Raquel Fabbri, 29 anos, pode ser considerada uma atriz completa – interpreta, canta, dança, dubla e é modelo plus size.

Com atuações marcantes na televisão, a atriz participou de grandes obras da dramaturgia, como “As Brasileiras”, o remake de “Gabriela” e “Alto Astral”, dirigida por Jorge Fernando. Também participou das séries “Cinquentinha” e “Tal filho, tal pai. Seu mais recente trabalho foi o piloto da séria “Sociedade PSI”, dirigido pelo ator Guilherme Leicam.

No teatro esteve em mais de 15 espetáculos, onde recebeu o Prêmio Avancini de Teatro de Melhor Atriz pelo espetáculo “Deu a louca na lenda” e o Prêmio de Atriz Revelação por “Maroquinhas frufru”.

Atualmente em “Malhação- Pro Dia Nascer Feliz” como convidada especial que veio para movimentar a trama da novela, Raquel interpreta a personagem Mônica, uma modelo plus size famosa nas redes sociais e que entra com uma permuta na academia Forma para ajudar a divulgar o local e o salvar de ser fechado.

Você acaba de entrar na reta final de “Malhação- Pro Dia Nascer Feliz” como a Mônica, uma mulher que, apesar de fugir dos padrões criados por uma sociedade que acredita no corpo perfeito, é super bem resolvida, alegre e com um auto estima enorme! Qual a importância de um personagem como esse para quem se sente excluído por não fazer parte desses padrões? Extremamente importante! Tenho recebido muitas mensagens de meninas que estão aprendendo a se gostar por conta da personagem! Meninas que me agradecem por estarem se sentindo representadas na novela e isso me deixa muito feliz e emocionada! Saber que estamos conseguindo passar essa mensagem de amor próprio e de aceitação é algo indescritível.

Em suas entrevistas como Raquel, você sempre mostrou a mesma autoconfiança da Mônica. Em um mercado tão competitivo como o da TV, você acha que essa autoconfiança ajuda? Ela pode fazer a diferença na escolha de um personagem que não tenha um tipo físico definido? Autoconfiança é importante para qualquer pessoa e em qualquer carreia. É importante para a vida, para o dia a dia. É preciso aprender a se amar antes de qualquer coisa ou qualquer padrão. Cada personagem tem seu perfil… O que precisa ser levado em conta é o talento de cada um.

Antes de Malhação, você também já participou de “Alto Astral” vivendo a Bia. Dentro desse contexto, quais as principais diferenças entre as duas personagens? Você acha que a Bia poderia aprender algo com a Mônica? Claro! A Bia era uma menina insegura, que ainda estava refém de pessoas que a maltratavam e da própria não aceitação em relação ao corpo. A Mônica se entende, se gosta e sabe que ser feliz. Se vê mais importante do que qualquer coisa que possa reduzir sua importância ou valor no mundo.

Quando e como surgiu a ideia de seguir a carreira de atriz? Se não fosse atriz, seguiria qual profissão? Foi quando entrei para o teatro da escola. Foi lá que descobri um mundo que me pertencia. Sobre outra profissão, não sei. Acho que o que me move, o que amo e o que tenho verdadeira paixão é a carreira de atriz.

Qual é o maior desafio na carreira de uma atriz? Temos que ser dedicados e estudar muito. Não é uma carreira tão estável para quem está começando. Precisamos aprender de tudo um pouco para estarmos preparados física e emocionalmente para o personagem que vier.

Fale um pouco sobre seus projetos futuros. Estou ensaiando a peça “Oi quer teclar? ” Com estreia marcada para agora, dia 20 de abri, às 21h, no Teatro Fashion Mall. É uma comédia romântica escrita por Diogo Franco e dirigida por Thiago Grecco. Além de mim, estão no elenco Josie Pessoa, Nando Cunha, Hugo Moura e Kakau Berredo.

Deixe uma mensagem para os seus fãs. Sejamos felizes! Seu corpo, suas regras! Amem-se independente de qualquer coisa!

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