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Reforma da Previdência: 5 motivos para poupar de forma independente

Na última semana, foi aprovado em primeiro turno o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, que altera as regras de aposentadoria.

A votação ainda deve ser concluída e os debates devem continuar nos próximos dias ou até meses, porém, independente da aprovação, é fundamental que o brasileiro poupe para garantir uma aposentadoria tranquila.

Veja abaixo 5 motivos para poupar dinheiro pensando no seu futuro, segundo Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista:

1- O salário do INSS é muito importante para os brasileiros e um direito do trabalhador. Entretanto, o valor não é suficiente para manter o padrão e a qualidade de vida. Em consequência, 21% dos idosos que já se aposentaram continuam trabalhando para complementar a renda, segundo pesquisa do SPC Brasil e da CNDL.

2- Será que para viver dignamente você precisará da ajuda de parentes ou de outras pessoas? Infelizmente, isso acontece com milhões de brasileiros. É importante ter consciência que mesmo tendo trabalhado a vida toda com carteira assinada, contribuindo para o INSS, a quantia recebida dificilmente será suficiente.

3- Ao que tudo indica, os trabalhadores se aposentarão cada vez mais tarde, por conta do crescimento da expectativa de vida do brasileiro. Para deixar de trabalhar no momento que quiser – ou passar a trabalhar apenas por prazer – é preciso poupar parte da renda durante o período produtivo.

4- Quanto antes começar a pensar em seu futuro, poderá poupar quantias menores e se beneficiar dos rendimentos ao longo dos anos. Há diversos investimentos adequados para a aposentadoria, como Previdência Privada e Tesouro Direto. Vale a pena conhecer um pouco mais a respeito.

5- Poucas pessoas têm o hábito de pensar no longo prazo (acima de dez anos), com receio de que o objetivo não seja atingido. Mas é possível conquistar a renda que garanta o padrão de vida desejado. Há uma planilha automatizada que indica o quanto se deve poupar mensalmente para conseguir, baixe gratuitamente clicando aqui (Cálculo de Aplicação para Independência Financeira).

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Cadastro Positivo entra em vigor a partir desta terça-feira (9)

A partir desta terça-feira, dia 9 de julho, todos os cidadãos e empresas brasileiras que fizeram movimentações financeiras nos últimos anos passam a fazer parte do Cadastro Positivo, um banco de dados que vai abrigar todas as transações e o histórico sobre crédito. Sancionada no dia 8 de abril, a lei que criou o novo mecanismo vai estabelecer pontuações para quem mantém as contas em dia, o que deve facilitar a concessão de financiamentos e, consequentemente, reduzir juros. Com isso, os bons pagadores podem pleitear taxas mais baixas, beneficiando principalmente as micro e pequenas empresas, que representam 98,5% dos negócios do país. A expectativa do governo é de que pelo menos 130 milhões de pessoas entrem no cadastro.

A partir da vigência do Cadastro Positivo, o consumidor terá uma nota de crédito de acordo com seu histórico. Se o cliente for bom pagador, pode pleitear taxas de juros mais baixas, e as empresas poderão conceder essa redução por terem acesso à sua pontuação. A disponibilização dos dados é feita mediante a autorização do cidadão. O banco de dados já existe desde 2011 e o serviço é prestado por empresas especializadas (bureaus de crédito), que avaliam o risco de crédito empresarial e de pessoas físicas, baseadas em históricos financeiro e comercial. Atualmente, esse banco reúne informações de aproximadamente seis milhões de pessoas.

O potencial de contribuição do cadastro para a expansão do mercado de crédito já foi comprovado em alguns países onde foi implantado, como Bélgica, Estados Unidos, México e Reino Unido. A tendência é que o Brasil também experimente essa expansão, com benefícios para a economia e a sociedade. Pela lei, o Banco Central terá que encaminhar ao Congresso, no prazo de até 2 anos, relatório sobre os resultados alcançados com as alterações no Cadastro Positivo, com ênfase na redução ou aumento dos juros bancários. Além disso, os gestores de bancos de dados terão que realizar ampla divulgação das normas que disciplinam a inclusão no cadastro, bem como das formas de seu cancelamento.

“Ao lado da Empresa Simples de Crédito, que já é realidade no país, o Cadastro Positivo vai reforçar a democratização do acesso ao crédito, com juros mais baixos, fortalecendo a micro e pequena empresa para que ela possa gerar ainda mais emprego e renda para o brasileiro. Trata-se de mais uma importante sinalização deste governo em prol da recuperação da economia do país”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Pesquisa do Sebrae mostra que mais de 80% dos pequenos negócios não recorrem a empréstimos bancários e 47% afirmam que a redução nas taxas de juros seria a melhor solução para facilitar a aquisição de financiamentos. Entre os que já buscaram as instituições financeiras, 19% tiveram o pedido de empréstimo negado.

