Ciência

Vírus geneticamente modificado combate câncer de próstata

Peter Moon  |  Agência FAPESP – Pesquisadores do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) conseguiram manipular geneticamente um tipo de vírus que, uma vez injetado em camundongos com câncer de próstata, destruiu células tumorais.

O vírus também deixou as células tumorais ainda mais sensíveis ao tratamento com quimioterapia, chegando a eliminar os tumores completamente.

Os resultados foram obtidos pela equipe de Bryan Eric Strauss, diretor do Laboratório de Vetores Virais no Centro de Investigação Translacional em Oncologia (CTO) do Icesp, e publicados na revista Gene Therapy, do grupo Nature.

O trabalho contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), no âmbito do Projeto Temático “Terapia gênica do câncer: alinhamento estratégico para estudos translacionais”, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Sanofi-Aventis.

“No combate ao câncer de próstata, empregamos em camundongos uma combinação de terapia gênica e quimioterapia”, disse Strauss. “Escolhemos a via que consideramos com mais potencial de funcionar como supressor de tumores.”

Strauss se refere a um gene conhecido como p53, que controla aspectos importantes da morte celular e existe tanto em humanos como em roedores. Em laboratório, o gene foi inserido no código genético de um vírus (da família Adenovírus). O vírus modificado foi, por sua vez, injetado diretamente nos tumores em camundongos.

“Primeiramente, implantamos células de câncer de próstata humano e esperamos o tumor crescer. Quando isso ocorreu, injetamos o vírus diretamente na massa do tumor, procedimento repetido várias vezes. Em duas dessas ocasiões, aplicamos também a droga cabazitaxel, usada comumente em quimioterapia, por via sistêmica. Depois disso, observamos os camundongos para verificar se ocorreria ou não o desenvolvimento dos tumores”, disse Strauss.

O experimento fez uso de diversos grupos de camundongos, todos inoculados com células de tumor de próstata. Para verificar a efetividade da terapia gênica, um grupo de animais recebeu um vírus irrelevante – grupo de controle.

Um segundo grupo recebeu apenas vírus que codificavam o gene p53. Um terceiro grupo recebeu somente a droga cabazitaxel e, no último, correspondente a um quarto dos animais, foi injetada uma combinação da droga com o vírus.

Quando as células tumorais foram infectadas pelo vírus modificado, esse penetrou o núcleo da célula – que é onde os genes agem –, comandando a morte celular. O gene p53 foi especialmente eficaz em induzir morte em câncer de próstata.

“Os tratamentos individuais com p53 ou com cabazitaxel tiveram um efeito intermediário em termos de controlar o crescimento do tumor. Mas o resultado marcante foi a combinação, que inibiu o tumor totalmente”, disse Strauss.

Os experimentos comprovaram que o vírus modificado, ao infectar as células tumorais, induz a morte dessas células.

“A associação da droga com a terapia gênica resultou no controle total de crescimento do tumor. Ou seja, o que se viu foi um efeito aditivo ou até sinérgico. Também pode-se pensar que o vírus com o gene p53 deixou a célula tumoral mais sensível para a ação do quimioterápico”, disse Strauss.

O pesquisador ressalta que ainda não é possível simplesmente injetar o vírus na corrente sanguínea. “Para essa terapia surtir efeito, precisamos injetar o vírus diretamente nas células tumorais”, disse.

Ele lembra que os tumores podem ser controlados usando somente drogas de quimioterapia, mas que a dosagem necessária costuma ser elevada, resultando em efeitos colaterais. Um deles é a queda de glóbulos brancos na circulação. Essa queda é um dos limites para a aplicação desse tipo de quimioterapia, uma vez que prejudica o sistema imune do paciente.

“Em nosso estudo, aplicamos bem menos drogas usadas em quimioterapia. A dose foi subterapêutica, ou seja, não suficiente para controlar o tumor, mas fizemos isso para tentar evitar a leucopenia, que é a redução no número de glóbulos brancos”, disse Strauss.

O bioquímico e biólogo molecular californiano de 52 anos vive em São Paulo desde 1998, tendo já trabalhado três anos no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo e 10 anos no Instituto do Coração (InCor), antes de ingressar no Icesp, em 2011. “Foi durante esse tempo que todos os vetores virais que utilizamos foram desenvolvidos. Trata-se de uma tecnologia totalmente brasileira”, disse.

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(Foto: Universidade de Nova Gales do Sul)

Sistema imune

Destruir as células tumorais com p53 não garante que todas as células cancerosas serão eliminadas, incluindo as metástases. Para melhorar a abordagem, pesquisadores contam com a ativação da resposta imune.

Strauss conta que, se a combinação p53 mais cabazitaxel não for suficiente para ativar o sistema imune, pode ser considerado o uso de um segundo gene aliado ao tratamento com p53.

