Destaques, Educação

Bolsa de estudo é uma das alternativas para quem participou do Enem 2018

Para quem conferiu o gabarito Enem 2018 e percebeu que o desempenho não foi tão bom quanto pensava, não precisa esperar pela próxima edição do exame, pois há mais uma chance de ingressar em uma instituição de ensino superior por meio de bolsas de estudo. O programa Educa Mais Brasil possibilita iniciar a graduação em 2019 em faculdades particulares de todo o país. A alternativa também vale para aqueles que, por diversos motivos, não compareceram ou chegaram atrasados nos locais das provas.

Diferente dos programas do governo, que são formas do candidato utilizar a nota do Enem para ingressar no ensino superior público ou privado, o site de bolsas de estudo traz oportunidades de ingresso em instituições particulares com descontos nas mensalidades de até 70%, uma vantagem a mais se comparada a meia bolsa ofertada pelo Prouni, e não ter dívidas futuras ao final do curso, oposto a proposta do Fies. Outro ponto destacado pelo programa é que não precisa ter feito a prova do Enem para obter a bolsa.

Por entender toda a pressão dos estudos nessa fase do Enem para chegar ao ensino superior, a diretora de expansão e relacionamento do Educa Mais Brasil, Andréia Torres, enxerga o quanto é importante uma bolsa de estudo. “O nosso papel é aumentar as possibilidades de ingresso ao ensino superior e dar mais uma chance aquela pessoa que estudou tanto para o exame, mas não teve o rendimento que esperava ou por algum motivo não conseguiu chegar ao local da prova. Por isso, incentivamos a não desanimar, pois dá para entrar em uma faculdade em 2019 por meio das bolsas de estudo”.

Para concorrer a uma das mais de 700 mil vagas ofertadas em todo o país, o estudante deve realizar a inscrição no site www.educamaisbrasil.com.br/portaln10, na modalidade Graduação e buscar pela cidade, curso ou instituição de interesse, e se candidatar. A aprovação do beneficio pode ser consultada pelo Portal do aluno ou entrando em contato com a central de atendimento: 4007-2020 para Capitais e Regiões Metropolitanas ou 0800 724 7202 para demais localidades (também disponível para WhatsApp).

Fonte: E+B Educação | Jaqueline Vaz

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Educação

Financiamento e bolsa de estudo: 36,2% dos concluintes firmaram contratos para a graduação

Entre 467.627 concluintes do ensino superior que responderam ao questionário socioeconômico do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), 36,2% afirmaram ter contratado bolsa de estudo e/ou financiamento ao longo da graduação. O percentual equivale a aproximadamente 169.281 pessoas. Entre os que não adotaram nenhuma das duas formas de pagamento, 155.720 fizeram cursos gratuitos e 142.626 estudaram em cursos pagos e arcaram com as mensalidades.

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi a única opção de pagamento adotada por quase metade dos 169.281 estudantes – mais precisamente, por 14,3% – o que representa a modalidade mais contratada. Em segundo lugar, aparecem as bolsas de estudo ofertadas pelas próprias instituições de ensino, com aproximadamente 11.850 pessoas (7%). Bolsas integrais do Programa Universidade para Todos (Prouni), que representam 6,2% das adesões, fecham as três principais modalidades.

Prouni parcial

O Prouni também oferta bolsas parciais de 50% na mensalidade para estudantes que têm renda familiar entre 1,5 e três salários mínimos por pessoa. Entre os respondentes do Questionário do Estudante do Enade, 5.611 pessoas (1,2%) contrataram apenas o Prouni parcial. Por outro lado, 3.273 estudantes (0,7%) optaram por complementar o pagamento da mensalidade com o Fies, mesmo já utilizando a bolsa parcial do Prouni.

Bolsa de estudo

Ao desconsiderar os programas de governo, as bolsas de estudo oferecidas por empresas, Organizações não-Governamentais e demais entidades viabilizaram 2,1% das graduações – cerca de 9.820 estudantes. “Procurei oportunidades mais viáveis financeiramente para começar a faculdade. Escolhi contratar bolsa de estudo e consegui mais de 50% de desconto”, destaca a Ayana Silva Lima.

Por estudar em curso da modalidade Educação a Distância, a aluna de Ciências Contábeis também considera o tempo um fator importante diante da rotina que leva. “Não precisar me deslocar todos os dias, me dá a possibilidade de estudar e conciliar as demais atividades com o trabalho”, avalia.

