Brasil, Destaques

PL prevê que doação de alimentos não-perecíveis pode garantir meia-entrada em eventos

Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 9422/17, da deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), que autoriza pessoas doadoras de alimentos não-perecíveis a pagarem meia-entrada em espetáculos artístico-culturais e esportivos.

O objetivo, segundo a autora, é promover ações voluntárias que beneficiem pessoas carentes e assim possibilitar uma maior inclusão social. “Possibilita aos que estão na pobreza ter um alimento digno para o seu sustento”, justificou a deputada.

Mariana Carvalho observou ainda que a meia-entrada privilegia 40% do público de eventos esportivos e culturais.

O texto altera a Lei nº 12.933/13 que trata do benefício de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes para incluir entre os beneficiados “pessoas doadoras de um quilo de alimento não-perecível” no ato da compra do ingresso.

Tramitação

A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Cultura e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara Notícias

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Destaques, Dicas de Saúde

Saiba quais alimentos auxiliam no combate à enxaqueca

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre de enxaqueca, o que inclui, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença. São muitas as causas desse mal: estresse, insônia e outras complicações. O que muitos não sabem é que a má alimentação está diretamente ligada às dores de cabeça.

De acordo com Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom – empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, do mesmo jeito que é preciso evitar alimentos que pioram a enxaqueca, como café, chocolate e laticínios, é recomendado priorizar o consumo de outros para combater o mal-estar, já que alguns possuem características que podem auxiliar na melhora das crises.

Vale ressaltar que o consumo dos alimentos citados deve estar acompanhado da prática de exercícios físicos e de acompanhamento médico. Confira:

Cereais integrais

A especialista aponta que cereais integrais como trigo, cevada e aveia, podem ser úteis na prevenção da enxaqueca e das dores de cabeça. “Eles possuem boas concentrações de triptofano, um aminoácido necessário para a síntese do neurotransmissor serotonina (importante para o sono e o bom humor). Além disso, são ricos em magnésio, que atua na modulação da serotonina e outros neurotransmissores que influenciam no surgimento da dor”, sugere.

Batata

Tradicionalmente a batata costuma ser usada em rodelas na testa para melhorar as dores de cabeça, mas ingeri-la pode, na verdade, auxiliar ainda mais no combate às dores. “Ela é rica em potássio e magnésio, nutrientes importantes para controlar as contrações musculares que podem causar enxaqueca, além de ser fonte de vitamina C”, aponta Cyntia.

Ervilha

A ervilha é uma leguminosa riquíssima em vitaminas do complexo B, principalmente B2, B5 e B9. “Essas vitaminas quebram moléculas de gorduras e contribuem para o aumento de energia das células cerebrais, se tornando uma boa pedida para aqueles que desejam prevenir as dores. Além disso, o vegetal ainda é rico em cálcio, proteína e ferro.”

Antioxidantes

“As substâncias antioxidantes têm o poder de se livrar do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo”, afirma a nutricionista e consultora da Superbom. “Essa ação contribui para o equilíbrio do metabolismo e o melhor funcionamento da circulação, além de ser anti-inflamatória”, comenta. “Essas propriedades funcionais podem amenizar os sintomas da dor, interferindo na incidência de enxaquecas”.

Melancia

A melancia é uma fruta rica em líquidos. “A água é sempre uma aliada no combate à dores de cabeça, pois o estado de hidratação adequado ajuda a prevenir as crises, quando causadas pela desidratação”. Além disso, a melancia contém magnésio que, como já visto, é um nutriente importantíssimo para pessoas que sofrem com dores de cabeça.

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Destaques, Dicas de Saúde

7 alimentos que combatem a depressão: o abacate é um deles

Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem com a depressão. Isso indica um aumento de mais de 18% entre 2005 e 2015. Como as estatísticas apontam, esta é a principal causa de incapacidade no mundo.

Esse distúrbio afetivo acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com a depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

Os motivos deste distúrbio podem ser muitos, desde uma desordem em neurotransmissores até problemas emocionais ou outras doenças. De qualquer forma, há uma maneira de atenuar seus efeitos através de 7 alimentos que, segundo a ciência, podem combater a depressão:

1. Ovo

Os ovos contêm os aminoácidos que todos os seres humanos precisam para produzir neurotransmissores, como a serotonina, fundamentais na luta contra a depressão.

