Destaques, Economia

Bandeira tarifária segue “Vermelha Patamar 2” no mês de agosto

Neste mês de agosto, a conta de luz continuará com a bandeira vermelha no patamar 2, o que vai acarretar em uma cobrança extra de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Ou seja, segurem os bolsos!

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a manutenção desta tarifa extra foi por conta das condições hidrológicas desfavoráveis e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional.

Histórico

De acordo com a Aneel, o sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração.

Dicas de economia de energia para não ser pego de surpresa

Chuveiro elétrico

  • Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
  • Selecionar a temperatura morna no verão
  • Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

  • Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
  • Manter os filtros limpos
  • Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
  • Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira

  • Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
  • Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
  • Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
  • Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
  • Não forrar as prateleiras
  • Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação

  • Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

  • Juntar roupas para passar de uma só vez
  • Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
  • Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by

  • Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências

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Destaques, Economia

Conta de luz continua com bandeira vermelha patamar 2 em julho

Neste mês de julho, a conta de luz continuará com a bandeira vermelha no patamar 2, o que vai acarretar em uma cobrança extra de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a manutenção desta tarifa extra foi por conta das condições hidrológicas desfavoráveis e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional.

Mas para o especialista em energia e professor da Universidade Federal Fluminense, Renato Queiroz, este modelo atual do setor elétrico precisa ser discutido e encarado como um problema no país.

“Não é somente São Pedro o culpado disso! Então eu acho o seguinte: o modelo do setor elétrico tem problemas que tem que ser encarados. O consumidor está pagando uma energia caríssima, nós temos uma das energias mais caras do mundo e ainda tem o imposto, que é uma taxa a mais. Aí tem a justificativa: ‘ah, porque não choveu, vou gerar mais térmicas… a térmica é mais caro’, mas vamos tentar discutir por que isto acontece? Não estão discutindo nesse governo, no governo passado… não estão discutindo. Então esta é a situação.”

De acordo com Renato Queiroz, soluções precisam ser apresentadas, mas enquanto isto não ocorre, o consumidor pode economizar energia, tentando tomar banhos mais curtos e em temperatura morna ou fria [se tiver chuveiro elétrico].

Caso a pessoa tenha ar condicionado, é preciso tomar alguns cuidados. Por exemplo, quando o aparelho for usado, evite deixar portas e janelas abertas, além de manter seu filtro limpo.

A Aneel sugere, ainda, que o consumidor só deixe a porta da geladeira aberta apenas o tempo que for necessário, e que nunca se coloque alimentos quentes em seu interior.

Uma outra dica é juntar roupas para serem passadas de uma só vez, e que não se deixe o ferro de passar ligado por muito tempo. E o principal, se não estiver no cômodo, apague a luz e durante longos períodos de ausência, deixe seus aparelhos em stand-by e retire-os da tomada.

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Destaques, Economia

Consumidor poderá aderir tarifa branca a partir de janeiro de 2018

A partir de janeiro de 2018, os brasileiros que consumem, em média, 500 Kwh/mês, vão poder reduzir o valor da conta de luz. Isto vai ser possível devido a uma nova opção chamada tarifa branca, que permite o consumidor pagar valores bem menores se usar a energia elétrica fora do horário de pico.

Nos dias úteis, o valor da tarifa branca varia em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. Na ponta e no intermediário, a energia é mais cara. Fora de ponta, é mais barata. Nos feriados nacionais e nos fins de semana, o valor é sempre fora de ponta.

Ou seja, o período em que a tarifa branca é mais cara é das 18hs às 21hs. O período intermediário vai de 17hs às 18hs e das 21hs às 22hs. Fora destes horários a tarifa de energia elétrica vai ser mais barata. É o que explica o diretor geral da Aneel, Romeu Rufino.

É importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca, conheça o seu perfil de consumo. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta e quanto maior for a diferença entre essas duas tarifas, maiores serão os benefícios.

Agora, se o seu consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta, essa tarifa branca não é recomendada e o ideal e mais vantajoso é continuar na tarifa convencional.

Tarifas

A tarifa vai ser disponibilizada de forma gradual. Quem tem um consumo médio de 500 Kwh/mês já pode aderir em janeiro de 2018. Já aqueles que consomem, em média, 250 Kwh/mês poderão aderir a tarifa branca a partir de 1º de janeiro de 2019. E no dia 1º de janeiro de 2020, a tarifa vai estar disponível para toda a população brasileira.

O cidadão deve pedir a adesão à nova tarifa e, se não ver vantagem na redução da conta, pode voltar a tarifa normal um mês depois.