Cadastro Positivo o que muda para o consumidor brasileiro

Tira dúvidas

Que tipo de dado ficará disponível relacionado a consumidores e empresas?

Ficará disponível a nota de crédito, conhecida como score, que é composta por informações de crédito, como empréstimos, faturas, financiamentos e crediários. Além disso, contas de consumo como água, gás, luz e telefone também serão utilizadas como referência para compor a nota. As informações dos bens adquiridos não vão entrar no relatório, somente o valor total e as parcelas com datas de início e vencimento, bem como a informação de que a dívida foi paga.

Como o consumidor ou a empresa consulta seus dados no Cadastro Positivo?

Qualquer pessoa física e jurídica cadastrada no Cadastro Positivo pode consultar no banco de dados todas as informações existentes sobre elas. O acesso, que será gratuito, poderá ser solicitado para os birôs de crédito, como Boa Vista SCPC, Serasa Experian, Quod e SPC Brasil. Essa solicitação pode ser feita por quaisquer dos canais disponíveis pela empresa, e essa tem o prazo de dez dias a partir da data de solicitação para disponibilizar o acesso.

Há uma informação errada no cadastro. Como fazer para alterá-la?

O cadastrado pode solicitar a qualquer birô de crédito ou à fonte do dado a correção de qualquer informação sobre ele que tenha sido erroneamente anotada no banco de dados. A correção da informação deve ser feita no prazo de até 10 dias, quando solicitada ao gestor, e de até 2 dias úteis, quando solicitada à fonte da informação.

Como o consumidor ou a empresa faz para retirar o nome do Cadastro Positivo?

O consumidor que desejar retirar o seu nome do Cadastro Positivo pode fazer isso a qualquer momento. Basta solicitar formalmente sua exclusão pelo site de qualquer birôs de crédito. A partir da vigência da lei, os birôs de crédito têm 30 dias para comunicar todos os consumidores sobre a abertura do Cadastro Positivo. E esses terão assegurada a opção de, a qualquer momento, pedir a exclusão do seu nome.

O que acontece se o consumidor ou a empresa tirar o nome do Cadastro Positivo?

O objetivo do Cadastro Positivo é beneficiar, e não prejudicar o consumidor. Se eventualmente solicitar a exclusão do Cadastro Positivo, o banco de dados deixará de receber qualquer informação sobre o cadastrado e as empresas que vão conceder crédito terão acesso a menos informações, como existência ou não de dívidas negativadas. Como resultado, aumentará a possibilidade de concessão de crédito por essa empresa com maiores taxas de juros, pois somente terá acesso às contas que você deixou de pagar.

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Contribuintes estão com dificuldades para ajustar situação com a Receita

Os contribuintes que entregaram a DIRPF – Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda 2019, ano base 2018 – já podem saber se caíram na malha fina, contudo, quando isso ocorre eles estão enfrentando uma dificuldade extra.

Se o contribuinte busca a Receita Federal para fazer o agendamento buscando regularizar a situação de malha fina, isso se mostra praticamente impossível. A área societária da Confirp, responsável pelo agendamento desses atendimentos, vem enfrentando diariamente esse problema.

Segundo Luana Maria Camargo, gestora da área societária, a dificuldade é muito grande. “Todos os dias, desde as sete da manhã tentamos fazer esse agendamento, contudo, enfrentamos uma verdadeira maratona e na maioria das vezes não obtemos existo. A justificativa que recebemos é que foram enviadas muitas intimações e faltam auditores”, explica.

Com isso o contribuinte fica com sua declaração travada, sem regularizar a situação e, caso tenha direito, sem receber os valores da Restituição de Imposto de Renda. “Infelizmente isso prejudica muito o contribuinte e nosso trabalho”, complementa Luana Camargo.

Essa situação vai na contramão de novidades que facilitam o contribuinte, como é o caso do programa Meu Imposto de Renda, no qual as pessoas já podem saber com velocidade se suas declarações foram processadas, se estão já na Malha Fina e os erros que levaram a essa situação. Porém, isso não significa que estão livre dessa situação, pois existe um prazo de cinco anos para que a Receita Federal possa questionar as informações.

Entenda melhor a Malha Fina

Mas, o que é esse termo e por que causa tanto medo?

“O contribuinte realmente deve se preocupar em não cair na malha fina, pois essa se refere ao processo de verificação de inconsistências da declaração do imposto IRPF, assim, caso o sistema da Receita Federal perceba que alguma informação está errada, separa a declaração para uma análise mais apurada. E, caso perceba erros, chama o contribuinte para ajustes ou até mesmo inicia investigações e cobra de atrasados e multas”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos.

