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Com quatro câmeras, Samsung anuncia chegada do Galaxy A30s ao Brasil

A Samsung anunciou a chegada do Galaxy A30s ao Brasil. O dispositivo recebeu atualizações que fazem dele uma excelente opção para quem busca uma experiência fotográfica de alto padrão. Agora, são três câmeras traseiras, incluindo soluções como Foco Dinâmico e Otimizador de Cena, e uma frontal.

“A família Galaxy A tem como foco principal oferecer recursos que possibilitem ao usuário registrar sua vida de maneira inovadora. Com o A30s, proporcionamos uma versão com conceitos modernos para produção de conteúdo fotográfico. Mais do que a inclusão de uma nova câmera traseira, este smartphone disponibiliza um novo universo de possibilidades para fotos”, afirmou Renato Citrini, gerente sênior de produto da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

O A30s recebeu uma nova lente principal de 25MP e abertura de f/1.7, um novo módulo de 8 MP com lente ultra wide, que tem ângulo de visão similar ao olho humano e possibilita mais elementos, pessoas e paisagens na foto, e um sensor de profundidade de 5 MP na parte traseira. Na parte frontal, possui uma câmera de 16 MP, com abertura de f/2.0. Com a função Foco Dinâmico, é possível aplicar efeitos bokeh de qualidade profissional de maneira ágil e simples, antes ou mesmo depois de tirar a foto. O Detector de Falha, que automaticamente avisa, por exemplo, se alguém saiu na foto piscando, e o Otimizador de Cena, que otimiza cores e contrastes de acordo com cenas pré-definidas e reconhecidas pelo smartphone, elevam ainda mais o padrão da foto.

Além das câmeras, outra novidade está no leitor de impressão digital. Antes localizado na parte traseira do dispositivo, o sensor agora está embaixo da tela, oferecendo segurança e praticidade. A nova tela, inclusive, investe no conceito do display infinito, com tecnologia Super AMOLED e com 6,4 polegadas. O desempenho é assegurado por um chipset Exynos 7904 (octa-core de até 1.8GHz), com 4GB de RAM, memória interna de 64GB6 e uma bateria de 4.000mAh, com carga rápida de 15W.

“Estamos comprometidos em oferecer inovações que estejam conectadas ao perfil de interatividade dos usuários. Desenvolvemos um aparelho com design confortável, ergonômico e que investe no sofisticado padrão de cores iridescentes. É a exata combinação entre performance, design e segurança. Temos convicção de que será um dispositivo bem aceito no mercado brasileiro”, encerrou Citrini.

Integrante do ecossistema Galaxy, o A30s é facilmente conectado aos serviços da Samsung, como o Samsung Health e Samsung Knox (plataforma de segurança). O smartphone está disponível em branco, preto e violeta no Brasil, com preço sugerido de R$ 1.599,00.

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Martech israelense chega ao Brasil para eliminar fake cliques

Responsáveis por prejuízos de US$ 35 bilhões em 2018, segundo a Juniper Research, as fraudes na publicidade digital são uma dor de cabeça para os anunciantes. Para atacar esse problema, a martech israelense Clickcease (www.clickcease.com.br), que acaba de chegar ao Brasil, desenvolveu um produto que identifica e bloqueia tráfego inautêntico no Google Ads e Bing.

De acordo com análises da empresa, até 20% dos cliques em anúncios de texto na internet são falsos, por terem sido feitos por robôs, usuários que não têm interesse real por aquele conteúdo e concorrentes da empresa anunciante.

Para evitar que esse tipo de golpe pese no orçamento da empresa responsável pela propaganda, a Clickcease usa machine learning para estabelecer quais acessos não são espontâneos. Isso significa medir quanto tempo a pessoa se mantém no site depois de acessá-lo a partir de um ad, assim como estabelecer padrões de comportamento que denotam fraudes.

“A partir daí, temos a capacidade de bloquear esses IPs e fazer uma abertura de reembolso junto ao Google, por exemplo”, diz Michel Primo da martech. Ele ressalta, no entanto, que este não é um processo estático: “As pessoas que operam este tipo de golpe estão sempre mudando os canais de acesso, então a defesa precisa ser constante, porque novos IPs serão utilizados”.