Além disso, como o ovo é rico em proteínas, o seu consumo dará muita energia. Se comê-lo pela manhã, terá  um dia mais ativo.

2. Nozes

Foto: Couleur / Pixabay

A popular noz também contêm proteínas e antioxidantes, sendo um dos alimentos vegetais com mais ômega 3 no mundo. De acordo com a Mayo Clinic, um centro médico norte-americano sem fins lucrativos, o ômega 3 pode ser “benéfico no tratamento da depressão leve ou moderada”, embora “mais pesquisas sejam necessárias”.

Essa ideia surgiu de vários estudos nos quais se descobriu que pacientes com depressão tinham quantidades significativamente menores de ômega 3 em seu corpo. Em um dos estudos sobre o assunto, realizado em 1999, mais da metade dos pacientes que consumiram ômega 3 notaram uma redução significativa nos sintomas do transtorno depressivo.

3. Tomate

Conforme observado em uma pesquisa de 2007 sobre o folato (ácido fólico ou vitamina B9), “muitos estudos, que datam da década de 1960, mostram uma alta incidência de deficiência de folato em pacientes com depressão”. Como o estudo continua, “cerca de um terço dos pacientes com depressão eram deficientes em folato”.

tomate

Foto: Pixabay

De acordo com o diretor do estudo, Simon N. Young, da McGill University em Montreal, Canadá, a deficiência de folato está associada à deficiência do ácido 5-hidroxi-indolacético do metabólito da serotonina. Ao administrar folato, esse metabólito retorna ao normal.

Além disso, o folato está envolvido com as quantidades de S-adenosilmetionina. Esta substância, em humanos, funciona como um antidepressivo. Ao comer mais folato, as quantidades dessa substância voltam ao normal.

Por que o tomate é importante nesse cenário? Simples: como cenoura ou brócolis, o tomate é um dos alimentos mais ricos em ácido fólico do mundo. E além de ser saudável, é delicioso.

4. Amora

Os alimentos antioxidantes como as amoras, framboesas e/ou frutas cítricas são carregados de vitamina C e vitamina E. E um estudo realizado na Índia em 2012 descobriu que, depois de um aumento de vitaminas A, C e E e aumentado o nível de antioxidantes, houve “uma redução significativa no índice de ansiedade e depressão dos voluntários.

Embora o estudo não seja determinante, é uma boa indicação de que as amoras, além de deliciosas e saudáveis, podem ser úteis contra a depressão.

5. Chocolate

O chocolate [consumido com moderação] pode ser bom aliado contra a depressão, pois, assim como as amoras, é cheio de antioxidantes. Além disso, contém triptofano, como o ovo. E, sim, o chocolate também é bom contra a tristeza temporária. Uma ótima sugestão de combo antidepressivo seria: chocolate + Netflix num fim de semana.

6. Salmão

Você se lembra que as nozes são boas por causa do ômega 3? Bem, salmão, marisco, truta, sardinha e atum também. Dentro do ômega 3, há o ácido eicosapentaenoico, que tem sido associado à depressão. E é um dos ácidos mais encontrados em peixes.

Como o Dr. Boris Nemets, diretor de um estudo sobre o assunto, aponta, “os efeitos do ácido eicosapentaenoico foram notórios após duas semanas de tratamento”. Como Nemets aponta, esse ácido pode aumentar os efeitos da medicação antidepressiva ou ter suas próprias propriedades antidepressivas.

7. Abacate

Therese Borchard, fundadora da organização sem fins lucrativos Australian Beyondblue, diz em uma de suas colunas sobre saúde mental que come um abacate inteiro durante o dia para ajudá-la a combater a ansiedade.

Em sua coluna, a autora do Sobrevivendo a Depressão e a Ansiedade diz que os abacates são alimentos poderosos porque eles contêm gorduras saudáveis que o nosso cérebro precisa, como o ácido oleico, além de possuir mais proteína do que muitas outras frutas, muita vitamina K, vitamina B (B9, B6 e B5), vitamina C e vitamina E12. “Além disso, eles fornecem muita fibra dietética”, diz Borchard.


Pequeno-almoço saudável

Na mesma linha de Borchard, a nutricionista Melissa Brunetti , em entrevista ao Quartz, recomendou o abacate.

Como ela aponta, “o abacate é rico em triptofano, que é um precursor da serotonina, que é a nossa substância química para nos sentirmos bem”. Além disso, diz Brunetti, “o abacate também tem ácido fólico (como tomate) e ômega 3 (como peixe e nozes)”.

