Pequenas Empresas e Grande Negócios 30/07/2017 – Rodízios de comida não tradicionais
Imagem: Globo/Divulgação

Pequenas Empresas e Grande Negócios 30/07/2017 – Rodízios de comida não tradicionais

julho 30, 2017 0 Por Bernardo Vieira

O Pequenas Empresas e Grande Negócios deste domin dia 30/07, rodízios de comida não tradicionais.

Existe rodízio de pizza, de churrasco e de comida japonesa, mas por que não apostar em outras variedades de comida? O ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’ deste domingo, dia 30, mostra que a estratégia pode ser vantajosa. O casal Vitor Gomieiro e Suemy Tanaka escolheu o hambúrguer e transformou uma lanchonete que estava em falência em um dos pontos de encontro mais requisitados da clientela.

São 30 mini hambúrgueres produzidos a cada seis minutos, com 12 opções diferentes de sabores e batata frita à vontade, tudo por R$ 39,90 por pessoa. Segundo os empresários, o processo não aumentou os custos da casa e permitiu aumentar o faturamento em 70%. A reportagem mostra as estratégias dessa iniciativa que tem agradado tanto o bolso, quanto a barriga. A moda está se espalhando, e o rodízio chegou também nos mini pastéis. A ideia foi a aposta de uma rede de franquias para se diferenciar. O ‘PEGN’ acompanha o estabelecimento de Ricardo Nakatani, franqueado que serve desde pastéis tradicionais de queijo e carne até novidades como pastel com massa de chocolate.

O empresário, que instalou o sistema há pouco mais de um mês, conta que a casa ficou cheia nesse período e aumentou o faturamento em mais de 20%. São 1500 pasteis por noite de rodízio, preparados durante o dia e congelados. O rodízio custa R$ 34,90 e a ideia é espalhar a novidade. De acordo com o franqueador Marcos Nagano, os planos são de abertura de mais dez lojas de rodízio em São Paulo neste ano e a meta é alcançar 60 unidades até o fim do ano que vem.

No setor de comidas ou não, deslanchar uma startup não é uma tarefa fácil. Para isso, é preciso saber como conseguir apoio. A edição conversa com o consultor Daniel Grossi, sócio de uma aceleradora em São Paulo, e mostra que, primeiramente, o empreendedor tem que saber que tipo de apoio a startup precisa naquele momento.

Segundo Grossi, mais do que procurar um investidor, o empresário deve ir atrás do smart money, em que o investidor coloca dinheiro no negócio e ainda passa conhecimento sobre mercado, rede de relacionamento e ajuda a empresa a crescer. Estudar o perfil do investidor é um dos passos iniciais, além de participar de editais públicos e eventos.

Você pode conferir o programa logo após o “Globo Comunidade” na Rede Globo.

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