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Facebook e Instagram ficam instáveis durante esta quinta (28)

Quem está tentando acessar ou ficar logado no Facebook e/ou no Instagram, encontrou dificuldades nesta quinta-feira (28): muitos internautas relataram instabilidade e sistema fora do ar durante o final da manhã e início da tarde. Ainda não se sabe o que pode ter causado o problema.

De acordo com o site DownDetector, que analisa falhas no sistema das redes sociais no Brasil e no mundo, a instabilidade começou por volta das 10h no horário de Brasília. Até a publicação desta matéria, mais de 629 notificações foram feitas ao site relatando problemas no Facebook. Muitos problemas também foram relatados nos Estados Unidos.

Já do Instagram, são mais de 2,7 mil notificações de erro. Muitos internautas sequer conseguem acessar a conta na rede social. Os relatos começaram a partir das 11h.

Sem as duas redes sociais, muitos internautas migraram parar no Twitter para fazer a reclamação e soltar alguns memes.

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Facebook Pay: o novo sistema de pagamento para WhatsApp e Instagram

(ANSA) – O Facebook lançou o Facebook Pay, sistema que promete facilitar o envio e recebimento de pagamentos em todas as redes sociais e aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg, como Instagram, Messenger e WhatsApp. O objetivo é oferecer para os usuários “uma experiência de pagamento conveniente, segura e consistente entre todas aplicações”.

A ferramenta foi colocada em operação apenas nos Estados Unidos, sem previsão para chegada em outras regiões. Segundo a empresa, o “Facebook Pay” é uma espécie de carteira digital que permite a introdução dos dados de cartão de crédito, débito ou do PayPal, além de garantir que os internautas consigam fazer transferências e pagamentos entre si, sem sair das redes sociais.

“Os usuários já usam pagamentos em nossos aplicativos para fazer compras, fazer doações por uma causa ou enviar dinheiro. O Facebook Pay facilitará essas transações, enquanto continuará a manter as informações de pagamento seguras e protegidas”, explica Deborah Liu, vice-presidente de marketplace e comércio do Facebook.

Como forma de segurança, a funcionalidade terá a opção de adicionar um PIN ou a biometria e identificação facial poderão ser usadas. O Facebook ainda explicou que o novo serviço utiliza estruturas financeiras já existentes, e não está relacionado ao seu projeto da moeda digital libra, duramente criticado.

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O “golpe do WhatsApp” e o roubo da conta no aplicativo

Os criminosos estão cada vez mais criativos acompanhando a mudança da sociedade e a evolução da tecnologia, de modo que a cada dia surgem novos golpes para tentar ludibriar os cidadãos e obter vantagens indevidas. Surgiu agora o “Golpe do WhatsApp”, no qual os bandidos se utilizam de redes sociais e de um procedimento padrão de confirmação, através de mensagens SMS de verificação por meio de um código, o que possibilita a fraude.

Imagine a seguinte situação: você anuncia algum produto em uma determinada plataforma de comércio online, uma pessoa entra em contato identificando-se como funcionária da plataforma e informa que você necessita compartilhar o código de confirmação da publicação do anúncio, através de um SMS.

Dessa forma, como você acabou de realizar aquele anúncio e acredita que se trata de um funcionário de uma dessas plataformas, informa o código de verificação que aparece na tela do celular.

No entanto, o que você não sabe é que o interlocutor se trata de um criminoso e que o código de verificação era o número de autenticação exigido pelo WhatsApp para concluir a configuração do perfil em outro aparelho celular. Desse modo, os criminosos se passam por você com acesso ao seu WhatsApp e à sua agenda de contatos em outro aparelho celular. E com essas informações em mãos, inventam histórias e pedem dinheiro emprestado à sua família, amigos e conhecidos, que podem acabar caindo no golpe e realizando depósito ou transferência bancária em prol do golpista.

O problema é maior por conta do fato de que o acesso ao aplicativo em um aparelho é bloqueado no mesmo momento em que a conta é habilitada em outro. O WhatsApp leva certo tempo até devolver a conta em razão dos procedimentos de confirmação e, nesse ínterim de você perceber e entrar em contato com a empresa, algum contato seu pode ter perdido muito dinheiro.

É importante ressaltar que os criminosos conseguem o celular com WhatsApp por conta do fato de o contato telefônico ter sido deixado no anúncio. De qualquer maneira, a melhor forma de se proteger é se atentar às mensagens SMS que receber ao invés de apenas confirmar o código, além de sempre verificar o conteúdo da mensagem e quem é seu remetente.

Também é interessante ativar a verificação em duas etapas do WhatsApp, o que pode ser feito por meio das configurações do próprio aplicativo. Mesmo que o criminoso consiga o código enviado pelo SMS, irá precisar colocar a senha de seis dígitos que foi criada.

Caso você seja vítima desse golpe, deve imediatamente entrar em contato com o WhatsApp para informar que alguém está utilizando a sua conta. Já se algum contato seu realizar o depósito, deve lavrar um boletim de ocorrência (B.O) e posteriormente ajuizar ação em face do próprio WhatsApp a fim de obter o IP (internet protocol), que é o endereço digital atribuído ao determinado dispositivo conectado a uma rede de computadores, de modo que possa ser feita eventual investigação e localização do criminoso.

O mais recomendável, para evitar dor de cabeça, é não agir de modo automático e, caso alguém entre em contato se identificando como funcionário de uma plataforma, abrir a mensagem de verificação e confirmar se é da plataforma ou do próprio WhatsApp. O ideal é nunca compartilhar esse tipo de informação confidencial com ninguém. Todo cuidado é pouco com os golpes em ambientes virtuais!

