No Fantástico deste domingo (28), a equipe do programa visitou o laboratório do Instituto Butantan, responsável pela ButanVac, uma das duas vacinas brasileiras que já aguardam liberação da Anvisa para os testes clínicos. O programa também irá abordar os medicamentos do chamado “Kit Covid”, onde médicos investigam casos graves de lesões no fígado e até mortes pelo seu uso.

Canal de Suez

A passagem pelo Canal de Suez, no Egito, está bloqueada pelo cargueiro Ever Given, que tem “apenas” o comprimento de 4 campos de futebol. Se a operação para desatolar o navio levar muito tempo, será um risco para a economia global. O acidente, do outro lado do mundo, tem reflexos no mundo inteiro e também vai atrasar a entrega de mercadorias aqui no Brasil. O trabalho de remoção do navio pode levar semanas.

Enquanto uma escavadeira cava as margens onde o navio atolou, catorze rebocadores e duas dragas tentam desencalhar o navio. Até este domingo (28), esses equipamentos só tinham conseguido deslocá-lo em alguns metros. Ele continua atravessado, mas pelo menos a parte traseira já não está mais atolada.

Guerra na Síria

O programa também, em uma reportagem especial, irá abordar a luta de famílias para conseguir cirurgias reparatórias em crianças sobreviventes da Guerra na Síria, que completou dez anos no dia 15 de março e ainda está longe de acabar. O Fantástico vai falar de uma das faces mais injustas do maior conflito armado no mundo hoje: as crianças. O comentarista da GloboNews Guga Chacra explica o que mantém este conflito sangrento por tanto tempo, e como ele impacta o mundo. O repórter Estevan Muniz também se junta ao apresentador Murilo Salviano contando detalhes da reportagem especial que mostrou a vida de crianças sírias que estão refugiadas na Turquia após escaparem da morte na terra natal: bombardeios, ataques químicos, cicatrizes de guerra. Elas viveram tudo o que uma criança não deveria nem conhecer.

É Muita Coincidência

No quadro É Muita Coincidência, o surfista Doug Falter reencontrou uma prancha que perdeu enquanto surfava ondas gigantes no Havaí dois anos depois do incidente e a mais de 8 mil quilômetros do local.

A outra história desta semana é sobre o que aconteceu com o Jean Carlos há trinta anos atrás, quando ele tinha 15 anos. Ele conta que quis aprontar uma travessura atirando um ovo sobre uma multidão reunida para assistir um comício, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Atirou o alimento e foi se esconder, orgulhoso do que aprontou. Mas foi só chegar em casa que deu de cara com o próprio pai, revoltado com o que tinha acabado de acontecer: tinha sido acertado em cheio pelo ovo, sem saber que foi o próprio filho que tacou.

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