Destaques, Dicas de Saúde

7 práticas que prejudicam o cérebro

Órgão mais complexo do corpo humano, o cérebro é responsável por regular a maioria das funções corporais e mentais. Ações como respirar, piscar, andar, comer, pensar, interpretar, entre outras, são executadas porque passam pelo controle cerebral. Para garantir que o cérebro funcione de maneira saudável é necessário abrir mão de alguns hábitos prejudiciais.

“Muitas práticas rotineiras podem afetar o bom funcionamento cerebral e, se repetidas regularmente, podem agravar o quadro. Então, é importante manter um estilo de vida saudável para preservar as atividades do cérebro e evitar doenças”, explica Sidney Gomes, neurologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O especialista aponta 7 hábitos que podem prejudicar o desempenho do cérebro:

1) Dormir pouco altera os processos cognitivos e pode impactar negativamente na capacidade de concentração. O ideal é dormir de 7h a 8h por noite, mas sempre respeitando o relógio biológico de cada um.

2) Não tomar café da manhã também é prejudicial. Depois de passar muitas horas sem comer, o nível de açúcar do organismo cai bastante e atrapalha o fornecimento de nutrientes no cérebro. Não se deve pular a primeira refeição do dia. Se não tiver fome ou tempo, deve-se comer, pelo menos, uma fruta ou um iogurte.

3) Consumir alimentos calóricos em excesso pode acelerar o processo de envelhecimento do cérebro e deixá-lo mais vulnerável à degeneração. É recomendado ter uma dieta equilibrada e praticar atividades físicas e regulares.

4) O excesso de açúcar pode reduzir a capacidade do cérebro de produzir uma substância química que auxilia no aprendizado e na formação de novas memórias, além de combater a depressão e a demência. Uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos regulares são a alternativa.

5) Beber pouca água pode prejudicar a capacidade de raciocínio e causar dor de cabeça. Não espere ter sede para beber água. Opte também por frutas ricas em água como melancia e laranja.

6) Não exercitar o cérebro pode contribuir para o prejuízo do desempenho cerebral. O estímulo com jogos, cursos e leitura ajudam a desenvolver habilidades e a manter o órgão saudável.

7) O tabagismo altera o fluxo de sangue e aumenta a chance de causar acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame, dilatação dos vasos sanguíneos e aumento da pressão arterial. Para diminuir os riscos, é importante parar de fumar.

“Mesmo mantendo um estilo de vida saudável, é recomendável o acompanhamento médico para descartar qualquer tipo de alteração no cérebro e, em caso de diagnóstico de uma doença, indicar o tratamento mais adequado e eficiente”, ressalta o neurologista.

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Alimentos que parecem “inofensivos” para o seu bebê, mas que são muito perigosos

Não importa o que seus parentes ou comerciais de TV digam: o leite materno [ou em fórmula] é o único alimento que os bebês devem consumir, pelo menos até os primeiros 6 meses de idade.

Atualmente, existem muitos rumores sobre alimentos “naturais” e “inofensivos” que supostamente complementam a dieta de bebês mais jovens. Dado o problema, a Associação Americana de Pediatria (AAP) frequentemente alerta sobre os mais populares e os perigos que isso acarreta:

Água

Parece impossível, uma vez que é uma substância tão recomendada para adultos, mas os bebês não são capazes de sintetizar água natural em seus rins.

O leite materno ou em fórmula contém a hidratação necessária, além disso, evita-se o risco de contaminação externa e desnutrição.

Ovo

Este alimento é potencialmente perigoso devido às toxinas que contém quando não está bem cozido. Além disso, seu conteúdo de proteína sobrecarrega o processo digestivo: pode danificar o fígado e os rins permanentemente.

A introdução deste alimento em uma idade muito jovem também pode causar alergias graves a longo prazo.

Leite de vaca, cabra, etc.

