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Bolsonaro segue na liderança em nova pesquisa de intenção de voto

Em nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15) pela Paraná Pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL) aparece mais uma vez à frente na corrida presidencial. De acordo com o levantamento, Bolsonaro tem 23,9% das intenções de voto.

O militar reformado é seguido por Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, que tem 13,2% de prováveis votos. Ciro Gomes, do PDT, aparece melhor colocado nesse levantamento em comparação a outros. O pedetista tem 10,2% na pesquisa, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 8,5% de intenções de voto. Álvaro Dias (Podemos) tem 4,9% e Fernando Haddad (PT) 3,8%.

A Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores em 168 municípios de 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 9 e 13 de agosto. A sondagem já capta o impacto do debate na Band, realizado no dia 9. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Bolsonaro defende imunidade a policiais em programa de governo

Em seu programa de governo, o deputado propõe que “policiais sejam protegidos por uma retaguarda jurídica garantida pelo Estado através do excludente de ilicitude”.

Bolsonaro chamou atenção para o número de policiais mortos no Brasil. De acordo com dados divulgados pelo deputado, 493 policiais foram mortos em 2016, quantitativo que subiu para 552 no ano passado.

Ainda segundo o parlamentar, o Foro de São Paulo e a esquerda política são os responsáveis pelo aumento do número de assassinatos no país. No documento da proposta de governo, Bolsonaro promete enfrentar viés totalitário do Foro, que segundo ele, “tem enfraquecido as instituições democráticas”.

A respeito do porte de arma pela população civil, Bolsonaro argumentou que em países onde há maior flexibilização sobre o tema, o índice de homicídios é menor que no Brasil. Na comparação, no entanto, cita apenas países desenvolvidos, como Alemanha, Estados Unidos e Finlândia.

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Número de menores de idade aptos a votar reduz 14,4% em relação a 2014

Mais de 1,4 milhão de jovens menores de idade poderão votar nas eleições gerais de 2018. Em relação às eleições de 2014, houve redução de 14,4%, quando eleitores dessa faixa etária somava 1,6 milhão. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foram coletados do Cadastro Eleitoral, banco de dados oficial sobre o eleitorado brasileiro em que constam estatísticas compiladas até o final de julho, após o fechamento do cadastro realizado em 9 de maio.

Mesmo com a queda do número de estreantes nas urnas, quem concluir que o desinteresse é o motivo principal pode estar enganado. “Eu ouvi algumas análises precipitadas ao dizer que, na verdade, os jovens estão mais desanimados com a política e que, portanto, não estão tirando o título de eleitor para essa eleição. Este pode ser um argumento errado, que não corresponde à realidade”, alerta a doutoranda e mestre em Ciências Sociais, Tathiana Senne Chicarino.

Aos 17 anos, Marcus Vinícius Silva da Fonseca tirou o título de eleitor no final de 2017 e está entre os estreantes. Embora não esteja dentro da faixa etária em que o voto é obrigatório, o jovem fez questão de realizar o alistamento eleitoral. “Acho importante participar da decisão de eleger os líderes políticos do país”. Para votar com consciência no pleito de 2018, Marcus deu início às pesquisas sobre os candidatos e às respectivas promessas. “Acho muito importante ter propostas de qualidade para a educação, mas também para a saúde. Atualmente, percebo que as escolas públicas e os hospitais públicos estão sendo deixados de lado pela política”, analisa.

Perfil de eleitores no Brasil

Atualmente são 147,3 milhões de eleitores habilitados: o número cresceu 3,14% ante 2014, quando havia 142,8 milhões. Pela primeira vez o título de eleitor terá impresso o nome social de travestis e transexuais: são 6.280 pessoas a usar esse benefício, após autorização concedida em março deste ano pelo TSE.

Segundo os dados do TSE, o eleitor médio brasileiro é do sexo feminino (52%), tem entre 45 e 49 anos (24,3%) e estado civil solteiro (59,6%). A maioria vive em São Paulo, maior colégio eleitoral do país – tanto o estado (33 milhões) quanto a capital (9,05 milhões).