Na avaliação do executivo da Clickcease, o Brasil é um mercado especialmente vulnerável nesse sentido. Isso porque ainda não há no país uma consciência estabelecida sobre o potencial de prejuízo que problemas do tipo podem causar. “No melhor dos casos, notamos que um quinto do orçamento de marketing digital vai para o ralo por conta de fake cliques”, afirma.

A Clickcease atende tanto empresas quanto agências que produzem e intermedeiam campanhas para terceiros. Para demonstrar o quanto esses ads são explorados, há um demo grátis de até 14 dias. No Brasil desde meados de 2019, a expectativa da martech é chegar ao fim do ano com mais de mil clientes.

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Apple e Google são multados por app que ‘envelhece’ rostos

(ANSA) – A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (ProconSP) multou o Google e a Apple por desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao liberar o FaceApp, aplicativo que ganhou destaque nas redes sociais por envelhecer o rosto dos usuários nas imagens.

As multas foram aplicadas porque as empresas disponibilizaram em suas lojas virtuais para celular um app, de origem russa, que não tem “Termos de Uso” e “Política de Privacidade” traduzidos para o português. Todos os contratos estão escritos em inglês, segundo o Procon.

Com a decisão, o Google precisará desembolsar R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC, enquanto a Apple terá que pagar uma multa de R$ 7,7 milhões. De acordo com o Procon, as diferenças têm relação com as receitas das empresas no país

Além disso, o órgão explica que a ferramenta tem uma “cláusula que prevê que os dados do consumidor podem ser transferidos para outros países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que as do país de origem, o que implica em renúncia de direitos dos consumidores”.

Em nota, a empresa Google Brasil afirmou que “o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares”.

O texto ainda explica que “o Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros”. “Por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon”, finaliza.

As duas companhias poderão recorrer à decisão em duas instâncias administrativas do Procon, além de poder recorrer judicialmente. Caso decidam pagar a quantia, contarão com 30% de desconto se o pagamento for à vista.

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Envio de selfies para cadastro? Cuidado!

Com o mundo cada vez mais conectado, alguns serviços online de pagamento e até mesmo bancos solicitam que os clientes confirmem sua identidade enviando uma selfie segurando um documento de identidade (RG ou CNH) no momento da abertura de uma conta bancária ou na emissão de um cartão de crédito. Essa é uma maneira prática utilizada por prestadores de serviços para autenticar a identidade dos clientes e evitar deslocamentos demorados e filas de espera.

Porém, não são apenas sites legítimos e de boa reputação que estão atrás dessas selfies. Os cibercriminosos também estão se aproveitando desta conveniência para efetuar fraudes por meio de enviar e-mails de phishing se passando por um banco, empresa de pagamentos ou rede social. Essas mensagens fraudulentas pedem que o usuário confirme sua identidade por meio de um link e usam a desculpa de um novo processo de “segurança”. Ao clicar, a vítima é levada a uma página com um formulário que solicita informações pessoais, como endereço, número de telefone, etc., bem como o upload de uma selfie com um documento de identidade oficial visível – e até mesmo foto de cartão de crédito ou passaporte.

“Não é de se espantar que os cibercriminosos têm utilizado as mais diferentes maneiras para enganar os usuários”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. “Neste caso, com os dados das vítimas em mãos, eles podem criar contas bancárias visando a troca de criptomoedas, por exemplo – que servirá para lavar dinheiro de suas atividades. Além disso, é importante frisar que uma selfie com um documento de identidade tem um valor muito alto no mercado negro em comparação com uma imagem digitalizada do mesmo documento”.

Pensando nisso, a Kaspersky separou sete dicas para que os usuários possam analisar detalhadamente os e-mails que recebem e não serem vítimas desse tipo de fraude:

  1. Erros gramaticais e ortográficos
    É muito provável que o texto do e-mail enviado bem como as informações disponibilizadas no link tenha erros gramaticais, palavras omitidas e erros de ortografia. Por isso, sempre pergunte: sites oficiais e e-mails de grandes organizações têm erros gramaticais e ortográficos?
  2. Endereço do remetente é suspeito
    Esses e-mails geralmente vêm de endereços registrados em provedores gratuitos ou pertencem a empresas que não têm relação nenhuma com a mencionada no corpo da mensagem. Verifique de onde vem a mensagem e para onde o link leva.
  3. Nome do domínio não corresponde
    Embora o endereço do remetente pareça legítimo, é provável que o host do formulário de phishing esteja hospedado em um domínio mal-intencionado ou não relacionado. Às vezes, o endereço pode ser muito parecido (mas ainda assim existem diferenças); em outros, a diferença é notória. Um exemplo é uma suposta mensagem do LinkedIn que, por algum motivo, convida os usuários a fazer upload de uma foto no Dropbox.
  4. Prazo de entrega é muito curto
    Muitas vezes, os autores desses e-mails tentam por todos os meios apressar o destinatário e, por exemplo, eles afirmam que o link expirará após 24 horas. Os cibercriminosos frequentemente recorrem a essa técnica já que a falsa sensação de urgência faz com que muitos usuários ajam sem pensar. É melhor quebrar o prazo do que enviar seus dados para os cibercriminosos.
  5. Solicitação de informações já enviadas
    Sempre verifique se já tiver fornecido pelo menos algumas das informações solicitadas – por exemplo, endereço de e-mail ou número de telefone. No caso dos bancos, sua identidade foi confirmada quando você abriu a conta. Então, por que você teria que verificá-la novamente sob o pretexto de uma “segurança adicional”?. Neste caso, é importante procurar informações no site oficial da empresa.
  6. Solicitações ao invés de ofertas
    Muitas soluções oferecem opções avançadas – incluindo de segurança – em troca de informações pessoais; mas na sua conta pessoal na web, não por e-mail. E, normalmente, é uma oferta que pode ser recusada. Porém, na forma em que o link de e-mail fraudulento é enviado, há apenas um botão como se sugerisse que não há outra opção além de enviar uma selfie. Em caso de dúvida, ligue para o atendimento ao cliente. Mas não use o número fornecido na mensagem: encontre-o no site oficial da empresa.
  7. Não há informações sobre isso no site oficial
    Na verdade, você pode já ter confirmado sua identidade em redes sociais, bancos e outras empresas há algum tempo. No entanto, essa é a exceção e não a regra. Os detalhes do que está acontecendo, caso precise confirmar novamente, devem estar disponíveis no site oficial do serviço e deve ser fácil encontrá-los no Google.

Além disso, para evitar que cibercriminosos roubem a identidade pessoal de usuários, é importante tomar cuidado com todas as solicitações de dados, especialmente quando há documentos envolvidos. É importante utilizar uma solução de segurança confiável com proteção contra phishing e fraudes online, como o Kaspersky Total Security.

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iPhone 8 é o aparelho mais protegido no 1º semestre de 2019

Levantamento feito pela BemMaisSeguro, corretora de seguros on-line especializada em proteções para eletrônicos, confirma a fama que os donos de iPhone têm de serem brand lovers da marca: no 1º semestre do ano, 50% dos seguros comercializados pela companhia foram para os aparelhos da Apple. O líder do ranking é o modelo iPhone 8 Plus 64 GB, responsável por 28% de todas as proteções contratadas para iPhones na corretora.

Lançado em 2017, o aparelho custa a partir de R$ 4.599,00, de acordo com o preço sugerido pela própria fabricante, em torno de 14% do valor do bem, o que configura um investimento vantajoso ao consumidor.

Já 64% dos seguros para proteção de smartphones da Samsung foram para o Galaxy S10+, o último modelo lançado pela fabricante sul-coreana. A marca é a segunda que mais teve aparelhos segurados pela BemMaisSeguro no primeiro semestre de 2019.

O desempenho da Motorola no levantamento acompanha o nível de atividade da companhia no mercado. A marca foi a terceira que mais teve aparelhos protegidos com as soluções da BemMaisSeguro, com os cinco primeiros aparelhos da lista tendo sido lançados em 2018, ano em que a companhia trouxe ao Brasil 17 novos smartphones.

Outro dado de destaque é o volume de proteções contratadas para aparelhos da Xiaomi, fabricante chinesa que retomou as operações no Brasil em junho. A marca foi a quarta mais segurada no 1º semestre do ano, tendo representado 8% das contratações no período.

Na lista dos aparelhos mais segurados aparecem também modelos antigos de outras marcas, o que reforça a tendência de que o brasileiro tem preferido postergar a troca de seus smartphones enquanto a atividade econômica segue instável.

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