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Economia

De R$ 5, taxa extra na conta de luz passará para R$ 6,42

Já anunciado na semana passada pela a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira vermelha patamar 2 – a mais cara do sistema -, irá passar de R$ 3,50 para R$ 5 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos a partir de novembro. Porém, devido a impostos cobrados (PIS, Cofins e ICMS) sobre cada conta de luz, os valores poderão ficar ainda maiores. No Rio de Janeiro o valor cobrado será de R$ 6,42 e em São Paulo chegará a R$ 5,96.

Essas taxas extras cobradas pela distribuidora Light poderão variar de 28,4% até 54% no Rio, em São Paulo, o valor da Eletropaulo varia de 19,2% a 41%. Segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, um consumidor que utiliza 500 KWh na sua residência, por exemplo, pagará só de bandeira 2 no estado do Rio de Janeiro, um valor de R$ 38,50 mais R$ 13,50 apenas de impostos. Já em São Paulo, o valor é de R$ 34,45 pela mesma faixa de consumo, R$ 9,45 em tributos.

A essa correção de valores na conta de energia se dá sempre que há necessidade da maior utilização das termelétricas, onde é gerada energia elétrica. O sistema de bandeira tarifária existe desde janeiro de 2015. Ele foi criado com o intuito de motivar o consumidor a fazer menos uso da energia elétrica, a fim de trazer economia ao bolso, visto que o custo na instalação industrial de energia está em alta no país.

O objetivo desse aumento é cobrir os gastos adicionais das distribuidoras pela necessidade de compra de energia das termoelétricas. Consumidores precisam ficar atentos, pois representantes dos setores responsáveis já informaram que em 2018 as taxas poderão subir novamente.

De acordo com o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, a conta de luz deverá ficar 3% mais cara em todo país no ano que vem. “Em situações de secas que estão batendo recorde, a energia está custando mais caro. E quem vai pagar isso é o consumidor. O problema é que estamos passando um período de seca extremamente severa”, disse Sales.

A estimativa de queda nas distribuidoras de energias era R$ 6 bilhões. Mas, com o aumento das taxas, esse valor deve fechar, até o final deste ano, em R$ 5 bilhões. “A questão que não quer calar é como tratar o problema do déficit. A distribuidora não tem responsabilidade nenhuma sobre este problema. Ficou no colo dela o déficit de R$ 6 bilhões. A resposta mais simples é: cobra do consumidor. Mas, não é bem assim”, explicou ainda o presidente.

Pensando no consumidor, Sales explicou ainda que a utilização do saldo da Conta de Energia de Reserva (Coner) poderia ser uma saída para minimizar o impacto que o consumidor vai sentir com todo esse aumento, mas que ainda assim, não cobriria as perdas.

Seca e o aumento de energia

Após cinco anos seguidos de volume de chuvas abaixo da média histórica, a seca do semiárido já é considerada a maior do século. O volume de água vem reduzindo nas principais hidrelétricas do país. Com isso, as termelétricas precisam trabalhar mais, oferecendo mais energia, para atender os brasileiros.

Neste ano, o país enfrenta novamente uma forte estiagem, que reduziu o volume de água armazenado nos reservatórios das principais hidrelétricas do país. Devido à necessidade de poupar essa água, o governo aciona mais termelétricas para atender à demanda dos consumidores brasileiros.

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Economia, Notícias

Bandeira vermelha patamar 2: a partir de novembro conta de luz terá taxa extra de R$ 5

Já foi confirmado. O consumidor começará a pagar, a partir do mês de novembro, a bandeira vermelha patamar 2 – a mais cara do sistema -. O valor será de R$ 5 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. No último dia 24 a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), já tinha aprovado a proposta e, nesta sexta-feira (27) foi divulgada o valor a ser pago.

De acordo com a Aneel, essa foi uma medida que realmente precisou ser tomada, pois não houve evolução na situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas em relação ao mês anterior. “Ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício”, disse a agência.

O valor atual da taxa extra ainda é de R$ 3,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh). A primeira vez em que o critério foi proposto, foi em outubro, desde que o sistema passou a contar com duas graduações para a cor vermelha, em janeiro do ano passado.

Ainda de acordo com a Agência, esses valores precisam de ajustes, pois é necessário para custear a compra de energia elétrica, além da baixa vazão das usinas hidrelétricas, já que as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. Até a última quinta-feira (26), os reservatórios mais importantes do país que estão alocados nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, estavam em 17,9% de sua capacidade máxima.

Devido a essa atual situação, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) vai realizar reuniões durante toda a semana  para verificar como estão condições de fornecimento de energia no país.

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