Destaques, Negócios

Startup potiguar lança a criptomoeda “Dibscoin”

Se você é bem informado e principalmente atento às novidades do mercado tecnológico e financeiro, certamente já ouviu falar de criptomoedas. Elas nada mais são que moedas digitais ou virtuais que têm sua negociação feita pela internet, sem burocracias ou necessidade de intermediários. Duas das mais conhecidas criptomoedas são a Ethereum e, claro, o Bitcoin, que já completou dez anos de existência.

Do mesmo modo que uma moeda física conta com dispositivos de segurança como marca d’água e número de série, a criptomoeda possui essa nomenclatura porque utiliza a criptografia, ou seja, opera com inúmeros códigos que garantem transações muito mais seguras. Esses códigos são armazenados de forma descentralizada no chamado blockchain.

Essa tecnologia é uma espécie de livro de registros, um banco de dados online, descentralizado e público que foi desenvolvido para distribuir informação de modo transparente e confiável, sem que um agente externo e centralizador valide o processo. O blockchain já é uma realidade, inclusive, em operações de instituições bancárias tradicionais no Brasil.

Foi nesse nicho de mercado que surgiu a Dibs.digital, uma startup do universo das fintechs – empresas do setor de tecnologia que trabalham com inovação financeira. Com uma proposta bem estruturada, pioneira e conhecimento de sobra no mercado financeiro e em novas tecnologias, a empresa potiguar ingressou no mundo das criptomoedas e criou a sua própria cripto, a Dibscoin.

“A Dibscoin surge com um diferencial, já que utiliza como modelo a classe chamada stablecoin, que oferece um nível razoável de estabilidade para o investidor dentro de um mercado afetado pelas altas taxas de volatilidade. Isso é possível porque a Dibscoin é uma moeda duo token, que cria reservas para a garantia do seu valor transacional, evitando variações bruscas. Essa estabilidade traz mais segurança para os usuários”, explica o CEO da Dibs.digital, especialista em análise técnica para automação de operações financeiras e um dos fundadores da Top 5 Traders, Rafael Mendonça.

A Dibscoin já está disponível para compra em qualquer navegador de internet acessando o site https://dibscoin.com ou pelo aplicativo Dispag, que pode ser facilmente instalada em smartphones android e no endereço https://dibspag.com.

A Dibspag é uma ferramenta na qual será possível realizar diversas transações financeiras com multimoedas, num processo semelhante a fazer uma compra pela internet.

Sobre a Dibs.digital

A Dibs.digital é uma holding que aproxima as pessoas dos negócios financeiros através de soluções tecnológicas seguras e transparentes. É formada por um time multidisciplinar de profissionais como juristas, estrategistas de marketing, engenheiros de software e infraestrutura, designers, gerentes de projeto, especialistas em Inteligência Artificial, economistas, profissionais de comunicação, entre outros.

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Mundo

Fundador do Telegram vai lançar sua própria criptomoeda

O fundador e CEO do serviço de mensagens Telegram, Pável Durov, poderia lançar sua própria criptomoeda já no próximo mês de março.

De acordo com relatórios do portal The Bell, citando fontes familiarizadas com o assunto, Durov vai apresentar em fevereiro uma plataforma ‘blockchain‘ chamada TON (Telegram Open Network) com a sua própria moeda, que será chamada de GRAM.

Segundo a mesma fonte, também em fevereiro será realizada a apresentação pública da plataforma e uma reunião do CEO da Telegram com investidores, que já contribuíram com 1,7 bilhão de dólares no projeto.

Por sua vez, espera-se que o ‘mainnet’ ou rede principal que irá implementar a criptomoeda no mundo real, será lançada em março deste ano.

A mensagem para os investidores é que a equipe de desenvolvedores está pronta para lançar a TON ainda no início de 2019, embora haja a possibilidade de um atraso de dois ou três meses devido à “natureza inovadora” da ideia. No momento, a plataforma está 90% pronta.

No início de janeiro do ano passado, o portal TechCrunch explicou que a TON será uma nova blockchain de “terceira geração”, com capacidades superiores às do bitcoin e ethereum.

