Mundo

Estudante brasileiro é encontrado morto na China

(ANSA) – O estudante gaúcho Leonardo Cláudio da Rosa foi encontrado morto nesta segunda-feira (15) na cidade de Chongqing, na China. O brasileiro cursava Letras e estava desde o ano passado no país asiático.

A morte do estudante foi confirmada pelo Itamaraty e a UFRGS. A causa ainda não foi divulgada, mas segundo o Instituto de Letras da universidade, Leonardo foi vítima de um crime.

“Faremos o que estiver a nosso alcance para que as autoridades brasileiras busquem junto ao governo chinês o esclarecimento cabal dessa incompreensível tragédia”, informou a UFRGS.

“O Itamaraty também está em contato com os familiares do Sr. da Rosa, com vistas a orientá-los quanto aos trâmites burocráticos para o traslado do corpo”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores.

Leonardo era natural de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e cursava Letras desde 2015. O estudante de 23 anos estava em um intercâmbio na China para estudar mandarim e a literatura do país asiático.

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Mundo

Donald Trump e Xi Jinping acertam nova trégua em guerra comercial

(ANSA) – Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, chegaram a um acordo neste sábado (29) para retomar as negociações para um acordo comercial e iniciar uma nova trégua na guerra tarifária entre os dois países.

Os líderes se reuniram por 80 minutos à margem da cúpula do G20 em Osaka, no Japão, poucos meses depois de Trump ter imposto uma sobretaxa alfandegária de 25% contra US$ 200 bilhões em produtos da China, que reagiu com tarifas de 20% a 25% contra US$ 60 bilhões em itens americanos.

“Por enquanto, não haverá novos aumentos de impostos, mas as negociações serão retomadas”, disse Trump, anunciando que Pequim gastará “uma enorme quantia de dinheiro” para comprar produtos agrícolas e alimentos dos EUA.

Na última trégua, contudo, os dois países não conseguiram fechar um acordo comercial. Apesar disso, Trump fez outra concessão e afirmou que a Huawei, maior empresa chinesa de telecomunicações, poderá voltar a comprar de fornecedores americanos, “onde não houver grandes problemas com a segurança nacional”.

A Casa Branca acusa a Huawei de ser um veículo de espionagem de Pequim, especialmente por sua participação em redes 5G, enquanto a China alega que o argumento da segurança nacional é apenas um disfarce para o protecionismo econômico de Trump.

Coreia do Norte

O presidente dos EUA já está na Coreia do Sul e visitará neste domingo (30) a zona desmilitarizada com o Norte, cujo líder, Kim Jong-un, recebeu uma espécie de convite informal do magnata.

“Enquanto eu estiver lá, se o presidente Kim ler isso, eu o encontraria na fronteira, mesmo para apenas apertar sua mão”, escreveu Trump no Twitter. A agência oficial do Norte, a KCNA, disse que a proposta é “interessante”, mas que Pyongyang não recebeu nenhum “pedido formal”.

“Não sei se Kim irá, mas eu estarei na zona desmilitarizada amanhã. Vejamos o que acontece”, acrescentou o mandatário americano.

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Mundo

Terremotos deixam 12 mortos e 125 feridos na China

(ANSA) – Dois terremotos na província de Sichuan, no sudoeste da China, deixaram ao menos 12 mortos e 125 pessoas feridas.

Os tremores de terra, com magnitude de 5.2 e 5.8 graus na escala Richter, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), e de 6 graus segundo as autoridades chinesas, ocorreram por volta das 22h55 locais de segunda-feira (17).

Vários edifícios e estradas ficaram danificados com os abalos, que também foram sentido em outras cidades da região, como Chengdu.

Em 2008, um terremoto de 8 graus em Sichuan provocou a morte de 90 mil pessoas. Seu epicentro estava a apenas 40 km dos tremores registrados ontem.

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Mundo

China e Rússia se unem contra guerra comercial dos EUA

Os presidentes da Rússia e China, Vladimir Putin e Xi Jinping, lançaram uma contraofensiva em resposta à guerra comercial entre os Estados Unidos e o país asiático. A reunião dos líderes, que se realizou em Moscou, buscou fortalecer a cooperação entre os países, que assinaram diversos acordos comerciais.

“Propomos resistir à imposição de restrições infundadas ao acesso aos mercados de produtos de tecnologias da informação com a desculpa de garantia de segurança nacional, assim como à exportação de produtos de alta tecnologia”, diz uma declaração assinada ontem (5) pelos dois presidentes no Kremlin, na qual Rússia e China se comprometem a ampliar a cooperação estratégica e desenvolver novas parceiras.

O documento também ressalta os planos de “se opor à ditadura política e à chantagem na cooperação comercial e econômica internacional, e condenar a aspiração de alguns países de se acharem no direito de decidir os parâmetros de cooperação entre outros países”.

Acusados de promoverem censura nas redes, Putin e Xi também prometeram “garantir o funcionamento pacífico e seguro da internet sobre a base da participação em igualdade de condições de todos os países em tal processo”.

Putin e Xi ressaltaram que “nos últimos anos” as relações entre Rússia e China atingiram níveis “sem precedentes” na história e citaram como exemplo as trocas comerciais, que já superaram US$ 108 bilhões.

A China é um dos principais alvos dos Estados Unidos numa guerra comercial. Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou sobretaxar praticamente quase todos os bens chineses importados pelos EUA. Em resposta, Pequim alertou sobre a possível falta de terras raras, matéria-prima fundamental para a indústria de alta tecnologia, smartphones e automóveis. Os americanos importam da China 80% das terras raras que utilizam.

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Trump rompe trégua e anuncia novas tarifas contra China

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (5) que aumentará de 10% para 25% a taxa de importação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses a partir da próxima sexta-feira (10).

A medida chega após mais uma rodada de negociações entre os dois países em Pequim para encerrar a guerra comercial iniciada por Trump em 2018. Desde o ano passado, a China paga uma sobretaxa alfandegária de 25% sobre US$ 50 bilhões em produtos de alta tecnologia e de 10% sobre US$ 200 bilhões em outros itens.

“Os 10% subirão para 25% na sexta-feira. US$ 325 bilhões em produtos adicionais enviados pela China permanecem sem taxas, mas em breve terão uma tarifa de 25%”, disse o presidente no Twitter.

Segundo Trump, as negociações com o país asiático estão avançando “muito lentamente”. “Eles estão tentando renegociar. Não!”, acrescentou. Pequim já impõe uma sobretaxa recíproca de 10% contra US$ 110 bilhões em produtos americanos e pode anunciar uma nova retaliação.

Os dois países estavam em trégua na guerra comercial desde 1º de dezembro, mas não conseguiram chegar a um acordo para encerrar a disputa tarifária. O objetivo de Trump é diminuir o déficit comercial com a China, que fechou 2018 em US$ 419 bilhões.

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