Nascida em São Paulo e iniciando sua carreira aos 9 anos de idade na novela “Bela a Feia” no palco da Ana Hickman, Cinthia Cruz ficou participando dos quadros por um ano na Record.

Após uma temporada na Record, foi trabalhar no SBT para fazer um game no quadro “Meu Pai É Melhor Que O Seu Pai” no Celso Portiolli, seguindo posteriormente para outros programas como Eliana e Raul Gil, além disso também participou de programas na Rede Tv e na Band. A atriz também participou de peças teatrais no teatro Gazeta e Santo Agostinho.

Entre seus mais recentes trabalhos estão os sucessos da novela “Carrossel” com a personagem Fabiana e também com o remake da novela “Chiquititas” onde se destacou como a romântica Cris.

Após o fim da novela, a atriz interpretou a personagem Gabi na série “Mansão Bem Assombrada” a atração realizada em sitcom conta a história de uma mansão assombrada por dois fantasmas interpretado por Danilo Gentili e Marlei Cevada.

Natural de São Paulo e tendo começado a carreira na televisão com apenas 9 anos em um quadro de TV na Record no programa da Ana Hickman onde duas atrizes mirim tinham que fazer uma cena da novela “A Bela e a Feia” concorrendo a um prêmio. Como foi sua primeira experiência na televisão? A minha primeira experiência de atuar em um programa foi incrível, lá eu tive a certeza do que eu queria que era esse meio artístico. Foi emocionante eu aos 9 anos receber elogios e ainda ganhar um prêmio. Foi uma experiência incrível para mim que estava começando.

Em 2012 fez uma participação na novela Carrossel e no mesmo ano foi escalada para o elenco da novela Chiquititas. Sendo essas duas produções remakes de grandes clássicos da história infanto-juvenil passadas antigamente. Foi difícil fazer a construção das suas personagens, levando em consideração a base da personagem anterior? A cada trabalho o SBT se preocupa em nos preparar e assim a gente consegue
sentir o que cada personagem pede. Através de um workshop e aulas de canto, dança e interpretação no próprio SBT temos a oportunidade de nos aperfeiçoar a cada trabalho. Fazemos a leitura do texto para poder entender qual é a necessidade de cada personagem, assim a gente consegui construir e quando vamos para a gravação. Os diretores nos orientam quanto a posição e a intensidade da voz.

A personagem da novela Carrossel era muito triste e a personagem da novela Chiquititas era o oposto, muito alegre, divertida e romântica.

Em 2013, quando “Chiquititas”, veio junto a chance de interpretar a personagem Cris. A questão era que Cris era uma personagem que tinha como estilo um ar bastante romântico. Como foi dar vida a essa personagem? A construção dela acabou levando muito de você para o estilo dela? A construção da Cris foi bem intensa, porque a personagem era o oposto de mim, eu não era tão romântica e tinha vergonha de falar com meninos a respeito de namoro, tinha muita vergonha nas cenas, mais a minha construção e preparação para personagem me ajudou muito, agora na alegria e nas cenas engraçadas eu levei muito de mim, quem me conhece sabe que eu sou muito alegre e engraçada.

Natural de São Paulo e tendo começado a carreira na televisão com apenas 9 anos em um quadro de TV na Record no programa da Ana Hickman onde duas atrizes mirim tinham que fazer uma cena da novela “A Bela e a Feia” concorrendo a um prêmio. Como foi sua primeira experiência na televisão? A minha primeira experiência de atuar em um programa foi incrível, lá eu tive a certeza do que eu queria que era esse meio artístico. Foi emocionante eu aos 9 anos receber elogios e ainda ganhar um prêmio. Foi uma experiência incrível para mim que estava começando.

Em 2012 fez uma participação na novela Carrossel e no mesmo ano foi escalada para o elenco da novela Chiquititas. Sendo essas duas produções remakes de grandes clássicos da história infanto-juvenil passadas antigamente. Foi difícil fazer a construção das suas personagens, levando em consideração a base da personagem anterior? A cada trabalho o SBT se preocupa em nos preparar e assim a gente consegue
sentir o que cada personagem pede. Através de um workshop e aulas de canto, dança e interpretação no próprio SBT temos a oportunidade de nos aperfeiçoar a cada trabalho. Fazemos a leitura do texto para poder entender qual é a necessidade de cada personagem, assim a gente consegui construir e quando vamos para a gravação. O diretor nos orienta quanto a posição e a intensidade da voz.A personagem da novela Carrossel era muito triste e a personagem da novela Chiquititas era o oposto, muito alegre, divertida e romântica.

Em 2013, quando “Chiquititas”, veio junto a chance de interpretar a personagem Cris. A questão era que Cris era uma personagem que tinha como estilo um ar bastante romântico. Como foi dar vida a essa personagem? A construção dela acabou levando muito de você para o estilo dela? A construção da Cris foi bem intensa, porque a personagem era o oposto de mim, eu não era tão romântica e tinha vergonha de falar com meninos a respeito de namoro, tinha muita vergonha nas cenas, mais a minha construção e preparação para personagem me ajudou muito, agora na alegria e nas cenas engraçadas eu levei muito de mim, quem me conhece sabe que eu sou muito alegre e engraçada.

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