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Negócios

Footcoin: conheça a moeda criptografada que chega ao mundo dos esportes

A tecnologia blockchain trouxe mudanças nos modelos de negócios em diferentes setores e o esporte não poderia ficar de fora. José Rozinei da Silva, CEO da Footcoin, e André Gregori, ex-sócio do BTG Pactual e atual CEO da THINSEG, idealizaram um formato inovador de plataforma, proprietária e independente, que atende à comunidade esportiva, parceiros comerciais e clubes, dentro de um mesmo ecossistema, a Fintech footcoin.club.

Para o desenvolvimento da tecnologia, foram investidos R$ 15 milhões do Fundo de Capital San Francisco, do qual os executivos também são sócios e novos investimentos em função da demanda estão a caminho. A Footcoin é uma plataforma que usa a tecnologia blockchain de Exchange de moedas virtuais e se integra às plataformas tradicionais de e-commerce do mercado através de token “utility”, ou seja, para troca de produtos e serviços. Seu grande diferencial é o Marketplace, completo e personalizado, que integra fãs, jogadores, mercado financeiro, patrocinadores e clube de futebol no formato digital.

A plataforma tecnológica é disponibilizada ao clube e parceiros comercias no modelo de comodato. A partir da avaliação jurídica das alternativas possíveis em função das demandas de cada time e parceiros comerciais, é criado o programa econômico customizado e formas de pagamentos. Por meio da Footcoin, o clube emite um token para a compra de produtos e serviços dentro de seu ecossistema e qualquer parceiro comercial pode atuar junto à comunidade esportiva e o clube escolhido.

Como funciona

Footcoin conheça a moeda criptografada que chega ao mundo dos esportes

Os torcedores e fãs iniciam a jornada no Marketplace do seu time com a aquisição da moeda criptografada que funciona como forma de pagamento. A partir daí, ele tem acesso às vantagens como ingressos antecipados para os principais jogos, experiências exclusivas com os jogadores, camisas do time, além de produtos e serviços oferecidos por parceiros da plataforma (restaurantes, companhias aéreas, lojas, etc).

Semanalmente ou diariamente conforme o produto, a Footcoin realiza a liquidação das moedas pagas aos parceiros, mediante resgate. Os descontos dos produtos no Marketplace são partilhados entre o clube, o torcedor e os custos da Plataforma. O uso da moeda via blockchain gera a segurança de que os valores transacionados sejam rastreados e destinados adequadamente, gerando um ciclo virtuoso na relação entre clube e torcedor.

O parceiro comercial não vai receber em token, isto por que de forma única no mundo, a FOOTCOIN apresenta soluções de meio de pagamentos que isolam os parceiros comerciais dos riscos de transações com moedas virtuais. Ou seja, os token são utilizados como sistema de controle das transações, mas os parceiros comerciais recebem em reais, sem qualquer risco das flutuações da moeda virtual.

Tecnologia

Segundo José Rozinei da Silva, a plataforma foi criada para ser a solução integradora dos apaixonados pelo esporte com as diversas oportunidades comerciais que rondam o mundo esportivo. “Foram mais de dois anos para reunir a experiência dos idealizadores na gestão de fundos de investimento, tecnologia de seguros, bancos e Exchange com as necessidades do mercado e encontrar os meios de pagamentos adequados para a completa integração do projeto esportivos, em especial os de futebol”, conta o executivo.

O desenvolvimento da Footcoin também contou com uma equipe de advogados para aliar as regulamentações legais do setor de criptografia, seus impactos nas negociações comerciais e na legislação esportiva. “Tudo isso, combinado à tecnologia desenvolvida por engenheiros, profissionais de segurança de informações, executivos de seguradoras e bancos, resultou nesse modelo diferenciado e seguro de negócio”, completa o executivo.

A tecnologia Etherium (Smart Contract) conectada ao Marketplace e os meios de pagamentos, foi desenvolvida e validada mediante testes de segurança em países com tradição tecnológica e estruturação jurídica, como Israel, Inglaterra e Estados Unidos.

