Em novo recorde, Brasil reporta mais de mil mortes por coronavírus em 24h

maio 21, 2020 0 Por Romário Nicácio
Em novo recorde, Brasil reporta mais de mil mortes por coronavírus em 24h

O Brasil reportou mais 1.188 mortes por coronavírus (Sars-CoV-2)  nas últimas 24 horas, um novo recorde, e o número total de óbitos chegou a 20.047. Houve também 18.508 novos infectados, o que elevou para 310.087 o total de casos confirmados.

Pela segunda vez na semana o país bateu recorde de óbitos diários, superando o informado na última terça-feira (19), quando 1.179 novas vítimas foram incluídas no balanço.

Do total de casos confirmados, 164.080 (53%) estão em acompanhamento125.960 (40,6%) foram recuperados. Há ainda 3.534 óbitos em investigação.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, com os novos dados, o Brasil continua sendo o terceiro país com mais casos no mundo, atrás dos Estados Unidos (1.573.742) e da Rússia (317.554).

São Paulo continua sendo o estado com mais pessoas contaminadas pelo coronavírus, com 73.739 até o momento. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (32.089), Ceará (31.413), Amazonas (25.367) e Pernambuco (23.911).

Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.852), Amazonas (1.620), Maranhão (663), Bahia (376), Espírito Santo (363), Alagoas (262), Paraíba (245), Minas Gerais (191), Rio Grande do Norte (178), Rio Grande do Sul (166), Amapá (151), Paraná (141), Rondônia (101), Santa Catarina (98), Piauí (91), Goiás (85), Acre (78), Distrito Federal (84), Sergipe (76), Roraima (72), Tocantins (47), Mato Grosso (34) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (73.739), Rio de Janeiro (32.089), Ceará (31.413), Amazonas (25.367) e Pernambuco (23.911). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (19.756), Maranhão (16.058), Bahia (11.941), Espírito Santo (8.878) e Paraíba (6.238).

Com os novos números, que não refletem a quantidade real de óbitos e casos registrados em 24 horas, já que o governo tem atualizado os dados com atraso, o Brasil está confirmando as previsões realizadas por estudos de que deve se tornar o epicentro mundial da doença.