Destaques, Política

Presidente do PSL vota contra o governo na Câmara

O presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), foi um dos 2 deputados do partido que votaram contra o governo durante sua 1ª derrota na Câmara nesta terça-feira (19). O outro foi o Coronel Tadeu (SP).

Os deputados aprovaram projeto que suspendeu decreto do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, que alterava as regras da LAI (Lei de Acesso à Informação).

O PSL é o partido do presidente Jair Bolsonaro, que na próxima quarta-feira (20) deve entregar a proposta de reforma da Previdência ao Congresso.

A preocupação do governo é em relação a sua articulação com deputados e senadores, isso porque a reforma da Previdência depende de uma emenda à Constituição, o que significa o apoio de ao menos 308 deputados para aprová-la. Nas votações desta terça, o partido não conseguiu reunir sequer 60 votos.

Bivar esteve no centro do escândalo de candidatas laranjas do Partido Social Liberal nas eleições de 2018. O caso foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo. O caso foi em Pernambuco, Estado onde Bivar comanda o partido.

Entretanto, a responsabilidade pelo escândalo foi atribuída ao agora ex-ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral), que foi demitido ontem (18).

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Bolsonaro anuncia exoneração de Bebianno após crise política

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu nesta segunda-feira (18) exonerar o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria Geral da Presidência, após a crise enfrentada pelo governo menos de dois meses depois da posse. A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa pelo porta-voz da Presidência, Otavio do Rêgo Barros. Questionado pela demora na divulgação da demissão, que se arrastou por mais de uma semana, o porta-voz afirmou que “a decisão é de foro íntimo do presidente”.

“O excelentíssimo senhor presidente da República decidiu exonerar nesta data do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República o senhor Gustavo Bebianno Rocha. O senhor presidente da República agradece a sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada.”

O porta-voz da presidência afirmou ainda que, no lugar de Bebianno, assumirá o general da reserva Floriano Peixoto Neto. O militar será o oitavo a assumir um ministério no governo de Jair Bolsonaro.

Ex-presidente do PSL, Gustavo Bebianno foi alvo de denúncias do jornal Folha de S. Paulo. O veículo apontou supostas irregularidades em sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL. O partido é suspeito de liberar verbas para candidaturas laranjas.

Para acalmar os ânimos, diante da repercussão negativa causada pela denúncia, Bebianno afirmou ao jornal ‘O Globo’ que conversou três vezes com o presidente Jair Bolsonaro em uma tentativa de desfazer a impressão de que vem sofrendo desgastes dentro do governo. O filho de Bolsonaro, Carlos, conhecido como Pitbull, fez jus ao nome e resolveu divulgar um áudio nas redes sociais em que o presidente desmente o Secretário-Geral da Presidência. Carlos e Bebianno são desafetos declarados.

A partir daí, a confusão não parou de crescer. Bebianno, que inicialmente soltou nota avisando que não se demitiria, fez declarações colocando em dúvida a biografia de Bolsonaro.

Diante do cenário praticamente irreversível, o ex-presidente do PSL encerrou sua participação no governo e teve sua exoneração confirmada.

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Bebianno continua no governo e crise política se arrasta

(ANSA) – O ministro Gustavo Bebiano, da Secretaria Geral da Presidência, ainda faz parte do governo. A edição desta segunda-feira (18) do Diário Oficial da União (DOU) foi publicada sem a exoneração de Bebianno, que estava sendo aguardada devido à crise no Palácio do Planalto.

De acordo com fontes do governo, a saída do ministro já foi decidida e assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, após uma tensa reunião em Brasília na sexta-feira passada. Uma edição extra do Diário Oficial da União pode sair ainda hoje para exonerar Bebianno.

O fato da exoneração não constar no Diário Oficial de hoje, indica que o governo ainda trata do assunto. Interlocutores afirmam que Bolsonaro estaria tentando encontrar uma maneira “honrosa” de afastar o ministro.

Família x Bebianno

O ministro foi chamado publicamente de “mentiroso” pelo presidente Jair Bolsonaro e por seu filho Carlos, em um episódio que gerou muita polêmica no governo ao longo da semana passada.

A crise começou após o jornal “Folha de S.Paulo” divulgar que Bebianno teria participado da distribuição de dinheiro público para financiar “candidaturas laranjas” do PSL, o partido de Bolsonaro.

Bebianno disse que conversou três vezes com Bolsonaro, quando o presidente estava internado em São Paulo, para minimizar a crise política. Mas o filho de Bolsonaro, Carlos, divulgou um áudio no Twitter no qual o presidente afirma que não iria “falar com ninguém” durante sua hospitalização. Horas depois, o próprio Bolsonaro confirmou Carlos, isolando o ministro.

O gesto foi criticado pelo fato do filho ter “demitido” o ministro, sem nem ser membro do Executivo. Outros nomes do governo tentaram interceder a favor de Bebianno, mas Bolsonaro está irredutível na sua decisão de exonera-lo. Um militar, Floriano Peixoto, deve assumir a Secretaria-Geral.

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Bolsonaro diz que ainda hoje “bate o martelo” sobre reforma da Previdência

O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende “bater o martelo” ainda nesta quinta-feira (14) sobre a proposta da reforma da Previdência que será encaminhada pelo governo federal ao Congresso.

Segundo ele, será fixada a idade mínima de 62 ou 65 anos para homens e 57 ou 60 anos para mulheres, incluindo um período de transição.

A definição depende de uma reunião que Bolsonaro terá à tarde com a equipe econômica. Ele também afirmou que as regras aplicadas às Forças Armadas serão estendidas aos policiais militares e bombeiros.

“Eu não gostaria de fazer a reforma da Previdência, mas sou obrigado a fazer, do contrário o Brasil quebrará em 2022 ou 2023”, afirmou o presidente em entrevista exclusiva à TV Record na noite de ontem (13).

Bolsonaro não adiantou qual será a idade mínima para homens e mulheres, mas assegurou que o período de transição será fixado. No caso da idade mínima maior – 60 anos para mulheres e 65 para homens, a transição será de 2022 a 2023. “Vou conversar com a equipe econômica”, acrescentou.

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Fux suspende ações penais em que Bolsonaro é réu no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendeu o andamento de duas ações nas quais o presidente Jair Bolsonaro é réu por acusação de incitação ao crime de estupro e injúria.

A decisão suspende a tramitação dos processos até que Bolsonaro deixe a chefia do executivo. De acordo com a Constituição Federal, o presidente da República só pode responder a processos durante o exercício do mandato, por crimes que tenham relação com cargo.

As duas ações decorrem do episódio entre o presidente e a deputada Maria do Rosário (PT-RS), em 2014. Na ocasião, no Plenário da Câmara dos Deputados, Bolsonaro rememorou outra discussão com a parlamentar, esta ocorrida em 2003, quando depois de debaterem sobre a redução da Maioridade Penal, Maria do Rosário chamou Bolsonaro de estuprador, e o militar da reserva respondeu que “não estupraria” a deputada porque ela “não merecia”.

Ao relembrar a ocasião e reafirmar as próprias palavras, Bolsonaro foi acusado do crime de incitação ao estupro. Ele voltou a repetir a frase em entrevista ao jornal “Zero Hora”, dizendo que Maria do Rosário é “muito feia” e que ela “não faz seu tipo”.

A denúncia contra o atual presidente foi apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). O documento assinado por Raquel Dodge afirma que Bolsonaro “abalou a sensação coletiva de segurança e tranquilidade, garantida pela ordem jurídica a todas as mulheres, de que não serão vítimas de estupro porque tal prática é coibida pela legislação penal”.

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