No caso, foi escolhido o interferon beta, chave para a boa função do sistema imune. Interferon é uma proteína produzida por leucócitos e fibroblastos para interferir na replicação de fungos, vírus, bactérias e células de tumores e estimular a atividade de defesa de outras células.

“Tanto o p53 como o interferon beta podem induzir morte nas células tumorais e a união dos dois faz que a morte das células alerte o sistema imune. É a morte imunogênica”, disse Strauss.

Trabalhos anteriores do grupo servem como base para a ideia. Quando a combinação de genes ARF (parceiro funcional de p53) e interferon beta foi inserida no núcleo da célula tumoral, o sistema imunológico dos roedores deixou de reconhecer as células tumorais como pertencentes ao organismo dos camundongos, passando a identificá-las como se fossem agentes externos que devem ser combatidos.

“Quando isso ocorre, o sistema imune dos camundongos passa a combater as células tumorais tanto no local do tratamento como em tumores distantes desse local”, disse Strauss.

“Nosso objetivo agora é melhorar essas abordagens. Estamos fazendo ensaios para determinar se merecem avançar para a fase de testes clínicos com pacientes humanos”, disse.

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

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Destaques, Saúde

Hormônio do sono pode ser um aliado no combate ao câncer de próstata

Novembro é mundialmente conhecido como o mês oficial de conscientização e prevenção do câncer de próstata, e a campanha Novembro Azul reforça a atenção para os riscos da doença e o incentivo para os exames de rotina. De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de próstata ocupa a segunda posição no ranking das doenças mais comuns entre os homens, atrás apenas do câncer de pele.

Além dos exames e cuidados recomendados, manter um sono regular também pode ajudar no combate deste tipo de câncer. A melatonina, conhecida como o hormônio regulador do sono, tem potencial de retardar o crescimento dos tumores. A substância age no controle da formação de novos vasos sanguíneos, a partir da vasculatura já existente do tumor, processo chamado de angiogênese.

Segundo Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex, a melatonina é produzida naturalmente em resposta à falta de iluminação, responsável por avisar o organismo que está na hora de dormir. “É fundamental que os indivíduos durmam sem a interferência da luz para não atrapalhar sua produção e prejudicar a saúde”, explica.

Durante a noite, as células precisam repousar completamente para não perder a eficiência e sofrer mutações, que podem ser as causas para o aparecimento de um câncer. “As poucas horas de sono também prejudicam o sistema imunológico e favorecem quadros inflamatórios, deixando o corpo mais vulnerável a tumores”, complementa Renata.

Um estudo feito pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, observou que níveis satisfatórios de melatonina reduziriam o risco de câncer de próstata. Foram avaliados 928 homens, nos que apresentaram altos índices do hormônio, a probabilidade de desenvolver a doença se mostrou 75% menor.

A especialista dá algumas dicas para um sono de qualidade e para que ocorra um reparo correto das funções do organismo. “É importante se atentar à postura, usar um travesseiro que ofereça conforto e sustentação para a cabeça e que alinhe a coluna, manter o ambiente arejado e o mais silencioso e escuro possível, alimentar-se de forma leve e saudável e evitar atividades estimulantes antes de dormir”, finaliza a consultora do sono da Duoflex.

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Destaques, Dicas de Saúde

4 sinais que podem indicar que você possui câncer de próstata

Assim como a grande maioria dos homens, você provavelmente não sabe por que tem esse órgão chamado “próstata” em seu corpo. Você pode não ter muita ideia de quais medidas pode tomar para cuidar disso. E certamente você veio aqui porque (como qualquer mortal) teme em apenas pensar sobre o fato de sofrer de câncer.

Para começar, você deve saber que a próstata é uma glândula localizada acima da bexiga que desempenha um papel importante na produção de sêmen (sim, o fluido que transporta o esperma).

E quanto ao câncer que afeta essa glândula? De acordo com o renomado urologista Roger Kirby, do Hospital King Edward VII na Inglaterra, esse tipo de câncer pode ser curado muito facilmente se for detectado no tempo certo. Por esta razão, todos os homens devem estar atentos para detectar qualquer um dos principais sintomas listados abaixo …

Você urina muito mais do que antes

KASPARS GRINVALDS VIA SHUTTERSTOCK

Se você perceber que ultimamente vem precisando visitar o banheiro com muito mais frequência, é provável que sua próstata esteja falhando. Se além disso, você tem dificuldade em liberar a urina, é hora de fazer um exame urgente com um especialista. O câncer de próstata frequentemente pressiona a uretra e desencadeia esses sinais.

Se você quer ficar longe desta condição, você pode consumir tomates , pois sua pele contém licopeno, uma substância ideal para evitar esse problema. Estima-se que pode reduzir o risco em até 20%.

