presidente Kim ler isso, eu o encontraria na fronteira, mesmo para apenas apertar sua mão”, escreveu Trump no Twitter. A agência oficial do Norte, a KCNA, disse que a proposta é “interessante”, mas que Pyongyang não recebeu nenhum “pedido formal”.

“Não sei se Kim irá, mas eu estarei na zona desmilitarizada amanhã. Vejamos o que acontece”, acrescentou o mandatário americano.

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