Curiosidades

Termos sexistas que são falados em vários idiomas

(ANSA) – O Dia Internacional da Mulher, celebrado todo 8 de março, é uma data de luta contra a violência e a disparidade de gênero. No entanto, às vezes, o sexismo e o machismo estão tão enraizados na cultura e na sociedade que passam despercebidos dentro dos idiomas e das linguagens. O aplicativo Babbel fez uma pesquisa e selecionou termos em vários idiomas que retratam o patriarcado e o machismo.

Confira:

1) Histeria

Na Grécia Antiga, o médico Hipócrates defendia uma teoria de que o útero (Hystéra, no grego antigo) era o causador de irritações, ansiedade e palpitações. O tratamento para a “histeria” era o casamento. Hoje em dia, o termo existe em vários idiomas e serve como insulto em situações de crise nervosa.

2) Zitella – Italiano

“Zitella”, em italiano, é uma palavra usada para julgar a vida sexual de uma mulher, principalmente solteiras em idade adulta.

No português, corresponde ao termo “solteirona”.

3) Gars/Garce – Francês

O idioma francês tem a mesma palavra com dois significados, dependendo do gênero. Gars se refere a um “garoto jovem”, enquanto “garce”, no feminino, significa “mulher fácil, promíscua”.

4) Schlampe/Schlamper – Alemão

Na versão feminina, schlampe tem a conotação pejorativa de “cadela” e “vagabunda”. No masculino, schlamper significa “desordenado”.

5) Mulher de malandro – Português

A expressão é usada para definir uma mulher que, sendo submetida a sofrimento físico ou psicológico por uma ou mais vezes, se mantém junto ou se relacionando com a pessoa agressora.

6) Mansplaining – Inglês

O termo é uma junção de “man” e “explaining” e se refere ao comportamento masculino de sempre explicar os fatos e as situações para as mulheres, acreditando que elas não conseguiram entender sozinhas.

7) Manterrupting – Inglês

Também formada pela junção de “man” e “interrupting”, a palavra se refere às interrupções masculinas quando uma mulher está falando, impedindo-a de concluir o discurso.

8) Bropriating – Inglês

Brother + appropriating é a origem do termo, usado quando um homem se apropria da ideia de uma colega ou mulher, agindo como se fosse o autor e levando todo o mérito.

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Estudo conclui que pessoas mais velhas compartilham mais fake news

Internautas com idade superior a 65 anos compartilham sete vezes mais notícias falsas do que aqueles com idade entre 18 e 29 anos. Essa foi a conclusão de um estudo das universidades Princeton e Nova Iorque, publicado na revista Science Advances em janeiro de 2019. Os pesquisadores analisaram o perfil do Facebook de 3,5 mil internautas durante as eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos. A disparidade foi percebida mesmo entre pessoas de mesma orientação política.

“Podemos destacar ao menos dois fatores para explicar essa pesquisa. O primeiro é a baixa relação das pessoas de terceira idade com a tecnologia. Já o segundo é de ordem cultural, relacionado ao ambiente virtual”, pontua Alexsandro Ribeiro, professor de Jornalismo no Centro Universitário Internacional – Uninter.

Em todas as redes sociais, como Facebook e WhatsApp, existe um ambiente específico, com cultura, fala e comportamentos próprios e diferentes da vida real. O professor explica que o processo de aprendizado desse mundo pode ser demorado, sobretudo para as gerações que não são nativas digitais. Por isso, os mais velhos estão mais vulneráveis a fake news, a ataques de vírus e a armadilhas cibernéticas envolvendo doação de dinheiro ou contas bancárias.

No caso das notícias falsas, o professor ressalta que elas podem se apresentar sob diversos formatos. “As fake news variam de sátiras, com o objetivo de entreter seu público, até notícias fora de contexto e textos com fatos reais misturados a mentiras, com o objetivo de prejudicar ou desinformar”, diz.

Prevenção

Para combater a disseminação de notícias falsas em toda a sociedade, sobretudo na terceira idade, Ribeiro recomenda quatro medidas. O primeiro passo é a elaboração de dispositivos legais que sejam duros ao responsabilizar quem produz e compartilha fake news.