Dor nas costas e no quadril

MOOSHNY VIA SHUTTERSTOCK

Às vezes, a dor muscular não é devido à idade, mas sim à expansão das células cancerosas da próstata até os ossos. Isso causa dor intensa nas costas e no quadril.

Portanto, se você está muito dolorido e não foi à academia durante o ano, é melhor consultar um especialista para encontrar a explicação e tirar suas dúvidas.

Inchaço nas pernas

Foto: komposita/Pixabay

Se suas pernas estão pesando e suas calças estão causando a sensação de mais apertadas do que o normal, pode não ser porque você ganhou músculo ou massa gorda. O câncer de próstata pode causar a linfa (um fluido transparente que atravessa os vasos linfáticos) e causar inchaço e dor nas pernas .

Para lutar contra células cancerosas, é aconselhável consumir omega-3, que você pode encontrar em alimentos como peixe e nozes.

Dor e queimadura

Foto: Derneuemann/Pixabay

Muitos homens sofrem de dor severa no auge da próstata e, em vez de tomar as precauções necessárias, esperam que ela alivie por si só. Mas eles não devem: Dr. Kirby afirma que isso pode ser uma dor neuropática, que ocorre quando o câncer ataca os nervos e os ossos do corpo.

Um fator que pode desencadear câncer de próstata é o estresse, um vício muito comum em nossa sociedade, cuja verdadeira nocividade é percebida por poucos.

Nossa recomendação? Preste atenção a estes sinais e cuide da próstata: ninguém pode fazê-lo melhor do que você.

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Saúde

Novembro Azul: O que devo saber sobre o câncer de próstata?

“Antes de falar sobre o câncer de próstata, é importante salientar, de início, que a doença e as eventuais complicações são todas tratáveis. Em primeiro lugar está a vida”. É assim que o Dr. Celso Heitor de Freitas Júnior, urologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, inicia a conversa com o intuito de tranquilizar os homens sobre o assunto que ainda é tratado como um grande tabu.

O câncer de próstata é o tumor maligno mais frequente em homens e, apesar da incidência ter aumentado nas últimas décadas, a boa notícia é que a mortalidade tem diminuído graças à detecção precoce.

O que preocupa é que 51% dos homens nunca consultaram um urologista, segundo estudo realizado este ano pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), diante de uma estimativa de 69 mil novos casos de câncer de próstata ao ano, sendo 7,8 novos casos por hora.

A seguir o Dr. Celso Heitor de Freitas Júnior destaca os principais pontos sobre a doença.

Prevenção

Não há uma causa constatada para o desenvolvimento do câncer de próstata, mas como toda doença o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento.

Quando devo me preocupar?

A partir dos 50 anos todo homem deve procurar um urologista pelo menos uma vez ao ano para realização de exames preventivos que diminuem em até 21% a mortalidade. Grupos de risco com maior incidência da doença como homens da raça negra ou com casos na família (em pai, irmãos ou avôs) devem realizar os exames a partir dos 40 anos.

Fatores de risco

– Idade (a maioria dos casos ocorre acima dos 65 anos).

– Histórico familiar.

– Raça (existe maior incidência de casos em negros).

– Alimentação inadequada, à base de gordura animal e deficiente em frutas, verduras, legumes e grãos.

– Sedentarismo.

– Obesidade.

Nas fases iniciais, o câncer de próstata não apresenta sintomas

Geralmente, quando os sintomas começam, em 90% dos casos o câncer já se espalhou. Os principais sintomas urinários são a diminuição do jato urinário, gotejamento após urinar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e retenção urinária. Há também os sintomas irritativos como aumento da frequência urinária, urgência ou incontinência urinária, e aumento da frequência urinária durante a noite.

Exames preventivos: PSA e exame retal

Um não exclui o outro. O antígeno prostático específico (PSA) é um simples exame de sangue que visa identificar a presença de uma substância produzida nas células da glândula prostática. Os homens saudáveis têm níveis menores de 4 ng/ml de sangue. Quando há elevação dos valores do PSA o exame revela o risco que cada homem possui de ter ou desenvolver o câncer de próstata.

“É importante ressaltar que nem sempre um PSA alterado quer dizer um câncer de próstata. Uma infecção urinária, hiperplasia prostática benigna e até ter relação sexual na véspera da coleta pode alterar o resultado do exame”, diz Dr. Celso Heitor.

Como a próstata está localizada na frente do reto e a maioria dos cânceres de próstata começa na parte posterior da glândula, o exame de toque retal ajuda a diagnosticar a existência de um tumor e não dura mais do que 10 ou 15 segundos.

Um tumor foi identificado. E agora?

Se um tumor é localizado o urologista vai definir o melhor tratamento dependendo de uma série de quesitos. O caso pode ser cirúrgico, tratado por meio de radioterapia ou feita a vigilância ativa do câncer de próstata.

