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Especialistas ‘preveem’ nova explosão no valor das criptomoedas em 2019

Dois mil e dezenove (2019) poderá se tornar o ano do renascimento do mercado global de criptomoedas e uma nova onda de interesse em ativos digitais. Isso é o que os especialistas do ICOBox consideram com base em sua análise da situação atual da indústria de criptografia.

No ano passado, pesquisadores do Centro de Cambridge para Finança Alternativa concluíram que o número de usuários de criptomonedas havia dobrado: pulou de 18 milhões para 35 milhões de pessoas, com um número total de proprietários de criptomonedas saltando dos 85 para os 139 milhões.

O número de fazendas de mineração e operadores de pools de investidores nos Estados Unidos e no Canadá também aumentou. Ao mesmo tempo, após uma pausa temporária causada pelo crash do mercado de criptografia, a mineração com criptomoedas foi reiniciada na China – uma das maiores regiões de mineração do mundo.

Foto: Geralt/Pixabay

De acordo com a informação recolhida e analisada por pesquisadores Datalight, no final de fevereiro 2019, o valor de troca das duas criptomonedas principais, Bitcoin e Ethereum, retornou aos níveis do primeiro semestre de 2018, e, recentemente, a sua liquidez alcançou recordes históricos: desde o início do ano, a liquidez do Bitcoin dobrou e a da Ethereum aumentou em um fator de 2,5.

“Não importa quantos detratores prevejam a morte iminente da indústria de ativos digitais, os fatos provam o contrário. Aumentando o valor de troca das criptomonedas, o crescimento da base de usuários e atividade renovada de mineração, apesar das tendências gerais do mercado e as taxas de depressão maior das criptomonedas, seguem para um fato: as pessoas ainda estão muito interessadas na indústria e tudo o que ela oferece”, diz Nick Evdokimov, fundador da ICOBox.

“Veja por si mesmo: alguém em sã consciência poderia investir dinheiro em uma empresa moribunda que está prestes a falir? A resposta, obviamente, é “não”. A situação do mercado de criptomoedas é exatamente o oposto: as pessoas não só estão dispostas a investir nisso, como elas estão fazendo isso todos os dias”.

Evdokimov acredita que a situação atual aponta para uma recuperação potencial e iminente do mercado de criptomoedas.

História da ICOBox

A ICOBox foi fundada em 2017. Em pouco mais de um ano, a empresa evoluiu de uma startup desconhecida para a maior prestadora de serviços do mundo para empresas que buscam conduzir suas ICOs. Ao longo de sua vida útil, a empresa ajudou 80 projetos a entrar no mercado e arrecadar cerca de 670 milhões de dólares através de suas ICOs. Estes incluem projetos conhecidos como INS, Play2Live, Crypterium, Celsius, Patrono, Storiqa, Paragon, Tokenstars, CrowdGenie, SocialMedia.Market, Native Video Box, etc.

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Mundo

Fundador do Telegram vai lançar sua própria criptomoeda

O fundador e CEO do serviço de mensagens Telegram, Pável Durov, poderia lançar sua própria criptomoeda já no próximo mês de março.

De acordo com relatórios do portal The Bell, citando fontes familiarizadas com o assunto, Durov vai apresentar em fevereiro uma plataforma ‘blockchain‘ chamada TON (Telegram Open Network) com a sua própria moeda, que será chamada de GRAM.

Segundo a mesma fonte, também em fevereiro será realizada a apresentação pública da plataforma e uma reunião do CEO da Telegram com investidores, que já contribuíram com 1,7 bilhão de dólares no projeto.

Por sua vez, espera-se que o ‘mainnet’ ou rede principal que irá implementar a criptomoeda no mundo real, será lançada em março deste ano.

A mensagem para os investidores é que a equipe de desenvolvedores está pronta para lançar a TON ainda no início de 2019, embora haja a possibilidade de um atraso de dois ou três meses devido à “natureza inovadora” da ideia. No momento, a plataforma está 90% pronta.