O segundo aspecto são atitudes preventivas que o próprio leitor pode tomar. “São procedimentos simples, como verificar se o texto apresenta erros de ortografia e se nomes de lugares e instituições foram grafados corretamente”, explica.

Ainda nessa etapa, o leitor pode checar a origem da informação e se foi publicada por outros veículos de comunicação conhecidos, que tenham credibilidade. Se o internauta continua em dúvida sobre a veracidade da informação, Ribeiro aconselha que a notícia não seja compartilhada.

A terceira recomendação é a retomada da confiabilidade dos meios de comunicação e da mídia pela sociedade de forma geral. Assim, veículos e jornalistas de credibilidade, que seguem metodologias rigorosas de apuração, ganharão força contra a desinformação.

Por fim, o professor pontua que é necessário criar uma cultura de leitura crítica das notícias e dos meios de comunicação. Esse hábito deve ser desenvolvido na escola, para que o jovem já se forme sabendo navegar pelas mídias.

“Independentemente da idade, nossas convicções não são réguas para medir se a notícia é verdadeira ou não. Ou seja, a realidade da informação não está no fato de concordarmos com ela ou não”, diz.

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Estudo mostra que 259 pessoas já morreram tirando selfie

(ANSA) – A busca pelo ângulo ideal em uma selfie matou ao menos 259 pessoas entre os anos de 2011 e 2017, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Journal of Family Medicine and Primary Care.

A pesquisa, republicada pela Biblioteca Nacional de Medicina nos Estados Unidos, aponta que a maioria das mortes ocorreu em cumes de montanhas, prédios altos e em lagos. Dentre as causas mais comuns de morte, estão o afogamento, acidentes de trânsito e quedas. No entanto, morte por animais, choques elétricos e fogo também aparecem constantemente no relatório.

Gavin Zimmerman, de 19 anos, caiu de um penhasco em New South Wales, na Austrália, e morreu em julho deste ano enquanto tirava selfies. Tomer Frankfurter também morreu pela mesma causa, em setembro do ano passado, após cair de 250 metros no Parque Nacional de Yosemite, nos EUA.

Esse compilado de notícias foi a principal fonte do estudo, já que “selfie” nunca está inscrita como causa da morte. Diante disso, os pesquisadores creem que o real número de mortes possa ser maior. Em 2011, foram registradas somente três mortes por selfies, mas o número subiu para 98 em 2016, e 93 em 2017.

Os estudiosos descobriram ainda que mortes relacionadas a selfies são mais comuns na Índia, Rússia, Estados Unidos e Paquistão, e 72,5% das vítimas são homens. “Acidentes de carro por estarem posando para selfies são relatados como morte por acidente de trânsito”, observou o estudo.

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Tatuagens podem ajudar você a conseguir um emprego, diz estudo

O fascínio pelas tatuagens atingiu o campo científico em inúmeras ocasiões. Do ponto de vista psicológico – que combina a perspectiva sociocultural com a científica – as tatuagens têm tanto estigmas quanto benefícios.

Recentemente, um estudo da Escola de Negócios da Universidade de Miami veio para incentivar os amantes de desenhos sobre a pele: tê-los, poderia representar novas e melhores oportunidades de trabalho, segundo o economista e professor da renomada universidade, Michael T. French, que lidera a pesquisa desde 2016. Para realizá-la, ele compilou estatísticas oficiais e reuniu 2.000 participantes de 50 diferentes estados dos EUA.

Ele descobriu que aproximadamente 40% da geração do milênio (a que está crescendo no mercado de trabalho na atualidade) são tatuados, e ao contrário do que se poderia pensar, boa parte dos gerentes e chefes de empresas de destaque tiveram que se adequar aos novos tempos para manter uma certa vantagem competitiva no mercado.