Devido ao excesso de proteínas e minerais que contêm, os leites de origem animal (e até vegetais, de acordo com a sua composição) podem danificar os rins do seu bebê.

O leite materno e a fórmula contêm apenas cerca de 1 a 1,5 gramas de proteína por 100 mililitros, enquanto o leite de vaca (por exemplo) tem 3,3 gramas para a mesma quantidade de líquido. Os bebês não podem digeri-lo porque seus rins não filtram o excesso de nutrientes. Isso pode causar problemas renais graves, vômitos e / ou anemia.

Mel

Embora seja um adoçante natural muito comum, as crianças menores de um ano nunca devem consumi-lo. É um alimento que promove o surto de cáries, mas o perigo pode ir além: especialistas alertam que ele pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum em qualquer uma de suas variedades.

Este microorganismo pode se alojar no intestino do bebê e liberar uma toxina que paralisa todos os seus músculos. Esta doença é conhecida como botulismo e, embora não seja muito comum, pode ser fatal devido à paralisia que causa no trato digestivo.

Crianças de dois anos de idade e adultos são capazes de digerir corretamente as bactérias acima mencionadas.

Espinafre ou acelga

Eles nunca devem ser administrados a bebês com menos de 6 meses e, a partir dessa idade, devem ser cuidadosamente distribuídos em sua dieta com base em purês e fornecidos com muita moderação.

Seu alto teor de nitrato torna esses alimentos “tóxicos” para um sistema digestivo em desenvolvimento.


Você já ouviu falar sobre os perigos desses alimentos para os bebês? Sempre consulte seu pediatra para definir uma dieta saudável para seu filho.

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Alimentação saudável no trabalho

Com a rotina corrida dos dias de hoje, fica cada vez mais difícil realizar as refeições de maneira adequada. Por isso, é importante buscar elementos que permitam adaptar uma alimentação saudável a esse estilo/ritmo de vida. De acordo com a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e nozes, assim como barras de cereais de baixo valor calórico, frutas secas e biscoitos integrais são boas opções de lanche.

Ao longo do dia, o cansaço vai aumentando, com isso o corpo pede pra repormos energia. Como doces e carboidratos são as fontes mais rápidas de energia, é comum sentir vontade desses tipos de alimento. Por isso, a nutricionista recomenda o consumo de 30g de chocolate meio amargo, a partir de 60% de cacau, que pode fornecer, ao mesmo tempo, esse prazer momentâneo e a energia necessária. “O chocolate meio amargo tem menos gordura e mais cacau, o que aumenta a concentração de componentes benéficos à saúde cardiovascular, além de dar energia”, explica.

Caso marmitas sejam uma opção viável no local de trabalho, a dica é montar uma alimentação balanceada, que inclua o maior número de fontes de nutrientes possível, como as indicadas pela especialista:

  • Carboidratos complexos, como arroz e massas integrais – são digeridos e absorvidos lentamente, prolongando a sensação de saciedade;
  • Grãos integrais, como linhaça e quinoa – são fontes de fibra;
  • Vitaminas e minerais, presentes em frutas e hortaliças;
  • Gorduras de boa qualidade, como óleos e azeites;
  • Proteínas – presentes em carnes magras e grãos, como feijão, soja, lentilha e grão-de-bico.

A especialista do Grupo São Cristóvão Saúde ainda alerta que, caso sofram aquecimento, alguns nutrientes podem se decompor, como a Vitamina C e algumas vitaminas do Complexo B. Portanto, alimentos frescos e não processados podem ser uma boa opção, uma vez que garantem melhor aproveitamento de todos os componentes nutritivos.