No início de janeiro do ano passado, o portal TechCrunch explicou que a TON será uma nova blockchain de “terceira geração”, com capacidades superiores às do bitcoin e ethereum.

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Negócios

Bitcoin Banco inaugura agência física para negócios com criptomoedas

O Grupo Bitcoin Banco abriu nesta semana a primeira agência física para atendimento ao público na cidade de São Paulo. A equipe tem cinco consultores, dois administradores e um gerente dedicados a oferecer negócios em criptomoedas. No dia 3 de outubro, um evento fechado para convidados marcará a inauguração oficial do espaço.

A loja física do Bitcoin Banco – localizada na Rua Joaquim Floriano, 960, 2º andar, no bairro Itaim Bibi – é destinada a quem procura por um investimento mais especializado. Os consultores oferecem orientação e verificam qual produto é mais adequado às necessidades e perfil de cada cliente. A primeira loja física do grupo foi aberta em Curitiba no final do ano passado. Ampliada recentemente, mantém oito consultores especializados.

Segundo o diretor comercial do Grupo Bitcoin Banco, Jaime Schier, o lançamento de uma sede física em São Paulo é estratégico para a empresa. “Não podemos pensar em expansão sem estar na maior cidade e centro financeiro do país. Há inúmeras possibilidades de negócios com criptomoedas e um público potencial para esse tipo de investimento”, explica ele, acenando com a abertura de uma rede de agências em várias cidades no futuro.

Segundo Schier, a loja física “alia a modernidade do mercado das criptomoedas à confiança de uma equipe de consultores experientes, em um ambiente estruturado e construído para receber bem nosso cliente”. O espaço possui 200m² e foi projetado com design moderno contendo ambientes de open space, área de convívio com jardins além de ser pet friendly.

Bitcoin Banco inaugura agência física para negócios com criptomoedas

O Bitcoin Banco oferece quatro tipos de negócios: empréstimo por 90 ou 180 dias, com ou sem possibilidade de trade. Em todos eles o cliente “empresta” seus bitcoins para a empresa, que oferece uma compensação de 1% ao mês com base no valor investido.

Um novo produto está sendo lançado, por meio da plataforma La Rêve (o sonho, em francês), desenvolvida pelo grupo. O investidor escolhe um objeto de seu desejo e deposita o valor necessário em bitcoins por 12 meses. Ao fim desse período, ele recupera suas criptomoedas com a cotação atualizada, caso ela tenha se valorizado. O valor não sofrerá qualquer desconto, nem de eventual variação negativa da criptomoeda, nem do objeto recebido como forma de antecipação da compensação.

Evento aberto ao público

No dia 4 de outubro, a partir das 19 horas, no Hotel Clarion Faria Lima (R. Jerônimo da Veiga, 248 – Itaim Bibi), será realizada a primeira edição do Mundo Bitcoin, evento aberto ao público destinado a tirar dúvidas, explicar o que são as criptomoedas e seu papel na economia. Os participantes serão recebidos com coffee break, seguindo-se as palestras dos especialistas do Grupo Bitcoin Banco. A capacidade do auditório é para 100 pessoas e as inscrições devem ser feitas pelo link: clique aqui.

Empresas do grupo

Além do Bitcoin Banco, especializado em investimentos em criptomoedas, também integra o Grupo a exchange NegocieCoins, que possui o maior volume de movimentação entre as corretoras brasileiras de moedas digitais. Ao todo, foram movimentados mais de R$ 3,6 bilhões em mais de 670 mil transações realizadas entre janeiro e junho deste ano. Esse número corresponde a cerca de 40% do market share nas transações de criptomoedas no Brasil.

