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Dormir mais horas do que o recomendado é tão ruim quanto a falta de sono

Através de milhões de anos de evolução, a vida foi profundamente sincronizada com o ciclo dia-noite. Os chamados ritmos circadianos são evidentes em quase todas as formas de vida e estão firmemente impressos em nossa maquinaria biológica.

O sono regular e suficiente ajuda a manter muitos aspectos da saúde física e mental, mas inúmeras circunstâncias da vida diária, como maternidade e paternidade, profissões exigentes, estudo, doença ou estilo de vida, muitas vezes impedem as pessoas de dormir toda a noite.

Nem demais, nem de menos

A quantidade recomendada de sono é entre 7 e 8 horas por noite e foi demonstrado que dormir menos que esse tempo tem sido associado a um baixo desempenho cognitivo.

No entanto, em contraste com o que muitos podem supor, um estudo realizado por pesquisadores da Western University em Ontário, no Canadá, encontrou as mesmas deficiências em pessoas que dormem mais do que o recomendado.

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Foto: Reprodução/Daily Mail

A pesquisa, que incluiu a participação de 10.000 participantes, foi baseada em dados autorreferidos correspondentes a uma extensa pesquisa, na qual os sujeitos indicaram seus padrões de sono e forneceram informações sobre quais medicamentos estavam tomando, quantos anos tinham, localização geográfica, que tipo de educação recebiam, entre muitos outros dados.

A análise dos dados coletados revelou que quase metade da amostra total relatou que normalmente dormia menos de 6,3 horas por noite, aproximadamente uma hora a menos do que a quantidade recomendada.

Além disso, os pesquisadores descobriram que o sono afetou todos os adultos igualmente. A quantidade de sono associada ao comportamento cognitivo altamente funcional foi a mesma para todos (de 7 a 8 horas), independentemente da idade.

Habilidades comprometidas

Os autores mostraram que a deterioração cognitiva associada a dormir pouco ou dormir demais não dependia da idade dos participantes. Outra revelação do estudo foi que a maioria dos participantes que dormiram quatro horas ou menos, apresentou um desempenho cognitivo correspondente ao de uma pessoa oito anos mais velha.

O raciocínio e as habilidades verbais dos participantes foram duas das ações mais fortemente afetadas pelo sono, enquanto o desempenho da memória de curto prazo não foi significativamente afetado.

O pesquisador Conor Wild, afiliado ao Instituto Cérebro e Mente da Western University e co-autor do estudo, disse:

“Descobrimos que a quantidade ideal de sono para o cérebro funcionar da melhor maneira possível é de 7 a 8 horas por noite. Também descobrimos que as pessoas que dormiam mais do que essa quantidade tinham o mesmo declínio cognitivo observado em pessoas que dormiam muito pouco”.

Essas descobertas têm implicações significativas no mundo real, uma vez que muitas pessoas, incluindo aquelas em posições de responsabilidade, trabalham com muito pouco sono e, portanto, podem sofrer problemas de raciocínio, resolução de problemas e habilidades de comunicação que comprometem sua capacidade, reduzindo seu desempenho.

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Grãos integrais diminuem risco de diabetes tipo 2

Estudo publicado recentemente no Journal of Nutrition, da Oxford Academic, relacionou a redução do risco para diabetes tipo 2 com o maior consumo de grãos integrais. Os achados embasam a orientação para a troca de farinha branca pela integral durante o aconselhamento dietético.

Debora Bohnen Guimarães, nutricionista coordenadora do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), comenta o artigo e fala sobre como a dieta, inclusive a ingestão de grãos, contribui para prevenção e controle da doença. Confira abaixo!

O estudo concluiu que uma dieta rica em grãos integrais pode reduzir os riscos para desenvolver diabetes tipo 2. Como eles agem no organismo e qual relação na prevenção da doença?

Debora Bohnen Guimarães Grãos integrais diminuem risco de diabetes tipo 2

Os grãos integrais são boas fontes de fibras, tanto solúveis quanto insolúveis. As solúveis, principalmente, favorecem o esvaziamento gástrico mais lento, fazendo com que o carboidrato ingerido na alimentação seja absorvido lentamente em forma de glicose. Tal processo reduz o índice glicêmico do alimento e o pico glicêmico após a refeição. Essa ação no organismo, por si só, já ajuda a controlar o peso, pois prolonga a sensação de saciedade após a refeição – além disso, uma dieta de menor índice glicêmico também pode favorecer o menor depósito de gorduras corporais, por não estimular grandes secreções de insulina.

Os grãos integrais podem reduzir o risco de diabetes tipo 2 melhorando a sensibilidade à insulina, diminuindo a resposta pós-prandial à glicose e possivelmente também abaixando a inflamação no organismo.