Assim, a malha fina é praticamente uma “peneira” para os processos de declarações que estão com pendências, impossibilitando a restituição.

“Para evitar a malha fina, é interessante que o contribuinte inicie o quanto antes o processo de elaboração da declaração, pois poderá fazer com mais calma, buscando documentos que faltam e ajustando possíveis inconsistências”, recomenda o diretor da Confirp.

A preocupação deve ser grande, pois apenas em 2018 foram 628.747 contribuintes que ficaram nessa situação, das 31.435.539 declarações entregues.

A Confirp detalhou melhor os pontos que podem levar à essa situação:

  1. Não lançar na ficha de rendimento tributáveis, os rendimentos provenientes de previdências privadas, quando não optantes pelo plano regressivo de tributação;
  2. Não lançar a pensão alimentícia recebida como rendimentos na ficha de rendimento tributáveis recebidos de pessoa física;
  3. Não lançar rendimentos tributáveis, isentos ou tributados exclusivamente na fonte dos dependentes relacionados na declaração de imposto de renda;
  4. Lançar valores na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento [Rendimento tributável, Imposto Retido, etc];
  5. Lançar como na ficha de pagamentos efetuados na linha previdência complementar valores pagos a previdência privada do tipo VGBL, apenas PGBL é dedutível do imposto de renda;
  6. Não informar o valor excedente aos R$ 751,74 recebidos referente parcela isenta da aposentadoria do contribuinte ou dependente que tenha mais de 65 anos na Ficha de rendimentos tributados;
  7. Lançar valores de rendimentos tributados exclusivamente na fonte na ficha de rendimentos tributados;
  8. Não preencher a ficha de ganhos de capital no caso de alienação de bens e direitos;
  9. Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores;
  10. Deixar de relacionar na ficha de pagamentos efetuados os valores reembolsados pela assistência médica, seguro saúde ou outros, referente a despesa médica ou com saúde do contribuinte ou dependentes;
  11. Relacionar na ficha de pagamentos efetuados pagamentos feitos como pensão alimentícia sem o amparo de uma decisão judicial, acordo judicial ou acordo lavrado por meio de escritura pública;
  12. Não relacionar nas fichas de bens e direitos, dívidas e ônus, ganhos de capital e renda variável, valores referentes a dependentes de sua declaração;
  13. Não relacionar valores de aluguéis recebidos de pessoa física na ficha de rendimento de pessoa física;
  14. Não abater comissões e despesas relacionadas a aluguéis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas ou na ficha de rendimentos recebidos de pessoa jurídica;
  15. Lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou ex-cônjuges;
  16. Lançar como plano de saúde valores pagos por empresas a qual o CONTRIBUINTE ou DEPENDENTE é funcionário ou sócio sem que o mesmo tenha feito o reembolso financeiro à referida empresa.

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Caixa inicia renegociação de dívidas do crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou novas medidas para ajudar quem está atrasado com as prestações do financiamento imobiliário. O banco tem hoje 589 mil contratos com prestações em atraso, ou 11% da carteira de 5,2 milhões de contratos ativos. Os pagamentos em atraso somam R$ 10,1 bilhões.

A fim de reduzir esses números, a Caixa poderá perdoar multas e juros de mora das parcelas em atraso, caso haja um primeiro pagamento – ou seja, uma espécie de “entrada” – equivalente à uma parte do montante devido, incorporando o restante da dívida nas parcelas originais do contrato.

Também será possível usar o saldo do FGTS para reduzir o valor das prestações. Os clientes ainda conseguirão alterar a data de vencimento dos pagamentos e, em casos excepcionais, ter direito a um acordo personalizado, indo direto à agência da Caixa. Segundo o banco, cerca de 600 mil famílias, ou 2,3 milhões de pessoas, devem ser beneficiadas.

Para Daniele Akamine, advogada do setor imobiliário, essa mudança é positiva para ambas as partes. “Do lado do comprador, ganham as pessoas que vêm enfrentando dificuldades financeiras nos últimos anos e terão a chance de se organizar financeiramente para não perder o imóvel”, explica. “A decisão também é benéfica para a Caixa, pois evita que a instituição acumule mais imóveis retidos por inadimplência no pagamento”, acrescenta a especialista.

Outra novidade anunciada é a redução de até 1,25 pontos percentuais nas taxas de juros para operações pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) também tiveram mudanças e passam a ter a mesma taxa mínima de 8,5% a.a. e máxima de 9,75% a.a.