O que é o tratamento de vigilância ativa do câncer de próstata?

Atualmente, a análise detalhada do resultado da biópsia de próstata, associada a estudos de imagem específicos possibilitam individualizar o tratamento da doença. Caso seja classificado como um tumor indolente (muito baixo risco), o tratamento indicado pode ser o de vigilância ativa, um método baseado na observação da evolução do quadro sem intervenções terapêuticas. Porém, o paciente precisa se enquadrar em uma série de requisitos.

No caso de uma cirurgia, posso ficar impotente?

“O medo é a disfunção erétil? Tem tratamento. O medo é a impotência sexual? Tem tratamento. Apesar do risco de complicações decorrentes da cirurgia de retirada da próstata, recomendável em alguns casos, todas são tratáveis”, esclarece o Dr. Celso Heitor. Os principais efeitos colaterais da prostatectomia são a incontinência urinária e a impotência.

Hábitos alimentares

Existem suspeitas, ainda não confirmadas, da associação de dietas ricas em gordura animal e obesidade com cânceres de próstata mais agressivos. Mas os hábitos alimentares e o alto índice de massa corporal (IMC) também estão associados a outros tipos de doenças e cânceres.

O consumo de alguns vegetais crucíferos está associado à redução do risco de câncer por conta dos seus altos índices de glicosinolatos. Exemplos desse tipo de alimento são: repolho, brócolis, couve, couve-flor, couve de bruxelas, nabo, agrião, rabanete, repolho e mostarda. Peixes, como atum e salmão, também estão associados à prevenção do câncer e recomenda-se o consumo duas vezes por semana.

Além de adotar uma alimentação saudável, faz parte da prevenção a pratica regular de atividades físicas, não fumar, evitar bebidas alcoólicas, além das consultas e exames de rotina.

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Dicas de Saúde

Próstata: 5 informações que todo homem com mais de 45 anos deve saber

Com o decorrer do tempo, o homem deve ficar atento com a sua saúde. O que pouca gente sabe é que – por volta dos 45 anos – a próstata aumenta de tamanho naturalmente, sem necessariamente se tornar um tumor maligno. Conhecido como hiperplasia benigna da próstata (HBP), a condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia, e não está relacionado ao câncer de próstata.

Segundo o urologista Anuar Mitre, Membro do Núcleo Avançado de Urologia do Hospital Sírio-Libanês, diferente do câncer, a HBP está relacionada ao inchaço da glândula que obstrui parcial ou totalmente a uretra, manifestando alguns sintomas que merecem atenção e muitas vezes passam despercebidos na rotina dos homens, como jato urinário fraco, gotejamento e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

Para auxiliar no cuidado com a saúde masculina, o especialista listou 5 curiosidades sobre a próstata que todo homem com mais de 45 anos deve saber:

1-) A chance do homem apresentar hiperplasia benigna dobra a cada década

A HBP é a doença mais comum da próstata e prejudica a qualidade de vida do homem, afetando sua rotina e vida sexual. A partir dos 50 anos, a condição torna-se bastante comum.

2-) Alguns fatores favorecem o crescimento da próstata

Fatores genéticos, diabetes, obesidade e tabagismo estão entre os fatores de risco. Ter uma vida saudável, com alimentação equilibrada, podem ajudar a diminuir as chances de apresentar a condição.

3-) A HBP não evolui para o câncer de próstata

De acordo com o especialista, o crescimento da próstata não evolui para o câncer de próstata. Porém, é preciso ficar atento aos sintomas para começar o tratamento.

A doença começa silenciosa, aumentando aos poucos a frequência de urinar. Com o tempo, pode causar dor e a sensação de que a bexiga nunca se esvazia.

4-) Já existe no Brasil procedimento minimamente invasivo para tratar a doença

Casos mais leves são tratados com medicamento, porém, mais de 30% dos pacientes precisam de cirurgia para reduzir o tamanho da glândula.

O tratamento mais avançado no Brasil atualmente é a cirurgia a laser, não invasiva, sem limite para o volume de próstata. A tecnologia conhecida como GreenLight é mais rápida, evita sangramentos e não oferece risco para pacientes cardíacos. Além disso, o tratamento de vaporização da próstata por meio do laser reduz o tempo de internação e recuperação – o paciente só precisar ficar internado por cerca de 24 horas.

5-) Após os 40 anos já é indicado avaliação de rotina

Apesar do alerta para a realização do exame de prevenção, quase 50% dos brasileiros nunca foram ao urologista. Para prevenir o surgimento dos sintomas, após os 40 anos de idade, já é indicado ir ao médico regularmente. Além do histórico do paciente, devem ser realizados exame físico geral, urológico completo e exames laboratoriais.

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