Rosano Taveira é reeleito em Parnamirim

Rosano Taveira é reeleito em Parnamirim

novembro 15, 2020 0 Por Rafael Nicácio

O atual prefeito Rosano Taveira da Cunha, do PRB, foi reeleito neste domingo (15/11) prefeito de Parnamirim – cidade da Grande Natal. Com 100% das urnas apuradas, Taveira teve 40.027 mil votos, o que corresponde a 49,43% dos votos válidos, contra 32.076 mil votos da Professora Nilda (PSL) – 39,61%.

Em seu discurso de vitória, Taveira disse que recebeu com muita felicidade o resultado do pleito, e que tinha total confiança na reeleição. “Atendeu completamente a nossa expectativa. Foi de uma satisfação muito grande ver no semblante da população a alegria com a nossa vitória”, ressaltou.

A apuração das urnas no município terminou às 22h10, totalizando 80.978 (83,97%) de votos válidos; 5.141 (5,33%) de votos Brancos e 10.314 (10,70%) de votos nulos. Um total de 28.913 eleitores não compareceu às urnas, totalizando 23,07% dos votos totais.

Coronel da reserva da Polícia Militar, Taveira nasceu em Natal no dia 4 de maio de 1957. Aos 63 anos, mora no bairro da Cohabinal, em Parnamirim, há quase 54 anos.

Com três mandatos na Câmara Municipal, Rosano Taveira foi eleito pela primeira vez vereador em 2000, pelo PMDB, sendo o candidato mais votado. Ele também se elegeu em 2008 e em 2012.

Antes de se eleger vereador, Rosano Taveira trabalhou na gestão do governador Garibaldi Alves como chefe da Casa Militar. Na administração municipal, Rosano Taveira exerceu a função de secretário de Trânsito e de Iluminação pública. É o atual prefeito da cidade, tendo sido eleito a primeira vez nas eleições de 2016 – quando conseguiu 34.363 votos, o que corresponde a 44,76% dos votos válidos, contra 25.366 votos de Carlos Augusto Maia (PSD), 33,04%.

Campanha

A campanha desse ano, ao que aparentava de início, não foi nada fácil. A oposicionista Professora Nilda (PSL) conseguiu dar trabalho e ter uma votação muito expressiva, mostrando que uma grande parte da população não está satisfeita com o seu trabalho. Mas agora, reeleito, ele terá mais quatro anos para mudar a opinião desses eleitores.