Copa América 2019

Chile x Uruguai ao vivo – onde assistir? escalações e mais

Chile e Uruguai se enfrentam às 20h desta segunda-feira (24) no Maracanã pela última rodada do Grupo C da Copa América 2019. O duelo colocará frente a frente as únicas seleções campeãs da Copa América na década em que vivemos: o atual bicampeão Chile (que venceu em 2015 e 2016) e o Uruguai (que levantou a taça em 2011). Eles vão a campo para saber qual dos dois vai ficar com a primeira posição da chave.

Para a partida de hoje o técnico Reinaldo Rueda não sabe se terá a dupla Vidal e Sánchez, que sofre com problemas físicos. O volante do Barcelona tem dores na perna esquerda, e o atacante do Manchester United, no tornozelo esquerdo. Na coletiva que antecedeu o duelo, o comandante não soube dizer se os jogadores teriam condições de ir a campo. Eles são, portanto, as dúvidas na escalação.

Já o Uruguai deverá promover duas mudanças na equipe com relação ao empate com o Japão na rodada passada. Tudo indica que Arrascaeta, do Flamengo, seja titular. Só não se sabe no lugar de quem: Lodeiro ou Nández. Além disso, com Laxalt machucado, o treinador vai escalar o Uruguai com González na lateral-direita e Cáceres na lateral-esquerda.

Onde assistir ao vivo?

O jogo entre Chile e Uruguai terá transmissão ao vivo do SporTV, com narração de Gustavo Villani e comentários de Muricy Ramalho (e Paulo Cesar Oliveira na Central do Apito).

Escalações

Provável time do Chile: Arias; Isla, Medel, Maripan e Beausejour; Pulgar, Aránguiz e Vidal; Fuenzalida, Vargas e Alexis Sánchez.

Provável time do Uruguai: Muslera; González, Giménez, Godín e Cáceres; Bentancur, Torreira (Valverde), Nandez (Lodeiro) e Arrascaeta; Cavani e Suárez.

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro
Data e hora: segunda-feira (24/06), às 20h (horário de Brasília)
Arbitragem: Raphael Claus (BRA) apita a partida, auxiliado pelos também brasileiros Marcelo Van Gasse e Kléber Lucio Gil. O quarto árbitro será Mario Diaz de Vivar (PAR). Wilton Pereira Sampaio é o chefe da equipe de VAR, com Arnaldo Samaniego (PAR) e Ezequiel Brailovsky (ARG) como auxiliares.
Transmissão: ao vivo no SporTV, com narração de Gustavo Villani e comentários de Muricy Ramalho (e Paulo Cesar Oliveira na Central do Apito). O GloboEsporte.com acompanha em tempo real, com vídeos.

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Mundo

Duas crianças brasileiras morrem após queda de rocha no Chile

(ANSA) – Duas crianças brasileiras, de 3 e 7 anos de idade, morreram nesta segunda-feira (3) na região turística chilena de San José de Maipo, a cerca de 60km de Santiago, depois do deslizamento de uma rocha. O acidente ocorreu no reservatório El Yeso, área de risco de deslizamento e que tem a visitação proibida.

As crianças, que nasceram no Maranhão, estavam acompanhadas dos pais e de outros 20 turistas no momento em que foram atingidas pela pedra.

A governadora da província local, Mireya Chocair, afirmou, durante pronunciamento divulgado pelo “Canal 13”, que as autoridades apuram uma possível responsabilidade dos guias turísticos. Segundo ela, existe uma lei municipal e regras claras em vigor, sendo que são totalmente conhecidas pelo público de que o acesso a área é proibido.

O desastre foi confirmado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil e se torna a segunda tragédia envolvendo brasileiros no país vizinho em menos de 30 dias. No último dia 22 de maio, seis integrantes da mesma família faleceram intoxicados por monóxido de carbono em um apartamento no centro de Santiago.

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Destaques, Economia

Brasil e Chile assinam acordo de livre comércio

(ANSA) – O presidente Michel Temer e seu homólogo chileno, Sebastán Piñera, assinaram nesta quarta-feira (21) um acordo de livre comércio que permitirá impulsionar os investimentos e o câmbio de produtos entre as duas nações. Segundo comunicado do ministério das Relações Exteriores, “com o novo acordo, os dois países assumem compromissos em 17 itens, que vão desde a facilitação de comércio e o comércio eletrônico à eliminação de cobrança de roaming internacional para dados e telefonia móvel”.

Além disso, o documento ainda prevê parcerias em temas como serviços, barreiras não tarifárias, boas práticas regulatórias, propriedade intelectual, incentivo à maior participação de micro, pequenas e médias empresas, comércio, meio ambiente, combate à corrupção e questões trabalhistas.

Também foram incorporados os acordos firmados recentemente pelos dois países, como o Protocolo de Compras Públicas e o Protocolo de Investimentos em Instituições Financeiras.

As negociações para definir o acordo tiveram início em abril do ano passado e foram encerradas após quatro rodadas. Em declaração à imprensa, o chefe de Estado brasileiro comemorou a agilidade do processo.

“Nós pudemos estabelecer as linhas inaugurais de um acordo comercial que hoje foi formalizado entre Brasil e Chile. Uma rapidez extraordinária. Em menos de seis meses, nós fomos capazes de formatar e formalizar esse acordo”, disse.

