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Onofre Lopes vai receber moderno aparelho para tratamento de câncer

Hospital passará a ser referência ao lado da Liga Norte Riograndense

Como uma das ações de reforço ao tratamento para os pacientes com câncer, o hospital universitário Onofre Lopes (HUOL) receberá recursos na ordem de R$ 1,97 milhão para a aquisição de um acelerador linear, equipamento utilizado para radioterapia. A unidade – que faz parte da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), também receberá R$ 6 milhões para a construção de um bunker (espaço para receber o equipamento). O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta quarta-feira (27), em visita à unidade hospitalar da Rede Ebserh.

De acordo com o ministro, com o serviço de radioterapia, o HUOL passará a ser referência para o SUS, assim como já vem fazendo a Liga Norte Riograndense Contra o Câncer, que oferece atendimento integral na especialidade. O acelerador linear é um equipamento de alta tecnologia que trata o câncer empregando feixe de radiações, constituindo-se um “enorme passo” para a ampliação do serviço de Oncologia.

“A expectativa é avançar na oferta de serviços próximos ao paciente, descentralizando os parques tecnológicos e evitando o deslocamento para tratamento de saúde. A prioridade é identificar unidades de referência nas várias regiões, qualificar a assistência e ampliar a capacidade de atendimento, chegando onde as pessoas precisam”, explicou.

Presente na visita do ministro ao Huol, o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Kleber Morais, afirmou que todos os esforços têm sido no sentido de qualificar e ampliar os serviços. “Temos buscado dar cada vez mais condições para que os hospitais da Rede Ebserh possam aperfeiçoar os atendimentos à população e melhorar o ensino e a pesquisa”, disse.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Rio Grande do Norte tem 5.590 novos casos de câncer por ano, sendo 1.640 novos casos apenas em Natal. Atualmente, a unidade de Oncologia do Huol realiza cerca de 10.500 consultas e 450 cirurgias e procedimentos por ano, além de ofertar tratamento quimioterápico para 200 pacientes por mês.

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