No caso das gestantes, é importante que cinco nutrientes estejam sempre presentes nas refeições, esses são:

  • Cálcio, encontrado nos leites e derivados – participa na formação dos ossos do bebê e na sustentação do corpo da grávida; deve ser consumido especialmente no café da manhã e lanches intermediários.
  • Ácido fólico (tipo de Vitamina B só obtido por meio da alimentação), presente na couve, no espinafre e no brócolis – evita problemas de formação neurológica do feto;
  • Proteína, das carnes e ovos – importante na produção de células do bebê;
  • Ferro, encontrado no feijão, nas folhas escuras, nas castanhas e na carne vermelha – evitar a anemia durante a gravidez e complicações no parto; deve ser consumido especialmente nas grandes refeições, almoço e jantar.
  • Carboidrato, presente em pães e massas – fonte primária de energia do corpo.

O consumo da Vitamina C também é recomendado porque ela facilita a absorção do ferro presente em alimentos de origem vegetal, além de auxiliar na manutenção do sistema imunitário da gestante.

Se não for possível levar comida de casa, Cintya Bassi dá algumas sugestões para escolher de forma saudável, onde e o que almoçar. De acordo com ela, quando a escolha for por comida à quilo, é importante observar todas as opções oferecidas e pensar nos alimentos e nas quantidades antes de montar o prato. “Comece preenchendo com saladas, evite molhos brancos e dê preferência ao simples e clássico, como arroz integral, feijão e frango grelhado”, orienta a nutricionista.

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Boa noite de sono é fundamental para o bem-estar da mulher

Muitas vezes, os compromissos e as tarefas do dia a dia podem deixar a rotina da mulher ainda mais agitada. Para enfrentar essa correria, boas noites de descanso são essenciais. Segundo pesquisa da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, quando o assunto é sono, o sexo feminino tem padrões diferentes do masculino.

“Devido à diferença hormonal, o público feminino precisa de mais horas dormidas para manter a mesma disposição, se comparado ao sexo oposto”, explica Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex.

Outro estudo, realizado pelo Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostrou que as mulheres levam mais tempo para adormecer, porém o tempo do sono mais profundo (REM) é mais longo. Além disso, elas são mais propensas a terem sonhos ruins, os chamados pesadelos. “Elas têm alterações hormonais que prejudicam o sono normal, como o período menstrual, a menopausa e a gravidez. A progesterona (hormônio feminino) tem papel fundamental nos mecanismos reguladores do sono. Tanto que as mulheres em pós menopausa, por exemplo, apresentam queda na qualidade e no número de minutos de sono”, esclarece a consultora. Além disso, as mulheres estão mais propensas a desenvolver doenças cardíacas e depressão quando não dormem bem durante um período longo da vida.

Outra preocupação recorrente entre as mulheres é com a aparência. E ao contrário do que se imagina, sono da beleza não é só uma expressão. De acordo com Renata, o corpo produz hormônios associados ao estresse quando não há repouso adequado. “Isso altera funções vitais e provoca vasoconstrição, ou seja, palidez e cansaço. Dormir menos do que precisamos deixa a pele sem brilho, com aumento dos vincos e flácida, pois o hormônio do crescimento, que é responsável pelo tônus muscular e pela renovação celular, é liberado em grande quantidade enquanto dormimos. As olheiras também se acentuam, o que faz com que a aparência fique ainda mais abatida”, explica.

Conhecer estas particularidades é essencial para se garantir horas de sono realmente reconfortantes e, consequentemente, o bom funcionamento do organismo. Outras práticas podem ajudar a ter boas noites de sono.

“É importante se atentar à postura, usar um travesseiro e colchão que ofereçam conforto e sustentação para a cabeça e corpo, preservando a curvatura natural e alinhando a coluna, seguir uma alimentação saudável e hidratar-se bem, manter o ambiente arejado e o mais silencioso e escuro possível e evitar atividades estimulantes antes de dormir”, orienta a consultora do sono da Duoflex.

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Dicas de Saúde

Saúde bucal da mulher: saiba em quais fases é preciso ter mais atenção

As alterações hormonais, em diferentes etapas da vida, faz com que a mulher seja mais suscetível a determinados problemas bucais. Por outro lado, como elas costumam ser mais cuidadosas com a saúde em geral, basta fazer a prevenção da forma correta com visitas regulares ao cirurgião-dentista e higienização utilizando a escova, creme e fio dental.

