Mundo

Menina de 6 anos é estuprada e estrangulada por dois irmãos na Índia

Uma menina de apenas seis anos de idade, do estado de Uttar Pradesh (Índia), foi estuprada e morta por dois irmãos, que depois receberam ajuda da própria mãe para se livrar do corpo. As informações foram confirmadas pela polícia local nesta sexta-feira (23), de acordo com o The New Indian Express.

A garota havia desaparecido de sua casa na tarde da última terça-feira (20). Segundo o Indian Express, os parentes logo iniciaram as buscas [sem sucesso] e de imediato foram à Polícia – que organizou uma operação de busca que durou a noite toda.

A “ajuda” da mãe

Na manhã seguinte, o corpo da menina foi encontrado a pouco mais de 200 metros da casa dos suspeitos, depois que a mãe dos dois menores confessou à polícia que os ajudou a se livrar do corpo. Segundo ela, a decisão foi tomada depois de descobrir que a garota havia sido estrangulada até a morte pelos próprios filhos.

Finalmente, os dois irmãos de 12 e 15 anos admitiram ter agredido sexualmente a menina. Um deles disse que aproveitou o momento que não tinha ninguém em casa, atraiu com doces a criança que brincava sozinha na rua e cometeu o crime junto com seu irmão.

Todos os três serão acusados ​​de assassinato e tentativa de ocultação de provas, baseados no Código Penal Indiano e na Lei de Proteção à Criança contra crimes sexuais.

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Mundo

Cristiano Ronaldo faz apelo pela preservação da Amazônia

(ANSA) – O craque português Cristiano Ronaldo usou seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (22) para fazer uma campanha pela preservação da Amazônia, que tem sofrido com o crescente número de queimadas em 2019. “A floresta amazônica produz mais de 20% do oxigênio do mundo e está queimando nas últimas semanas. É nossa responsabilidade ajudar a salvar o nosso planeta”, escreveu o jogador em sua conta na rede social.

Além do atacante da Juventus, o sérvio Novak Djokovic, o britânico Lewis Hamilton e os jogadores da NBA Kyle Kuzma, Luka Doncic e Paul Gasol, também estão entre os atletas que lançaram uma campanha para a preservação da floresta brasileira. Os astros utilizaram a hashtag #PrayforAmazonas (#RezePelaAmazônia, em tradução livre).

A campanha foi lançada após dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelarem que, desde 1º de janeiro, o Brasil registrou uma alta de 83% no número de focos de incêndio em comparação com o mesmo período de 2018.

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Partido Verde da Itália ataca política ambiental de Bolsonaro

(ANSA) – O presidente do partido Federação dos Verdes da Itália e expoente da Europa Verde, Angelo Bonelli, fez dura crítica nesta quinta-feira (22) contra a política ambiental do presidente Jair Bolsonaro em meio ao aumento do número de queimadas na Amazônia revelado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Nossa casa está queimando e o que está acontecendo na Amazônia representa mais uma amarga confirmação. Conforme anunciado por dados repulsivos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os incêndios da maior floresta tropical do mundo aumentaram 84% em relação ao mesmo período de 2018”, diz o político italiano, em nota.

No início da semana, dados divulgados pelo Programa Queimadas do Inpe informaram que, nos primeiros oito meses de 2019, foram registrados 71.497 focos de queimadas, contra 39.194 no ano anterior. O número foi o maior em sete anos. Para Bonelli, esses “números impressionantes atestam as vergonhosas políticas do presidente brasileiro Jair Bolsonaro”. De acordo com o relatório do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que estuda a região há 28 anos, a taxa de desmatamento na floresta brasileira cresceu 66% em julho passado, embora esse percentual chegue a 278%, segundo as projeções do Inpe. “O desmatamento na Amazônia aumentou em 278% comparado ao ano anterior. Na Sibéria quase 6 milhões de hectares foram queimados, no Alasca as florestas são queimadas e a direção é apenas uma: explorar recursos naturais para aumentar o PIB e crescimento”, acrescentou.

Ontem (21), após a divulgação dos dados, Bolsonaro disse que o crescente aumento de queimadas registrado na Amazônia pode ser resultado de ação criminosa. Ele ainda sugeriu que as ações podem ser uma reação à suspensão de repasses do governo para organizações não governamentais (ONGs).

“Agências brasileiras deram a notícia, há algumas horas, de que o presidente atacou ONGs por trás dos incêndios na Amazônia. Uma semelhança dramática com as acusações feitas pelo ex-governo amarelo-negro na Itália aos italianos”, afirmou Bonelli.