Entre as entidades que ofertam bolsa de estudo, o Educa Mais Brasil disponibiliza cursos de graduação com até 70% de desconto. Só no último semestre, foram ofertadas cerca de 240 mil oportunidades para o ensino superior, em todas as regiões do país. Com a bolsa, o abatimento incide diretamente na mensalidade do curso e, caso o contratante tenha realizado todos os devidos pagamentos, não acumula dívidas ao término da graduação. Diferentemente dos programas como o Prouni e o Fies, não é necessário comprovar renda para contratar o benefício.

Outras modalidades de incentivo

O relatório também apresentou dados sobre outras modalidades de incentivo ao ensino superior: bolsas oferecidas por governo estadual, distrital ou municipal, que representaram 2,9% das contratações; financiamento oferecido pela própria instituição (1,3%); financiamento bancário (0,5%).

Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na última semana, quando houve a apresentação dos resultados do Enade 2017. No ano passado, estiveram presentes no exame 450.995 graduandos de 10.570 cursos superiores: 10.054 presenciais e 516 EAD (educação a distância).

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Educação

Nova Zelândia oferece bolsa de estudo em pós-graduação para brasileiros

Gerenciada pelo Ministério de Assuntos Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia, a bolsa de estudos New Zealand Development Scholarships (NZDS) está com inscrições abertas até o dia 14 de março de 2018. O programa busca candidatos com potencial de liderança e excelente histórico acadêmico, que estejam motivados a desenvolver suas habilidades e ampliar suas conexões internacionais. “Espera-se que, ao retornar, colaborem com seu país de origem e, assim, possam contribuir para um mundo mais seguro, mais justo e próspero”.

Sob essas premissas, estudantes de até 39 anos que tenham projetos de estudo e pesquisa focados em agricultura ou em energias renováveis podem se inscrever. Essas duas áreas são prioritárias devido a sua importância tanto na Nova Zelândia quanto no Brasil. Além disso, as universidades neozelandesas são internacionalmente reconhecidas pela excelência em ensino, pesquisa e extensão também nessas áreas.

“Acredito que unir expertise de brilhantes jovens profissionais brasileiros com a excelência das universidades da Nova Zelândia pode gerar saudáveis sementes para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Queremos ver cada vez mais intercâmbio entre profissionais e acadêmicos brasileiros e neozelandeses, e acredito que a bolsa NZDS é uma excelente oportunidade para isso”, afirmou a Embaixadora da Nova Zelândia no Brasil, Caroline Bilkey.

A NZDS é ofertada nos níveis de especialização (6 meses a 1 ano), mestrado (1 a 2 anos) e doutorado (3 a 4 anos). A bolsa cobre os custos com o curso, a viagem de ida e volta, o seguro de viagem e de saúde e oferece um auxílio para custos mensais de vida e de moradia.

Essa é uma oportunidade única de conhecer uma nova cultura e se preparar para os desafios de um mundo cada vez mais interconectado e, claro, contribuir para a construção de um futuro melhor. Clique aqui, e saiba mais sobre a bolsa NZDS para brasileiros.

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Destaques, Educação

Site oferece 16 mil bolsas remanescentes em faculdades de Natal

Para quem pretende iniciar uma faculdade ainda no 2º semestre, o Quero Bolsa oferece 16.853 vagas remanescentes com descontos de até 50%. No total, 30 instituições presentes na Região Metropolitana de Natal disponibilizam o benefício, entre elas Maurício de Nassau, UNI-RN e Fanec.

Disponíveis até 30 de setembro, as bolsas de estudos são para cursos de graduação e pós-graduação, nas modalidades presenciais e a distância (EAD).

De acordo com Bernardo de Pádua, CEO do Quero Bolsa, a alternativa é ideal para pessoas que desejam cursar o Ensino Superior, mas não podem arcar com o valor integral das mensalidades e não conseguiram uma vaga pelos programas educacionais disponíveis pelo Governo. “Além disso, vale ressaltar que o estudante ao ingressar na faculdade neste momento, adianta praticamente seis meses da sua vida, uma vez que não precisará esperar o início do próximo ano para começar os estudos”, argumenta.

Para conseguir uma bolsa de estudos, o interessado deve efetuar a inscrição no site e, em seguida, pagar a pré-matrícula para garantir o desconto. Pádua explica ainda que para conquistar a bolsa de estudos não é necessário comprovar renda ou ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Após realizar a pré-matrícula na plataforma, é preciso apenas comparecer a instituição de ensino escolhida para prosseguir com a matrícula. A bolsa é válida até o final do curso.

Mais informações podem ser consultadas pelo site www.querobolsa.com.br ou por meio da central de atendimento, no telefone 0800 123 2222, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 22h, e aos sábados, das 9 às 13 horas (horário de Brasília).

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