Destaques, Política

Suspeito de agredir Bolsonaro é ativista comunista

(ANSA) – A Polícia Militar de Minas Gerais identificou o autor do ataque contra Jair Bolsonaro como Adélio Bispo de Oliveira, natural da cidade mineira de Montes Claros.

Em seu perfil no Facebook, o agressor postou diversas mensagens críticas ao candidato do PSL. Além disso, Oliveira participou de atos contra o presidente Michel Temer e pela libertação de Luiz Inácio Lula da Silva, além de ter divulgado imagens da bandeira do Brasil com o símbolo do comunismo.

Políticos repudiam ataque

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, condenou o ataque contra seu rival Jair Bolsonaro. “Repudio a violência como linguagem política, solidarizo-me com meu opositor e exijo que as autoridades identifiquem e punam o ou os responsáveis por esta barbárie”, disse no Twitter.

O presidenciável João Amoêdo, do Partido Novo, disse que é “lamentável” e “inaceitável” o ataque contra Jair Bolsonaro. “Independentemente de divergências políticas, não é possível aceitar nenhum ato de violência. Que o agressor sofra as devidas punições. Meus votos de melhoras para o candidato”, escreveu o postulante no Twitter.

O candidato a vice do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, condenou o ataque contra seu rival Jair Bolsonaro e classificou a agressão como “lamentável”. “Nós, democratas, precisamos garantir um processo pacífico. Que horror isso”, disse.

O candidato do PSOL à presidência da República, Guilherme Boulos, repudiou o atentado contra Jair Bolsonaro e afirmou que “a violência não se justifica” e “não pode tomar o lugar do debate político”. “Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato”, escreveu no Twitter.

A candidata à Presidência Marina Silva (Rede) afirmou que a “violência contra o candidato Jair Bolsonaro é inadmissível e configura um duplo atentado: contra sua integridade física e contra a democracia”.

“Neste momento difícil que atravessa o nosso país, é preciso zelar com rigor pela defesa da vida humana e pela defesa da vida democrática e institucional. Este atentado deve ser investigado e punido com todo rigor”, escreveu no Twitter.

Já Alvaro Dias (Podemos) afirmou que repudia “qualquer ato de violência”. “Por isso a violência nunca deve ser estimulada”, declarou.

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, defendeu que a “política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio”, após seu rival Jair Bolsonaro ser esfaqueado durante comício nesta quinta-feira (6). “Qualquer ato de violência é deplorável. Esperamos que a investigação sobre o ataque ao deputado Jair Bolsonaro seja rápida, e a punição, exemplar”, disse.

O candidato à Presidência pelo MDB, Henrique Meirelles, usou o Twitter para desejar “pronta recuperação” a Jair Bolsonaro. “Lamento todo e qualquer tipo de violência. O Brasil precisa encontrar o equilíbrio e o caminho da paz. Temos que ter serenidade para apaziguar a divisão entre os brasileiros”, disse.

O presidente Michel Temer definiu a agressão contra o candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, como “intolerável” e pediu conscientização para a população combater a intolerância. “Isto revela algo que nós devemos nos conscientizar porque é intolerável exatamente a intolerância que tem havido na sociedade brasileira”, disse.

Segundo o mandatário, “é intolerável que as pessoas falseiem dados durante campanha eleitoral. É intolerável que, nós vivemos num estado democrático de direito que não haja possibilidade de uma campanha tranquila. De uma campanha em que as pessoas vão e apresentem os seus projetos, porque ninguém vota em candidato.

Esse é o grande equívoco, votar em candidato é coisa de cultura atrasada, você tem que votar em projetos. E para votar em projetos, o candidato precisa circular pelo país”, acrescenta. “Relato este fato apenas para não deixar passar em branco este episódio triste, convenhamos, lamentável para a nossa democracia, mas que ele sirva de exemplo, e se Deus quiser o candidato Bolsonaro passará bem, temos certeza que não haverá nada mais grave, esperamos que não haja nada mais grave”, finalizou Temer.

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Destaques, Política

Jair Bolsonaro é esfaqueado durante ato em MG

(ANSA) – O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) foi ferido com uma faca nesta quinta-feira (6) durante um comício em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A informação foi confirmada por um dos filhos do político, o deputado estadual Flávio Bolsonaro, em sua conta no Twitter.

“Jair Bolsonaro sofreu um atentado agora em Juiz de Fora, uma estocada com faca na região do abdômen. Graças a Deus, foi apenas superficial e ele pesa bem. Peço que intensifiquem as orações por nós!”, escreveu.

