Destaques, Saúde

💉 Secretaria de Saúde alerta para riscos da não vacinação contra sarampo e pólio

Após a primeira semana da Campanha Nacional de Vacinação Contra Poliomielite e Sarampo (começou em 6 de agosto), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) veio alertar para os riscos que a não imunização pode trazer para as crianças.

Transmitido diretamente de pessoa para pessoa, geralmente por espirros, tosse, respiração e fala, o sarampo é uma doença que apenas a vacinação é capaz de evitar. Apesar de geralmente não apresentar grandes complicações, a enfermidade pode se desenvolver de forma mais grave, com o acometimento do sistema nervoso central, podendo se complicar com infecções secundárias, como pneumonia e chegando até a levar à morte.

A poliomielite também, em geral, apresenta sintomas leves, como febre, dor de garganta, náusea e vômitos. Porém, cerca de 1% dos infectados pode desenvolver a forma paralítica da doença, podendo causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em algumas ocasiões, levar à morte.

A campanha segue até 31 de agosto, com o Dia D ocorrendo em 18 de agosto. Ela é voltada exclusivamente às crianças com idade entre 12 meses e menores de 5 anos, incluindo as que já receberam as vacinas anteriormente. Apenas aquelas que foram imunizadas nos últimos 30 dias é que não precisarão de nova dose. Durante o período, o objetivo é imunizar 43.475 crianças na capital do Rio Grande do Norte e os pais ou responsáveis pelos menores podem buscar atendimento em qualquer unidade de saúde do município.

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“Dr. Google”: se consultar para se autodiagnosticar é um risco para a saúde

Em plena era digital, com acesso rápido e fácil às informações, muitos brasileiros vêm recorrendo à internet para fazer aquela rápida e conveniente consulta. Quem nunca sentiu uma dor insistente ou um sintoma diferente e recorreu ao “Dr. Google”? É cada vez mais comum que internautas busquem a solução para problemas de saúde na web, antes mesmo de procurar um médico.  Especialistas alertam que o autodiagnostico é um risco ainda maior para a saúde.

Como uma varinha mágica é muito simples consultar determinado “sintoma” no buscador online para que o “Dr. Google” relacione a determinada característica ou “doença”. Esse comportamento está preocupando especialistas que já intitularam os pacientes com este perfil de “cibercondríacos”. O alerta é para o risco do autodiagnostico. A pesquisa e busca por informações é sempre sadia, o problema é quando a pessoa acha que o “Dr. Google” resolve e deixa de consultar um especialista.

E isso tem sido tão comum que se tornou objeto de estudo. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo instituto “Ipso MORI”, cerca de 86% dos brasileiros que possuem acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre doenças e remédios. Nesta mesma pesquisa, o Brasil é o quinto do ranking do estudo, feito com 12 países.

A pesquisa revelou ainda que, dos que buscam informações sobre a sua saúde, 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% buscam na internet experiências de outros pacientes com o mesmo “problema” de saúde.

A jornalista Aline Paim confessa que frequentemente consulta o Dr. Google. “Se me sinto mal, anoto no bloco de notas do celular os sintomas e vou para o Google pesquisar. Sempre me identifico com milhares de sintomas e doenças. Fico aflita, sou muito ansiosa. Hoje estou fazendo mais consultas sempre que necessário, mas confesso que não gosto e, mesmo que vá ao médico, olho o Google antes”, conta.

A situação é comum para muitos hoje em dia, é o que explica a Enfermeira Fabiane Assunção. “Hoje as pessoas estão conectadas o tempo todo, mas o risco é grande. Quando esse paciente chega na emergência, é o mesmo questionamento: eu vi isso na internet, acho que estou com determinada ‘doença’, já se autodiagnosticando sem ao menos passar pela anamnese e processo de exames”.

A enfermeira ainda destaca que isso é um risco muito grande para a saúde porque essas pessoas podem se automedicar, além dos aspectos psicológico. É comum encontrar pacientes em clínicas ou hospitais com preocupações exageradas depois de pesquisar seus sintomas no “Dr. Google” ou ler sobre problemas de saúde de celebridades. Em geral, os pacientes acreditam que sua condição de saúde é muito mais severa. “Muitas vezes, eles acabam sofrendo por algo inexistente, ocasionando estresse e ansiedade”, conclui Assunção.