Artigo escrito por Leticia Marques é advogada especialista em Direito Civil do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

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Gradient: “aplicativo que compara usuário a celebridade pode custar caro”, diz especialista

Com mais de 1 milhão de downloads em apenas uma semana na Play Store, o aplicativo fenômeno de popularidade Gradient – que mostra com qual celebridade você se parece — tem levantado desconfiança quanto à segurança de dados pessoais na internet.

Segundo técnica similar de outro aplicativo que viralizou na rede, o FaceApp – que envelhecia o rosto do usuário e foi tido como uma ameaça à privacidade dos internautas -, a nova brincadeira digital têm merecido a atenção de especialistas por se basear no chamado machine learning, com o envio das imagens a servidores.

Os vários recursos de edição colocados à disposição do usuário (incluindo o “transformador em celebridade”) só é acessível por meio de uma assinatura mensal (que varia de R$ 16 ou R$ 78 por ano). Para atrair e aumentar as chances de converter o usuário, após o upload das fotos, ele é convidado a testar do serviço por alguns poucos dias, gratuitamente.

Segundo o doutor em Direito Digital pela Universidade de São Paulo, sócio do Bulgueroni Advogados, Marcelo Bulgueroni, além de não ficar totalmente clara a cobrança e cancelamento, o internauta precisa refletir sobre a sua disposição em trocar dados pessoais por uma brincadeira. Ele explica que para realizar a transformação, o aplicativo “sobe” as imagens do usuário para um servidor. A partir daí é impossível ter controle sobre o tipo de uso que será feito com a informação compartilhada, o que acaba colocando o usuário em situação de vulnerabilidade.

Entre os tipos de riscos que podem ocorrer, o especialista destaca o uso de reconhecimento facial, compartilhamento de bases de dados e até situações que envolvam montagens com finalidades obscuras.

Bulgueroni destaca, ainda, que não há informação assertiva sobre o fabricante, seu paradeiro e nem histórico de outros aplicativos fabricados, o que também deveria ser alvo de atenção.

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Aplicativos, Tecnologia

Recoverit: conheça o software que recupera arquivos deletados

Um problema mais que comum para qualquer pessoa que usa computador/notebook é a recuperação de arquivos deletados. Ainda mais se o aparelho for da empresa que você trabalha. Tenho certeza que em algum momento de sua vida, você já passou pela situação de apagar um arquivo sem querer e, logo depois, lembrar que precisava dele. Para aumentar sua angústia, a internet aparece repleta de programas de “recuperação” que simplesmente não funcionam, fazendo você perder horas com inspeções que não encontram nenhum sinal dos arquivos que foram apagados. Alegre-se, pois os seus problemas acabaram: um software de primeira qualidade para resolver esse tipo de situação é o Recoverit Wondershare.

Programa que realmente funciona

Criado pela Wondershare (uma das principais empresas de desenvolvimento de softwares do mundo, com usuários espalhados por mais de 150 países), o Recoverit é o programa definitivo para recuperação de arquivos deletados.

Com uma interface bem intuitiva, simples de entender e utilizar, o Recoverit está disponível em 11 opções de línguas, tendo a portuguesa entre elas. E este já é um dos pontos que o programa se destaca. A versão em português do programa é muito boa, e o uso da língua nos menus e textos de ajuda é tão natural que até parece que é um software inventado por brasileiros.

A empresa Wondershare oferece o Recoverit como solução para recuperar arquivos deletados há mais dez anos. O software consegue recuperar desde documentos pdf até docx, bem como vídeos, imagens, e outros tipos de arquivos. Além de conseguir retomar os arquivos de discos rígidos, o aplicativo ainda oferece a recuperação de dados em dispositivos como celulares e discos rígidos externos – além de ser um expert em recuperar arquivos pen drive com vírus. Os formatos de discos suportados são estes: NTFS, FAT32, FAT16 e HFS+.

Quais as funcionalidades do Recoverit?

O Recoverit é um software que trabalha com a recuperação de dados de diversas naturezas. Ele consegue resgatar documentos, imagens e aplicativos que podem ter sido deletados sem intenção pelo usuário ou perdidos por corrupção de dados ou arquivos maliciosos.

Em linhas gerais, a recuperação de arquivos eliminados é usada para recuperar arquivos que foram deletados permanentemente com shift + del (no Windows) ou que foram excluídos por desinstalação.

Já a recuperação de reciclagem é utilizada para recuperar arquivos que foram esvaziados da lixeira. A recuperação de disco formatado é utilizada para discos rígidos recém formatados, com novos sistemas operacionais. Assim, o Recoverit garante a recuperação dos arquivos da partição deletada na instalação do novo sistema.

A recuperação de dispositivos externos refere-se aos dispositivos periféricos como cartões SD e HDs externos também podem ter seus arquivos recuperados. Por fim, a recuperação de fotos nesses dispositivos pode ser feita por meio da seleção dessa opção.

Recuperação de dados após bloqueio do sistema

Caso o sistema operacional tenha sido bloqueado ou acabou corrompido, o Recoverit pode ajudar também. O bloqueio do sistema, apesar de parecer desesperador, não acarreta na perda de todos os arquivos, como prova o Recoverit na hora de realizar uma varredura no seu computador e recuperar seus arquivos.

Em resumo, o Recoverit é uma ferramenta essencial para recuperar dados que foram perdidos por inúmeros motivos. Desde esvaziamento da lixeira ou até mesmo arquivos que foram deletados pela instalação de um novo sistema operacional. Em linhas gerais, o Recoverit cumpre o papel que assume ter logo de início: o de recuperar os seus arquivos e documentos importantes.

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