Grau de instrução

O ensino fundamental incompleto (25,8%) predomina entre os eleitores. “Educação é um tema fundamental para a eleição. Mas, se considerarmos os últimos temas que têm mobilizado mais opinião pública como os mais importantes para serem debatidos, são eles a corrupção, a segurança pública e a economia. A educação não está entre eles.”, pontua Chicarino.

O TSE sinaliza, no Cadastro Eleitoral, que os dados relativos ao grau de instrução (escolarização) dizem respeito à declaração feita pelos cidadãos no momento do cadastro ou da atualização das informações junto à Justiça Eleitoral.

Da perspectiva da pesquisadora, no entanto, o tema ainda figura entre os mais importantes e deve ser incorporado às pautas dos candidatos. A elaboração é feita, entre outros critérios, com base em pesquisas quantitativas e qualitativas sobre as expectativas da população. E, apesar de considerar todos os temas pontuados como relevantes para o debate, é importante questionar qual a qualidade de “educação, segurança pública e economia” que a sociedade deseja alcançar.

Na última semana, inclusive, o Conselho Superior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) anunciou que haverá o corte de mais de 93 mil bolsas de pesquisa de mestrado, doutorado e pós-doutorado do país caso seja mantido o teto orçamentário previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019. “O embate está muito forte nas redes sociais e muitos eleitores dizem que [as bolsas] são um privilégio. Demonstra um desconhecimento do que significa a educação e de quais são os benefícios da pesquisa para as esferas sociais, econômicas, entre outras”, destaca Tathiana, que também é docente em cursos de pós-graduação da docentes de cursos de Ciência Política e de Mídia, Política e Sociedade.

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Pesquisa da XP Investimentos coloca Bolsonaro à frente na corrida presidencial

Uma pesquisa encomendada pela XP Investimentos e feita pelo Ipespe apontou Jair Bolsonaro, do PSL, à frente na disputa pelo presidência da República. De acordo com a pesquisa, Bolsonaro tem entre 19% e 23% das intenções e voto. Marina Silva, da Rede, aparece na segunda colocação com 12%, seguida por Geraldo Alckmin (PSDB) com 10% e Ciro Gomes (PDT), que tem 9% de prováveis votos.

Em outro cenário apresentado pela XP Investimentos, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é posto como o candidato do PT. O petista, no entanto, aparece com 3% das intenções de voto, em disputa novamente liderada por Bolsonaro como líder e Marina Silva na segunda colocação.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre os candidatos em que não votariam sob hipótese nenhuma. Nessa frente do levantamento, Ciro Gomes tem 60% de rejeição. Marina Silva aparece com 59%, e Bolsonaro e Geraldo Alckmin têm 57% de rejeição cada.

A XP Investimentos apresentou ainda possíveis cenários para o segundo turno das eleições. Caso Bolsonaro e Alckmin se enfrentassem, a situação seria de empate, com 33% das intenções de voto para cada candidato. Em eventual disputa entre Marina e Bolsonaro, a ex-senadora estaria numericamente à frente com 38% de prováveis votos, contra 32% do candidato do PSL. Os dois estariam empatados tecnicamente.

Geraldo Alckmin e Ciro Gomes também empatariam tecnicamente em possível segundo turno, com leve vantagem para o tucano, que teria 33% das intenções de votos. O empate também prevaleceria caso Ciro Gomes e Jair Bolsonaro se enfrentassem.

A pesquisa da XP foi feita por telefone, entre os dias 6 e 8 de agosto, com mil entrevistados de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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Debate na Band é marcado por ironias e trocadilhos entre candidatos

No primeiro debate com os candidatos à presidência da República, na TV Band, oito presidenciáveis discutiram temas polêmicos, mas abusaram de ironias e trocadilhos. Entre os temas mais abordados, esteve o aumento de impostos para a população mais rica, o combate à corrupção e os investimentos em áreas como saúde e educação.

Ao falarem sobre o sistema tributário, os concorrentes ao Planalto concordaram que o aumento de arrecadação deve vir, em boa parte, de impostos sobre propriedades e baseados na renda dos brasileiros.

