Esta imagem visível do furacão Irma da categoria 4 foi tomada no domingo 10 de setembro de 2017 às 9:25 da manhã da EDT (1325 UTC) pelo satélite NOAA GOES East, quando seus olhos se aproximaram da costa sudoeste da Flórida. O furacão José é visto (à direita) perto das Ilhas Sotavento. Créditos: NASA / NOAA GOES Project

(ANSA) – O furacão “Irma”, que atinge neste momento a Florida, foi rebaixado para a categoria 1, mas já soma ao menos cinco mortos e sérios danos estruturais no sul dos Estados Unidos. A emissora “ABC” disse nesta segunda-feira (11) que o número de mortes causadas pelo “Irma” no país chega a cinco: Duas pessoas faleceram no condado de Monroe, outras duas em Hardee e outra em Orange.

Hoje pela manhã, o “Irma” se aproximava da cidade de Tampa. O Centro Nacional de Furacões dos EUA crê que o fenômeno perca força ao longo do dia e vire uma tempestade tropical, mas, mesmo assim, há risco de ventos fortes, de 136 km/h, e inundações.

Ao menos 3,3 milhões de pessoas estão sem energia elétrica na Florida devido aos danos provocados pela passagem do furacão.

Quase um terço da população da Florida precisou deixar suas casas e procurar refúgio contra o furacão, que foi o mais forte a atingir os EUA desde a década de 1930. Antes de chegar aos EUA, o “Irma” passou pelo Caribe com categoria 5, a maior na escala de fenômenos naturais, e deixou 28 mortos em 10 países.

O presidente norte-americano, Donald Trump, decretou “estado de desastre” na Florida e ordenou ajuda federal para o estado.

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