Em busca de traços equilibrados muitos homens e mulheres têm recorrido a harmonização orofacial (HOF), procedimento minimamente invasivo que integra técnicas da estética facial e bucal. O tratamento com HOF é a escolha não apenas de quem procura um rosto e sorriso simétricos, mas também daqueles que sentem a autoestima ser afetada e buscam retardar ou amenizar o envelhecimento facial.

Além de realçar a beleza, a harmonização orofacial pode também ser usada na no tratamento auxiliar de dores musculares e/ou articulares, como nos casos de bruxismo. “Muitos tratamentos estão sendo feitos precocemente, com o objetivo de retardar o envelhecimento, melhorar a qualidade, equilíbrio da face e amenizar dores”, ressalta Dr Rogério Marques, dentista especializado em harmonização orofacial.

Os benefícios do procedimento são múltiplos: pele mais jovem, com volumes e ângulos restaurados, conferindo um melhor equilíbrio, harmonia, beleza e correção de imperfeições. A harmonização orofacial apresenta uma grande gama de diversidade, técnicas e produtos utilizados, inclusive, alguns resultados são imediatos, enquanto outros podem levar meses para aparecerem. “Tudo depende da qualidade da pele, do grau do envelhecimento, do plano de tratamento escolhido, do compromisso do paciente e do investimento disposto”.

Para manter o resultado mais natural e duradouro, é importante cuidar da alimentação e da saúde, pois “se a pele não estiver saudável e preparada para receber determinado estímulo, a harmonização orofacial pode acentuar o problema, ao invés de resolvê-lo. É essencial associar uma alimentação saudável com procedimentos estéticos cuidadosamente pensados para cada tipo de paciente, respeitando as suas particularidades, assim como um bom cosmético para resultados ainda mais satisfatórios”. Além disso, é importante seguir corretamente as orientações prescritas pelo profissional que realizou o procedimento.

“Um dos questionamentos mais comuns sobre a harmonização orofacial é se o processo é doloroso. Em alguns procedimentos pode haver um certo incômodo, mas hoje temos todos os recursos da analgesia a nosso favor, podendo cada vez mais realizar tratamentos com o mínimo de desconforto”, revela dr Rogério Marques

 

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