Os cuidados com a saúde da boca devem começar no ventre da mãe, independente do gênero da criança. É importante que ela faça o acompanhamento na gestação e também escolha um odontopediatra para acompanhar o desenvolvimento do bebê após o nascimento.

“A visita ao odontopediatra deve ocorrer no primeiro ano de vida, mesmo que o bebê não tenha dentes. O acompanhamento precisa ser periódico por meio de consultas de manutenção e as orientações de acordo com a fase da infância”, explica a assessora do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) e membro da Comissão de Mulheres, Rada El Achkar.

Durante toda a infância não haverá diferença na manutenção da saúde bucal de meninos e meninas. Mas, na adolescência, o cenário muda um pouco por conta das alterações hormonais sofridas por elas, tornando-as mais propensas a desenvolver a gengivite, por exemplo.

Mas é importante deixar claro que o problema ocorrerá com as meninas que não fazem uma higienização adequada. Por isso, na adolescência, é preciso reforçar as orientações quanto a dietas altamente cariogênicas (que propiciam a cárie), evitando excesso de refrigerantes, o tabagismo, entre outros cuidados como o estresse.

Nessa etapa da vida muitas meninas começam a utilizar o anticoncepcional, apontado em alguns estudos como um agente nocivo para a saúde bucal. No entanto, as recomendações são as mesmas, mantendo a higiene bucal adequada e as visitas regulares ao cirurgião-dentista que avaliará a presença e o desenvolvimento das doenças periodontais.

Para cada momento e dependendo do caso, é recomendada a consulta com especialistas como o odontopediatra na infância, o odontogeriatra na terceira e idade e os cirurgiões-dentistas clínicos e demais especialidades durante toda a adolescência e fase adulta.

Cuidados específicos na gestação

Mulheres grávidas vivem diversas mudanças físicas, hormonais e emocionais durante a gestação. Essas alterações impactam a saúde bucal e por isso é necessário redobrar os cuidados. “As gengivas ficam mais vascularizadas e sensíveis, podendo ocorrer a gengivite gravídica. Além disso, algumas gestantes mudam os hábitos alimentares, ingerindo mais doces”, avisa a assessora do CROSP.

Boca seca, o aparecimento de cárie e outras doenças pela falta da higiene também ocorrem nessa fase. Algumas mulheres sentem enjôo e por isso pararam de usar o creme dental na escovação, outras ainda reduzem a frequência da escovação ficando mais suscetíveis a diversos problemas.

Para Rada, as visitas ao cirurgião-dentista devem ser intensificadas, bem como a atenção para higienização e alimentação. Tomando esses cuidados, a saúde bucal é preservada em qualquer etapa da vida da mulher.

Alterações na menopausa podem ser mais intensas

Outro momento em que as alterações hormonais podem influenciar a saúde da boca é a menopausa. Nessa fase, os sintomas costumam ser mais acentuados para algumas mulheres o que reflete na cavidade oral. “É outro período no qual ocorrem muitas mudanças no corpo da mulher. Além disso, algumas podem apresentar perda óssea dos tecidos que suportam os dentes devido à osteoporose”, comenta a assessora do CROSP.

Existem alguns problemas mais recorrentes nessa etapa como a xerostomia (boca seca). Essa secura na boca pode provocar mau hálito e também deixar a cavidade oral mais suscetível ao ataque de bactérias. Algumas mulheres ainda relatam a sensação de ardência nessa fase.

Para solucionar a xerostomia, Rada explica que o cirurgião-dentista costuma prescrever saliva artificial e outros produtos específicos como hidratantes bucais para minimizar o problema. Mais uma vez vale destacar a correta e reforçada higienização bucal e consultas frequentes ao profissional da odontologia.

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