Para tomar um café da manhã cheio de “alimentos antidepressivos”, Brunetti recomenda comer ovos, abacate e as vezes, uma pequena porção de chocolate. Além de combater a depressão, eles vão te dar a energia que você precisa para o resto do dia.

“Os nutrientes são necessários para alimentar o nosso cérebro. Se não recebemos o suficiente através da dieta, não temos o suficiente para formar nossos neurotransmissores e neuroquímicos “, diz Brunetti. “A comida pode ter um grande impacto na saúde mental das pessoas”.

Alimentação saudável

Em resumo, bons alimentos contra a depressão são aqueles que contêm ácidos graxos, ômega 3, antioxidantes, vitaminas, nutrientes e outros precursores da serotonina.

No entanto, a dieta é insuficiente para superar um transtorno mental. Lembre-se, mesmo que você faça mudanças nos hábitos alimentares ou na sua rotina, você deve consultar um médico se achar que tem depressão. Ele saberá a melhor maneira de ajudá-lo.

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Economia

Ceia farta e mais barata no natal, é o que aponta pesquisa da FGV

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada nesta terça-feira (19), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, brasileiros não estão dispostos a pagar muito caro na ceia de natal, porém, sem dúvidas, as mesa das famílias não estarão vazias. É que os brasileiros vão investir em comidas mais baratas, cerca de 7,68% mais em conta do que em 2016. Ainda estará bem abaixo da inflação média, que foi registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor-10 da FGV de janeiro a dezembro deste ano (3,24%).

Conforme disse o economista do Ibre e coordenador do IPC da FGV, André Braz, os valores dos alimentos tiveram uma baixa esse ano devido a boa colheita. “Com a oferta garantida, o preço não sobe muito. Então, devolveu parte daqueles aumentos acumulados em 2016, onde a mesma cesta subiu mais de 10%. Este ano, foi a vez da devolução e boa parte dela veio nesse resultado, com essa queda de mais de 7%”.

De acordo com os dados apurados da FGV, alguns dos alimentos que apresentaram queda em 2017, estão a farinha de trigo (-12,83%); bacalhau (-12,31%); arroz (-11,25%); batata-inglesa (-9,32%). Já, os maiores aumentos estão registrados no lombo suíno (+6,58%), cebola (+5,60%) e vinho (+5,11%).

Para aqueles que estão de olho apenas e/ou também nos presentes de natal, o economista adverte que não é tão bom ir com tanta sede ao pote. Mesmo alguns artigos terem apresentados baixa nos valores, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos, como aparelho celular, forno elétrico e de micro-ondas preços (6,57% e 4,16%, respectivamente), é melhor ir com calma. “O momento não é muito convidativo e a gente ainda tem um período longo de recuperação, que deve durar em torno de um ano e meio a dois anos”, ponderou.

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Variedades

Garota de 9 anos constrói abrigos e doa alimentos para moradores de rua

Uma menina de 9 anos de idade, que vive em King Fort, em Washington, nos Estados Unidos, está construindo casas móveis para pessoas desabrigadas. Hailey Fort pretende construir 12 abrigos e o primeiro já tem dono: Edward, um homem que ficou desabrigado após perder o emprego em um supermercado.

Segundo informações do Metro, Hailey começou a se dedicar à caridade há alguns anos, depois de encontrar um homem sem-teto em uma rua. Na época, ela perguntou para a mãe o que poderia fazer para ajudar o homem.

Miranda Fort, mãe da garota, disse à ABC News que já fez contato com a prefeitura para confirmar que as pessoas beneficiadas poderão utilizar o abrigo sem problemas. A menina ainda está arrecadando dinheiro, além de produtos de higiene pessoal, alimentos e casacos para doar aos desabrigados.

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O custo de cada um deles é de cerca de US$ 300 (cerca de R$ 1 mil). O preço acaba não sendo alto, porque muitos itens vêm de doações. As paredes dos abrigos são feitas de pallets e a casa tem cortinas, lâmpada movida a energia solar e tranca na porta.

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Além disso, Hailey ainda planta frutas e vegetais. Neste ano, ela pretende cultivar e doar cerca de 100 quilos de comida. Todo seu trabalho pode ser acompanhado na página do Facebook Hailey’s Harvest.

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