Destaques, Futebol

Com Neymar, Tite convoca Brasil para amistosos nos EUA

(ANSA) – Com a presença do atacante Neymar, do Paris Saint-Germain (PSG), o técnico Tite anunciou nesta sexta-feira (16) os 23 jogadores que defenderão a seleção brasileira nos amistosos contra a Colômbia e o Peru, nos dias 6 e 10 de setembro, nos Estados Unidos.

Com Gabriel Jesus suspenso e Alisson lesionado, a lista de Tite conta com algumas novidades. Uma delas é o goleiro Ivan, da Ponte Preta, que irá defender pela primeira vez na carreira a seleção principal. O mesmo vale para o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, e o zagueiro Samir, da Udinese.

Uma das grandes dúvidas da lista era se Neymar estaria presente. Recuperado de uma lesão no pé direito, o jogador não entra em campo para uma partida oficial desde o dia 6 de junho, no amistoso da seleção contra o Catar. No entanto, o camisa 10 do PSG foi lembrado pelo técnico brasileiro.

Além de Samir, que defende a Udinese desde 2016, Tite lembrou de outros três atletas que atuam no futebol italiano, são eles: Alex Sandro, da Juventus, Alan, do Napoli, e Lucas Paquetá, do Milan.

Os 23 convocados deverão se apresentar no dia 1º de setembro, nos Estados Unidos. O Brasil pegará a Colômbia em Miami e o Peru em Los Angeles.

Confira a lista

Goleiros – Ederson (Manchester City), Ivan (Ponte Preta) e Weverton (Palmeiras).

Defensores – Alex Sandro (Juventus), Daniel Alves (São Paulo), Éder Militão (Real Madrid), Fagner (Corinthians), Jorge (Santos), Marquinhos (Paris Saint-Germain), Thiago Silva (Paris Saint-Germain) e Samir (Udinese).

Meio-campistas – Alan (Napoli), Arthur (Barcelona), Casemiro (Real Madrid), Fabinho (Liverpool), Lucas Paquetá (Milan) e Philippe Coutinho (Barcelona).

Atacantes – Bruno Henrique (Flamengo), David Neres (Ajax), Roberto Firmino (Liverpool), Neymar (Paris Saint-Germain), Richarlison (Everton) e Vinicius Junior (Real Madrid).

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Mundo

Trump elogia Bolsonaro e diz querer acordo com Brasil

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou nesta terça-feira (30) que está aberto para firmar um acordo de livre comércio com o Brasil.

Aos repórteres na Casa Branca, em Washington, o magnata republicano afirmou que tem um bom relacionamento com o país sul-americano e com o presidente Jair Bolsonaro. Além disso, Trump destacou que o chefe de Estado brasileiro é um “grande cavalheiro”.

“Tenho um ótimo relacionamento com o Brasil. Tenho um relacionamento fantástico com o presidente. Ele é um grande cavalheiro. Acho que ele está fazendo um ótimo trabalho. Vamos trabalhar em um acordo de livre comércio com o Brasil. O Brasil é um grande parceiro comercial”, disse o norte-americano.

Bolsonaro e Trump se encontraram no final de junho em Osaka, no Japão. Na ocasião, o republicano elogiou o mandatário brasileiro e afirmou que ele é um “homem especial”.

Nesta quarta-feira (31), o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, deverá se encontrar em Brasília com Bolsonaro e os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, para reforçar o relacionamento entre os dois países.

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Destaques, RN

Governo recebe missão russa para discutir negócios e parcerias com o RN

O Governo do Estado recebeu, nesta sexta-feira (26), o presidente do Conselho Municipal de Kupchino (distrito de São Petesburgo, Rússia), Mikhail Cherepanov, para discutir potenciais investimentos estrangeiros no Rio Grande do Norte e articular a participação de uma delegação potiguar no 1º Fórum Internacional dos Municípios dos Países do BRICS – que é um agrupamento econômico e político que envolve Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O RN foi um dos três estados brasileiros visitados pela missão russa, ao lado da Paraíba e de São Paulo, para tratar das parcerias e receber o convite para o Fórum Internacional, que será realizado entre 19 e 23 de setembro em São Petesburgo. O evento é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, que destacou Cherepanov para articular a participação dos representantes das cidades dos cinco países do bloco econômico.

Para a governadora Fátima Bezerra, a possibilidade de parcerias e investimentos no Fórum é importante para o projeto de crescimento do estado. “Esse evento representa um fortalecimento dos BRICS. No que estiver ao alcance do Governo não mediremos esforços para contribuir e formar parcerias”, destacou.

