Destaques, Empregos e Estágios

Mentir no currículo coloca a vaga do seu futuro emprego em risco

A medida desesperada de conseguir um emprego pode parecer inicialmente inofensiva, mas mentir no currículo é muito sério. E pode acarretar diversos problemas ao longo do tempo, até mesmo envolvendo a Justiça. Mesmo não tendo uma Lei estabelecendo que mentir no currículo é crime, a descoberta de divergências de informações no documento pode prejudicar a imagem do profissional e ainda resultar em demissão por justa causa.

Há 6 anos, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que tinha como proposta tipificar como crime a falsificação de currículos. A justificativa utilizada é de que a falsificação de currículo poder ser enquadrada no artigo 298 do Código Penal, que prevê reclusão, de um a cinco anos, para quem falsificar documento particular.

Diante disso, decisões recentes da Justiça sobre mentiras no currículo têm dado parecer favorável a demissão do funcionário por justa causa quando são identificadas mentiras sobre conclusão do ensino médio, por exemplo.

Como fazer um currículo mesmo sem experiência profissional

Competir com profissionais mais experientes pode levar o candidato a inventar cargos, experiências ou até mesmo qualificações em seu currículo. Para evitar ter que enfrentar maiores problemas posteriormente, uma dica é criar um currículo de recém-formado para profissionais sem experiência que impressione os recrutadores e auxilie na busca pela vaga desejada.

Uma dica para aqueles que já possuem uma graduação é investir no maior número de especializações e cursos. Para isso, é possível contar com a ajuda do Educa Mais Brasil. Acesse o site (veja aqui) e confira todas as oportunidades, é possível conseguir descontos de até 70%.

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Destaques, Educação

Escolha profissional: veja o que precisa saber sobre o teste vocacional

Muitos estudantes quando chegam ao 3º ano não sabem exatamente qual carreira seguir. Além do fechamento de ciclo da vida escolar, este é um momento de grandes mudanças para dar o primeiro passo para um futuro profissional. Afinal ter uma carreira de sucesso é o desejo de todos. E quando você ainda não sabe o que fazer neste momento decisivo? Direito ou Administração? Enfermagem ou Medicina? Humanas ou Exatas?

O teste vocacional é a melhor alternativa. Profissionais especializados podem “ajudar”, mas nunca “decidir” por você, lembre-se disso. Em contrapartida, não é incomum algumas pessoas saírem do processo ainda sem resposta. Algumas vezes, até começam o curso sem a certeza da profissão desejada.

Os últimos dados, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), com base no Censo de Educação Superior, apontam que mais de 1.392.470 estudantes passaram por situações de instabilidades com a vida universitária, entre os anos de 2010 e 2015.

No Brasil, cerca de 56% dos estudantes que ingressaram em uma universidade acabaram desistindo no meio do caminho ou trocaram de curso no decorrer da graduação. No Nordeste, para os 376. 020 ingressantes, 198.454 universitários desistiram do curso alcançando a porcentagem de 52,8%. Ou seja, mais da metade dos ingressantes abandonam a faculdade antes de conquistar o diploma.

Os cursos com maior incidência de desistência são: Administração (182.591), Direito (128.728), Pedagogia (100.743), Ciências Contábeis (59.002), Enfermagem (43.429) e Serviço Social (34.498).

Como funcionam os testes vocacionais?

Psicólogos, coachs e orientadores são aptos para fazer os testes vocacionais, avaliações com o objetivo de trazer clareza para quem está em busca de qual curso escolher. O objetivo dos testes é analisar o conjunto de características específicas da personalidade para conseguir apontar áreas ou profissões mais adequadas.

Por que os testes vocacionais não são suficientes?

Quando você fizer o teste vocacional, talvez saia de lá com sua carreira quase escolhida mas, se isso não ocorrer, é normal. Os profissionais são aptos a te ajudar mas pode ser que algumas perguntas não consigam alcançar o seu perfil – incluindo sonhos, medos, valores, ambições e propósito.