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Quase 190 mil crianças do RN devem receber vacinas contra poliomielite e sarampo

Se você é pai ou mãe, deve ficar atento, pois a nova Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo começa na próxima segunda-feira, 6 de agosto, e vai até o dia 31 de agosto. No Rio Grande do Norte, o público-alvo da campanha é de aproximadamente 188,8 mil pessoas.

O dia D de mobilização nacional será sábado, 18 de agosto, quando os mais de 36 mil postos de vacinação no país estarão abertos para aplicar as vacinas. A meta é vacinar, pelo menos, 95% das crianças para diminuir a possibilidade de retorno da pólio e reemergência do sarampo, doenças já eliminadas no país.

A prioridade da campanha são as crianças com 12 meses completos até menores de cinco anos, que é público mais suscetível às doenças e suas complicações. Para atender a esse público, foram adquiridas 28,3 milhões doses das vacinas, um total de R$ 160,7 milhões. Todos os estados do país já estão abastecidos com 871,3 mil doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), 14 milhões da Vacina Oral Poliomielite (VOP) e 13,4 milhões da Tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Para o estado do Rio Grande do Norte foram distribuídas 476,8 mil doses das três vacinas.

A campanha de vacinação deste ano é indiscriminada, ou seja, pretende vacinar todas as crianças dessa faixa etária no país e para manter coberturas homogêneas de vacinação. Para a poliomielite, as que não tomaram nenhuma dose durante a vida receberão a VIP. Já os menores de cinco anos que já tomaram uma ou mais doses da vacina, receberão a VOP, a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

EVITE DOENÇAS, NÃO EVITE VACINAS

VACINAÇÃO

Sarampo: crianças de um até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses tomou durante a vida.

Poliomielite: crianças de um até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses já tomaram durante a vida. Caso ainda não tenha sido vacinada, será realizada a vacina inativada de poliomielite. Já se a criança tiver sido vacinada uma ou mais vezes, será feita a vacina oral.

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Você sabia? Bruxismo causado por estresse pode levar a perda da dentição

“A doença do século é o estresse, visto que, na correria diária, o cúmulo de atribuições pessoais pode gerar desconforto e cansaço físico e mental. A Odontologia, como especialidade da área da saúde, não poderia estar alheia às consequências que tais situações que podem acarretar para a saúde física no meio odontológico”, afirmou Murilo Oliveira, que é coordenador do curso de Odontologia da Faculdade UNINASSAU Aracaju.

O professor e mestre em Odontologia observou que há diversos males causados pelo desequilíbrio emocional e, entre eles, está o ranger de dentes, que pode levar a perda total da dentição. “O bruxismo, nome dado a esse fenômeno, é uma doença neurossensorial e não de consequência odontológica”, certificou.

Murilo explica que a doença deve ser observada pelo diagnóstico da prevenção com atuação multiprofissional: “Entendemos que a condução clínica dos casos diagnosticados é realizada cientificamente através de um dispositivo interoclusal denominado placas miorelaxantes. Tais dispositivos não impedirão o apertamento e nem o ranger dos dentes, mas os protegerão contra o trauma e o desgaste”.

Como consequência, a doença causa a destruição dental, afetando a estética e a saúde de uma forma séria, já que provoca dores de cabeça, na região mandibular e do pescoço. Pessoas que sofrem com o bruxismo relatam estalidos e créptos, que são arranhões nas articulações tempero-mandibulares. “É comprovado que 95% dos fatores que desencadeiam a doença são emocionais e apenas 5% são locais”, observou o profissional.

Desconforto

Restaurações altas e próteses mal adaptadas causam incômodos e as pessoas costumam ranger os dentes em busca de mais conforto. Esse processo leva a perda dos dentes e um desconforto emocional. “O curso de Odontologia, dentro da grade curricular, oferece aos alunos uma disciplina especifica sobre dor orofacial e a prática para atendimento odontológico, afim de resolver situações como o Bruxismo”, explicou Murilo.