A corrupção, um dos maiores problemas sociais, também foi discutida. O candidato do Podemos, senador Álvaro Dias, declarou que a Operação Lava Jato é prioridade para retirar facções criminosas de circulação. Caso seja eleito, Dias disse que vai nomear o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça. O candidato ressaltou, também, que o sistema de governo brasileiro precisa ser refeito.

“Nós queremos institucionalizar a Operação Lava Jato como uma espécie de nossa Tropa de Elite no combate à corrupção. Cabo eleitoral dos investimentos, da geração de emprego porque, certamente, nós enviaremos ao mundo outra imagem. O Brasil voltará a ser sério e os investimentos que foram expulsos daqui pela corrupção e pela incompetência retornarão”.

Marina Silva, da Rede, afirmou que as alianças partidárias feitas desde governos anteriores pensam apenas em tempo de televisão e permanência no poder. Assim, segundo ela, não há cumprimento das promessas feitas durante as campanhas.

Ela reafirmou que é contra o teto de gastos que, na em sua visão, impede investimento público em serviços básicos. “Nós temos um problema que faz com que o nosso país tenha feito uma medida que congela os investimentos públicos na área de saúde, educação, segurança pública, infraestrutura por 20 anos. Ou seja, significa que a saúde como está, a segurança como está, vai ficar congelada”.

Guilherme Boulos utilizou a frase “50 tons de Temer” para caracterizar as propostas de todos os candidatos que participaram do debate e diferenciá-lo dizendo que tem “um novo projeto de política”. Ele disse, ainda, que a questão do aborto é tema que envolve o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós vamos colocar outras políticas para as mulheres, como creche em tempo integral para as mães que trabalham e estudam, atendimento especial no SUS para as mulheres, vamos ter políticas que assegurem igualdade salarial. Ao contrário do que já foi dito aqui (pelo Jair Bolsonaro), o governo pode e deve garantir que as mulheres ganhem os mesmos salários”.

Até então desconhecido pela maioria dos eleitores, o candidato do Patriota, Cabo Daciolo, disse que a violência contra a mulher ocorre por falta de “amor ao próximo”. Ao ser questionado sobre a greve dos caminhoneiros, Daciolo respondeu que o problema da categoria não foi resolvido, e que, se eleito, diminuiria pela metade o valor do combustível. Nos últimos minutos de discurso, o candidato leu um versículo bíblico e repetiu várias vezes a frase “em nome do Senhor Jesus”.

“É claro que automaticamente eu abaixo o combustível em 50% porque nós temos 18 refinarias. Eu vou investir nas refinarias e nós vamos transformar o petróleo bruto em diesel, gasolina, gás, e vamos oxigenar o nosso país e empregar”.

Os presidenciáveis Henrique Meirelles, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin também participaram do debate. No quinto e último bloco, os candidatos tiveram um minuto e meio para considerações finais. Os concorrentes ao Planalto voltam a se encontrar na televisão para novo debate no dia 17 de agosto, às dez horas da noite, na RedeTV.

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Eleições 2018: conheça todos os candidatos a presidente!

Após a convenção do PPL, que lançou, neste domingo (5), João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, 14 candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até esta segunda-feira (6).

Saiba quem são os candidatos a presidente:

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Álvaro Dias

Podemos/Direitos reservados

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice é Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Cabo Daciolo

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

ciro gomes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Geraldo Alckmin

José Cruz/Agência Brasil

Guilherme Boulos (PSOL)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Henrique Meirelles

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

Jair Bolsonaro

Fernando Frazão/Agência Brasil

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista, no dia 4 de agosto. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou, no dia 5 de agosto, João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou, no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu, na convenção, uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

lula ex presidente

Foto: Ricardo Stuckert

Manuela D’ Ávila (PCdoB)

A deputada estadual Manuela D’Ávila foi confirmada pelo PCdoB, no dia 1º de agosto, como candidata do partido à Presidência da República.

Depois de ter a candidatura lançada com apoio unânime dos delegados do partido, Manuela D’Ávila apresentou bandeiras como a da reforma da segurança pública, a justiça tributária, o combate às grandes corporações e a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos por 20 anos. Ela criticou o “desemprego recorde”, a queda da massa salarial e a evasão de jovens de universidades e escolas técnicas.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou, no dia 20 de julho, a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.

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