Como saber minha vocação? E como aproveitar bem o teste vocacional?

A decisão da escolha do curso envolve muitos fatores: interesses, habilidades, talento, objetivo financeiro, entre outros. É possível, por exemplo, listar alguns pontos importantes da sua personalidade. Coloque tudo que te importa e te move no papel da forma que achar melhor. Assim, você pode visualizar o que deve ser levado em conta. Com isso, faz sentido listar áreas, cursos e profissões que se encaixem com o que você busca.

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Destaques, Notícias

Conheça dez carreiras com as melhores remunerações do Brasil

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo sobre as profissões que têm as melhores remunerações do país, considerando os dados coletados do Imposto de Renda de Pessoa Física de 2018, relativo ao ano-calendário de 2017. Entre as dez que lideram o ranking, sete estão ligadas ao funcionalismo público e integram a área jurídica. Consequentemente, apenas três – médicos, pilotos de aeronaves e atletas – estão ligadas ao setor privado.

O estudo considerou o total de rendimentos declarados pelo contribuinte, que incluiu não só o salário, como também outras fonte de renda. Entre os primeiros do ranking, estão os titulares de cartório, que recebem, em média, R$107,06 mil por mês e, na sequência, os membros do Ministério Público, com metade do rendimento dos primeiros colocados: R$53,2 mil. Em contrapartida, os profissionais da saúde têm rendimento médio de R$29,7 mil e os atletas têm renda média de R$24 mil.

Confira agora o restante do ranking:

As carreiras mais bem remuneradas do setor público

  • Titular de cartório: R$ 107,6 mil por mês
  • Membro do Ministério Público: R$ 53,2 mil por mês
  • Membro do Poder Judiciário: R$ 52,8 mil por mês
  • Diplomata R$: 35,3 mil por mês
  • Advogado do setor público: R$ 29,9 mil por mês
  • Servidor de carreira do Banco Central: R$ 27,5 mil por mês
  • Auditor fiscal R$: 27,1 mil por mês

As carreiras mais bem remuneradas do setor privado

  • Médico: R$ 29,7 mil por mês
  • Piloto: R$ 24,9 mil  por mês
  • Atleta: R$ 24 mil por mês
  • Ator e diretor de espetáculo: R$ 20,6 mil
  • Engenheiro: R$16,9 mil por mês
  • Agrônomo: R$15,8 mil por mês
  • Professor de ensino superior: R$15,5 mil por mês
  • Agente da Bolsa de Valores: R$ 15,1 mil por mês

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Destaques, Educação

Busca por cursos de licenciatura cresce no Brasil

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Fundação Carlos Chagas fizeram um levantamento sobre o exercício da docência, que resultou na publicação da obra “Professores do Brasil”. Segundo o material, houve crescimento na busca por cursos de graduação associados à educação. As matrículas em licenciaturas passaram de 659 mil alunos, em 2001, para 1,5 milhão em 2016. Desse total, 882.749 estudavam em cursos de ensino presencial e 641.580 em cursos a distância.

Outra informação coletada pelo levantamento: cerca de 61,2% dos estudantes dos cursos de licenciatura possuem renda de até três salários mínimos. Para a supervisora de ensino da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, Sandra Rabaça, a preparação desses profissionais ainda é considerada um desafio. “Tenho observado que a formação docente no ensino superior tem mostrado lacunas na formação do candidato à profissional da educação. Após formação, vão atuar na educação básica e, muitas vezes, chegam à sala de aula com muitas dificuldades e acabam fazendo parte de um grupo de professores despreparados para tal função”, constata Sandra.

Apesar dos desafios para a formação profissional, os números podem ser considerados animadores diante do cenário atual da educação brasileira, que inclui contingenciamento orçamentário com impactos significativos na área. “A importância do professor é vital para o nosso país, pois é ele que conduz, orienta, é o mediador do aluno em seu itinerário formativo. É ele que por meio de sua práxis, estabelece as relações de parceria com seu educando no processo de ensino e aprendizagem”, pontua Sandra.