O professor exemplificou o curso da UNINASSAU, pelo qual é responsável, e disse que a Instituição trabalha com quatro estágios supervisionados. “Viabilizamos a atuação clínica dos alunos, desde o diagnóstico, até o tratamento, desenvolvendo suas habilidades e competências. Buscamos ainda, preparar o futuro profissional para o mercado de trabalho, pondo em prática o conceito de empregabilidade”, concluiu o mestre em Odontologia, Murilo Oliveira.

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Hematomas surgem com frequência em você? Isso pode ser sintoma de uma dessas doenças

É um dia qualquer. Você não recebeu nenhum golpe, não machucou o dedo com a porta e não caiu. No entanto, você percebe que nas pernas, nos braços ou em alguma outra parte do corpo, há um ou mais hematomas. O que aconteceu? Por que eles apareceram?

Talvez no começo você não dê muita importância. No entanto, com o passar do tempo, você percebe que isso se torna mais frequente. As contusões aparecem em sua pele e sem causa aparente. Se você se identificar com essa descrição, é aconselhável ir ao médico, porque esse tipo de hematoma pode ser a consequência de uma dessas doenças.

Trombocitopenia

Por este nome é conhecido qualquer distúrbio no qual uma quantidade anormalmente baixa de plaquetas é registrada. Isto pode ter sua origem em três causas: produção insuficiente de plaquetas na medula óssea, decomposição delas na corrente sanguínea ou aumento da decomposição de plaquetas no baço e / ou fígado.

Doença de Von Willebrand

As pessoas com esta condição são propensas a frequentes contusões, hemorragias no nariz, boca e / ou gengivas, menstruação intensa e sangramento profuso no caso de uma pequena ferida.

Os pacientes têm baixos níveis da proteína chamada fator von Willebrand, que é necessária para o sangue coagular. Esse tipo de célula contribui para que as plaquetas se “unam” de maneira correta e formem coágulos para interromper o sangramento. Se não houver proteína von Willebrand suficiente ou se ela for deficiente, as plaquetas terão uma união fraca.

Hemofilia

É uma doença genética que por estar diretamente ligada ao cromossomo sexual X, a hemofilia é mais frequente em homens, mas também pode ocorrer em mulheres caso a mesma tenha alterações nos dois cromossomos sexuais. Aqueles que sofrem com isso, não têm um fator de coagulação ou têm níveis baixos. Além de contusões frequentes, a condição é caracterizada por sangramento intenso após uma lesão e hemorragia interna nos joelhos, tornozelos, cotovelos e no cérebro.

Lúpus

É comum que pacientes com lúpus eritematoso sistêmico sofram vasculite. É uma inflamação em pequenos vasos sanguíneos (capilares), médios (arteríolas ou vênulas) e grandes (artérias ou veias). A vasculite faz com que os vasos sanguíneos se rompam e causem hematomas, sem que haja um golpe ou lesão.

Cirrose

Quando o fígado é afetado por esta doença (que pode ser desencadeada depois de sofrer de hepatite), ele fica incapaz de produzir proteínas, ajudar a desintoxicar o sangue, digerir alimentos e armazenar energia. Isso resulta em sintomas como hematomas, hemorragias nasais, inchaço nas pernas e abdômen, além de icterícia.

Púrpura trombocitopênica idiopática (PTI)

Esta doença é caracterizada por uma diminuição na contagem de plaquetas no sangue. As plaquetas são as células que param a hemorragia. Se as plaquetas estiverem baixas, os hematomas são comuns. Outros sintomas são: coloração roxa sob a pele, petéquias (pequenos pontos vermelhos sob a pele, resultantes de pequenos sangramentos), além de hemorragias nasais, na boca e / ou ao redor das gengivas.

Leucemia

Também conhecido como ‘câncer sanguíneo’. Neste caso, as células cancerígenas impedem a criação de glóbulos vermelhos e plaquetas saudáveis. Por sua vez, há uma superprodução de glóbulos brancos, dificultando assim, a capacidade do organismo de combater infecções.

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