Simba
Foto: Divulgação

Na última quinta-feira (29) a PROTESTE – Associação de Consumidores – em uma ação em parceria com o INADEC (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor), através de negociações com a Simba Content, conseguiu com que o grupo concordasse em restabelecer, provisoriamente, os canais que haviam sido retirados das redes das TVs a cabo. Só que essa decisão pegou uma parte interessada de surpresa: as operadoras.

Segundo informações do colunista Ricardo Feltrin, nem a Net Claro, nem a Sky e muito menos a ABTA (Associação Brasileira das TVs por Assinatura) haviam sido consultadas – até o momento – e nem tiveram conhecimento da decisão tomada pela Simba Contente em parceria com outra empresas. A Simba informou que foi um acordo generoso para fazer as TVs a cabo voltarem a transmitir os canais abertos.

A RecordTV, SBT e RedeTV! desejam ser remuneradas pelas operadoras para liberar seus sinais, problema esse que a Simba está tentando resolver, devido a negativa das TVs por assinatura, em liberar essa remuneração. O valor cobrado, inicialmente pela Simba era de R$ 3,5 bilhões anuais, depois diminuíram para R$ 840 milhões, valor que ainda é considerado alto para as operadoras.

Mas, depois que a Simba viu três das principais TVs abertas tendo sua audiência diminuída devido a não exibição nas maiores operadoras de TV, acabou mudando a estratégia e assinou um contrato autorizando a continuidade do sinal até dezembro, enquanto as negociações estão em andamento.

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