O estudo também apontou que nos últimos 2 anos houve uma diminuição significativa de casos de discriminação relacionados com tatuagens quando o assunto é mercado de trabalho: uma minoria dos tatuados foi rejeitada em sua mais recente busca por emprego.

tatuagem no trabalho emprego

Foto: The Digital Way / Pixabay

Segundo os autores da pesquisa, a percepção de tatuagens no ambiente de trabalho mudou tanto que até mesmo uma tatuagem visível não está mais vinculada a menos oportunidades e menores salários. Especificamente, o estudo constatou que salários e ganhos anuais de empregados tatuados eram estatisticamente iguais e em alguns casos até melhores do que aqueles sem tatuagem. No mercado de contratação, os candidatos a emprego tatuados também têm a mesma probabilidade e, em alguns casos, são mais propensos a conseguir emprego.

“Os estigmas de longa data associados com tatuagens, e particularmente as visíveis, podem estar se desgastando, especialmente entre os indivíduos mais jovens que veem a arte corporal como uma forma natural e comum de expressão pessoal”, disse French. “Dada a crescente prevalência de tatuagens na sociedade – cerca de 40% dos jovens adultos -, os gerentes e supervisores que discriminam trabalhadores tatuados provavelmente se encontrarão em desvantagem competitiva quando se trata de funcionários mais qualificados”.

Pesquisas anteriores descobriram que os gerentes de recrutamento viam as pessoas tatuadas como menos empregáveis ​​do que pessoas sem tatuagens. Este foi especialmente o caso para aqueles com tatuagens visíveis e que são difíceis de esconder no trabalho.

Áreas com mais oportunidades

French também menciona que os trabalhos com mais oportunidades são geralmente em cargos de criatividade (publicidade, design, animação, etc.), porque para muitos, tatuado é sinônimo de boa imaginação e vontade para desempenhar a função.

É claro que esse estudo só levou os americanos em consideração, mas é um ótimo começo para o resto do mundo começar a mudar suas perspectivas sobre algo tão artístico e pessoal quanto as tatuagens.

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Vaquinha para “libertação de Lula” está entre as 10 maiores arrecadações do semestre

A Copa do Mundo não afetou as arrecadações das vaquinhas virtuais. O site Vakinha, maior plataforma do setor, está finalizando o primeiro semestre de 2018 com 70 mil novas campanhas abertas, com previsão de arrecadar R$ 20 milhões contra R$ 17 milhões do mesmo período do ano passado.

“A média de abertura de vaquinhas manteve-se praticamente a mesma, de quase 12 mil novas campanhas por mês, mas o valor total arrecadado é superior”, afirma Cristiano Meditsch, diretor de marketing.

Entretanto, o número de campanhas ligadas ao esporte cresceu cerca de 30% ao longo deste ano, saltando de 352 em janeiro para 462, depois de ter um pico de 457 em março, totalizando arrecadação de mais de R$ 568 mil, somente no primeiro semestre de 2018.

No ranking de doações, as campanhas ligadas à saúde mantêm a liderança com movimentação de mais de R$ 500 mil entre as cinco primeiras do ranking do primeiro semestre.

Uma campanha de arrecadação contra a prisão de Lula ocupa o oitavo lugar, enquanto a ajuda destinada para o italiano Elio Somaschini que naufragou no litoral de Sergipe, quando ao tentava dar a volta à América em seu iate, onde morava há dez anos, está em sétimo.

“Para o segundo semestre, devemos manter o mesmo nível de crescimento, comprovando que mesmo com crise, Copa do Mundo e eleições as pessoas não deixam de ser solidárias com quem precisa”, avalia o diretor de marketing.

Vaquinha para libertação de Lula está entre as dez maiores arrecadações do semestre

Sobre o Vakinha

Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é a primeira fintech brasileira de crowdfunding. Em 2015 a arrecadação do site foi de R$ 8 milhões, indo para R$ 18 milhões em 2016, fechando 2017 com R$ 37 milhões.

O Vakinha foi apontado como uma empresas de crowdfunding para se ter no radar dos investidores na América Latina pelo estudo “Empreendimento Fintech na América Latina”, feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Finnovista, organização que fomenta o desenvolvimento de fintechs. O estudo identificou 703 empreendimentos em 15 países, com uma oferta de soluções que inclui todos os segmentos e tecnologias observados a nível global.

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