Carla Diaz comenta sobre o BBB 21 no Domingão do Faustão (Foto: Reprodução / TV Globo)

A oitava eliminada do Big Brother Brasil 21, Carla Diaz foi convidada para o Domingão do Faustão de hoje. Ela comentou sua passagem pelo reality show e respondeu perguntas do público. De cara, Faustão logo questionou o motivo dela ter aceitado entrar para o programa. “Foi o Boninho, foi o Tiago (Leifert). Eu amo um desafio e olha, posso te falar uma coisa Faustão? Em primeiro lugar, uma das coisas boas de ter ido ao ‘BBB’ é estar aqui hoje com você, de verdade. Parabéns pela sua trajetória e pelo cara que você é”, disse.

Outro tema abordado no programa foi o romance da atriz com Arthur no BBB 21. “Eu talvez fui julgada por atitudes que nem minha foram, foram atitudes de uma outra pessoas, de um homem. Isso foi uma parte do jogo, mas que é importante a gente também falar sobre isso. Eu sou uma mulher, hoje de 30 anos, eu não gosto de botar a culpa nos outros, eu assumo as minhas atitudes”.

“Chega disso de que o homem pode pedir desculpas mas a mulher não pode errar. Chega, eu acho que assim, tivemos nossas atitudes, aprendemos, erramos, agimos, entrei lá, mergulhei no jogo, joguei, me apaixonei, vivi. Eu acho que a vida é esse ciclo, vivendo, errando, aprendendo e eu não me arrependo de nada”, completou.

Carla também comentou sobre o Brasil estar enfrentando um momento pior com relação à pandemia do coronavírus. “Esse é um momento muito delicado que estamos passando por essa fase. Foi uma surpresa pra casa do BBB saber que veio uma nova onda. Eu fiquei muito mais chocada com essa notícia, da pandemia que com a minha saída. Minha saída eu voltei pra minha casa, pra minha família, eu tenho o carinho de todos vocês. A pandemia é algo muito serio, eu perdi pessoas muito queridas”.

Para finalizar, a atriz comentou a diferença entre assistir BBB e vivenciar o BBB. “Assistir de fora e vivenciar lá dentro é completamente diferente. Como espectadora eu ficava: tem que fazer isso, tem que fazer aquilo, que prova fácil. Quando a gente chega lá é tudo muito diferente. Não dá pra saber o que as pessoas estão falando em outro no quarto, na sala… As informações chegam até você como fofoca. Fica tudo muito distorcido. A gente perde a noção do que é certo, o que é errado e cego pra muitas coisas também”.

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