O Fortaleza sai na frente

LeãoCoin

A Footcoin está sendo lançada por importantes clubes brasileiros, das series A e B, e o Fortaleza Esporte Clube foi o primeiro time brasileiro a entrar no Marketplace ao lançar a sua moeda criptografada – a LeãoCoin – como parte das comemorações de seu centenário, em outubro. O objetivo de médio e longo prazo é fazer com que sejam investidos R$ 700 milhões de reais no clube por meio da moeda e transações futuras.

O projeto no Fortaleza é o primeiro no mundo que apresenta a integração dos meios de pagamento, público clube, bancos e parceiros comerciais. “Desde o seu lançamento, a Leãocoin.club permitiu a compra de produtos e serviços, pois todo ecossistema do Marketplace é voltado para esse fim. Nenhum outro clube apresenta uma plataforma de meio de pagamento capaz de permitir que de fato as operações e transações econômicas ocorram. O grande diferencial da Footcoin é permitir que uma padaria ou empresa de aviação possam acessar, de forma simples, a plataforma e participar desta grande inovação que o blockchain permite”, afirma José Rozinei da Silva. E completa: “A Footcoin é uma plataforma completa com toda a jornada de compra e venda através de soluções financeiras inovadoras”.

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Negócios

Bradesco e B3 pretendem desenvolver plataforma de ativos baseada no blockchain

A Brasil, Bolsa e Balcão (B3) e o banco Bradesco iniciaram discussões para o desenvolvimento de uma plataforma de registro de ativos, baseada no conceito Distributed Ledger Technology, também conhecido por blockchain.

O desenvolvimento da plataforma se dá no âmbito da R3, uma empresa de software parceira da B3 e do Bradesco especializada nesta tecnologia. De acordo com as empresas, “esta plataforma é inédita para o mercado financeiro e de capitais e tem como objetivo“:

  • simplificar o processo de registro de CDBs;
  • ampliar a eficiência dos processos existentes;
  • proporcionar inovações tecnológicas; e
  • reduzir esforços e custos de observância por parte de participantes e reguladores.

Essa iniciativa, que foi concebida e desenvolvida dentro do laboratório do Bradesco, o inovaBra Lab, será aberta para a participação de outras instituições financeiras e fintechs. “Iniciativas como essa reforçam a atuação da B3 junto aos seus clientes na busca por soluções que aprimorem a infraestrutura do mercado e facilitem a execução das atividades no dia a dia”.

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RN

Justiça cria grupo de extensão para estudar blockchain e inteligência artificial

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte lança mais um projeto voltado para discussão e debate sobre segurança da informação e inteligência artificial. O Quinta Jurídica i9 é um projeto de extensão da JFRN e do núcleo da Escola de Magistratura Federal no Estado potiguar. Serão oferecidas duas linhas de pesquisa para estudo: blockchain (uma forma de validar transações ou registros) e inteligência artificial.

As aulas acontecerão por meio telepresencial, mensalmente. Cada linha de pesquisa terá 15 alunos e os professores, brasileiros e estrangeiros, estarão ministrando aulas em um plataforma própria, semelhante a de reuniões privadas.

As inscrições para quem deseja participar do projeto de extensão da JFRN e Esmafe estarão abertas a partir da próxima segunda-feira (10), no site www.jfrn.jus.br. O interessado precisará apresentar uma carta de motivação.

O público alvo é integrado por estudantes e profissionais das áreas jurídica, tecnológica e afins. As vagas são limitadas para participantes do Norte e Nordeste do país. “Limitar as inscrições para o Norte e Nordeste do país é uma forma de incentivar a inovação tecnológica nessas regiões”, explica o Diretor do Foro e coordenador-geral do projeto de extensão, Juiz Federal Marco Bruno Miranda. Ele coordenará ao lado dos professores da UFRN Elias Jacob, Amanda Lima e Victor Scarpa.

As aulas serão iniciadas em novembro deste ano e irão até novembro de 2019.

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