Durante discurso, os dois líderes ressaltaram que o acordo vai reforçar a integração entre ambos países, principalmente porque o Chile é um dos membros da Aliança do Pacífico. De acordo com o Itamaraty, o Chile é o segundo maior parceiro comercial do país na América do Sul, ficando atrás apenas da Argentina. Em 2017, o intercâmbio comercial bilateral alcançou US$ 8,5 bilhões, o que representa incremento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Economia

Chile conclui negociações para acordo de livre comércio com o Brasil

Após quatro rodadas de negociações, iniciadas em junho deste ano, foram concluídas, na última semana em Santiago, as negociações para a obtenção de um Acordo de Livre Comércio (ALC) entre o Chile e o Brasil. Trata-se de um documento de nova geração que inclui disciplinas modernas que regulam e facilitam o comércio internacional.

O acordo surgiu durante a visita oficial do presidente Sebastián Piñera a seu colega Michel Temer, em abril de 2018, em Brasília. Nele, ambos os líderes concordaram em expandir e aprofundar as relações econômicas e comerciais por meio da negociação de um Acordo de Livre Comércio, que complementará o ACE 35, em vigor desde 1996.

“As equipes de negociação imprimiram um senso de urgência neste trabalho, o que permitiu que o acordo fosse concluído em tempo recorde”, diz Rodrigo Yáñez, diretor-geral de Relações Econômicas Internacionais (Direcon), órgão ligado ao Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Os capítulos que este tratado conterá, de natureza não-tarifária, são os seguintes: Facilitação de Comércio; Política de Concorrência; Entrada Temporária de Pessoas; Micro, Pequenas e Médias Empresas; Boas Práticas de Regulamentação; Comércio Eletrônico; Comércio de Serviços; Telecomunicações (destacando a questão do roaming entre os dois países); Comércio e Gênero; Comércio e Meio Ambiente; Comércio e Assuntos Trabalhistas; Cooperação Econômica e Comercial. Em questões regulatórias, destacam-se os capítulos sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias, bem como os de Barreiras Técnicas ao Comércio.

Acordo de Livre Comércio entre o Chile e o Brasil

Há ainda um capítulo sobre cadeias de valor regionais e globais, incorporado pela primeira vez num TLC. “Com a incorporação do Capítulo das Cadeias Globais de Valor, ambos os países reconhecem a importância de aprofundar a integração no comércio de bens, serviços e investimentos, com possíveis ações que permitam às PMEs se inserirem nessas cadeias”, explica Rodrigo Yáñez.

Além disso, e com a finalidade de garantir mais solidez e abrangência, este TLC incorporará o Acordo de Investimento e Serviços Financeiros, firmado em 2016 pelos dois países, bem como o Acordo de Contratação Pública, assinado em abril de 2018. Ou seja, contemplará dois Capítulos adicionais. O acordo de Contratação Pública permitirá o estabelecimento de um quadro comum de princípios e normas, com o objetivo de expandir as oportunidades comerciais bilaterais nesta área, em condições de transparência, igualdade e não discriminação.

O ALC será um complemento ao Acordo de Complementação Econômica 35, que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul (incluindo o Brasil) em questões tarifárias e que atualmente tem tarifa zero para toda a lista de produtos.

“Vale ressaltar que esta é a primeira vez que o Brasil assume, em um acordo comercial bilateral, compromissos em termos de comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, transparência e anticorrupção, Cadeias Globais e Regionais de Valor, Gênero, Meio Ambiente e Assuntos Trabalhistas”, explica Rodrigo Yáñez.

O Brasil é um mercado de 208 milhões de habitantes. Como um todo, é o primeiro parceiro comercial do Chile na América Latina e o principal beneficiário do investimento direto do Chile no exterior.

Comércio e Investimentos

Entre janeiro e agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre o Chile e o Brasil foi de US$ 6,8 bilhões (variação de 21%, em relação ao mesmo período do ano de 2017). As exportações chilenas para o Brasil totalizaram US$ 2.297 milhões (4,7% a mais que no ano passado). As importações chilenas a partir do Brasil somaram US $ 4.511 milhões (taxa de crescimento de 31%).

Além disso, o Brasil é um destino chave para as PME chilenas. Das 3.578 empresas de micro e pequeno porte, que exportaram para o mundo em 2017, 10% registraram embarques para o Brasil.

Em relação aos investimentos, o Brasil é o principal beneficiário do investimento direto do Chile no exterior, com uma cifra acumulada de US$ 35.253 milhões (período 1990-2017) através de 150 empresas, que desenvolvem cerca de 290 projetos, o que equivale a 29,5% do total de investimentos chilenos diretos no mundo.

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Mundo

Chuva provoca enchentes e deixa milhões sem água no Chile

ROMA | (ANSA) – Mais de quatro milhões de residências em Santiago foram afetadas por um corte de água potável devido às fortes chuvas que têm atingido a região do norte e centro do Chile. Segundo as autoridades as enchentes já causaram a morte de quatro pessoas, sete desaparecidos e milhares de pessoas bloqueadas pelas cidades.

De acordo com o informe da empresa Águas Andinas, que abastece a capital chilena, as tempestades atingiram a região desde sábado (25) causando a falta de água de 1,4 milhão de casas de 30 comunas de Santiago. O corte afeta cerca de 4,5 milhões dos cerca de 6,5 milhões de habitantes da cidade. Ao todo, o governo já disponibilizou 200 pontos de abastecimento em todo o local, onde milhares de pessoas formaram longas filas para receber água.

As tempestades provocaram deslizamentos de terra e escombros no rio Maipo, que abastece a maior parte de Santiago, o que deixou as águas sujas e causou o corte do serviço. Nas proximidades do rio, duas pessoas morreram arrastadas pela correnteza.

A cheia do rio Maipo destruiu pontes e a estrada que liga a região a Santiago, “onde a força da natureza deixou cerca de 1,2 mil pessoas isoladas”, segundo a governadora da província de Cordillera, Vanessa Marimon. As autoridades recomendaram que escolas, centros comerciais e restaurantes que não contêm água potável fechem.

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