Em imagens publicadas nas redes sociais, Bolsonaro foi filmado sendo carregado por outros homens. Em seguida, ele é atacado e faz uma expressão de dor. Segundo a assessoria de imprensa da Santa Casa de Juiz de Fora, o candidato foi hospitalizado, mas ainda não há informações sobre o seu estado de saúde.

 

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Destaques, RN

Potiguares estão divididos entre Bolsonaro e Haddad, diz pesquisa Consult/98FM

Após divulgar as intenções de voto para os cargos de Senador e Governador do Rio Grande do Norte, a Consult revelou como anda a escolha do potiguares quando se fala em Presidente da República.

Num cenário sem o ex-presidente Lula – preso em Curitiba, Jair Bolsonaro lidera com 16,29% das intenções de voto, seguido de perto por Fernando Haddad, com 14,88%. Em terceiro lugar aparece Ciro Gomes com 7,29%; em quarto, Marina Silva com 4,41% e em quinto, Geraldo Alckmin com 2,47%.

A pesquisa Consult/98 FM foi elaborada entre os dias 22 e 25 de agosto em todas as regiões do Estado e ouviu 1.700 pessoas. Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro de 2,3%, com confiabilidade de 95%.

Potiguares estão divididos entre Bolsonaro e Haddad diz pesquisa Consult 98FM

Eleições 2018: conheça os principais candidatos à Presidência

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Álvaro Dias

Podemos/Direitos reservados

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

ciro gomes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Geraldo Alckmin

José Cruz/Agência Brasil

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Henrique Meirelles

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

Jair Bolsonaro

Fernando Frazão/Agência Brasil

Fernando Haddad (PT)

Haddad é um acadêmico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi prefeito da cidade de São Paulo entre 2013 e 2016.

Professor de Ciência Política da Universidade de São Paulo, instituição onde graduou-se em direito, fez mestrado em Economia e doutorou-se em Filosofia. Foi ministro da Educação entre julho de 2005 e janeiro de 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Trabalhou como analista de investimento no Unibanco e, de 2001 até 2003, foi Subsecretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo na administração de Marta Suplicy. Integrou, ainda, o Ministério do Planejamento do Governo Lula durante a gestão de Guido Mantega (2003–2004), oportunidade na qual elaborou o projeto de lei que instituiu as Parcerias Público-Privadas (PPPs) no Brasil. Em 2012, foi eleito prefeito do município de São Paulo, vencendo no segundo turno o candidato tucano, José Serra.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

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Destaques, Política

Alckmin com 5 minutos e Bolsonaro com 8 segundos; confira o tempo de propaganda dos presidenciáveis

Em audiência pública com a participação de representantes de partidos e órgãos envolvidos no processo eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta quinta-feira (23) o tempo que caberá a cada candidato à Presidência da República nas campanhas de TV e rádio, que se iniciam no dia 1º de setembro e segue até 4 de outubro – três dias antes do primeiro turno de votação.

Durante a audiência, também foi sorteada a ordem de aparição de cada candidato nos dois blocos previstos para serem veiculados pelas emissoras diariamente. A ordem será rotativa. De acordo com resolução que regulamenta a propaganda eleitoral, aquele que abre o bloco no primeiro dia será o último no segundo, assim por diante.

No rádio, serão veiculados dois blocos de 12 minutos e meio às 7h e ao meio-dia, sempre aos sábados, às terças e às quintas-feiras. Na TV, os horários serão às 13h e às 20h30, nos mesmos dias da semana e com a mesma duração.

A divisão do tempo de TV e rádio é feita de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara dos partidos que compõem a coligação de cada candidato. O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, por exemplo, ficou com cerca de metade do horário eleitoral (cinco minutos e 32 segundos em cada bloco diário), por integrar uma união de nove partidos.

Pelos mesmos motivos, oito das 13 candidaturas têm menos de 30 segundos no horário eleitoral, como é o caso de Guilherme Boulos, candidato da coligação PSOL e PCB. Ele tem apenas sete segundos em cada bloco diário. A candidata Vera Lúcia, candidata do PSTU, tem apenas cinco segundos.

Inserções na TV

Foto: Gadini / Pixabay

O TSE também apresentou o número de inserções diárias de 30 segundos autorizadas a cada candidato. São peças de propaganda a serem veiculadas ao longo da programação por todas as emissoras de rádio e TV do país. A quantidade de inserções para cada candidato obedece ao mesmo critério de divisão do horário eleitoral.

