Brasil

Juiz determina suspensão do WhatsApp no Brasil

O Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública (Sesap) do Piauí confirmou a existência de uma ordem judicial sigilosa que exige a suspensão do aplicativo WhatsApp em todo o território nacional. Mas a decisão não deixa claro que ordem judicial seria essa.

 Mesmo tendo caráter sigiloso, a decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, tomada no dia 11 de fevereiro, vazou na internet nesta quarta-feira (25).

A ação, segundo esclareceu o Núcleo de Inteligência, foi expedida em virtude de anterior descumprimento judicial do WhatsApp. Como as ações correm em segredo de justiça, não foram revelados os tipos de descumprimentos, mas, como aponta o órgão, estão baseadas em infrações referentes ao Marco Civil da Internet. O prazo para a suspensão é de 24 horas e atinge os domínios whatsapp.net e whatsapp.com.

“Suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial, em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net ewhatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net ewhatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados”, determina o juiz Luiz Moura Correia.

O juiz Luiz Moura Correia diz, em sua sentença, que a empresa de telefonia deve garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multiplataforma denominada WhatsApp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional.

Com informações do Globo e do Uol Tecnologia*

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Mundo

Assassino do caso ‘Sniper americano’ é condenado a prisão perpétua

O ex-fuzileiro Eddie Routh foi condenado nesta quarta-feira (25) a prisão perpétua pelos homicídios do atirador Chris Kyle, que inspirou o filme Sniper Americano, e de Chad Littlefield em um campo de tiro no Texas, nos Estados Unidos, em fevereiro de 2013.

Após duas semanas de julgamento, na cidade de Stephenville, um júri formado por dez mulheres e dois homens considerou Routh, de 27 anos, culpado. O ex-fuzileiro alegou demência durante o julgamento, que coincidiu com a exibição nos cinemas do filme Sniper Americano, dirigido por Clint Eastwood.

O filme, que recebeu seis indicações ao Oscar, mostra a história de Chris Kyle com destaque para sua atuação nos Seals, a principal força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos. Em quatro períodos de atuação na Guerra do Iraque, Kyle ficou conhecido entre os colegas do grupo de elite como “a lenda” e foi premiado com várias comendas por atos de heroísmo.

Kyle deixou a Marinha em 2009 e escreveu uma autobiografia intitulada American Sniper, lançada em janeiro de 2012. O ex-atirador frequentava um centro de reabilitação de militares, onde tentava auxiliar pessoas que passaram pelas experiências da guerra, como ele. Em 2 de fevereiro de 2013, quando foi dar assistência a Eddie Routh, a pedido da mãe deste, foi baleado e morto.

O exército americano atribuiu oficialmente a Kyle, herói para alguns e desprezado por outros, as mortes de 160 pessoas em seus quatro turnos de serviço no Iraque, mas ele alegava ter matado 255 pessoas.

SNIPER AMERICANO

O filme tem uma grande bilheteria nos cinemas dos Estados Unidos e recebeu seis indicações ao Oscar 2015, incluindo melhor filme e melhor ator para Bradley Cooper. Mas o longa-metragem saiu da festa do cinema americano apenas com uma estatueta, a de melhor edição de som.

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Economia

Para Dilma, rebaixamento de nota da Petrobras é “falta de conhecimento” de agência de classificação de risco

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (25) que o rebaixamento da nota da Petrobras pela agência de classificação de risco ‘Moody’s’ demonstra “falta de conhecimento” sobre a empresa e que a estatal vai se recuperar “sem grandes consequências”.

“É uma falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras. Agora, não tenho dúvida de que é uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”, disse a presidenta em entrevista após participar de cerimônia de entrega de casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Feira de Santana (BA).

A Moody’s rebaixou a nota da Petrobras da BAA3 para BA2, com isso, a estatal perde o grau de investimento e passa para o grau especulativo, indicando ao mercado que investir na petrolífera brasileira passou a ser uma operação de risco.

Das três maiores agências de classificacão de risco, a Moody’s é a primeira a rebaixar a classificação da Petrobras. As outras duas são a Fitch e a Standard & Poor’s.

A classificação de risco, ou rating da tradução em inglês, é a nota dada por instituições especializadas em análise de crédito, chamadas agências classificadoras de risco. Essas agências avaliam a capacidade e a disposição do emissor de um título em honrar, pontual e integralmente, os pagamentos de sua dívida. O rating é um indicador relevante para os investidores, uma vez que fornece opinião a respeito do risco de crédito da dívida do país analisado.

“O governo sempre vai tentar evitar o rebaixamento, isso é absolutamente natural, lamentamos que não tenha tido correspondência por parte da agência, mas acho que isso está superado”, acrescentou a presidenta.

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Universo

#Aovivo: Astronautas fazem reparo na ‘ISS’ em meio ao espaço

Nesta quarta-feira (25) os astronautas da NASA Barry Wilmore e Terry Virts darão uma volta para fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) para instalar novos adaptadores. A ideia é que esses adaptadores permitam que uma maior gama de veículos seja acoplada na estação.

Durante as seis horas de reparo, os astronautas irão rotear uma maior quantidade de energia e cabos, lubrificar o braço robótico da ISS e preparar o módulo de ancoragem ‘Tranquility’. Se isso já o deixa fascinado, imagine poder acompanhar todo o processo através de um streaming que transmitirá a ‘spacewalk’ em tempo real!!!!

Confira:

 


Broadcast live streaming video on Ustream

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Brasil

Brasil adere a movimento global de trabalhadores contra McDonald’s

O movimento internacional de trabalhadores contra as condições de trabalho na rede de fast-food McDonald’s chegou ao Brasil nesta terça-feira (24), com o lançamento da campanha #SemDireitoNãoÉLegal.

Liderado pela Contratuh (Confederação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade), federações e sindicatos do setor no Mato Grosso do Sul e em São Paulo, o movimento tem apoio do SEIU, sindicato internacional do setor de serviços que representa 150 sindicatos e 2 milhões de trabalhadores nos EUA e no Canadá, e também a federação global de trabalhadores de hospitalidade, a IUF (International Union Federation), com sede na Suíça.

No Brasil, o movimento identificou 400 ações trabalhistas de funcionários e ex-funcionários da rede de fast-food desde 2012 em diferentes Estados. Uma das principais queixas diz respeito à jornada móvel variável, pela qual a rede paga apenas por horas trabalhadas, dispensando trabalhadores em horários de menor movimento dentro de uma jornada de trabalho, o que não é permitido no Brasil.

Na segunda-feira (23), o Contratuh e outras entidades sindicais entraram com ação civil pública contra o McDonald’s, sustentando que o desrespeito às leis trabalhistas no país constitui prática anticoncorrencial de “dumping social”.

“O desrespeito e descumprimento das leis trabalhistas é um modelo que garante maior lucro para as lojas, ganhando uma vantagem injusta sobre empresas concorrentes que respeitam as normas”, disse Moacyr Auersvald, presidente da Contratuh.

Na ação civil pública, os autores demandam que a Arcos Dourados, controladora do McDonalds no Brasil, seja impedida de abrir novas lojas no país até que a empresa cumpra as leis trabalhistas. A ação também será encaminhada ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para que sejam apuradas denúncias de “dumping social”.

Dentre as bandeiras defendidas pelos trabalhadores nos EUA está o aumento da remuneração para US$ 15 por hora e a responsabilização da holding McDonald’s pelas irregularidades nos contratos trabalhistas feitos pelas lojas franqueadas.

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