Foto: Divulgação

Tatá Werneck continua de licença-maternidade para cuidar de sua filha Clara Maria, mas o público pode matar a saudade da apresentadora com a estreia da segunda temporada de ‘Lady Night’ na Globo, no dia 23 de janeiro.

Serão exibidos os melhores momentos da terceira e quarta temporadas do programa no Multishow. A convidada da estreia é Paolla Oliveira. Passarão também pelo sofá de Tatá Werneck: Lázaro Ramos, Maraia & Maraísa, Caetano Veloso, Fernanda & Sorocaba, Isis Valverde, Chay Suede, Taís Araújo, Ana Maria Braga, Selton Mello, Fátima Bernardes, Larissa Manoela, entre outros convidados.

‘Lady Night’ vai ao ar na Globo nas noites de quinta-feira, logo após o ‘Big Brother Brasil’. O programa tem a direção de Lilian Amarante.

Entrevista Tatá Werneck

Depois de quatro temporadas, o que mais gosta no programa?

Quando criei o ‘Lady Night’ eu sabia que queria ter um talk show com a minha cara. Que perguntaria coisas que achava que ninguém perguntaria. Que queria que as pessoas ficassem à vontade para que estivessem ali sentadas como “pessoas físicas” e não “pessoas jurídicas”. Mas não sabia exatamente como fazer isso. Então fui aprendendo na prática a minha maneira de conversar, criando um ambiente confortável para que pudéssemos entrar “entre amigos” (mesmo não conhecendo a maioria dos convidados). Acho que fui aprendendo a ouvir mais.

Foi diferente gravar uma temporada grávida?

Foi um desafio muito grande. Eu estava realmente passando muito mal. Escrever, gravar e editar o ‘Lady Night’ não é fácil. E eu faço tudo isso no programa. Passando mal, então… Eu gravava com um balde debaixo da mesa. E às vezes pensava “não tenho condições de fazer isso hoje. Mas é o que mais quero fazer”. Eu amo trabalhar e queria muito ter esse registro do primeiro momento com minha filha. E também mostrar o quanto é difícil para a mulher a gestação. Eu vomitava às vezes 30 vezes no dia. Minha memória estava diferente e estava sensível. Mas agora que deu tudo certo eu vejo que amei muito ter feito. Minha deusa vai ficar feliz quando crescer e assistir.

Vai assistir ao Lady Night enquanto estiver em casa?

Sabe que eu desconfiei que estava grávida porque dormi uma vez antes de ver o ‘Lady Night’ na Globo. E achei estranho dormir antes das 23. Mas deixei passar. Aí depois vi que já estava com a Clarex na barriga. Eu adoro ver o programa. Mas sempre vejo pensando em como melhorar.

O que mais atrai você ao fazer um programa de entrevistas?

Eu tenho curiosidades sobre as pessoas que acho que só consigo perguntar no ‘Lady Night’. Nem pessoalmente teria coragem. Eu amo pensar que teremos um encontro único e inusitado. Talk show é um formato antigo. Mas cada encontro traz uma luz diferente.

Entrevista com a diretora, Lilian Amarante

Qual é o principal desafio que enfrenta para produzir o programa de entrevistas?

Acho que o maior desafio do Lady Night, de produção, é desenhar a linha narrativa do programa. Ou seja, que caminho a gente vai percorrer para conseguir chegar no ponto que a gente quer com aquele convidado. Sempre nesse percurso de humanização daquele convidado. Então, acho que esse olhar, estabelecer o ponto de vista através do qual a gente vai olhar para alguém, me parece o maior desafio de produção do programa.

O que mais surpreendeu ao gravar essas temporadas?

que sempre surpreende a gente é a reação do convidado em relação à nossa pauta. É sempre uma surpresa muito grande, não só para a gente, mas para o próprio convidado, que chegou num lugar que ele não tinha planejado. E, obviamente, a gravidez da Tatá foi o maior marco desse período, dessa última temporada. A Tatá tinha um assunto que ia protagonizar o programa de certa maneira. E a gente fez uma ginástica para entender de que forma a gravidez iria interferir no editorial do programa. No final deu tudo super certo e foi bacana fazer.

Como foi gravar com Tatá grávida. Mudou algo por causa da gravidez?

Enquanto a gente gravava esses programas da quarta temporada, eu brincava dizendo que o Lady Night ia ser o primeiro programa grávido da TV brasileira. Porque os hormônios da gravidez da Tatá a atingiram fortemente e a verdade é que esses hormônios, depois de um mês trabalhando com ela nesta condição, nos deixou todos grávidos juntos. Todos com os hormônios alterados. Foi uma mudança total e a mudança também no nosso pensamento, que era de preservar a energia na Tatá. No fim das contas, eu acho que o objetivo principal, que era fazer esse registro da gravidez da Tatá e conseguir descontruir esse momento da gravidez para as mulheres, a gente alcançou. E acho que a Tatá ficou com um registro lindo da vida dela, com a Clarinha ainda na barriga. E pra gente também foi uma experiência inesquecível.

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