Ao final da audiência, foram sorteadas seis inserções diárias que sobraram após a divisão do tempo entre as coligações. Outros nove segundos em cada bloco do horário eleitoral, que também sobraram após a divisão, serão usufruídos sempre pelo último candidato a veicular sua propaganda.

A divisão do tempo de TV e das inserções ainda pode ser alvo de questionamentos pelos candidatos, partidos e coligações, e só passa a vigorar em definitivo quando for aprovado o Plano de Mídia da Eleições 2018 pelo plenário do TSE. A votação está marcada para a próxima terça-feira (28).

Veja a ordem de aparição dos candidatos no primeiro dia de veiculação do horário eleitoral, o tempo em cada bloco e o total de inserções ao longo dos 35 dias de campanha em rádio e TV:

1- Marina Silva, coligação Unidos para Transformar o Brasil (Rede e PV): 21 segundos no horário eleitoral e 29 inserções;

2- Cabo Daciolo (Patriota): oito segundos no horário eleitoral e 11 inserções;

3- Eymael (Democracia Cristã): oito segundos no horário eleitoral e 12 inserções;

4- Henrique Meirelles, coligação Essa é a Solução (MDB e PHS): um minuto e 55 segundos no horário eleitoral e 151 inserções;

5- Ciro Gomes, coligação Brasil Soberano (PDT e Avante): 38 segundos no horário eleitoral e 51 inserções;

6- Guilherme Boulos, coligação Vamos sem Medo de Mudar o Brasil (PSOL e PCB): 13 segundos e 17 inserções;

7- Geraldo Alckmin, coligação Para Unir o Brasil (PRB, PP, PTB, PR, PPS, DEM, PSDB, PSD e Solidariedade): cinco minutos e 32 segundos no horário eleitoral e 434 inserções;

8- Vera Lúcia (PSTU): Cinco segundos no horário eleitoral e sete inserções;

9- Lula, coligação O Povo Feliz De Novo (PT, PCdoB e Pros): dois minutos e 23 segundos no horário eleitoral e 189 inserções;

10- João Amoêdo (Partido Novo): Cinco segundos e oito inserções diárias;

11- Álvaro Dias, coligação Mudança de Verdade (Pode, PSC, PTC e PRP): 40 segundos no horário eleitoral e 53 inserções;

12- Jair Bolsonaro, coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos (PSL e PRTB): oito segundos no horário eleitoral e 11 inserções e

13- João Goulart Filho (PPL): cinco segundos no horário eleitoral e sete inserções.

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Destaques, Política

Pesquisa ‘Datafolha’ revela que Bolsonaro só aparece em 1º sem Lula na disputa

Divulgada nesta quarta-feira (22), a pesquisa Datafolha trouxe os mais novos números de intenções de voto para Presidência da República. Os resultados consideram dois cenários políticos com nomes distintos do PT. Em uma situação, o candidato é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, e na outra é o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

É a primeira pesquisa Datafolha após o registro das candidaturas ao Palácio do Planalto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram ouvidos 8.433 eleitores em 313 municípios, de 20 e 21 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Cenário 1

Com Lula como candidato do PT, ele aparece com 39% das intenções de voto, Jair Bolsonaro (PSL) com 19%, Marina Silva (Rede) tem 8%, Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 6%, Ciro Gomes (PDT) tem 5%, Alvaro Dias (Podemos): 3% e João Amoêdo (Novo), 2%.

Os candidatos Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota) e Vera (PSTU) aparecem com 1% das intenções de voto. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) obtiveram 0%.

Os entrevistados que declararam que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes foram 11%. Outros 3% disseram não saber em quem votar.

Cenário 2

Condenado a 12 anos e um mês e cumprindo pena em Curitiba, Lula tem a candidatura questionada. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidirá se o registro do petista deve ser mantido.

Em caso de impugnação da candidatura, o nome considerado pelo PT é o de Haddad. A pesquisa Datafolha considerou este cenário. Com o ex-prefeito como candidato, Jair Bolsonaro (PSL) tem 22% das intenções de voto, Marina Silva (Rede), 16%, Ciro Gomes (PDT), 10% , Geraldo Alckmin (PSDB), 9%, Alvaro Dias (Podemos), 4% e Haddad, 4%.

Os candidatos João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) aparecem com 2%, Vera (PSTU), Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e João Goulart Filho (PPL) com 1%, enquanto Eymael (DC) obteve 0%.

Os eleitores que declararam voltar em branco, nulo ou nenhum dos nomes são 22%, enquanto não sabem 6%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR- 04023/2018.

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