RN Mais Vacina registra mais de 1 milhão de potiguares totalmente imunizados

RN Mais Vacina registra mais de 1 milhão de potiguares totalmente imunizados

RN Mais Vacina registra mais de 1 milhão de potiguares totalmente imunizados

O registro foi feito na plataforma RN Mais Vacina (Foto: Cícero Oliveira – Agecom/UFRN)

Rafael Nicácio setembro 6, 2021 Destaques

O Rio Grande do Norte alcançou um milhão de pessoas totalmente imunizadas contra a covid-19. A marca foi atingida durante o final de semana, em um grande mutirão feito em todo o estado, garantindo a vacinação de cerca de 30% da população potiguar e aproximadamente 40% do público-alvo.

O registro foi feito na plataforma RN Mais Vacina, um sistema especialmente criado pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN), que é alimentado pelas gestões municipais com os dados de cada localidade.

A vacinação completa, com as duas doses ou a dose única do imunizante, garante maior segurança para a população contra o coronavírus. De acordo com o último relatório do LAIS, o fato de a população integralizar o processo de imunização contra o vírus tem reduzido significativamente os índices de internações e óbitos.

Atualmente, o percentual de mortes registrado em pacientes com a 1ª dose (D1) e a 2ª dose (D2) é de 0,02% e 0,03%, respectivamente. O número de idosos vacinados internados também aponta para uma baixa importante, girando em índices abaixo de meio por cento (0,21%). Esse número é ainda mais reduzido em relação ao idoso que tomou a D2 (0,16%).

Relatório do LAIS, publicado semana passada, mostrou com mais detalhes esses números, confirmando a efetividade da vacinação. Foi observada a queda não só de óbitos, mas também de pedidos de internação, seja em leitos clínicos ou em leitos de UTI, no período posterior ao início da vacinação contra o coronavírus. O documento traz uma análise do quadro atual da pandemia no estado, com diversas análises quanto à efetividade dos imunizantes para a diminuição dos óbitos em todo o território potiguar.

Aparentemente, há um leve aumento percentual de pacientes que foram a óbito com a D2. Isso será, no entanto, estatisticamente normalizado à medida que mais pacientes tomarem a D2”, explicou o diretor executivo do LAIS, professor Ricardo Valentim, membro do grupo de pesquisadores responsável pelo documento.

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