Petrobras confirma novo reajuste no preço da gasolina
Agência Petrobras/Geraldo Falcão

Petrobras confirma novo reajuste no preço da gasolina

A Petrobras confirmou que, a partir desta terça-feira (19), reajustará o preço médio da gasolina, nas refinarias, em R$ 0,15. Segundo a estatal, o derivado passará a ser vendido pela companhia a R$1,98 por litro.

Em nota, a Petrobras destacou que reajustes têm como referência os preços de paridade de importação (PPI) e, dessa forma, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, “para cima e para baixo”.

“Importante ressaltar também que o preço da gasolina vendida na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias pela Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis”, destacou a companhia.

Este é o primeiro ajuste nos preços da empresa no ano e ocorre em meio à valorização do petróleo no mercado internacional.

Combustíveis mais caros nos postos

O preço da gasolina adquirida pelos motoristas e de seu competidor renovável, o etanol hidratado, deverá subir quase 5%, nas contas da consultoria FG/A em entrevista ao Valor Investe.

Trata-se de um patamar maior do que os registrados ainda antes do início da pandemia.

Admitindo que o etanol hidratado, que compete com a gasolina, deve se manter dentro da paridade de 70%, o biocombustível pode subir para os motoristas em até 4,7%, ou R$ 0,14 o litro, calcula a FG/A.

Para as usinas de etanol, o efeito do reajuste da Petrobras pode ser um acréscimo de R$ 0,06 o litro, descontados os impostos e custos logísticos.

Ações da Petrobras sobem

Em forte alta desde cedo, as ações da Petrobras chegaram a renovar as máximas do dia. Por volta das 14h, a ação ordinária da empresa era negociada a R$ 28,94, em alta de 0,45%, após mais cedo tocar a cotação de R$ 29,48. Já a ação preferencial operava a R$ 28,31, em alta de 0,67%, ante a máxima registrada mais cedo, de R$ 28,85.

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