Existe uma quantidade mínima e máxima para a ingestão de grãos integrais a fim de prevenir o diabetes tipo 2?

Não há uma quantidade mínima ou máxima de grãos recomendada. O que o estudo mostrou foi que quanto maior o consumo de grãos integrais (trigo, centeio, aveia) ou produtos feitos com esses grãos, menor foi o risco de desenvolver diabetes tipo 2. Os indivíduos que consumiam maior quantidade diária de grãos integrais, comparados aos que consumiam menos, tiveram redução de 34% no risco para os homens e 22% para as mulheres.

A cada porção (50g) a mais em grãos integrais diários, observou-se redução de 12% e 7% no risco para homens e mulheres, respectivamente. Há uma recomendação mínima de ingestão de fibras diárias, que é de 20g para adultos, podendo chegar até 35g. O limite máximo sugerido seria para não haver efeitos colaterais gastrointestinais, como excesso de gazes por grande quantidade de fibras na dieta. Cada pessoa deve avaliar sua tolerância individual.

Após o diagnóstico da doença, grãos integrais podem ser usados para controle da glicemia?

Sim e devem ser utilizados. A recomendação alimentar para quem tem diabetes é manter uma dieta rica em fibras, escolher carboidratos de fontes naturais, como cereais integrais, frutas, legumes, leguminosas e laticínios desnatados. Como já foi falado, a ingestão de fibras de cereais pode favorecer o controle da glicose pós-prandial e melhorar a sensibilidade à insulina.

Além dos grãos, quais outras classes de alimentos pode contribuir para essa prevenção?

A prevenção do diabetes tipo 2 está pautada principalmente a um estilo de vida saudável, e não necessariamente a ingestão única de classes de alimentos. Deve-se manter uma alimentação saudável, natural, variada e rica em fibras, manter um peso ideal e ser fisicamente ativo. Há estudos mostrando benefícios do uso de alimentos ricos em fibras em geral, gorduras monoinsaturadas (peixes, azeite de oliva extra virgem e oleaginosas), canela, etc.

Apenas a dieta pode prevenir o diabetes?

O diabetes tipo 2 é uma condição principalmente genética, mas que os fatores ambientais podem ajudar a desencadear ou não. Sabe-se que para indivíduos pré-dispostos, seguir uma alimentação saudável é prioridade, pois pode prevenir ou retardar o surgimento da doença.

O que deve ser considerado ao estruturar uma dieta para combater e/ou controlar a doença?

Primeiramente, deve-se manter um plano alimentar com total calórico adequado às necessidades do indivíduo para manter ou atingir o peso ideal. Depois estruturar um plano de horários adequados, com refeições fracionadas ao longo do dia conforme estilo de vida. Importante incluir alimentos de todos os grupos alimentares, com quantidades adequadas de carboidratos, proteínas e gorduras, favorecendo as fontes de boa qualidade, como as fibras e as gorduras monoinsaturadas, além de reduzir excesso de frituras, gorduras saturadas (carne vermelha, banha, bacon, manteiga, leite integral) e de sal.

É importante manter uma meta adequada de carboidratos por refeições, pois refeições ricas em carboidratos podem aumentar as excursões glicêmicas. São fontes de carboidratos: açúcar, doces, frutas, leite, massas, grãos, cereais integrais, arroz, farinhas e tubérculos.

A dieta muda para pacientes com diabetes tipo 1 e 2?

A qualidade da dieta deve ser a mesma. O que pode diferir é que, o perfil de quem tem diabetes tipo 1 é mais magro, estando muitas vezes com peso adequado, o que faz com que a sua prioridade não seja tanto o peso e o total calórico, quanto para quem tem diabetes tipo 2, que o excesso de peso piora muito sua condição, pela maior resistência à insulina e inflamação. Pacientes com diabetes tipo 1 em regime de insulina flexível, podem variar a quantidade e qualidade de carboidratos ingerida, desde que façam os ajustes da dose de insulina para a refeição conforme a ingestão de carboidratos.

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Dificuldade em aprender rimas na pré-escola pode ser sinal de dislexia

Você acha engraçado quando seu filho fala errado? Ele costuma inverter as sílabas das palavras, como salada por sadala? E quanto às rimas, ele tem dificuldade para aprendê-las? ‘Um dois, feijão com arroz’, por exemplo? Estas podem ser algumas manifestações iniciais da dislexia, um Transtorno Específico da Aprendizagem, cuja origem é neurobiológica e afeta cerca de 7% da população em geral.

De acordo com a neuropediatra Dra. Andrea Weinmann, a dislexia se caracteriza pela dificuldade em reconhecer as palavras, ler e escrever. “A condição não está relacionada à inteligência, pois são crianças com as funções intelectuais normais. Também não está relacionada à falta de oportunidades ou ao ensino inadequado”.