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, diz que essa redução amplia a oferta de crédito imobiliário em condições competitivas de mercado. “Isso demonstra nosso compromisso com as melhores condições de financiamento para as pessoas e colabora para a retomada de investimentos no setor, com a criação de empregos, mais renda e aquecimento da economia”, completa o presidente.

As novas taxas começam a valer na próxima segunda-feira (10).

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Saiba o que é score e como isso pode ajudá-lo a conseguir crédito

Pagar todas as contas em dia pode gerar muito mais benefícios do que normalmente se imagina. Este comportamento, além de garantir que o nome não será negativado, ajuda na hora de se buscar crédito ou financiamento, benefícios aos quais se torna mais difícil de ter acesso quando se está com o “nome sujo”.

E justamente para definir o comportamento de cada consumidor e garantir uma análise e concessão de crédito mais qualificada e justa, é que o mercado se utiliza do score, uma pontuação dada para cada consumidor, por empresas gestoras de banco de dados, como a Boa Vista. Para esclarecer melhor o que é o score, a Boa Vista responde às perguntas mais comuns de consumidores:

Afinal, o que é o score?

Score é uma palavra inglesa que no português significa ‘pontuação’. Já o termo ‘score de crédito’ significa a pontuação do consumidor para conseguir crédito na praça, tanto por meio de empréstimo, quanto financiamento e carnê. Em outras palavras, ajuda consumidores e empresas a realizarem negócios de crédito com menor custo, mais segurança e agilidade.

O score é um cálculo que considera, entre outros fatores, o histórico de pagamentos, desde as contas do dia a dia até financiamentos mais longos. Com essa informação, os credores avaliam se, dentro de sua política de crédito – cada empresa estabelece a sua –, o consumidor pode receber prazos e taxas mais adequados ao seu perfil. Sem o score e apenas com as informações das dívidas em atraso, o processo de concessão não é tão seguro e preciso.

Como funciona o score da Boa Vista?

A pontuação do score da Boa Vista varia de 0 a 1000. Quanto mais próxima de 1000, indica que o buscador de crédito no mercado tem mais probabilidade de pagar suas contas em dia.

É considerado score “abaixo da média” uma pontuação entre 0 e 549, ou seja, há uma probabilidade baixa do consumidor conseguir pagar dívidas. Quem tem estes pontos provavelmente está com algum registro de inadimplência, contas atrasadas, protestos e até mesmo ações judiciais.

O score “médio” está entre 550 e 624. Com essa pontuação há probabilidade de obter financiamento, crédito ou cartão de crédito. Mas é importante ficar claro que são as concedentes de crédito que determinam se aceitam ou não a pontuação média.

É considerado “bom” o score entre 625 e 699. Com esta pontuação, o mercado de crédito faz a leitura de que o consumidor é um bom pagador.

Tem score “muito bom” quem tem pontuação entre 700 e 799. O consumidor com um score nessa faixa pode até receber condições de crédito mais competitivas dos bancos, financeiras, instituições de crédito e lojas.

São poucos os brasileiros que têm score excelente – entre 800 e 1000 pontos. Por isso, são considerados clientes muito especiais e as possibilidades de crédito são ilimitadas.

Como consultar seu score?

A consulta é simples, rápida e fácil! Primeiro, o consumidor precisa fazer seu cadastro no portal www.consumidorpositivo.com.br (o site da Boa Vista dedicado ao consumidor), caso ainda não o tenha feito. Neste site o consumidor pode checar, gratuitamente, se está ou não com o “nome sujo” e qual é a sua pontuação de crédito. A imagem abaixo exemplifica o score da Boa Vista.

O que pode aumentar o score?

Pagar as contas em dia, ter contas no próprio nome, manter os dados cadastrais (telefone, endereço, e-mail, etc.) atualizados, não fazer muitos pedidos de crédito em curto período de tempo e negociar dívidas são alguns cuidados que contribuem para o aumento do score. Manter o CPF no Cadastro Positivo, o banco de dados com informações de pagamento, também ajuda a ter um score mais alto, uma vez que registra o histórico de pagamento.

Score pode ajudar a conseguir crédito?

Sim, pode: de acordo com a sua pontuação, as empresas podem oferecer as melhores condições de crédito de acordo com o perfil do consumidor. Dessa forma, é possível garantir juros mais baixos e melhores condições de parcelamento.

E mais, com o score, a empresa credora pode verificar, por exemplo, que, apesar de existir uma dívida em atraso, as demais contas estão todas em dia. Nesse caso, o atraso pode representar uma exceção e não a regra, e mostrar que vale pena dar a esse consumidor crédito, com mais prazo e até mesmo menos juros.

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