O evento, segundo o plano apresentado por Mikhail Cherepanov, é voltado para a criação de uma plataforma que integre os projetos dos municípios e empreendedores russos e de outros países europeus. “A proposta do Fórum é ampliar a força e a influência dos BRICS no mundo. A ideia é que, em três anos, contemos com 12 mil participantes, entre municípios, representantes regionais e empresários. Ficaremos muito felizes se a governadora e representantes do estado possam participar”, pontuou o político russo.

O foco do evento é mediar projetos de médio porte em setores como construção civil, turismo e energia. A Federação dos Municípios do RN (Femurn), que esteve representada pelos prefeitos Túlio Lemos (Macau) e Berg Lisboa (Goianinha), destacaram os potenciais turísticos do litoral e do interior potiguar, o que foi bem acolhido pela missão russa. Um portfólio de potenciais investimentos será formulado em conjunto e deverá ser enviado antes da realização do Fórum, para facilitar a mediação e encaminhar reuniões com os empreendedores russos. “Essa filosofia de articular projetos de médio porte casa diretamente com a nossa política de interiorização do turismo”, completou a governadora Fátima Bezerra.

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Brasil

‘Passar fome no Brasil é uma grande mentira’, diz Bolsonaro

(ANSA) – O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que não há fome no Brasil. Em um café da manhã com jornalistas da imprensa internacional, em Brasília, o mandatário comentou que “não se vê gente” com “físico esquelético” pelas ruas.

“O Brasil é um país rico para praticamente qualquer plantio. Fora que passar fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não come bem, aí eu concordo. Agora, passar fome, não. Você não vê gente, mesmo pobre, pelas ruas, com físico esquelético como a gente vê em outros países pelo mundo”, afirmou o presidente, ao ser questionado por uma jornalista do “El Pais” sobre os planos do governo federal para combater o aumento da pobreza e da fome no Brasil.

Bolsonaro também criticou que governo anteriores tenham atrelado a distribuição de riquezas pelo Brasil à concessão de bolsas e auxílios financeiros. “Criaram um país das bolsas”, ironizou.

Ele ainda defendeu que apenas o “conhecimento” pode tirar alguém da miséria e lamentou que exista um “discurso populista” sobre o problema da fome. “Falar que se passa fome no Brasil é discurso populista, tentando ganhar simpatia popular, nada além disso”, afirmou. “O que nós temos que fazer, nós, poder Executivo e Legislativo, em grande parte um depende do outro, é facilitar a vida do empreendedor, de quem quer produzir”.

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Destaques, Política

‘Pretendo beneficiar filho meu, sim’, diz Bolsonaro

(ANSA) – O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a indicação de um de seus filhos, Eduardo Bolsonaro, ao cargo de embaixador nos Estados Unidos e disse que pretendia “beneficiar o filho, sim”. “Pretendo beneficiar filho meu, sim. Se eu puder dar um filé mignon para o meu filho, eu dou, mas não tem nada a ver com o filé mignon essa história aí. É aprofundar o relacionamento com a maior potência do mundo”, alegou o mandatário, em sua tradicional transmissão ao vivo via Facebook, a qual faz toda quinta-feira à tarde.

Bolsonaro já anunciou que está decidido a endossar a indicação de Eduardo. A decisão, porém, tem dividido opiniões, pois o filho do presidente não tem formação na área nem experiência como diplomata. Além disso, a oposição aponta para um caso de nepotismo. “Você tem de ver o seguinte: é legal? É. Tem algum impedimento? Não tem impedimento. Atende ao interesse público, qual o grande papel do embaixador? Não é o bom relacionamento com o chefe de Estado daquele outro país? Atende isso? Atende. É simples o negócio”, disse Bolsonaro, ontem, ao deixar o Palácio da Alvorada.

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Para virar embaixador, Eduardo Bolsonaro precisaria ainda ser aprovado pelo Senado. Na Casa, os senadores se dividem quanto à ideia. Já nos Estados Unidos, o filho do presidente Donald Trump, Eric, negou que possa virar embaixador no Brasil, como um gesto de amizade entre os dois países e como o gabinete de Bolsonaro chegou a cogitar. “Eric dirige as Organizações Trump e está comprometido com o negócio. O Brasil é um país incrível, mas isso [ser embaixador] não passa de um rumor”, esclareceu a porta-voz de Eric, Kimberly Benza, consultada pelo jornal “O Globo”.

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