“A dislexia está ligada a um déficit fonológico, ou seja, ela não desenvolve a consciência de que a linguagem é formada por palavras, as palavras por sílabas, as sílabas por fonemas e que os fonemas são as letras do alfabeto que representam os fonemas. Para que a leitura e a escrita ocorram, é necessário que todo esse processo seja entendido de uma forma automática”, explica a neuropediatra.

Dislexia, cérebro e genética

Vários estudos de imagem ao longo dos anos revelaram que pessoas com dislexia apresentam ativações anormais de estruturas cerebrais envolvidas no processamento da linguagem. Além disso, pesquisas genéticas já identificaram mutações genéticas envolvidas na dislexia, presentes em vários membros de uma mesma família. Há ainda os fatores ambientais, como nível socioeconômico dos pais, estimulação ao letramento, entre outros, que podem levar à condição.

Atraso na fala é sinal de alerta

O diagnóstico da dislexia só é feito depois dos 6 anos, idade em que a criança começa a ser alfabetizada. Entretanto, na idade pré-escolar, algumas manifestações podem sugerir um quadro de dislexia. “Em alguns casos, a criança pode apresentar atraso no desenvolvimento da fala, ter um comportamento mais desatento ou disperso, pode ter mais dificuldade em aprender músicas ou rimas simples, por exemplo”, cita a neuropediatra.

A dislexia também pode afetar a pronuncia de palavras mais complexas. A criança pode omitir ou inverter os sons das palavras. “Alguns pais, por desconhecimento, podem achar engraçado quando a criança diz uma palavra errada. Claro que na aquisição da linguagem isso vai acontecer. Porém, é preciso dar o modelo correto da palavra. Se mesmo assim, os erros de pronúncia se repetirem ou a fala estiver atrasada ou defasada, o ideal é consultar um especialista”, comenta Dra. Andrea.

Dificuldade em aprender rimas na pré-escola pode ser sinal de dislexia

Já na fase escolar, os sinais ficam mais evidentes e a escola certamente irá transmitir aos pais informações importantes. “Além da dificuldade de ler e escrever, são alunos com níveis mais altos de distração, costumam confundir as direções, esquerda com direita, podem ter mais dificuldade para copiar tarefas de livros ou do quadro. Também podem apresentar um vocabulário mais empobrecido, usando frases curtas ou ainda muito longas e vagas”, diz a especialista.

Dislexia e Comorbidades

Na última versão do DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), todos os transtornos de aprendizagem foram classificados dentro do diagnóstico geral do Transtorno Específico de Aprendizagem, incluindo dislexia, discalculia, disgrafia, disortografia, entre outros.

Isso porque em cerca de metade dos casos, a criança pode apresentar mais de um transtorno. Outro diagnóstico muito prevalente nessa população é o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Estima-se que de 25 a 40% das crianças apresentam os dois diagnósticos, ou seja, de TDAH e de dislexia, concomitantemente.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico é feito pelo neuropediatra, em parceria com uma equipe de profissionais, como um neuropsicólogo, um geneticista, entre outros. Quanto ao tratamento, é importante dizer que a dislexia não tem cura. Mas, a intervenção precoce é fundamental para ajudar a criança no processo da aprendizagem.

“Essas crianças podem e conseguem aprender, mas para isso é preciso adaptar os materiais, o método de avaliação e de ensino, assim como é preciso que os pais façam treinamentos específicos e estejam engajados no processo de aprendizagem para contribuir para o sucesso na vida acadêmica da criança e do adolescente”, conclui Dra. Andrea.

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Campanha contra poliomielite e sarampo é prorrogada em Natal

Pais e responsáveis que ainda não imunizaram seus filhos contra poliomielite e sarampo ganharam mais um tempo para buscar o atendimento. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) prorrogou a Campanha até o próximo dia 29 de setembro. Atualmente, Natal conta com 64 salas de vacinas, abertas de segunda a sexta-feira e distribuídas pelos cinco distritos sanitários da cidade.

Devem receber a vacina contra poliomielite, as crianças de um ano até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses já tomaram durante a vida. Caso ainda não tenha sido vacinada, será realizada a aplicação inativada de poliomielite. Já se a criança tiver sido vacinada uma ou mais vezes, será feita a vacina oral.

A SMS ainda alerta que a vacinação é a única forma de impedir a propagação do vírus do sarampo, que voltou a circular no país, e evitar a reintrodução do vírus da paralisia infantil. Mesmo aqueles que já receberam as doses devem ser vacinados. A imunização contra o sarampo deve ser feita nas crianças de um ano até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses tomou durante a vida.