A plataforma da exchange oferece ferramentas de compliance e de segurança de dados para garantir segurança aos usuários. Recentemente, a NegocieCoins anunciou a contratação da Müller & Prei Auditores, responsável pelas auditorias fiscal, trabalhista e previdenciária, numa iniciativa inédita em seu segmento de atuação. A corretora permite a compra e venda de Bitcoin, Bitcoin Cash e Gold, Litecoin e Dashcoin em diversos formatos.

Além disso, também fazem parte do Grupo a exchange Zater, que opera em uma das mais avançadas plataformas de trade do Brasil, a Imobiliária Inspira Imóveis (que aceita bitcoins em seus negócios), a Opencoin (empresa destinada a desenvolver um token de utilidades), a Fork Content, primeira agência de publicidade do país que registrará todos os contratos e processos na blockchain. O Grupo também é filiado ao Icoinomia, Instituto Nacional de Defesa dos Operadores de Câmbio de Criptomoedas, cujo objetivo é defender o livre exercício da atividade econômica das organizações que operam com moeda virtual.

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Negócios

Braziliex consegue liminar e Bradesco terá de reabrir conta da exchange

Após ter sua conta fechada fora dos padrões do Banco Central, a exchange de criptomoedas Braziliex conseguiu uma liminar para que o banco Bradesco reabra a sua conta. Caso o banco descumpra a decisão, uma multa diária de mil reais será aplicada.

O CEO da Braziliex, Ricardo Rozgrin, explica que eles são uma instituição séria e acabaram sendo prejudicados. “Todas as transações geram nota fiscal, levamos as criptomoedas como o futuro do mercado e essa decisão judicial mostra como as grandes instituições devem olhar com atenção e seriedade esse setor”, ressaltou.

A exchange também conseguiu uma outra liminar, no Rio de Janeiro, para o que o banco Sicoob não encerre as atividades da exchange. A empresa já havia sido comunicada pela instituição que sua conta seria encerrada.

Sobre a Braziliex

Criada pelos desenvolvedores Marcelo e Ricardo Rozgrin, a Braziliex possui atualmente mais de 60 mil clientes ativos. A exchange opera com 28 moedas, oferecendo aos investidores acesso direto a elas por meio de reais (R$).

A empresa é uma das únicas brasileiras a desenvolver uma plataforma proprietária do zero, ou seja, que tem a total autonomia na evolução do software da exchange. Desenvolvendo seu próprio sistema de transação, a Braziliex conta também com a parceria de especialistas em sistemas bancários para garantir a segurança das operações.

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RN

Justiça cria grupo de extensão para estudar blockchain e inteligência artificial

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte lança mais um projeto voltado para discussão e debate sobre segurança da informação e inteligência artificial. O Quinta Jurídica i9 é um projeto de extensão da JFRN e do núcleo da Escola de Magistratura Federal no Estado potiguar. Serão oferecidas duas linhas de pesquisa para estudo: blockchain (uma forma de validar transações ou registros) e inteligência artificial.

As aulas acontecerão por meio telepresencial, mensalmente. Cada linha de pesquisa terá 15 alunos e os professores, brasileiros e estrangeiros, estarão ministrando aulas em um plataforma própria, semelhante a de reuniões privadas.

As inscrições para quem deseja participar do projeto de extensão da JFRN e Esmafe estarão abertas a partir da próxima segunda-feira (10), no site www.jfrn.jus.br. O interessado precisará apresentar uma carta de motivação.

O público alvo é integrado por estudantes e profissionais das áreas jurídica, tecnológica e afins. As vagas são limitadas para participantes do Norte e Nordeste do país. “Limitar as inscrições para o Norte e Nordeste do país é uma forma de incentivar a inovação tecnológica nessas regiões”, explica o Diretor do Foro e coordenador-geral do projeto de extensão, Juiz Federal Marco Bruno Miranda. Ele coordenará ao lado dos professores da UFRN Elias Jacob, Amanda Lima e Victor Scarpa.

As aulas serão iniciadas em novembro deste ano e irão até novembro de 2019.

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