Mundo

EUA começam ataques aéreos contra “EI” na Síria

Na noite desta segunda-feira (22), os Estados Unidos inciaram a ofensiva de combate ao grupo “Estado Islâmico”, com ataques aéreos na região da Síria. As informações são da BBC Brasil.

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Segundo o porta-voz do Pentágono, almirante John Kirby, bombas e mísseis estão sendo utilizados para atacar os militantes do “Estado Islâmico” em território sírio. Ele confirmou a ação por meio de sua conta oficial no Twitter, mas não deu mais detalhes sobre a ofensiva. “Considerando que essas operações estão em andamento, não podemos dar mais detalhes no momento.”, escreveu.

Porta-voz do Pentágono confirma ação americana na Síria pelo Twitter. Foto: Reprodução/Twitter

Porta-voz do Pentágono confirma ação americana na Síria pelo Twitter. Foto: Reprodução/Twitter

Os ataques começam duas semanas depois do anúncio do presidente Barack Obama, avisando que os Estados Unidos e seus países aliados fariam uma ofensiva para combater o “EI”. Segundo Obama, o objetivo seria “enfraquecer e destruir” o grupo jihadista. Os militantes do “EI” já assumiram o controle de grandes áreas nos territórios de Síria e Iraque, capturaram e executaram soldados, sequestraram jornalistas e ameaçaram o assassinato em massa a minorias religiosas que vivem no Iraque.
Desde agosto, os Estados Unidos foram responsáveis por 190 ataques aéreos no Iraque. A decisão de iniciar os ataques na Síria, segundo o porta-voz do Pentágono, foi feita pelo chefe do Comando Central do Exército americano, General Lloyd Austin.

Fonte: BBC

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Notícias

Pinguim loiro é encontrado na Antártida

A primeira imagem que nos vem na cabeça quando falamos de pinguim é a daquele animalzinho com a pele preta e branca, parecendo mais que está vestindo um smolking. Entretanto, durante uma expedição à Antártida, em 2012, pesquisadores da National Geographic encontraram um exemplar de pinguim loiro.

Muito raros na natureza, alguns acharam que o animal fosse albino, porém, o naturalista David Stephens, que fazia parte do grupo e fotografou o animal nas Ilhas Shetland do Sul, esclareceu que o pinguim tem isabelinismo. Esta é uma mutação genética que dilui a pigmentação nas penas dos pinguins e as deixam loiras.

Pinguim loiro. Foto: National Geographic

Pinguim loiro. Foto: National Geographic

O nome da condição é uma homenagem à cor Isabella, uma cor cinzento-amarelada muito usada pelos ingleses até o século XIX. Mas a mesma coisa que destaca os pinguins loiros da muitidão, também é responsável por seus problemas. Por serem raros e terem uma aparência diferente, essas aves sofrem um tipo de bullying de seus similares que estranham sua presença, levando bicadas constantemente.

Outro problema é mais sério ainda. As penas pretas nas costas não existem por acaso: elas ajudam essas aves a se camuflarem de predadores e presas quando estão dentro da água. Assim, os pinguins que nasceram com o isabelinismo ficam mais vulneráveis na natureza.

Fonte: Pensamento Verde

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Mundo

Torcedor do Chelsea morre após gol de Lampard pelo Manchester City

Frank Lampard deixou todos os fãs de futebol incrédulos ao marcar o gol de empate, ontem, contra o Chelsea, jogando pelo Manchester City. Além da incredulidade do gol, a façanha fez com que um torcedor do clube azul de Londres não resistisse.

Fahad Musana, de Uganda e jogador de futebol profissional do Simba FC, assistia a partida ao lado de alguns companheiros em uma sala de vídeo improvisada após uma sessão de treinos. O torcedor/jogador caiu no chão assim que Lampard marcou o gol, supostamente vítima de um ataque cardíaco. Fred Kajoba, treinador do Simba FC disse que ele havia treinado bem e completado as atividades sem nenhum incidente.

Foto: Divulgação/ Agência  Kawowo

Foto: Divulgação/ Agência Kawowo

A agência de notícias Kawowo foi a primeira a divulgar o fato e falou com Bagoole, companheiro de Musana, que relatou que eles haviam assistido a vitória do Leicester em cima do Manchester United e fizeram questão de parar para acompanhar o City contra o Chelsea. “Ele era um torcedor apaixonado dos Blues, daqueles que fariam qualquer coisa pelo clube”, disse Bagoole.

Musana caiu desacordado após o empate de Frank Lampard e chegou morto ao Bombo Military Hospital. O fato pegou de surpresa a família e amigos, já que ele não tinha nenhum histórico de problemas de saúde. Uma hipótese levantada é de que a morte poderia ter sido por consequência de uma pancada na cabeça que Musana sofrera durante a vitória de seu time, no último fim de semana, mas que já foi descartada.

