Foto: National Anpas

Após observar uma diminuição nos últimos dois dias, o número de mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) voltou a subir na Itália. Nas últimas 24 horas houve um total de 743 mortes, totalizando 6.820, segundo a Agência de Proteção Civil.

No entanto, apesar disso, o crescimento na quantidade de casos se manteve abaixo de 10% pelo segundo dia seguido. De acordo com a Defesa Civil, a Itália já contabiliza 69.176 contágios, alta de 8,2% na comparação com 23 de março.

Além disso, o país soma 54.030 casos ativos, crescimento de 3.612 (+7,2%) em um dia, menor expansão em números absolutos desde 18 março, e menor em termos percentuais desde o dia 10. Isso também se explica pelo aumento da quantidade de mortos, bem como de casos curados, que chegaram a 8.326.

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A região da Lombardia, no norte do país, se mantém o epicentro da doença, com 19.868 casos, seguido da Emilia-Romagna (7.711), do Vêneto (5.351), Piemonte (5.124), Marcas (2.497), Toscana (2.519), Ligúria (1.692), Lazio (1.545), Campânia (992), Friuli-Venezia Giulia (848), Puglia (940), Abruzzo (622), Sicília (799), Úmbria (624), Vale de Aosta (379), Sardenha (395), Calábria (304), Molise (55), Basilicata (91), Trentino Alto-Ádige (975) e Bolzano (699).

Já as vítimas foram registradas na Lombardia (4.178), Emilia-Romagna (985), Vêneto (216), Piemonte (374), Marcas (231), Toscana (129), Ligúria (231), Campânia (56), Lazio (80), Friuli-Venezia Giulia (64), Puglia (44), Sicília (20), Bolzano (38), Abruzzo (46), Úmbria (19), Vale de Aosta (19), Trentino Alto-Ádige (56), Calábria (10), Sardenha (15), Basilicata (1) e Molise (8).

Atualmente, a Itália é o país com maior número de casos na Europa e já superou as mortes registradas na China. Nesta terça-feira, inclusive, o chefe da Defesa Civil da Itália, Angelo Borrelli, admitiu que o número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no país pode ser até 10 vezes maior do que o balanço oficial divulgado todos os dias.

A Itália se tornou o epicentro do surto de coronavírus na Europa, e o número de mortes por covid-19 neste país excedeu até as da China, epicentro do vírus.

Para ajudar a Itália a mitigar as conseqüências da pandemia da covid-19, a Rússia enviou 13 aeronaves militares Il-76 que transportaram várias brigadas médicas com 100 especialistas militares em virologia e epidemiologia, bem como sistemas de desinfecção de transporte e território, e equipamento médico.

Do Portal N10 com Agência ANSA.

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