Bolsonaro tem sido constantemente alvo de críticas sobre a política ambiental que tem promovido. Na semana passada, inclusive, os principais países doadores do Fundo Amazônia, a Alemanha e Noruega, anunciaram a suspensão de seus repasses após a divulgação das taxas de desmatamento na região. “Na total indiferença de Bolsonaro, que vê sob sua presidência uma perda constante de uma área de 100 metros por 75 florestas (o equivalente a um campo de futebol), Noruega e Alemanha decidiram suspender seu financiamento ao fundo brasileiro para a conservação da floresta da América do Sul, enquanto o presidente brasileiro considerou mais apropriado demitir o chefe da agência brasileira encarregada de monitorar o desmatamento, acusado de espalhar alarmismo e notícias falsas sobre as trágicas perdas nos últimos meses”, criticou o presidente do partido Federação dos Verdes da Itália. O Inpe foi duramente criticado por Bolsonaro, que acusou o órgão de estar a serviço de algumas ONGs ao divulgar dados “mentirosos” sobre o aumento do desmatamento. A polêmica resultou na demissão do diretor Ricardo Galvão. “O que está acontecendo no mundo em nome da soberania é um crime contra a humanidade”, finalizou Bonelli.

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Noruega suspende repasse para proteção da Amazônia

(ANSA) – O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Ola Elvestuen, anunciou nesta quinta-feira (15) a suspensão dos repasses de 300 milhões de coroas norueguesas, o equivalente a R$134 milhões, destinados ao Fundo Amazônia.

A informação foi revelada pelo jornal norueguês “”Dagens Næringsliv” (DV), especializado em negócios, que afirma que a decisão foi tomada porque o governo local estaria insatisfeito com as novas diretrizes dos comitês do fundo – reserva de capital estrangeiro gerida pelo BNDES destinada à preservação e combate ao desmatamento.

De acordo com a publicação, tanto o país quanto a Alemanha, que também anunciou a suspensão do repasse nos últimos dias, são contrárias as novas mudanças que estão sendo debatidas em Brasília. “O Brasil rompeu o acordo com a Noruega e a Alemanha desde o fechamento da diretoria do Fundo Amazônia e do Comitê Técnico. Eles não podem fazer isso sem acordo” com esses dois países, afirmou Elvestuen ao jornal.

Desde 2008, data em que foi criado, o fundo já recebeu R$3,3 bilhões em doações até hoje. Ao todo, R$3,18 bilhões, cerca de 93% da quantia total, foram repassados somente pela Noruega. Na reportagem, o ministro ainda indicou que, nos últimos meses, os números relacionados ao desmatamento da Amazônia sofreram uma multiplicação em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo Elvestuen, isso pode demonstrar que o governo de Jair Bolsonaro “não quer mais parar” com a devastação da maior floresta do mundo.

“Isso é muito sério para toda a luta pelo clima. A Amazônia é o pulmão do mundo e todos nós dependemos inteiramente da proteção da floresta tropical. Não há cenários para atingir as metas climáticas sem a Amazônia”, acrescentou.

Nos últimos dias, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, fez críticas contra a forma como os recursos do Fundo Amazônia são geridos. Ele propôs usar parte do valor para indenizar ruralistas que tiveram suas terras desapropriadas em unidades de conservação, medida rejeitada pelos europeus. Até o momento, o governo brasileiro não se pronunciou sobre o bloqueio norueguês. Ontem (14), no entanto, o presidente Jair Bolsonaro chegou a falar sobre a decisão alemã ressaltando que a chanceler Angela Merkel deve “pegar a grana” bloqueada e reflorestar a Alemanha.

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Áustria vence e evita que casa de Hitler vire templo nazista

(ANSA) – O Ministério do Interior da Áustria informou nesta segunda-feira (5) que o Supremo Tribunal do país europeu encerrou uma longa batalha judicial envolvendo a casa onde o alemão Adolf Hitler nasceu, em Braunau.

A família de Gerlinde Pommer era a proprietária do imóvel há quase 100 anos. No entanto, as autoridades austríacas assumiram o controle da casa amarela de esquina em dezembro de 2016, visando que o local não se torne um templo neonazista.

Com a decisão, a família Pommer receberá 810 mil euros de indenização e encerrará a longa batalha judicial com o Estado.

“Após a decisão do tribunal sobre a indenização, um uso para a casa onde Hitler nasceu pode agora ser enquadrado dentro da lei para evitar qualquer tipo de atividade relacionada com o nazismo”, afirmou o ministro do Interior da Áustria, Wolfgang Peschorn, em um comunicado.

Além disso, o político revelou que será organizado um concurso de arquitetos para definir o futuro do casarão de três andares.

Hitler nasceu em 20 de abril de 1889 e viveu apenas alguns meses em Branau. No entanto, isso marcou a pequena cidade austríaca, que possui pouco mais de 16 mil habitantes.

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