Além supervisora de ensino da Secretaria, Sandra também é professora de Pedagogia na Faculdade Phorte. A especialista ressalta que a educação no Brasil deve ser prioritária como em qualquer nação do chamado 1º Mundo.

Magistério x Licenciatura x Pedagogia

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9.394, de 1996), todo docente no país deve ter diploma de ensino superior. Segundo o Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024 todos os professores da Educação Básica devem possuir educação superior obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que lecionam.

Muitas pessoas ficam confusas em relação às diferenças entre magistério, licenciatura ou pedagogia. Sandra Rabaça esclarece que, quando se ouve falar em magistério, nos dias atuais, significa a pessoa que exerce a profissão de professor. A habilitação licenciatura refere-se à formação em curso superior e pode ser dividida em: licenciatura plena, qualificação para lecionar na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio; licenciatura a distância, que tem a mesma validade da licenciatura plena, apenas é realizada via internet e o aluno não precisa estar presente em uma sala de aula física.

Pedagogia é um curso de licenciatura plena que prepara os profissionais para atuarem na Educação Básica como professores da Educação Infantil, do Ensino Fundamental – anos iniciais (1º ao 5º ano) – ou ainda exercerem cargos de: professor coordenador, Orientador educacional, diretor e supervisor de Ensino.

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Destaques, Educação

“Escola ELAS” promove melhorias na carreira e crescimento pessoal das mulheres

A desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não diminuiu. Permanece há, pelo menos, 27 anos. Este é o alerta feito por um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que também revelou diferença salarial no quesito gênero – o mercado de trabalho remunera cerca de 20% menos as mulheres quando comparadas com os profissionais do gênero masculino.

Diante dessa realidade, mulheres vem batalhando cada vez mais para combater essa desigualdade. E foi assim que Olívia Kamio, 36 anos, sentiu necessidade e coragem para mudar de carreira. Formada em Sistemas de Informação, com MBA em Gestão Empresarial e trabalhando com a Engenharia de Software, já não estava mais feliz, quando sentiu a necessidade de dar uma virada na vida profissional. “Precisava resgatar minha confiança para fazer essa mudança de carreira”.

A transformação real aconteceu na vida de Olívia quando a mesma conheceu a Escola ELAS. Focada no desenvolvimento pessoal de mulheres que desejam assumir posições de destaque nas empresas, em seus negócios ou na sociedade, a Escola Elas foca no desenvolvimento das potencialidades do universo feminino. “Fiquei apaixonada! A escola trouxe muitas mudanças internas e externas para minha vida. Consegui mudar de área e hoje atuo como profissional de Agile Coaching, que é um Coaching de métodos ágeis”, conta.

Para ajudar mulheres que desejam seguir uma carreira e alcançar os melhores cargos de liderança ou chefia, a Escola ELAS oferece cursos e consultorias focados no público feminino. Os cursos geralmente são ministrados na cidade de São Paulo, mas já houve turmas de workshop no Rio de Janeiro, Brasília e no estado de Minas Gerais.

“Percebemos que no mercado não existia nada neste nicho, pois é um treinamento direcionado para desenvolver a liderança. Nosso trabalho é só com as mulheres”, destaca a cofundadora do ELAS, Carine Roos, de 33 anos. Formada em Sociologia e Comunicação Social, ela já trabalha na área há uma década. “A escola existe há pouco mais de um ano mas é fruto de muito estudo”, acrescenta.

Atualmente, 30% do público das iniciativas da Escola ELAS são de outros estados.  Os cursos são presenciais. As inscrições podem ser feitas pelo site https://programaelas.com.br/. “Acreditamos no impacto social positivo, As mudanças são perceptíveis, acontecem de dentro para fora. As mulheres que participam ficam mais leves e aumentam seu poder de influência nos ambientes em que convivem. É um trabalho de cura e transformação”, define Carine.

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