Até o momento, cerca de 80% do total de 43.475 que precisam ser imunizadas receberam a aplicação das vacinas na capital potiguar.

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Farmácias de todo Brasil já podem aplicar vacinas

Em meio ao alerta sobre o risco de retorno de algumas doenças e do baixo índice na cobertura vacinal de crianças no país, em São Paulo, farmácias e drogarias vão passar a integrar a rede de locais para vacinação. A novidade foi divulgada no início do mês e, com esta medida, os paulistas terão mais uma opção de atendimento que amplia o acesso à vacinação.

Foi uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF-SP) e a Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma) que viabilizou o projeto. Em seguida o Ministério da Saúde aprovou e será o responsável por coordenar o Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), liberando o licenciamento sanitário dos serviços de vacinação nessas unidades.

A capital já conta com a lei municipal nº 16.739/2017 que regulamenta a vacinação nesses estabelecimentos. As farmácias e drogarias interessadas em aplicar vacinas terão que se inscrever para buscar o licenciamento. Diferente do que muitos pensam, essa não é uma novidade exclusiva da capital paulista. No final de 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a resolução que permite que qualquer estabelecimento de saúde faça vacinações.

Em nota, a Anvisa informou que a norma dá ao setor regulado mais clareza e segurança jurídica quanto aos requisitos que devem ser seguidos em todo o território nacional. Além disso, as vigilâncias sanitárias das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde poderão exercer a fiscalização a partir de norma mais objetiva e uniforme. Ainda segundo a Anvisa, deve haver uma identificação clara dos locais que oferecem a vacinação de acordo com os requisitos de qualidade e segurança exigidos.

As regras para que um estabelecimento possa aplicar vacinas é rigorosa e entre elas se encontram: em cada local é obrigatório a designação de um responsável técnico e a contratação de profissionais habilitados para aplicar as doses de imunização. As instalações precisam ser adequadas e seguir parâmetros estabelecidos nas normas do setor, como ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e cuidados no transporte dos materiais para não prejudicar a qualidade.

Na opinião da farmacêutica Lorena Souza da Silva, essa é uma decisão muito importante, pois será um ganho para a população e, consequentemente, para a saúde em geral. “A vacinação nas farmácias é de extrema importância. Os postos saúde existem em menor quantidade, o que ocasiona, muitas vezes, filas que desestimulam a população. Logo, sendo realizada a vacinação em farmácias, o acesso a esse serviço será mais fácil”, assegurou a docente na área da Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica.

Para Lorena, o projeto de São Paulo vai evitar que doenças que já se encontram erradicadas apareçam novamente, além de prevenir outras patologias. “As farmácias estão distribuídas em toda região, isso facilita o acesso da população, sem falar que as orientações ofertadas pelos profissionais farmacêuticos são bastante relevantes para o esclarecimento das pessoas”, defende.

Mesmo a medida sendo considerada um grande avanço na opinião dos especialistas, alguns cuidados devem ser levados em consideração. “É necessário que a farmácia disponha de uma sala contendo todo material que será utilizado, o profissional farmacêutico que irá administrar deve estar utilizando os equipamentos de proteção individual, devendo ser guiado por um procedimento operacional padrão para administração de vacinas. E o farmacêutico deverá fazer a orientação adequada e esclarecer todas as possíveis dúvidas do indivíduo”, pontuou.

Saiba como se proteger de epidemias que voltaram a ameaçar o pais:

  1. Sarampo

Como a vacina deve ser tomada – A primeira dose aos 12 meses de vida e, a segunda, aos 15 meses.

Adultos devem se vacinar? – Sim. Quem não tomou as duas doses na infância deve tomá-las agora, com intervalo mínimo de um mês. Quem tem 49 anos ou mais não precisa.

  1. Poliomielite

Como a vacina deve ser tomada? – Em três doses, aos 2, 4 e 6 meses de vida. Há reforços aos 15 meses e aos 4 anos. Todas as crianças de até 5 anos devem estar vacinadas

Adultos devem se vacinar? – Não é necessário.

  1. Difteria

Como a vacina deve ser tomada? – A vacina pentavalente é dada em três doses, aos 2, 4 e 6 meses de vida. Há reforços aos 15 meses e aos 4 anos.

Adultos devem se vacinar? – Sim. Quem não se vacinou na infância deve completar o esquema, pelo SUS. E grávidas devem tomar uma dose a partir da 20ª semana de gestação, também disponibilizada na rede pública.

  1. Hepatite A

Como a vacina deve ser tomada? – Uma dose aos 15 meses de vida

Adultos devem se vacinar? – Sim, em dose única em qualquer momento da vida

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