Fonte: Kawowo

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Ciência

Em 2050 teremos olhos vermelhos e um cérebro maior, afirma investigador

Quando se pensa na evolução das espécies, é normal remeter-se ao passado e a outras espécies animais. Poucas vezes tomamos consciência de que o humano está em pleno caminho evolutivo, e as condições de vida e organização social podem afetar a forma do corpo da espécie.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

É nessa perspectiva que está focado um estudo realizado pelo doutor em antropologia evolutiva Cadell Last, investigador do Instituto Global do Cérebro. Segundo ele, neste instante preciso da história, o humano se encontra em um momento crucial de sua evolução, a ponto de ser comparado à etapa de transição entre os símios e os humanos. Essa noção se baseia na certeza de que, por exemplo, em menos de um século, a longevidade de nossa espécie aumentou quase 100%, a que se soma a influência das novas tecnologias. Esse combo de transformações aceleradas e novas formas de vida fariam com que o humano do futuro, notadamente diferente do de hoje, surgisse na história em um futuro próximo.

De acordo com os cálculos de Last, no ano de 2050, as pessoas poderão viver até os 120 anos. Isso trará outras mudanças, já que a reprodução se atrasará e os nascimentos reduzirão. O homem do futuro, segundo essa previsão, será mais afetado pela cultura que pela biologia, como por exemplo, o avanço da tecnologia, que estará onipresente nas tarefas cotidianas e na comunicação. Por conta dessas modificações, um homem da metade da década de 2050 terá olhos vermelhos, um pênis menor, um cérebro maior, mais habilidades linguísticas e implantes que melhorem suas faculdades físicas.

Fonte: History Channel

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Ciência

Pela primeira vez cientistas conseguem cultivar plantas em solos quase idênticos aos de Marte e da Lua

Um dos grandes sonhos da humanidade sempre foi habitar, ou pelo menos chegar a conhecer, outros planetas. O fato é que isso não é nada fácil e envolve uma série de coisas nada simples. Antes de criarmos uma base permanente na Lua ou em Marte, é necessário conseguirmos plantar a nossa própria comida por lá. Pensando nisso, uma equipe de cientistas da Holanda cultivou 14 espécies de plantas em solos que simulam a terra de Marte e da Lua.

Ao final da pesquisa, a conclusão é que o solo que simulava as condições de Marte se mostrou melhor para o cultivo de plantas até mesmo do que algumas amostras de terra do nosso planeta, o que é uma boa notícia para os astronautas. Contudo, há algumas ressalvas neste experimento.
O solo marciano vem de um vulcão do Havaí e tem uma composição química semelhante ao pó que a sonda Viking 1 analisou em Marte. O solo simulado da Lua é originário de depósitos de cinzas vulcânicas perto de Flagstaff, no Arizona. Os solos reais da Lua e de Marte parecem conter os ingredientes essenciais que as plantas necessitam, com exceção de nitrogênio reativo e uma fonte abundante de água. Apesar de esses solos serem semelhantes aos que seriam encontrados em Marte ou na Lua, eles contêm vestígios de nitratos e compostos de amônia – compostos a base de nitrogênio que as plantas adoram. Assim, o solo simulador não é um modelo perfeito.

Pote para cultivo de plantas em Marte e na Lua. Foto: History Channel

Pote para cultivo de plantas em Marte e na Lua. Foto: History Channel

Para o experimento, os cientistas plantaram, em potes, 14 espécies – incluindo cenoura, tomate, trigo, algumas ervas daninhas e quatro espécies que transformam o nitrogênio atmosférico em alimentos vegetais. Os cientistas também plantaram sementes em um solo terrestre de um rio, pobre em nutrientes. Ao todo, foram plantados 840 potes.
Os resultados foram promissores. A maioria das plantas cresceu em todos os três tipos de solos. Na verdade, muitas floresceram melhor no solo simulador de Marte do que na terra pobre do rio. As plantas tiveram um desempenho pior no solo lunar. As plantas fixadoras de nitrogênio, por exemplo, nem germinaram. Isso sugere aos pesquisadores que os agricultores lunares terão que usar bactérias fixadoras de nitrogênio ou até mesmo fezes humanas como adubo para fornecer algum tipo de nitrogênio ao solo.
“Nossos resultados mostram que, em princípio, é possível cultivar plantas e outras espécies de plantas, em simuladores de solo marciano e lunar,” escrevem os pesquisadores. “No entanto, muitas questões permanecem …”, tais como a quantidade de água retida pelos solos e como a gravidade, luz e outras condições em outros mundos podem afetar o desenvolvimento das plantas.

Fonte: History Channel

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