Há pouco, o ex-governador do Rio Anthony Garotinho  foi liberado do presídio, o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ele foi preso em 22 de novembro, juntamente com sua esposa, a ex-governadora Rosinha Garotinho. Os crimes apontados por Garotinhos e Rosinha Garotinho, são por crimes eleitorais que incluem; corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais, cometidos por eles e toda sua equipe.

A decisão de libertar Garotinho foi determinada, na quarta-feira (20), pelo ministro e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes. O ex-governador segue para a sua residência, bairro do Flamengo, na zona sul do Rio, segundo informações do advogado de defesa do acusado, Carlos Azeredo.

A decisão do ministro foi atendida a pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Garotinho e avaliou “não haver requisitos” para a prisão preventiva do ex-governador.

“Como se observa, nesta primeira parte da decisão, o TRE simplesmente relata o modus operandi dos alegados crimes praticados [organização criminosa, corrupção passiva, extorsão e lavagem de dinheiro], sem indicar, concretamente, nenhuma conduta atual do paciente que revele, minimamente, a tentativa de afrontar a garantia da ordem pública ou econômica, a conveniência da instrução criminal ou assegurar a aplicação da lei penal”.

Rosinha já havia sido liberada desde 30 de novembro, com medidas de  recolhimento noturno e tornozeleira eletrônica.

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